Rescue
  • +55 (11) 94223-8008 (vendas)
  • +55 (11) 3422-1130 (vendas)
  • +55 (11) 3535-3734 (suporte)
PROCURAR
Rescue
  • Cursos e Treinamentos
    • ANVISA
    • Avaliação de Imóveis
    • CETESB
    • Corpo de Bombeiros
    • CREA
    • Curso Tratamento de Superfície e Pintura
    • Cursos de Segurança e Saúde do Trabalho Nacional
    • Cursos Internacionais
    • Engenharia Ambiental e Sanitária
    • Engenharia Civil
    • Engenharia Elétrica
    • Engenharia Mecânica
    • Engenharia Química
    • Exército Brasileiro EB
    • Medicina do Trabalho
    • Polícia Civil
    • Polícia Federal
    • Segurança do Trabalho
  • Laudos e Perícias
    • Alvarás
      • ANVISA – Alvarás
      • CETESB – Alvarás
      • Polícia Civil – Alvarás
      • Polícia Federal – Alvarás
      • Prefeitura – Alvarás
    • ART (Anotação de Responsabilidade Técnica)
      • ANVISA – ARTs
      • Avaliação de Imóveis – ARTs
      • CETESB – ARTs
      • Corpo de Bombeiros – ARTs
      • CREA – ARTs
      • Engenharia Ambiental e Sanitária – ARTs
      • Engenharia Civil – ARTs
      • Engenharia Elétrica – ARTs
      • Engenharia Mecânica – ARTs
      • Engenharia Química – ARTs
      • Medicina do Trabalho – ARTs
      • Segurança do Trabalho – ARTs
      • Polícia Civil – ARTs
      • Policia Federal – ARTs
      • Prefeitura – ARTs
    • Laudos e Relatórios Técnicos
      • ANVISA – Laudo e Relatórios Técnicos
      • Avaliação de Imóveis – Laudos e Relatórios Técnicos
      • CETESB – Laudos e Relatórios Técnicos
      • Corpo de Bombeiros – Laudos e Relatórios Técnicos
      • CREA – Laudos e Relatórios Técnicos
      • Eng. Ambiental e Sanitária – Laudos e Relatórios Técnicos
      • Engenharia Civil – Laudos e Relatórios Técnicos
      • Engenharia Elétrica – Laudos e Relatórios Técnicos
      • Engenharia Mecânica – Laudos e Relatórios Técnicos
      • Engenharia Química – Laudos e Relatórios Técnicos
      • Exército Brasileiro EB – Laudos e Relatórios Técnicos
      • Medicina do Trabalho – Laudos e Relatórios Técnicos
      • Polícia Civil – Laudos e Relatórios Técnicos
      • Polícia Federal – Laudos e Relatórios Técnicos
      • Prefeitura – Laudos e Relatórios Técnicos
      • Segurança do Trabalho – Laudos e Relatórios Técnicos
    • Licenças
      • ANVISA – Licenças
      • CETESB – Licenças
      • Licença Sanitária
      • Polícia Civil – Licenças
      • Polícia Federal – Licenças
      • Prefeitura – Licenças
    • Perícias
      • ANVISA – Perícias
      • Avaliação de Imóveis – Perícias
      • CETESB – Perícias
      • Corpo de Bombeiros – Perícias
      • CREA – Perícias
      • Engenharia Ambiental e Sanitária – Perícias
      • Engenharia Civil – Perícias
      • Engenharia Elétrica – Perícias
      • Engenharia Mecânica – Perícias
      • Engenharia Química – Perícias
      • Exército Brasileiro EB – Perícias
      • Medicina do Trabalho – Perícias
      • Polícia Civil – Perícias
      • Polícia Federal – Perícias
      • Prefeitura – Perícias
      • Segurança do Trabalho – Perícias
      • Gestão de Perícias
    • Planos
      • ANVISA – Planos
      • Avaliação de Imóveis – Planos
      • CETESB – Planos
      • Corpo de Bombeiros – Planos
      • CREA – Planos
      • Engenharia Ambiental e Sanitária – Planos
      • Engenharia Civil – Planos
      • Engenharia Elétrica – Planos
      • Engenharia Mecânica – Planos
      • Engenharia Química – Planos
      • Exército Brasileiro EB – Planos
        • Exército Brasileiro EB – Planos de Controle de Emergência
        • Exército Brasileiro EB – Planos de Segurança
      • Medicina do Trabalho – Planos
      • Polícia Civil – Planos
      • Polícia Federal – Planos
      • Segurança do Trabalho – Planos
    • Programas
      • ANVISA – Programas
      • Avaliação de Imóveis – Programas
      • CETESB – Programas
      • Corpo de Bombeiros – Programas
      • CREA – Programas
      • Eng. Ambiental e Sanitária – Programas
      • Engenharia Civil – Programas
      • Engenharia Elétrica – Programas
      • Engenharia Mecânica – Programas
      • Engenharia Química – Programas
      • Exército Brasileiro EB – Programas
      • Polícia Civil – Programas
      • Polícia Federal – Programas
      • Prefeitura – Programas
      • Segurança do Trabalho – Programas
    • Prontuários
      • Avaliação de Imóveis – Prontuários
      • CETESB – Prontuários
      • Corpo de Bombeiros – Prontuários
      • CREA – Prontuários
      • Engenharia Ambiental e Sanitária – Prontuários
      • Engenharia Civil – Prontuários
      • Engenharia Elétrica – Prontuário NR 10
      • Engenharia Mecânica – Prontuários
        • Engenharia Mecânica – Prontuário NR 12
        • Engenharia Mecânica – Prontuário NR 13
      • Engenharia Química – Prontuário NR 20
      • Exército Brasileiro EB – Prontuários
      • Medicina do Trabalho – Prontuários
      • Policia Federal – Prontuários
      • Prefeitura – Prontuários
      • Segurança do Trabalho – Prontuários
  • Projetos
    • ANVISA – Projetos
    • Avaliação de Imóveis – Projetos
    • CETESB – Projetos
    • Corpo de Bombeiros – Projetos
    • CREA – Projetos
    • Engenharia Ambiental e Sanitária – Projetos
    • Engenharia Civil – Projetos
    • Engenharia Elétrica – Projetos
    • Engenharia Mecânica – Projetos
    • Exército Brasileiro EB – Projetos
    • Medicina do Trabalho – Projetos
    • Policia Federal – Projetos
    • Prefeitura – Projetos
    • Segurança do Trabalho – Projetos
  • Consultorias e Assessorias
    • ANVISA – Assessoria e Consultoria
    • Avaliação de Imóveis – Assessoria e Consultoria
    • CETESB – Assessoria e Consultoria
    • Corpo de Bombeiros – Assessoria e Consultoria
    • CREA – Assessoria e Consultoria
    • Engenharia Ambiental e Sanitária – Assessoria e Consultoria
    • Engenharia Civil – Assessoria e Consultoria
    • Engenharia Elétrica – Assessoria e Consultoria
    • Engenharia Mecânica – Assessoria e Consultoria
    • Engenharia Química – Assessoria e Consultoria
    • Estudo de Viabilidade Técnica
    • Exército Brasileiro EB – Assessoria e Consultoria
    • Medicina do Trabalho – Assessoria e Consultoria
    • Polícia Civil – Assessoria e Consultoria
    • Polícia Federal – Assessoria e Consultoria
    • Prefeitura – Assessoria e Consultoria
    • Segurança do Trabalho – Assessoria e Consultoria
  • Normas e Regulamentações
    • Normas Regulamentadoras
      • NR01
      • NR02
      • NR03
      • NR04
      • NR05
      • NR06
      • NR07
      • NR08
      • NR09
      • NR10
      • NR11
      • NR12
      • NR13
      • NR14
      • NR15
      • NR16
      • NR17
      • NR18
      • NR19
      • NR20
      • NR21
      • NR22
      • NR23
      • NR24
      • NR25
      • NR26
      • NR27
      • NR28
      • NR29
      • NR30
      • NR31
      • NR32
      • NR33
      • NR34
      • NR35
      • NR36
      • NR37
      • NR38
    • ABNT
    • CREA
    • ANTT
    • ISO
    • CETESB
    • ANVISA
    • CONAMA
    • Marinha
    • ANAC
    • NFPA
    • GWO
    • IEC
    • ANSI
    • Normas Internacionais
  • Mão de Obra
  • Blog
  • Contato
  • Home
  • 00 - Template Cursos
  • Curso Projeto Estrutura Concreto NBR 6118
Engenheiro civil analisando o detalhamento executivo de uma estrutura de concreto armado, revisando seções de armaduras, especificações de fôrmas, e cotas do projeto no canteiro de obras. Essa etapa é crucial para verificar a compatibilidade entre o projeto estrutural e as condições reais de execução.
domingo, 19 janeiro 2025 / Publicado em 00 - Template Cursos, ABNT, Cursos de Segurança e Saúde do Trabalho Nacional, Cursos e Treinamentos, Cursos Internacionais, Engenharia Ambiental e Sanitária - Cursos e Treinamentos, Engenharia Civil, Engenharia Civil - Cursos e Treinamentos, Engenharia de Segurança do Trabalho, NR18, Segurança do Trabalho, Segurança do Trabalho - Cursos e Treinamentos

