Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO POLIMENTO, ACABAMENTO E IMPERMEABILIZAÇÃO DE MÁRMORES E GRANITOS – NBR 9574
Referência: 102775
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Curso Polimento Mármores Granitos
O objetivo do Curso Polimento Mármores Granitos é capacitar o participante para compreender, interpretar e aplicar, de forma técnica e consciente, os fundamentos do polimento, acabamento e impermeabilização de mármores e granitos. Assim, ele passa a entender o comportamento físico-químico das rochas ornamentais, a influência dos abrasivos, a interação da luz com as superfícies e os critérios que determinam a qualidade do brilho, do acabamento e da proteção superficial, sempre com foco na durabilidade, no desempenho e na prevenção de patologias construtivas, conforme os princípios estabelecidos na ABNT NBR 9574.
Além disso, o curso desenvolve uma visão crítica e estratégica sobre os processos de impermeabilização, desde a preparação do substrato até o tratamento final das superfícies, considerando os riscos operacionais, as condições ambientais e os requisitos normativos aplicáveis. Dessa forma, o participante amplia sua capacidade de decisão técnica, reduz falhas operacionais e melhora a qualidade dos serviços executados, alinhando prática profissional, segurança e conformidade normativa com base na ABNT NBR 9574.

Quem é o profissional responsável por definir o método adequado de polimento em mármores e granitos e quais critérios técnicos ele deve considerar nessa decisão?
O profissional responsável é o técnico ou especialista em tratamento de rochas ornamentais, com domínio dos processos de abrasão, acabamento e comportamento físico dos materiais pétreos. Nesse sentido, ele precisa compreender profundamente as características do mármore e do granito, avaliando dureza, porosidade, tipo de acabamento desejado, estado inicial da superfície e patologias pré-existentes.
Além disso, ele deve considerar fatores como o tipo de abrasivo, sequência de granulação, tipo de equipamento, condições ambientais e finalidade do ambiente onde a pedra será utilizada. Dessa forma, o método escolhido não se baseia em estética apenas, mas em desempenho técnico, durabilidade e compatibilidade com a impermeabilização.
Curso Polimento Mármores Granitos: Quando o processo de impermeabilização deve ser realizado após o polimento e quais fatores ambientais interferem nesse tempo?
O momento da impermeabilização define se o serviço será durável ou descartável. Dessa maneira, aplicar cedo demais ou tarde demais compromete todo o processo.
| Fator técnico | Influência no tempo de impermeabilização |
|---|---|
| Umidade residual | Superfície úmida impede a penetração correta do produto |
| Temperatura ambiente | Temperaturas altas aceleram secagem superficial e podem prejudicar absorção |
| Porosidade da rocha | Materiais mais porosos exigem maior tempo de estabilização |
| Ventilação do ambiente | Boa circulação acelera a dissipação da umidade |
| Tipo de impermeabilizante | Produtos à base solvente e à base água possuem tempos distintos |
Qual é a diferença técnica entre impermeabilização rígida e flexível aplicada em rochas ornamentais e como isso impacta no desempenho do material?
A escolha entre sistemas rígidos ou flexíveis não é estética, é estrutural. Desse modo, ela define se a proteção vai resistir ou falhar diante das movimentações do ambiente.
Impermeabilização rígida
Indicada para áreas sem variações dimensionais significativas
Menor capacidade de deformação
Mais sensível a fissuras do substrato
Impermeabilização flexível
Capaz de acompanhar movimentações estruturais e térmicas
Maior resistência a microfissuras
Indicado para áreas sujeitas a variações de temperatura ou vibração

Por que a preparação do substrato influencia diretamente na durabilidade do polimento e da impermeabilização em mármores e granitos?
A preparação do substrato influencia diretamente na durabilidade porque ela define como a rocha vai reagir ao polimento e à impermeabilização. Quando a base está contaminada, úmida ou instável, o impermeabilizante não penetra de forma uniforme, o polimento não se fixa corretamente e o material começa a apresentar manchas, perda de brilho e destacamentos em pouco tempo. Em outras palavras, se o substrato falha, o acabamento não sustenta.
Além disso, é a preparação que equaliza a absorção e estabiliza a superfície, permitindo que o tratamento tenha aderência, regularidade e desempenho. Sem esse controle, surgem diferenças de tonalidade, variações no brilho e redução drástica da vida útil do serviço, mesmo usando produtos de alta qualidade.
Onde ocorrem com maior frequência as falhas de impermeabilização em superfícies de rochas ornamentais e quais são as causas técnicas mais comuns?
