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  • Curso Padrão Entrada Energia
Técnico inspecionando um quadro de distribuição elétrica com auxílio de um tablet, assegurando a conformidade com o padrão de entrada de energia e a segurança na instalação. - Curso Padrão Entrada Energia.
segunda-feira, 02 dezembro 2024 / Publicado em 00 - Template Cursos

Curso Padrão Entrada Energia

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR ESTUDO PARA PADRÃO DA ENTRADA DE ENERGIA ELÉTRICA PARA BAIXA TENSÃO – CONFORME ENEL

Referência: 200950

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

Curso Padrão Entrada Energia

O Curso Padrão Entrada Energia visa capacitar profissionais envolvidos na elaboração e execução de estudos e projetos de entrada de energia elétrica em baixa tensão. Visando também seguir conforme as diretrizes do padrão ENEL, alinhando-se também aos requisitos da norma NBR 14522. O objetivo principal é garantir a compatibilidade e eficiência na comunicação entre sistemas de medição de energia, assegurando integração e conformidade com os padrões exigidos.

O curso aborda aspectos técnicos essenciais para garantir a segurança, a conformidade e a eficiência operacional das instalações elétricas. Dessa forma, considerando tanto os protocolos de comunicação quanto os requisitos técnicos específicos da ENEL e da NBR 14522.

Curso Padrão Entrada Energia: Principais Objetivos do Curso

Padronização de Protocolos e Comunicação: O curso enfoca a padronização dos protocolos de comunicação entre sistemas de medição e dispositivos de leitura, com ênfase nos requisitos de compatibilidade entre medidores e sistemas de leitura. Abordaremos métodos de comunicação convencional, remota síncrona e entre leitor e computador, assegurando a transmissão eficiente e confiável dos dados.

Dimensionamento e Planejamento de Entrada de Energia: Capacitar os participantes para dimensionar corretamente os sistemas elétricos necessários para a entrada de energia elétrica. Dessa forma, levando em consideração a demanda, o tipo de instalação e os dispositivos de proteção, como disjuntores e sistemas de aterramento, conforme as normas técnicas aplicáveis.

Compatibilidade entre Sistemas de Diferentes Fabricantes: Enfatiza a importância da compatibilidade entre sistemas de diferentes fabricantes, visando a integração eficiente de tecnologias e sistemas de medição de energia elétrica. Isso garante comunicação eficiente entre medidores e sistemas de leitura, evitando perdas de dados e problemas operacionais

Elaboração de Projetos Técnicos e Aprovação: Os participantes aprenderão a elaborar projetos de entrada de energia elétrica em conformidade com as exigências da ENEL, utilizando os padrões de medição e comunicação estabelecidos pela NBR 14522. Além disso, o curso inclui a orientação sobre os processos necessários para obter a aprovação junto à concessionária e garantir a viabilidade da instalação.

A Relevância da Entrada de Energia Elétrica para o Funcionamento Seguro e Eficiente das Instalações

A entrada de energia elétrica é o ponto de conexão entre a rede elétrica externa e o sistema elétrico de uma edificação ou instalação. Ela fornece energia elétrica segura e eficiente para garantir o funcionamento adequado de equipamentos, como luzes, eletrodomésticos, máquinas e sistemas industriais. A entrada de energia envolve componentes essenciais, como medidores, disjuntores, fusíveis e sistemas de aterramento, que garantem controle, distribuição e segurança no fornecimento de energia.

Além disso, a entrada de energia deve estar em conformidade com as normas técnicas e regulatórias (como a NBR 14522 e os padrões da ENEL). Assegurando assim, que a instalação elétrica seja segura, eficiente e compatível com os sistemas de medição de energia. Dessa forma, a entrada de energia não só possibilita o fornecimento contínuo de eletricidade, mas também desempenha um papel crucial na segurança, monitoramento e controle de consumo da energia elétrica.