Curso Projeto Estrutura Concreto NBR 6118

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO COMO ELABORAR PROJETO E MEMORIAL DE CÁLCULO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO NBR 6118

Referência: 199867

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

Curso Projeto Estrutura Concreto

O Curso Projeto Estrutura Concreto tem como objetivo principal capacitar profissionais para desenvolver projetos estruturais de concreto em conformidade com as diretrizes estabelecidas pela ABNT NBR 6118. Através de uma abordagem prática e fundamentada em normas técnicas atualizadas, o curso busca aprimorar as competências relacionadas à análise, dimensionamento e detalhamento de elementos estruturais.

Ademais, o treinamento é estruturado para proporcionar aos participantes o conhecimento necessário para interpretar e aplicar as especificações normativas, garantindo, assim, a segurança, eficiência e durabilidade das estruturas. Além disso, durante o curso, os alunos terão acesso a ferramentas e metodologias que facilitam o entendimento e a aplicação de conceitos teóricos em projetos reais.

Por fim, o curso enfatiza a importância do gerenciamento de riscos associados ao desempenho estrutural, oferecendo aos participantes uma visão abrangente e técnica sobre as melhores práticas no setor de construção civil. Dessa forma, os profissionais estarão preparados para atender às demandas do mercado com excelência e responsabilidade.

Profissional de engenharia verificando desenhos técnicos de uma estrutura de concreto pré-moldado, identificando ajustes necessários em elementos estruturais, como vigas e pilares, para garantir a precisão do alinhamento durante a montagem e assegurar o cumprimento das normas técnicas. - Curso Projeto Estrutura Concreto.

Profissional de engenharia verificando desenhos técnicos de uma estrutura de concreto pré-moldado, identificando ajustes necessários em elementos estruturais, como vigas e pilares, para garantir a precisão do alinhamento durante a montagem e assegurar o cumprimento das normas técnicas.