As falhas não surgem por acaso. Mas sim, se concentram em pontos críticos onde o sistema é mais exigido pelo ambiente.
| Local de ocorrência | Causa técnica predominante |
|---|---|
| Áreas molhadas | Saturação contínua e aplicação incorreta |
| Cozinhas | Contato constante com óleos e substâncias ácidas |
| Fachadas externas | Exposição direta à radiação solar e intempéries |
| Bordas e rodapés | Capilaridade e infiltrações laterais |
| Próximo a ralos | Umidade excessiva e falhas no escoamento |
Curso Polimento Mármores Granitos: Qual a relação entre rugosidade superficial e qualidade do brilho obtido no acabamento de mármores e granitos?
O brilho não é verniz. Ele é consequência direta da organização microscópica da superfície.
Menor rugosidade resulta em maior reflexão especular da luz
Superfícies irregulares dispersam a luz e reduzem o brilho
A progressão correta de abrasivos diminui as microimperfeições
Brilho uniforme depende da homogeneidade superficial
Rugosidade elevada gera acabamento opaco e irregular
Quando a aplicação do impermeabilizante pode comprometer o resultado final do acabamento e como evitar esse tipo de erro técnico?
A aplicação do impermeabilizante compromete o resultado final quando é feita fora do momento técnico correto e sem controle adequado das condições ambientais. Isso ocorre, principalmente, quando a superfície ainda apresenta umidade, resíduos ou instabilidade após o polimento, o que impede a penetração uniforme do produto. Como consequência, surgem películas superficiais irregulares, manchas, escurecimentos indesejados e perda precoce do brilho e da proteção.
Para evitar esse erro, é essencial respeitar o tempo de secagem total da superfície, realizar uma limpeza técnica completa e controlar temperatura e ventilação no ambiente. Além disso, a aplicação deve ser feita de forma homogênea, sem excessos, e sempre após a verificação da absorção do material, garantindo assim um acabamento durável, uniforme e tecnicamente consistente.

Qual a importância do Curso Polimento Mármores Granitos?
A importância do Curso Polimento Mármores Granitos está em formar profissionais capazes de compreender e dominar, de forma técnica, os processos de polimento, acabamento e impermeabilização de mármores e granitos, indo além da estética e atuando com foco em durabilidade, desempenho e prevenção de patologias. Logo, ele desenvolve uma visão crítica sobre comportamento das rochas ornamentais, influência do ambiente, escolha correta de sistemas de impermeabilização e controle de qualidade do acabamento, tudo alinhado aos critérios técnicos da ABNT NBR 9574.
Além disso, o curso fortalece a tomada de decisão profissional, reduz retrabalhos, evita falhas recorrentes em obras e eleva o padrão técnico do serviço entregue. Ao dominar processos conforme a ABNT NBR 9574, o participante passa a atuar com mais segurança, mais precisão e mais valor de mercado, garantindo resultados duráveis e tecnicamente coerentes, não apenas visualmente bonitos.
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Certificado de conclusão
Curso Polimento Acabamento Impermeabilização Mármores e Granitos
CURSO APRIMORAMENTO POLIMENTO, ACABAMENTO E IMPERMEABILIZAÇÃO DE MÁRMORES E GRANITOS – NBR 9574
Carga Horária: 40 Horas
MÓDULO 1 – Fundamentos do Polimento de Rochas Ornamentais (6 Horas)
Natureza dos mármores e granitos
Funcionabilidade do polimento em rochas ornamentais
Diferenças físico-químicas entre mármore e granito
Mecanismos de desgaste superficial
Tipos de desgaste e abrasivos
Principais fatores que influem na abrasividade
Modelos analíticos do processo abrasivo
Fatores técnicos que influenciam o resultado final do polimento
MÓDULO 2 – Acabamento de Superfícies e Propriedades Ópticas (6 Horas)
Interações da luz com sólidos
Brilho e propriedade óptica das rochas
Qualidade do brilho em chapas de rocha polida
Rugosidade das superfícies dos materiais
Técnicas de medição do brilho em superfícies
Medição do brilho dos materiais
Ensaio teórico de simulação de polimento de rochas
Tratamento teórico dos dados de equipamentos
MÓDULO 3 – Fundamentos da Impermeabilização Mineral e Polimérica (5 Horas)
Conceitos de impermeabilização rígida e flexível
Classificação dos sistemas de impermeabilização para rochas ornamentais
Tipos de proteção conforme o tipo de impermeabilização
Argamassa modificada com polímero
Argamassa polimérica
Cimento cristalizante para pressão negativa
Aplicabilidade técnica conforme a NBR 9574