Outro aspecto importante é a medição de energia, realizada através do medidor instalado na entrada, que registra o consumo e permite o faturamento correto pela concessionária. A entrada de energia elétrica também garante a compatibilidade entre os sistemas internos e externos, atendendo a padrões técnicos e normativos, como os definidos pela ENEL e pela NBR 14522, promovendo uma operação eficiente e em conformidade com as exigências regulatórias.

Em resumo, a entrada de energia elétrica não apenas conecta a instalação à rede de fornecimento, mas também assegura que o consumo seja controlado, eficiente e seguro para os usuários e equipamentos.

Detalhe de um inversor de frequência em um painel elétrico, demonstrando a importância de componentes tecnológicos no controle e distribuição de energia. - Curso Padrão Entrada Energia.

Detalhe de um inversor de frequência em um painel elétrico, demonstrando a importância de componentes tecnológicos no controle e distribuição de energia.

Curso Padrão Entrada Energia: O que é Padrão da Entrada de Energia?

O padrão de entrada define as diretrizes das concessionárias para instalar o sistema de fornecimento de energia em uma edificação. Esse padrão garante compatibilidade, segurança, eficiência das instalações elétricas, estabelecendo requisitos técnicos para conexão entre a rede elétrica e imóveis residenciais, comerciais ou industriais.

Além de tratar da segurança e das características físicas da instalação, o Curso Padrão Entrada de Energia também envolve aspectos relacionados à comunicação e à compatibilidade entre os sistemas de medição de energia elétrica, conforme as diretrizes estabelecidas pela NBR 14522. A norma assegura o intercâmbio de informações, garantindo comunicação eficaz e compatibilidade entre sistemas de medição e equipamentos de leitura de diferentes fabricantes.

Principais Componentes do Padrão de Entrada de Energia:

Tipos de Entrada de Energia: Definem as modalidades de fornecimento (monofásica, bifásica ou trifásica) com base na demanda de energia da edificação.
Medidor de Energia: Equipamento que registra o consumo de energia, deve ser compatível com os sistemas de medição definidos pela concessionária.
Comunicação: Define os métodos de comunicação (convencional, direcional e remota) entre medidores e sistemas de leitura, garantindo eficiência na troca de dados.
Dispositivos de Proteção: Incluem disjuntores e fusíveis para proteger a instalação contra sobrecargas e curtos-circuitos.
Compatibilidade e Integração: Garantia de que sistemas de diferentes fabricantes possam operar juntos sem falhas na comunicação ou funcionamento.
Formatos de Dados: Estabelece os formatos que devem ser utilizados para garantir a correta troca de informações entre medidores e sistemas de leitura.
Saídas de Usuário: Diretrizes sobre como os dados devem ser apresentados ao usuário para fácil compreensão e gestão do consumo de energia.
Sistema de Aterramento: Define requisitos de aterramento para garantir a segurança elétrica, prevenindo choques e danos.
Localização do Padrão de Entrada: Instalamos o medidor e os dispositivos de proteção em locais de fácil acesso, garantindo praticidade para leitura e manutenção.
Aplicações: O padrão se aplica tanto à instalação de novos sistemas quanto à manutenção e atualização de sistemas existentes, assegurando conformidade com as normas.

Em resumo, o padrão de entrada de energia abrange tanto os aspectos técnicos da instalação elétrica, como dimensionamento de condutores, sistemas de proteção e aterramento, quanto os aspectos de comunicação e compatibilidade entre sistemas de medição de energia. Seguir esses requisitos é crucial para garantir segurança da instalação e integração eficiente das tecnologias de medição, conforme as normas da ENEL e NBR 14522.

Qual a Importância do Estudo Para Padrão da Entrada de Energia Elétrica?

O estudo do padrão ENEL de entrada de energia elétrica é essencial para garantir segurança, eficiência e conformidade regulatória nas instalações elétricas. Em primeiro lugar, esse estudo garante que os dispositivos de proteção, como disjuntores, fusíveis e sistemas de aterramento, sejam devidamente dimensionados e instalados, prevenindo riscos de sobrecarga, curto-circuito e choques elétricos. Além disso, ao seguir as normas da ENEL e regulamentações como a NBR 14522, a instalação se mantém em conformidade com os requisitos legais, evitando multas e complicações com a concessionária de energia.