Qual a Importância do Curso Projeto Estrutura Concreto?

O Curso de Projeto de Estrutura de Concreto desempenha, portanto, um papel crucial no desenvolvimento profissional de engenheiros, projetistas e técnicos envolvidos no setor da construção civil. Sua importância está diretamente associada à necessidade de garantir a segurança, a durabilidade e a eficiência das estruturas de concreto, as quais, por sua vez, são amplamente utilizadas em obras de pequeno, médio e grande porte.

Primeiramente, o curso permite que os profissionais dominem as exigências da ABNT NBR 6118, capacitando-os a realizar projetos que estejam em total conformidade com as normas técnicas vigentes, reduzindo riscos de falhas estruturais e assegurando a confiabilidade das construções.

Além disso, o treinamento promove uma abordagem prática e técnica, fornecendo ferramentas e metodologias avançadas para análise e dimensionamento de estruturas. Isso aumenta a eficiência no desenvolvimento de projetos, otimizando recursos e gerando soluções economicamente viáveis e ambientalmente responsáveis.

Outro ponto relevante, além disso, é a crescente demanda por profissionais qualificados no mercado da construção civil. Ao concluir o curso, os participantes se destacam por suas competências específicas, tornando-se mais competitivos e preparados para responsabilidades técnicas e gerenciais em projetos complexos.

Quais São os Principais Requisitos Para o Projeto de Estruturas de Concreto?

Os principais requisitos da ABNT NBR 6118 garantem segurança, funcionalidade e durabilidade, assegurando a conformidade técnica no projeto de estruturas de concreto. Nesse sentido, é essencial observar critérios técnicos e normativos que, quando aplicados, promovem excelência no desempenho estrutural. Assim, destacam-se os seguintes pontos:

Estabilidade e segurança à ruína: O projeto deve atender aos estados-limite últimos (ELU), garantindo que a estrutura suporte todas as ações previstas, como cargas permanentes, acidentais e ambientais, sem risco de colapso. Dessa forma, evita-se comprometimento da integridade estrutural.

Comportamento em serviço: É fundamental considerar os estados-limite de serviço (ELS) para evitar deformações excessivas, fissuras ou vibrações que possam prejudicar o desempenho, a funcionalidade ou a estética da estrutura. Esse requisito assegura que a estrutura se mantenha funcional e esteticamente aceitável durante sua vida útil.

Durabilidade: A estrutura deve ser projetada para resistir às condições ambientais previstas, considerando interação entre materiais, processos construtivos e o ambiente em que será inserida. A durabilidade não só prolonga a vida útil da construção, mas também reduz custos de manutenção a longo prazo.

Qualidade da solução estrutural: A solução adotada deve alinhar-se às normas técnicas, especialmente no que se refere à capacidade resistente, desempenho em serviço e durabilidade. Para tanto, é essencial integrar as condições arquitetônicas, funcionais e construtivas, além de promover harmonia com os demais projetos complementares.

Os requisitos de qualidade e avaliação de conformidade da NBR 6118 enfatizam a análise detalhada de cada etapa do projeto de estrutura. A classificação dos requisitos de qualidade deve nortear o processo, assegurando que os aspectos técnicos e práticos sejam plenamente atendidos.

Operário ajustando a concretagem em uma viga em fase de execução, realizando a compactação e nivelamento do concreto fresco, de acordo com os parâmetros projetados, como cobrimento das armaduras, controle de juntas de concretagem e acabamentos. - Curso Projeto Estrutura Concreto.

Operário ajustando a concretagem em uma viga em fase de execução, realizando a compactação e nivelamento do concreto fresco, de acordo com os parâmetros projetados, como cobrimento das armaduras, controle de juntas de concretagem e acabamentos.

Quais São os Métodos de Cálculo Utilizados no Projeto de Estruturas de Concreto?

Os métodos de cálculo empregados no projeto de estruturas de concreto, são fundamentais para garantir a segurança, funcionalidade e durabilidade das edificações. Esses métodos contemplam diferentes abordagens analíticas, considerando tanto a complexidade estrutural quanto as propriedades dos materiais. A seguir, destacam-se os principais métodos utilizados:

Análise Linear:
Assume comportamento elástico-linear dos materiais, sendo usada para verificar estados-limite de serviço e dimensionar elementos no estado-limite último, com condições mínimas de utilidade.

Análise Linear com Redistribuição:
Permite redistribuir os efeitos das ações para otimizar o uso de materiais e melhorar o desempenho estrutural.

Análise Plástica:
Considera o comportamento plástico dos materiais e usa-se na verificação dos estados-limite últimos, focando na resistência plástica.

Análise Não Linear:
Leva em conta não linearidades geométricas e materiais, proporcionando uma análise mais detalhada para estados-limite de serviço e último.

Análise Através de Modelos Físicos:
Usa ensaios experimentais em modelos físicos quando métodos analíticos não são suficientes.