MÓDULO 4 – Sistemas de Membranas Impermeabilizantes (5 Horas)
Membrana elastomérica de policloropreno e polietileno clorossulfonado
Membrana elastomérica de policloropreno-isopreno (I.I.R)
Membrana elastomérica de estireno-butadieno-estireno (S.B.S)
Membrana elastomérica de estireno-butadieno-rubber (S.B.R)
Membrana de poliuretano
Critérios técnicos de seleção de sistema conforme o ambiente
Compatibilidade entre substrato mineral e membranas
MÓDULO 5 – Preparação do Substrato e Processos de Impermeabilização (6 Horas)
Preparação do substrato para impermeabilização em mármores e granitos
Processo de limpeza e secagem do mármore
Processo de absorção do impermeabilizante
Processo de remoção do excesso de impermeabilizante
Procedimentos teóricos de aplicação do impermeabilizante
Interferência da porosidade no desempenho do sistema
Influência do ambiente no processo de cura
MÓDULO 6 – Tratamento Estético e Revitalização de Superfícies (4 Horas)
Tratamento para polimento de mármore
Restauração e polimento de mármore
Revitalização de mármore
Procedimento de acabamento do mármore e granito
Brilho final e suas implicações técnicas
Durabilidade estética e funcional do acabamento
MÓDULO 7 – Segurança, Meio Ambiente e Instalações de Aquecimento (4 Horas)
Condições e meio ambiente de trabalho segundo a NR 18
Riscos inerentes às atividades de polimento e impermeabilização
Equipamentos de proteção coletiva em canteiros de obras
Uso adequado dos equipamentos de proteção individual
Armazenagem de produtos químicos e cilindros de gás conforme NR 18
Requisitos normativos para instalação de reservatórios de aquecimento
Ventilação natural ou forçada em áreas de aquecimento
Nivelamento, isolamento e sinalização de advertência
Proibição do uso de aquecimento a lenha
Movimentação de equipamento de aquecimento com tampa destravada
Distanciamento seguro de cilindros de gás
Requisitos técnicos para cilindros com capacidade ≥ 45 kg
MÓDULO 8 – Gestão Técnica do Processo e Qualidade Final (4 Horas)
Controle teórico de qualidade do brilho
Relação entre abrasividade e desempenho final
Impacto do ambiente sobre a durabilidade do acabamento
Critérios normativos para avaliação final do serviço
Interface técnica entre polimento, acabamento e impermeabilização
Análise teórica de falhas e patologias em revestimentos de rochas ornamentais
Finalização e Certificação:
Exercícios Práticos (quando contratado);
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);
Certificado de Participação.
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
Curso Polimento Acabamento Impermeabilização Mármores e Granitos
Curso Polimento Acabamento Impermeabilização Mármores e Granitos
Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula
Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula
Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 20 horas/aula
Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.
Curso Polimento Acabamento Impermeabilização Mármores e Granitos
Curso Polimento Acabamento Impermeabilização Mármores e Granitos
Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR 18 – Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção;
ABNT NBR 9574 – Execução de Impermeabilização;
ABNT NBR 9575 – Impermeabilização – Seleção e projeto;
ABNT NBR 12170 – Materiais de impermeabilização – Determinação da potabilidade da água após o contato;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.
Curso Polimento Acabamento Impermeabilização Mármores e Granitos
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CURIOSIDADES TÉCNICAS – CURSO POLIMENTO ACABAMENTO IMPERMEABILIZAÇÃO MÁRMORES E GRANITOS:
Brilho não é só beleza é física aplicada
O brilho do mármore e do granito depende diretamente da redução da rugosidade superficial em escala microscópica. Quanto menor a irregularidade, maior a reflexão especular da luz. Em resumo: quanto mais lisa a superfície, mais ela “conversa” com a luz.
Impermeabilizante não fecha a pedra ele reorganiza a superfície
Os bons sistemas de impermeabilização não selam totalmente os poros. Eles reorganizam a estrutura superficial para reduzir a penetração de líquidos sem comprometer a respiração mineral.
Temperatura interfere mais do que muitos imaginam
Temperaturas elevadas aceleram a cura de impermeabilizantes e podem causar falhas na aderência. Já ambientes frios prejudicam a penetração do produto nos poros da rocha.
O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.
Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.
OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:
Polimento de Mármore – Funcionabilidade;
Tipo de impermeabilização rígida e flexível;
Condições e meio ambiente de trabalho;
Riscos inerentes às atividades desenvolvidas;
Equipamento de proteção coletiva existentes no canteiro de obras;
Preparação do substrato;
Membrana elastomérica de policloropreno e polietileno clorossulfonado;
Membrana de poliuretano;
Membrana elastomérica de policloropreno isopreno (I.I.R);
Proibido aquecimento a lenha;
Movimentar equipamento de aquecimento com a tampa destravada;
Instalação do Reservatório para aquecimento:
Possuir ventilação natural ou forçada; Limpo e Organizado;
Nivelado, Isolamento e Sinalização de advertência;
Uso adequado dos equipamentos de proteção individual;
A armazenagem dos produtos utilizados nas operações de impermeabilização, inclusive os cilindros de gás, deve ser realizada em local isolado, sinalizado, ventilado, protegido contra risco de incêndio e distinto do local de instalação dos equipamentos de aquecimento;
Sistema de aquecimento a gás devem ter:
Cilindro de gás devem ter capacidade de, no mínimo, 8 Kg (oito quilos);
Cilindros de gás devem ser instalados a, no mínimo, 3 m (três metros) do equipamento de aquecimento;
Cilindros de gás com capacidade igual ou superior a 45 kg (quarenta e cinco quilos) devem estar sobre rodas;
Argamassa modificada com polímero;
Tratamento para Polimento de Mármore;
Restauração e Polimento de Mármore;
Revitalização de Mármore;
Membrana elastomérica de estireno-butadieno-estirereno (S.B.S);
Membrana elastomérica de estireno-butadieno-ruber (S.B.R)
Argamassa polimérica;
Proteção do tipo de impermeabilização;
Processo de Limpeza e Secagem do Mármore;
Procedimentos de Aplicação do Impermeabilizante;
Cimento cristalizante para pressão negativa;
Processo de Absorção e Remoção do Excesso de Impermeabilizante;
Procedimento de Acabamento do Mármore e Granito;
Brilho e Propriedade Óptica;
Aplicação do tipo de impermeabilização;
Interações da Luz com Sólidos;
Qualidade do Brilho de Chapas de Rocha Polida;
Fatores no Polimento de Rochas Ornamentais;
Técnicas de medição do Brilho em Superfícies;
Tipos de Desgaste e Abrasivos;
Principais Fatores que influem na Abrasividade;
Modelos Analíticos do Processo Abrasivo;
Rugosidade das Superfícies dos Materiais;
Medição do Brilho dos Materiais;
Ensaio Simulação de Polimento de Rocha;
Tratamento dos dados Equipamento.
Fonte: NR 18 e NBR 9574.
Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.
Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;
Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.
Curso Polimento Acabamento Impermeabilização Mármores e Granitos
Saiba Mais: Curso Polimento Acabamento Impermeabilização Mármores e Granitos
18.7.7 Serviços de impermeabilização
18.7.7.1 Os serviços de aquecimento, transporte e aplicação de impermeabilizante em edificações devem atender às normas técnicas nacionais vigentes.
18.7.7.2 O reservatório para aquecimento deve possuir:
a) nome e CNPJ da empresa fabricante ou importadora em caracteres indeléveis;
b) manual técnico de operação disponível aos trabalhadores;
c) tampa com respiradouro de segurança;
d) medidor de temperatura.
18.7.7.3 O local de instalação do reservatório para aquecimento deve:
a) possuir ventilação natural ou forçada;
b) estar nivelado;
c) ter isolamento e sinalização de advertência;
d) ser mantido limpo e organizado.
18.7.7.4 A armazenagem dos produtos utilizados nas operações de impermeabilização, inclusive os cilindros de gás, deve ser realizada em local isolado, sinalizado, ventilado, protegido contra risco de incêndio e distinto do local de instalação dos equipamentos de aquecimento.
18.7.7.5 Os sistemas de aquecimento a gás devem atender aos seguintes requisitos:
a) cilindros de gás devem ter capacidade de, no mínimo, 8 kg (oito quilos);
b) cilindros de gás devem ser instalados a, no mínimo, 3 m (três metros) do equipamento de aquecimento;
c) cilindros de gás com capacidade igual ou superior a 45 kg (quarenta e cinco quilos) devem estar sobre rodas;
d) devem ser utilizados tubos ou mangueiras flexíveis de, no mínimo, 5 m (cinco metros), previstos nas normas técnicas nacionais vigentes.
18.7.7.6 O sistema de aquecimento a gás deve ser inspecionado, quanto à existência de vazamentos, a cada intervenção.
18.7.7.7 A limpeza e a manutenção do equipamento de aquecimento devem seguir as recomendações do fabricante.
18.7.7.8 Nos serviços de impermeabilização, é proibido:
a) utilizar aquecimento à lenha;
b) movimentar equipamento de aquecimento com a tampa destravada.
F: NR 18.
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