Ademais, a padronização dos protocolos de comunicação e dos formatos de dados permite que os sistemas de medição sejam compatíveis e integrem-se de forma eficaz, independentemente do fabricante, o que facilita a troca de informações e melhora a confiabilidade das medições. Isso contribui diretamente para uma eficiência operacional maior, reduzindo erros e otimizando a gestão da energia consumida.

O estudo do padrão ENEL promove eficiência energética, facilidade de manutenção e monitoramento, garantindo acesso fácil aos dispositivos de medição e proteção. Dessa forma, realizamos qualquer intervenção necessária de maneira ágil, seguindo diretrizes claras e consistentes.

Vista interna de um quadro de disjuntores, exemplificando a organização e a segurança necessárias para atender ao padrão de entrada de energia. - Curso Padrão Entrada Energia.

Vista interna de um quadro de disjuntores, exemplificando a organização e a segurança necessárias para atender ao padrão de entrada de energia.

Por fim, a aplicação do padrão ENEL assegura que a instalação elétrica opere com qualidade e confiabilidade, evitando falhas e interrupções no fornecimento de energia. Esse estudo é essencial para reduzir custos, facilitar expansões e melhorar a gestão de dados, sempre em conformidade com exigências técnicas e regulatórias.

O que são Cargas de Baixa Tensão?

A carga de baixa tensão refere-se a um tipo de carga elétrica que opera em tensões reduzidas, geralmente até 1.000 volts (V) em corrente alternada (CA) ou 1.500 volts em corrente contínua (CC), conforme estabelecido pela norma NBR 5410. Aplicamos esse conceito amplamente em instalações residenciais, comerciais e pequenas indústrias, envolvendo dispositivos como eletrodomésticos, sistemas de iluminação e equipamentos eletrônicos.

A carga de baixa tensão é, além disso, essencial para a segurança e eficiência diária, desempenhando um papel crucial nos sistemas de medição de energia elétrica. Ademais, a norma NBR 14522 aborda especificamente como essas cargas devem ser monitoradas e registradas, detalhando os métodos para garantir medições precisas e comunicação eficaz entre os dispositivos de medição. Consequentemente, isso assegura a integridade dos dados e a compatibilidade entre diferentes sistemas de fabricantes variados.

A gestão adequada das cargas de baixa tensão, portanto, inclui o dimensionamento correto de fios e cabos, a instalação de dispositivos de proteção (disjuntores e fusíveis) e a implementação de sistemas de aterramento. Além disso, esses fatores são essenciais para garantir a segurança dos usuários, a proteção dos equipamentos e a conformidade com as normas, assegurando, assim, um fornecimento de energia eficiente e confiável. Por isso, esse tipo de carga atende amplamente aplicações residenciais, comerciais e pequenas indústrias, incluindo:

Eletrodomésticos (geladeiras, televisores, micro-ondas).
Sistemas de iluminação (lâmpadas, luminárias).
Equipamentos eletrônicos (computadores, carregadores).

Tipos de Carga Baixa Tensão:

Os tipos de carga de baixa tensão podem, portanto, ser classificados de acordo com a aplicação e o tipo de equipamento utilizado. Alguns dos principais tipos incluem:

Residenciais: Equipamentos e dispositivos utilizados em residências, como iluminação, eletrodomésticos (geladeiras, televisores, micro-ondas) e sistemas de climatização.

Comerciais: Equipamentos encontrados em estabelecimentos comerciais, como sistemas de iluminação, ar-condicionado, computadores e caixas registradoras.

Industriais leves: Máquinas e equipamentos de pequeno porte utilizados em indústrias de pequeno porte ou em processos leves, como compressores, bombas e sistemas de controle.

Cargas eletrônicas: Equipamentos que demandam fontes de alimentação estáveis e controladas, como computadores, aparelhos de som, TVs e sistemas de automação.