Os métodos de cálculo descritos na NBR 6118 oferecem ferramentas robustas e versáteis para atender aos requisitos de segurança e desempenho estrutural. Escolhe-se cada método conforme as características da estrutura, carregamento e objetivos do projeto, garantindo soluções eficientes e confiáveis.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 80 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisitos: Nível Técnico

Curso Projeto Estrutura Concreto

CURSO APRIMORAMENTO COMO ELABORAR PROJETO E MEMORIAL DE CÁLCULO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO NBR 6118

Carga Horária Total: 80 Horas

Conteúdo Programático Normativo:

Módulo 1: Introdução à Estrutura de Concreto (8 horas)
Fundamentos do Concreto:
Propriedades do concreto: resistência, durabilidade e comportamento.
Materiais constituintes do concreto: cimento, agregados, água e aditivos.
Tipos de concreto e suas aplicações.
Conceitos Fundamentais:
Definição e características das estruturas de concreto armado.
Sistemas estruturais: lajes, vigas, pilares, fundações.
Evolução das normas técnicas no Brasil.
Importância da NBR 6118:

Contexto histórico e objetivos da NBR 6118.
Aplicações da norma na concepção e execução de projetos de concreto.

Módulo 2: Análise e Dimensionamento de Estruturas de Concreto (20 horas)
Comportamento das Estruturas de Concreto:
Tensões e deformações em estruturas de concreto.
Comportamento do concreto sob solicitações
Cálculos de flexão e cisalhamento.
Análise das Cargas em Estruturas:
Tipos de cargas: permanentes, acidentais e variáveis.
Métodos de análise das cargas nas estruturas.
Determinação da carga máxima suportada por cada componente.
Dimensionamento de Elementos Estruturais:
Dimensionamento de vigas, pilares e lajes.
Cálculo de armaduras e verificação de esforços.
Métodos para garantir a segurança estrutural.
Exercícios de Dimensionamento:
Estudos de caso de dimensionamento de elementos estruturais de concreto.
Análises de resistência e capacidade de carga.

Módulo 3: Projeto de Estruturas de Concreto (20 horas)
Elaboração do Projeto de Estrutura:
Definição dos critérios de projeto.
Componentes principais de um projeto estrutural: plantas, cortes e detalhes.
Normalização dos desenhos estruturais e exigências da NBR 6118.
Cálculo de Fundações e Elementos Subterrâneos:
Tipos de fundações: rasas e profundas.
Cálculo de fundações superficiais: sapatas, blocos e vigas baldrame.
Cálculo de fundações profundas: estacas e tubulões.
Normas Técnicas e Legislação:
Estudo aprofundado da NBR 6118.
Outras normas complementares: NBR 8681 (ações e segurança) e NBR 9062 (projeto de fundações).
Diretrizes para elaborar projetos que atendam às exigências legais.
Utilização de Software de Análise Estrutural:
Introdução a softwares utilizados no dimensionamento de estruturas de concreto.
Realização de simulações de cargas e análise estrutural.

Módulo 4: Memorial de Cálculo e Detalhamento (16 horas)
Elaboração do Memorial de Cálculo:
Definição do memorial de cálculo e sua importância.
Estrutura e conteúdo de um memorial técnico.
Cálculos básicos e detalhados: esforços solicitantes, resistência e estabilidade.
Análise e Apresentação dos Cálculos:
Como apresentar os resultados dos cálculos de forma clara e precisa.
Definição de tabelas e gráficos explicativos.
Justificativas técnicas e metodológicas dos cálculos realizados.
Integração do Projeto e Memorial de Cálculo:
Relacionamento entre o projeto estrutural e o memorial de cálculo.
Garantia de conformidade com as normas e exigências legais.

Módulo 5: Verificação de Segurança e Estabilidade (12 horas)
Análise de Segurança das Estruturas:
Métodos para garantir a segurança das estruturas.
Cálculos de segurança e fatores de segurança.
Estabilidade e Durabilidade:
Como avaliar e garantir a durabilidade da estrutura ao longo do tempo.
Prevenção contra efeitos de corrosão e falhas estruturais.
Exercícios de Verificação e Ajustes:
Estudo de casos de falhas estruturais e ajustes no projeto.
Aplicação prática da análise de estabilidade e segurança.

Módulo 6: Aplicação Prática e Estudos de Caso (4 horas)
Estudos de Caso Reais:
Análise de projetos reais de estrutura de concreto.
Aplicação dos conceitos aprendidos em situações práticas.
Discussão e Resolução de Problemas:
Discussão em grupo sobre problemas enfrentados na prática.
Resolução de casos complexos em conjunto com os alunos.

Módulo 7: Revisão e Encerramento (4 horas)
Revisão Geral:
Revisão dos principais conceitos abordados durante o curso.
Resumo dos passos para elaboração do projeto e memorial de cálculo.
Encerramento:
Considerações finais sobre a importância de projetos e cálculos bem-elaborados.
Avaliação final do curso.

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

 

Curso Projeto Estrutura Concreto

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 160 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Curso Projeto Estrutura Concreto

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 18 – Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção;
ABNT NBR 6118 – Projeto de estruturas de concreto;
NM 69 – Concreto – Extração, preparação e ensaio de testemunhos de estruturas de concreto;
ABNT NBR 8451-4 – Postes de concreto armado e protendido para redes de distribuição e de transmissão de energia elétrica – Parte 4: Determinação da absorção de água;
ABNT NBR 9452 – Inspeção de pontes, viadutos e passarelas de concreto – Procedimento;
ABNT NBR 7680-2 – Concreto – Extração, preparo, ensaio e análise de testemunhos de estruturas de concreto;
ABNT NBR 12655 – Concreto – Preparo, controle e recebimento;
ABNT NBR 16258 – Estacas pré-fabricadas de concreto – Requisitos;
ABNT NBR 16938 – Concreto reforçado com fibras – Controle da qualidade;
ABNT NBR 16475 – Painéis de parede de concreto pré-moldado – Requisitos e procedimentos;
ABNT NBR 7680-1 – Concreto – Extração, preparo, ensaio e análise de testemunhos de estruturas de concreto – Parte 1: Resistência à compressão axial;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Curso Projeto Estrutura Concreto

Curso Projeto Estrutura Concreto

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act)
A abordagem do sistema de gestão de SSO aplicada neste documento é baseada no conceito Plan-Do-Check-Act (Planejar-Fazer- Checar-Agir) (PDCA).
O conceito PDCA é um processo iterativo, utilizado pelas organizações para alcançar uma melhoria contínua. Pode ser aplicado a um sistema de gestão e a cada um de seus elementos individuais, como a seguir:
a) Plan (Planejar): determinar e avaliar os riscos de SSO, as oportunidades de SSO, outros riscos e outras oportunidades, estabelecer os objetivos e os processos de SSO necessários para assegurar resultados de acordo com a política de SSO da organização;
b) Do (Fazer): implementar os processos conforme planejado;
c) Check (Checar): monitorar e mensurar atividades e processos em relação à política de SSO e objetivos de SSO e relatar os resultados;
d) Act (Agir): tomar medidas para melhoria contínua do desempenho de SSO, para alcançar os resultados pretendidos.

Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso
Parte Interessada;

Stakeholder – Pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou se perceber afetada por uma decisão ou atividade.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:

Escopo; Termos e definições; Definição relativa aos envolvidos no processo construtivo;
Simbologia; Generalidades; Símbolos-base; Generalidades; Letras minúsculas; Letras maiúsculas;
Letras gregas Símbolos subsontos; Letras minúsculas; Letras maiúsculas; Números;
Requisitos gerais de qualidade da estrutura e avaliação da conformidade do projeto;
Condições gerais; Classificação dos requisitos de qualidade da estrutura; Requisitos de qualidade do projeto;
Qualidade da solução adotada; Condições impostas ao projeto; Documentação da solução adotada;
Avaliação da conformidade do projeto; Diretrizes para durabilidade das estruturas de concreto;
Exigências de durabilidade; Vida útil de projeto; Mecanismos de envelhecimento e deterioração;
Mecanismos preponderantes de deterioração relativos ao concreto;
Mecanismos preponderantes de deterioração relativos à armadura;
Mecanismos de deterioração da estrutura propriamente dita; Agressividade ambiental;
Critérios de projeto que visam a durabilidade; Simbologia especifica desta seção; Drenagem;
Formas arquitetônicas e estruturais; Qualidade do concreto de cobrimento; Detalhamento das armaduras;
Controle da fissuração; Medidas especiais Inspeção e manutenção preventiva; Propriedades dos materiais;
Concreto; Classes; Massa especifica; Coeficiente de dilatação térmica; Resistência à compressão;
Resistência à tração; Resistencia no estado multiaxial de tensões; Resistência à fadiga; Módulo de elasticidade;
Coeficiente de Poisson e modulo de elasticidade transversal; Diagramas tensão deformação; Fluência e retração;
Aço de armadura passiva; Categoria; Tipo de superfície aderente Massa especifica;
Coeficiente de dilatação térmica; Módulo de elasticidade;
Diagrama tensão-deformação, resistência ao escoamento e à tração;
Características de dutilidade; Resistência à fadiga; Soldabilidade;
Aço de armadura ativa; Classificação; Massa especifica; Coeficiente de dilatação térmica;
Módulo de elasticidade; Diagrama tensão-deformação, resistência ao escoamento e à tração;
Características de dutilidade; Resistência à fadiga; Relaxação Comportamento conjunto dos materiais;
Disposições gerais; Níveis de protenção; Verificação da aderência;
Coeficientes de ponderação das ações no estado-limite de serviço (ELS); Combinações de ações;
Combinações últimas; Combinações de serviço; Resistências; Valores característicos; Valores de cálculo; Resistência de cálculo;
Tensões resistentes de cálculo; Resistência de cálculo do concreto; Coeficientes de ponderação das resistências;
Coeficientes de ponderação das resistências no estado-limite;
Coeficientes de ponderação das resistências no estado-limite de serviço (ELS);
último (ELU); Verificação da segurança Condições construtivas de segurança;
Condições analíticas de segurança; Esforços resistentes de cálculo; Esforços solicitantes de cálculo;
Limites para dimensões, deslocamentos e aberturas de fissuras; Dimensões-limites;
Introdução; Vigas e vigas-parede; Pilares e pilares-parede; Lajes; Furos e aberturas; Canalizações embutidas;
Deslocamentos-limites; Controle da fissuração e proteção das armaduras;
Introdução; Limites para fissuração e proteção das armaduras quanto à durabilidade;
Controle da fissuração quanto à aceitabilidade sensorial e à utilização; Análise estrutural;
Princípios gerais da análise estrutural Objetivo da análise estrutural; Premissas necessárias à análise estrutural;
Aplicação dos resultados obtidos com os modelos de análises em regime linear;
Aplicação dos resultados obtidos com os modelos de análises em regime não linear;
Hipóteses básicas; Coeficientes de ponderação das ações no estado-limite de serviço (ELS);
Combinações de ações; Combinações últimas; Combinações de serviço; Resistências;
Valores característicos; Valores de cálculo; Resistência de cálculo; Tensões resistentes de cálculo;
Resistência de cálculo do concreto; Coeficientes de ponderação das resistências;
Verificação da segurança Condições construtivas de segurança; Condições analíticas de segurança; Esforços resistentes de cálculo;
Limites para dimensões, deslocamentos e aberturas de fissuras; Dimensões-limites; Vigas e vigas-parede;
Pilares e pilares-parede; Lajes; Furos e aberturas; Canalizações embutidas; Deslocamentos-limites;
Controle da fissuração e proteção das armaduras; Limites para fissuração e proteção das armaduras quanto à durabilidade;
Controle da fissuração quanto à aceitabilidade sensorial e à utilização; Análise estrutural;
Princípios gerais da análise estrutural; Premissas necessárias à análise estrutural;
Aplicação dos resultados obtidos com os modelos de análises em regime linear;
Aplicação dos resultados obtidos com os modelos de análises em regime não linear;
Hipóteses básicas; Condições de equilíbrio; Condições de compatibilidade Carregamento monotônico;
Elementos estruturais; Elementos lineares Elementos de superfície; Métodos de análise estrutural; Análise linear;