Esses tipos de Cargas de baixa tensão, até 1.000 volts, exigem dimensionamento adequado e dispositivos de proteção para garantir funcionamento seguro e eficiente dos equipamentos.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 40 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisitos: Nível Técnico

Conteúdo Programático Normativo:

Módulo 1: Introdução ao Padrão ENEL para Entrada de Energia Elétrica (4 horas)

Contextualização e Objetivo do Padrão ENEL
Definição do padrão ENEL para a entrada de energia elétrica.
Importância do cumprimento do padrão para a segurança e eficiência da instalação elétrica.

Legislação e Normas Complementares
Apresentação das normas da ABNT aplicáveis (NBR 5410, NBR 9077, NBR 13856, etc.).
Regulamentações específicas para concessionárias de energia.
Diretrizes da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) sobre a entrada de energia.

Módulo 2: Características Técnicas da Entrada de Energia Elétrica (6 horas)

Tipos de Entrada de Energia Elétrica para Baixa Tensão
Entrada monofásica, bifásica e trifásica.
Tipos de medidores e dispositivos de proteção.

Dimensionamento de Condutores e Cabos
Cálculo da bitola adequada de cabos e condutores para diferentes tipos de entrada.
Critérios para a escolha dos materiais (cobre, alumínio, etc.).

Sistemas de Aterramento
Importância do aterramento para a segurança elétrica.
Dimensionamento do sistema de aterramento conforme as normas.

Cálculo de Queda de Tensão e Perdas Elétricas
Fórmulas e práticas para determinar a queda de tensão permitida e perdas elétricas.
Impacto da queda de tensão na performance da instalação.

Módulo 3: Procedimentos e Metodologia para Elaboração do Estudo (6 horas)

Análise da Carga Instalada e Previsão de Consumo
Identificação das cargas elétricas a serem alimentadas (monofásicas, trifásicas, carga mista).
Definição de demanda e potência contratada.

Determinando a Capacidade do Transformador de Distribuição
Como calcular a capacidade necessária do transformador para suportar a carga instalada.
Seleção e dimensionamento do transformador.

Planejamento do Estudo Técnico
Etapas de planejamento e desenvolvimento do estudo técnico para entrada de energia.
Análise das condições da instalação e da infraestrutura existente.

Módulo 4: Elaboração do Projeto de Entrada de Energia Elétrica (8 horas)

Definição do Layout da Entrada de Energia
Planejamento do traçado e disposição dos cabos e equipamentos.
Critérios para escolha da localização do medidor e dispositivos de proteção.

Especificação de Equipamentos e Materiais
Definição de disjuntores, fusíveis e demais dispositivos de proteção.
Cálculo da capacidade e especificações dos materiais.

Elaboração do Projeto Executivo
Como elaborar o projeto detalhado da entrada de energia elétrica.
Desenho e documentação técnica necessária para execução e aprovação.

Módulo 5: Conformidade e Aprovação junto à ENEL (6 horas)

Processo de Solicitação de Ligação
Documentação necessária para a solicitação de ligação de energia.
Procedimentos administrativos para aprovação do projeto junto à concessionária.

Inspeção e Aprovação Técnica
Critérios de inspeção dos projetos de entrada de energia pela ENEL.
Análise e ajustes no projeto conforme exigências da concessionária.

Avaliação Pós-Instalação e Ajustes
Procedimentos para ajuste após a execução da obra.
Inspeção final e garantias de conformidade com os requisitos da ENEL.

Módulo 6: Práticas e Estudos de Caso (6 horas)

Estudo de Casos Reais
Análise de projetos de entrada de energia em baixa tensão implementados.
Identificação de falhas comuns e soluções técnicas aplicáveis.

Simulação de Cálculos e Dimensionamento
Realização de cálculos para dimensionamento de cabos, disjuntores e aterramento.
Cálculos de demanda e capacidade de transformadores.