Análise linear com redistribuição; Análise plástica; Análise não linear; Análise através de modelos físicos;
Estruturas de elementos lineares; Hipóteses básicas; Caracterização da geometria;
Arredondamento do diagrama de momentos fletores; Análise linear com ou sem redistribuição; Análise não linear;
Estruturas usuais de edifícios; Aproximações permitidas; Estruturas com elementos de placa; Hipóteses básicas;
Caracterização da geometria; Análise linear com ou sem redistribuição; Análise plástica;
Lajes maciças; Lajes nervuradas; Lajes lisas e lajes-cogumelo; Estruturas contendo outros elementos;
Vigas-parede e pilares-parede; Blocos; Instabilidade e efeitos de 2 ordem; Campo de aplicação e conceitos fundamentais;
Princípio básico de cálculo; Relações momento-curvatura; Imperfeições geométricas;
Definições e classificação das estruturas; Efeitos globais, locais e localizados de 2 ordem;
Estruturas de nós fixos e estruturas de nós móveis; Contraventamento;
Elementos isolados; Dispensa da consideração dos esforços globais de 2º ordem;
Parâmetro de instabilidade Coeficiente; Análise de estruturas de nós fixos; Análise de estruturas de nós móveis;
Análise não linear com 2 ordem; Consideração aproximada da não linearidade física;
Análise dos efeitos locais de 2 ordem; Análise de elementos isolados;
Dispensa da análise dos efeitos locais de 2 ordem; Determinação dos efeitos locais de 2 ordem;
Consideração da fluência; Análise de pilares parede; Dispensa da análise dos efeitos localizados de 2 ordem;
Processo aproximado para consideração do efeito localizado de 2 ordem; Instabilidade lateral de vigas;
Princípios gerais de dimensionamento, verificação e detalhamento; Visão global e local;
Segurança em relação aos ELU; Segurança em relação aos ELS (desempenho em serviço Critérios de projeto;
Durabilidade; Caso de cargas cíclicas; Dimensionamento e verificação de elementos lineares;
Elementos lineares sujeitos a solicitações normais; Estado-limite último; Hipóteses básicas;
Dutilidade em vigas; Armaduras ativas e passivas;
Processo aproximado para o dimensionamento a flexão composta obliqua;
Elementos lineares sujeitos a solicitações normais; Estados-limites de serviço;
Estado-limite de deformação; Estado-limite de fissuração; Estado-limite de descompressão e de formação de fissuras;
Armaduras longitudinais máximas e mínimas; Elementos lineares sujeitos à força cortante;
Estado-limite último Hipóteses básicas; Verificação do estado-limite último;
Elementos lineares sujeitos à torção; Estado-limite último; Torção uniforme;
Torção em perfis abertos de parede fina; Estado-limite de fissuração inclinada da alma; Força cortante e torção;
Solicitações combinadas; Flexão e torção; Torção e força cortante; Detalhamento de elementos lineares;
Disposições gerais relativas às armaduras; Arranjo das armaduras; Barras curvadas; Mudanças de direção das armaduras;
Proteção contra flambagem das barras; Vigas; Armadura longitudinal; Armadura transversal para força cortante;
Armadura para torção; Armadura de pele; Armadura de suspensão; Armaduras de ligação mesa-alma ou talão-alma;
Pilares;  Armaduras longitudinais; Armaduras transversais; Pilares-parede; Cabos de protenção; Arranjo longitudinal;
Arranjo transversal; Dimensionamento e verificação de lajes; Dimensionamento e verificação de lajes; Estado-limite último;
Dimensionamento e verificação de lajes; Estados-limites de serviço; Estado-limite de deformação;
Estados-limites de fissuração e de descompressão ou de formação de fissuras; Armaduras longitudinais;
Força cortante em lajes e Lajes sem armadura para força cortante;
Lajes com armadura para força cortante; Dimensionamento de lajes à punção;
Definição da tensão solicitante nas superfícies criticas Ce C; Definição da tensão resistente nas superfícies críticas C, Ce C;
Modelo de cálculo; Colapso progressivo; Verificação de elementos estruturais protendidos; Detalhamento de lajes;
Prescrições gerais; Bordas livres e aberturas; Lajes sem vigas; Armaduras passivas Lajes protendidas;
Armaduras de punção; Lajes armadas com telas soldadas nervuradas;
Ancoragem das telas soldadas nervuradas no apoio sobre vigas; Emendas de armaduras em telas soldadas nervuradas;
Regiões especiais; Definição; Regiões de introdução de cargas concentradas;
Pressão de contato em área reduzida; Articulações de concreto; Região de introdução da proteção;
Cargas aplicadas na superfície de elementos estruturais; Furos e aberturas; Paredes e vigas-parede;
Furos que atravessam as vigas na direção da altura; Aberturas em lajes; Nós de pórticos e ligações entre paredes;
Ligações de elementos estruturais pré-moldados Juntas de concretagem; Elementos especiais; Definições;
Método de bielas e tirantes; Procedimento para aplicação do método;
Parâmetros de resistência de cálculo das bielas e regiões nodais; Modelos de cálculo;
Parâmetros de resistência de cálculo dos tirantes; Vigas-parede; Conceituação; Comportamento estrutural;
Consolos e dentes Gerber; Consolos; Dentes Gerber; Sapatas; Conceituação; Comportamento estrutural; Modelo de cálculo;
Blocos sobre estacas; Conceituação; Comportamento estrutural; Modelo de cálculo; Ações dinâmicas e fadiga;
Estados-limites últimos provocados por ressonância ou amplificação dinâmica Estado-limite último de fadiga;
Ações cíclicas; Combinações de ações a considerar; Modelo de cálculo; Estado-limite de vibrações excessivas;
Verificação da fadiga do concreto; Verificação da fadiga da armadura; Estados-limites de serviço; Concreto simples;
Campo de aplicação; Materiais e propriedades; Juntas e disposições construtivas; Projeto estrutural;
Tensões resistentes de cálculo; Dimensionamento; Tensões e deformações na flexão;
Tensões de cisalhamento; Torção; Cálculo de seções submetidas à compressão e à força cortante;
Estabilidade global; Elementos estruturais de Pilares-parede; Blocos de fundação; Pilares; Arcos;
Interfaces do projeto com a construção, utilização e manutenção Aceitação do projeto;
Recebimento do concreto e do aço; Manual de utilização, inspeção e manutenção.
F: NBR 6118

Complementos da Atividade – Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PE (Plano de Emergência);
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate – NBR 16710;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios – NBR 14276;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança: Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade a fim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Entendimentos sobre Ergonomia, Análise de Posto de Trabalho e Riscos Ergonômicos.

Noções básicas de:
HAZCOM – Hazard Communication Standard (Padrão de Comunicação de Perigo);
HAZMAT – Hazardous Materials (Materiais Perigosos);
HAZWOPER – Hazardous Waste Operations and Emergency Response (Operações de Resíduos Operações Perigosas e Resposta a Emergências);
Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) – ISO 45001;
FMEA – Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha);
SFMEA – Service Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de serviços);
PFMEA – Process of Failure Mode and Effects Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Processos);
DFMEA – Design Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Design);
Análise de modos, efeitos e criticidade de falha (FMECA);

Ferramenta Bow Tie (Análise do Processo de Gerenciamento de Riscos);
Ferramenta de Análise de Acidentes – Método TRIPOD;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communication Standard) – OSHA;
Escala Hawkins (Escala da Consciência);

Curso Projeto Estrutura Concreto

Saiba Mais: Curso Projeto Estrutura Concreto

5.2.3 Documentação da solução adotada
5.2.3.1 O produto final do projeto estrutural é constituído por desenhos, especificações e critérios de projeto. As especificações e os critérios de projeto podem constar nos próprios desenhos ou constituir documento separado.
5.2.3.2 Os documentos relacionados em 5.2.3.1 devem conter informações claras, corretas, consistentes entre si e com as exigências estabelecidas nesta Norma.
5.2.3.3 O projeto estrutural deve proporcionar as informações necessárias para a execução da estrutura. São necessários projetos complementares de escoramento e fôrmas, que não fazem parte do projeto estrutural.
5.2.3.4 Com o objetivo de garantir a qualidade da execução da estrutura de uma obra, com base em um determinado projeto, medidas preventivas (levem ser tomadas desde o início dos trabalhos. Essas medidas devem englobar a discussão e a aprovação das decisões tomadas, a distribuição destas e outras informações aos elementos pertinentes da equipe muttidiciplinar e a programação coerente das atividades, respeitando as regras lógicas de precedência.
5.3 Avaliação da conformidade do projeto
5.3.1 A avaliação da conformidade do projeto deve ser realizada por profissional habilitado, independente e diferente do projetista, requerida e contratada pelo contratante, e registrada em documento especifico, que acompanhará a documentação do projeto citada em 5.2.3.
5.3.2 Entende-se que o contratante pode ser o proprietário da obra, em uma primeira instância, desde que este tenha condições de compreender o que está proposto e acertado neste contrato, cujo conteúdo pode versar sobre termos técnicos, específicos da linguagem do engenheiro. Nesse caso entende-se que o proprietário tenha conhecimentos técnicos e compreenda todo o teor técnico do contrato e o autorize. O contratante pode ser também um representante ou preposto do proprietário, respondendo tecnicamente pelo que há de cunho técnico neste contrato. substituindo este último nas questões exigidas, ou seja, nas responsabilidades próprias e definidas por esta Norma.
5.3.3 O contratante também definirá em comum acordo com o projetista, as demais prerrogativas, exigências e necessidades para atendimentos a esta Norma, sempre que alguma tomada de decisão resultar em responsabilidades presentes e futuras de ambas as partes.
5.3.4 A avaliação da conformidade do projeto deve ser realizada antes da fase de construção e, de preferência, simultaneamente com a fase de projeto.
5.3.5 A Seção 25 estabelece os critérios de aceitação do projeto, do recebimento do concreto e aço e da confecção do manual de utilização, inspeção e manutenção.
F: NBR 6118

1 – URL FOTO: Licensor’s author: rawpixel.com – Freepik.com.
2 – URL FOTO: Licensor’s author: rawpixel.com – Freepik.com.
3 – URL FOTO: Licensor’s author: ArtPhoto_studio – Freepik.com.

Curso Projeto Estrutura Concreto: Consulte-nos.