Exercícios Práticos
Desenvolvimento de estudos de caso práticos, com simulação de dimensionamento.
Discussão em grupo para resolução de problemas.

Módulo 7: Revisão e Avaliação Final (4 horas)

Revisão Geral do Conteúdo
Recapitulação dos conceitos e cálculos aprendidos ao longo do curso.
Tirando dúvidas e esclarecendo pontos críticos.

Avaliação Final
Prova teórica sobre os conceitos de dimensionamento e execução do estudo.
Avaliação prática (quando contratado) sobre a elaboração de um projeto de entrada de energia.

Encerramento e Certificação
Entrega de certificados para os participantes que cumprirem os requisitos do curso.

OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADO:
Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Complementos da Atividade – Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PE (Plano de Emergência);
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate – NBR 16710;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios – NBR 14276;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança: Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade a fim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Entendimentos sobre Ergonomia, Análise de Posto de Trabalho e Riscos Ergonômicos.

Noções básicas de:
HAZCOM – Hazard Communication Standard (Padrão de Comunicação de Perigo);
HAZMAT – Hazardous Materials (Materiais Perigosos);
HAZWOPER – Hazardous Waste Operations and Emergency Response (Operações de Resíduos Operações Perigosas e Resposta a Emergências);
Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) – ISO 45001;
FMEA – Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha);
SFMEA – Service Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de serviços);
PFMEA – Process of Failure Mode and Effects Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Processos);
DFMEA – Design Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Design);
Análise de modos, efeitos e criticidade de falha (FMECA);

Ferramenta Bow Tie (Análise do Processo de Gerenciamento de Riscos);
Ferramenta de Análise de Acidentes – Método TRIPOD;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communication Standard) – OSHA;
Escala Hawkins (Escala da Consciência);

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Requisitos para ministrar parte prática Treinamentos de manutenção de máquina ou Equipamento
Máquina ou Equipamento totalmente desmontado mecanicamente;
Motor na bancada totalmente desmontado incluindo sistema de embreagem;
Ferramentas para montagem e desmontagem de motores e peças mecânicas, de arrefecimento e da embreagem;
Conhecimentos mínimos de mecânica e elétrica;
Óleo lubrificante para motor e fluído hidráulico para embreagem bem como fluído para sistema de arrefecimento;
Manual de Instruções Técnica do motor da máquina ou equipamento;
Manual de Instrução Técnica de Manutenção da Máquina ou Equipamento;
O Equipamento deverá estar sem as rodas, ou material rotante (esteira) apoiado em cavalete;
O Teste final será aplicado no momento do encerramento do treinamento;
Será aplicado no final dos estudos teóricos pela Plataforma EAD a Avaliação Teórica.

Procedimentos: Somente quando Contratado Treinamento Prático de Manutenções:
O treinamento deverá obrigatoriamente ser acompanhado pelo Supervisor da área de manutenção como aluno cortesia, incluindo seu teste final assim como os demais.

Não será permitido o aluno sair do momento do treinamento em hipótese alguma.
O tempo de treinamento prático será após as revisões do treinamento teórico e testes finais.

NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Curso Padrão Entrada Energia

Curso Padrão Entrada Energia

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 20 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Curso Padrão Entrada Energia

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Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
ABNT NBR 5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão;
ABNT NBR 5419 – Proteção contra descargas atmosféricas (SPDA);

ABNT NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
IEC 60947 – Equipamento de Comutação e Controle de Baixa Tensão (International Electrotechnical Commission);
ABNT NBR 14039 – Instalações Elétricas de Média Tensão;

ABNT  NBR 16489 – Sistemas e equipamentos de proteção individual para trabalhos em altura — Recomendações e orientações para seleção, uso e manutenção;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2; Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Curso Padrão Entrada Energia