O que você pode ler a seguir

Treinamento: Trabalho em Altura em Espanhol
Curso Trabalho em Altura em Espanhol
Curso Instrutor Guindaste Hidráulico Acoplado
Curso Instrutor Guindaste Hidráulico Acoplado
Curso NR 32 – Atividades Específicas
Treinamento NR 32 Atividade Específica

Mais Populares

  • 技术团队驻守在公司大楼前,代表着职业责任、职业安全管理以及遵守监管要求,尤其是在 NR-10 和 GRO 的背景下。
    新版NR-10:义务和刑事责任
  • Professionista che esegue la manutenzione in quota utilizzando tecniche di accesso tramite fune, con l'impiego di imbracature, cordini e sistemi di ancoraggio. Questa attività richiede una formazione secondo la norma NR 35 (Norma Normativa Brasiliana 35), la padronanza tecnica dell'attrezzatura e una conoscenza approfondita delle procedure di protezione anticaduta.
    Corso NR tradotto: Rischio nascosto?
  • CURSO COMO ELABORAR LAUDO NR-13
    NR BRASILE STANDARD: Costo e pratica
  • Técnico equipado com capacete e colete refletivo caminha entre fileiras de painéis solares, realizando inspeção visual em campo.
    LAUDO E ENSAIO SISTEMAS SOLARES
  • Plataforma de petróleo em operação no mar durante o pôr do sol, evidenciando ambiente de alto risco que exige gestão rigorosa de segurança e capacitação contínua.
    CURSO NR-37 NÍVEL EVENTUAL

Em destaque

  • 技术团队驻守在公司大楼前,代表着职业责任、职业安全管理以及遵守监管要求,尤其是在 NR-10 和 GRO 的背景下。
    新版NR-10:义务和刑事责任
  • Professionista che esegue la manutenzione in quota utilizzando tecniche di accesso tramite fune, con l'impiego di imbracature, cordini e sistemi di ancoraggio. Questa attività richiede una formazione secondo la norma NR 35 (Norma Normativa Brasiliana 35), la padronanza tecnica dell'attrezzatura e una conoscenza approfondita delle procedure di protezione anticaduta.
    Corso NR tradotto: Rischio nascosto?
  • CURSO COMO ELABORAR LAUDO NR-13
    NR BRASILE STANDARD: Costo e pratica
  • Profissional realiza inspeção funcional de talha elétrica por meio de comando pendente, verificando resposta dos controles, funcionamento dos botões de emergência e comportamento do sistema de elevação conforme critérios de segurança.
    CURSO INSPEÇÃO EM TALHAS
  • L’operatore esegue un intervento su un punto luce in quota, con accesso diretto all’impianto elettrico, utilizzando DPI e strumenti isolati, in uno scenario che richiede rigoroso controllo del rischio e conformità alla NR-10.
    Nuovo NR-10: Obbligo e responsabilità penale
Ad Banner
01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

Para saber mais, clique aqui

Procurar por...

Mantenha-se atualizado(a) com as notícias mais importantes

Newsletter

Oferecemos serviços especializados em laudos e perícias, com total compromisso com a precisão e a qualidade.

  • Institucional
    • Quem Somos
    • Instrutores
    • Suporte Técnico
    • Prévias de Cursos
    • Solicitação de Proposta
    • Contato
  • Cursos e Treinamentos
    • Cursos Internacionais
    • Engenharias
    • Segurança do Trabalho
  • Nossos Serviços
    • Consultorias e Assessorias
    • Laudos e Perícias
    • Mão de Obra Especializada
    • Obras Públicas
    • Tanques, Bombas e Tubulações
  • Laudos e Perícias
    • Alvarás
    • ARTs
    • Licenças
    • Planos
    • Programas
    • Projetos
    • Prontuários
  • Aviso de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso

© 2025 Rescue Cursos. Todos os direitos reservados. {#011☼ROM-EZ@∞∞-V.I.49🔒} [⟁EZ-TRN∴PROP49⚷] Σ₳³-369 | Desenvolvido por: Amaze Studio | Criação de Sites

_

Nosso site utiliza cookies para fornecer a melhor experiência para o seu acesso às nossas páginas e serviços.
Saiba mais ou ajuste suas .

Política de Privacidade

A Rescue7, por meio do site https://rescuecursos.com, coleta apenas os dados pessoais necessários para atendimento, comunicação, elaboração de orçamentos e prestação de seus serviços.

Os dados informados nos formulários, como nome, e-mail, telefone, CPF ou CNPJ e endereço, são tratados com segurança e confidencialidade, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), e não são vendidos ou compartilhados para fins comerciais.

O titular dos dados pode solicitar acesso, correção ou exclusão de suas informações a qualquer momento pelo e-mail contato@rescuecursos.com ou pelo telefone (11) 3535-3734.

Mais informações em Política de Privacidade

Cookies estritamente necessários

O Cookies estritamente necessário deve ser ativado o tempo todo para que possamos salvar suas preferências para configurações de cookies.

Analytics

Este site utiliza o Google Analytics para coletar informações anônimas, como o número de visitantes e as páginas mais populares. Manter este cookie ativado nos ajuda a melhorar nosso site.

Aviso de Cookies

O site https://rescuecursos.com.br utiliza cookies para melhorar a navegação, analisar o uso do site e oferecer uma melhor experiência ao usuário.

Ao continuar navegando, você concorda com o uso de cookies. Você pode gerenciar ou desativar os cookies nas configurações do seu navegador.

Visualize nosso Aviso de cookies.

Para mais informações, consulte nossa Política de Privacidade.