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Esclarecimento: O propósito do nosso Curso é aprimorar os conhecimentos do aluno passo a passo de como elaborar o Relatório Técnico; O que habilita o aluno a assinar como Responsável Técnico, são, antes de mais nada, as atribuições que o mesmo possui perante ao seu Conselho de Classe CREA.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act)
A abordagem do sistema de gestão de SSO aplicada neste documento é baseada no conceito Plan-Do-Check-Act (Planejar-Fazer- Checar-Agir) (PDCA).
O conceito PDCA é um processo iterativo, utilizado pelas organizações para alcançar uma melhoria contínua. Pode ser aplicado a um sistema de gestão e a cada um de seus elementos individuais, como a seguir:
a) Plan (Planejar): determinar e avaliar os riscos de SSO, as oportunidades de SSO, outros riscos e outras oportunidades, estabelecer os objetivos e os processos de SSO necessários para assegurar resultados de acordo com a política de SSO da organização;
b) Do (Fazer): implementar os processos conforme planejado;
c) Check (Checar): monitorar e mensurar atividades e processos em relação à política de SSO e objetivos de SSO e relatar os resultados;
d) Act (Agir): tomar medidas para melhoria contínua do desempenho de SSO, para alcançar os resultados pretendidos.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

OBS: ESTE CURSO NÃO É CREDENCIADO NFPA.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso
Parte Interessada;

Stakeholder – Pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou se perceber afetada por uma decisão ou atividade.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

Curso Padrão Entrada Energia

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Os principais problemas das instalações elétricas são:
Sobrecargas:
Este problema costuma ocorrer sobretudo pela utilização de muitos aparelhos ligados na mesma tomada (como benjamins ou tês), pelo uso de aparelhos de potência muito elevada em redes elétricas que não estavam preparadas para isto e por improvisações (gambiarras ou gatos) executadas por pessoal não qualificado.
Com o tempo, as sobrecargas podem gerar graves acidentes pessoais e, não raro, ocasionar incêndios.
Falta de manutenção:
É fundamental que haja uma inspeção periódica em sistemas elétricos, quanto maior a utilização mais estreito se torna o período das inspeções.
Extensão:
Soltas pelo piso ou pelas paredes, uma causa frequente de acidentes, que deve ser eliminada e em seu lugar executada uma instalação correta e definitiva.
Improvisações e gambiarras:
Materiais e produtos de qualidade duvidosa, falta de profissionalismo, principalmente na contratação do famoso “faz-tudo”.
Ausência de dispositivos de proteção:
Como o dispositivo DR e aterramento.
Dimensionamento:
Insuficiência dos cabos.
Trabalhos em instalações elétricas, mesmo nas de baixa tensão, devem ser feitos sempre por profissional capacitado e seguindo as orientações da NBR 5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão:
Esta Norma estabelece as condições a que devem satisfazer as instalações elétricas de baixa tensão, a fim de garantir a segurança de pessoas e animais, o funcionamento adequado da instalação e a conservação dos bens.
NR-10.1.1 Esta Norma Regulamentadora – NR estabelece os requisitos e condições mínimas objetivando a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade.
10.1.2 Esta NR se aplica às fases de geração, transmissão, distribuição e consumo, incluindo as etapas de projeto, construção, montagem, operação, manutenção das instalações elétricas e quaisquer trabalhos realizados nas suas proximidades, observando-se as normas técnicas oficiais estabelecidas pelos órgãos competentes e, na ausência ou omissão destas, as normas internacionais cabíveis.
10.2 – Medidas de Controle:
10.2.1 Em todas as intervenções em instalações elétricas devem ser adotadas medidas preventivas de controle do risco elétrico e de outros riscos adicionais, mediante técnicas de análise de risco, de forma a garantir a segurança e a saúde no trabalho.
10.2.2 As medidas de controle adotadas devem integrar-se às demais iniciativas da empresa, no âmbito da preservação da segurança, da saúde e do meio ambiente do trabalho.
10.2.3 As empresas estão obrigadas a manter esquemas unifilares atualizados das instalações elétricas dos seus estabelecimentos com as especificações do sistema de aterramento e demais equipamentos e dispositivos de proteção.
F: NR 10

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Curso Padrão Entrada Energia: Consulte-nos.

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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