Nome Técnico: CURSO CAPACITAÇÃO NÍVEL DE RESGATISTA COORDENADOR DE EQUIPE EM ALTURA E/OU ESPAÇO CONFINADO NR 33 E NR 35 – NÍVEL AVANÇADO NBR 16710-1
Referência: 144370
Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.
Curso Resgatista Coordenador de Equipe
O Curso Resgatista Coordenador de Equipe forma um profissional altamente capacitado, capaz de liderar operações críticas em altura e em espaços confinados com precisão técnica, decisões seguras e domínio normativo absoluto. Logo, o aluno aprende a interpretar riscos complexos, estruturar pré-planos, avaliar cenários dinâmicos e conduzir equipes sob protocolos operacionais de alto padrão, garantindo que cada ação seja executada dentro das exigências da NR 33, NR 35 e da NBR 16710-1. Portanto, a formação entrega a base teórica para atuar como referência técnica no local, sabendo quando intervir, quando recuar e como equilibrar risco e benefício em ambientes hostis.
Além disso, o curso prepara o coordenador para validar equipamentos, ancoragens, sistemas de comunicação e estruturas de resgate, assegurando que toda a operação esteja alinhada às diretrizes de segurança industrial avançada. O profissional sai apto a definir responsabilidades da equipe, analisar limitações operacionais, prever falhas, reconhecer fatores de carga e compreender os impactos fisiológicos sobre a vítima e sobre os próprios resgatistas. É uma capacitação estratégica, construída para quem precisa comandar vidas – não apenas executar procedimentos.

Progressão vertical segura sob comando técnico.
Quem é o responsável por validar se uma operação de resgate pode ser iniciada em altura ou espaço confinado?
A responsabilidade primária de validar a autorização de início de uma operação de resgate recai sobre o Resgatista Coordenador, conforme diretrizes da NR 33, NR 35 e NBR 16710-1. Ele interpreta riscos, confirma condições ambientais, assegura que todas as medidas de controle estejam implementadas e verifica se o cenário possui estabilidade suficiente para sustentar a operação sem comprometer a vida da equipe. Não é um papel operacional; é um papel de comando estratégico com base normativa e técnica.
Além disso, o coordenador confirma se os equipamentos estão certificados, se a equipe está alinhada com o plano de comunicação e se os acessos estão controlados. Ele também avalia se a estrutura organizacional está funcional, garantindo que todas as linhas de decisão, aviso e evacuação estejam disponíveis. Somente após essa validação completa a operação pode ser iniciada de forma legal e segura.
Curso Resgatista Coordenador de Equipe: Como o coordenador deve avaliar o risco-benefício antes de autorizar a entrada da equipe em um ambiente crítico?
A avaliação risco-benefício é uma decisão tática que determina se vale a pena expor a equipe ao ambiente hostil. O coordenador deve usar critérios objetivos e padronizados para chegar a essa conclusão.
Verificar as condições atmosféricas, estruturais e operacionais do ambiente.
Analisar se os controles implementados reduzem o risco a um nível aceitável.
Comparar o risco remanescente com a urgência da situação da vítima.
Determinar se os equipamentos disponíveis suportam a operação com redundância.
Avaliar limites físicos, fisiológicos e técnicos da equipe de resgate.
Onde devem estar posicionadas as ancoragens principais e redundantes em uma operação de resgate avançado?
A posição das ancoragens define a segurança, o alcance e a estabilidade da operação. O coordenador deve garantir que elas cumpram critérios de resistência, geometria e acessibilidade.
| Tipo de Ancoragem | Posição Recomendada | Justificativa Técnica |
|---|---|---|
| Principal | Ponto estrutural elevado, verticalmente alinhado com a rota da vítima | Minimiza atrito e reduz força de choque |
| Redundante | Próximo ao ponto principal, porém independente | Garante continuidade em caso de falha do ponto primário |
| Direcionamento | Laterais ao plano de trabalho | Controla desvios, fracionamentos e ângulos críticos |
| Tensionamento | Em linha de carga segura | Mantém estabilidade em tirolesas e cordas tensionadas |

Operação em altura com redundância total de sistemas.
Quando o coordenador deve determinar a suspensão imediata do resgate, mesmo que a vítima ainda não tenha sido alcançada?
O coordenador deve ordenar a suspensão imediata quando qualquer mudança no ambiente compromete a integridade da equipe, como alteração súbita da atmosfera no espaço confinado, instabilidade estrutural, risco de queda de materiais ou falha crítica de equipamento. Desse modo, a NR 33 e a NR 35 estabelecem que a proteção da equipe tem prioridade absoluta sobre a continuidade do resgate, e essa diretriz fundamenta a decisão. A lógica é simples: sem equipe segura, não existe operação viável.
Além disso, a suspensão é obrigatória quando o plano de comunicação falha, quando há perda visual ou auditiva da equipe interna ou quando o cenário se torna imprevisível a ponto de inviabilizar o comando. Nesses casos, o coordenador recua, reorganiza as medidas de controle e reavalia o plano de ação. Suspender não é desistir, é preservar vidas e garantir que a operação prossiga com técnica e responsabilidade.
Por que o trauma de suspensão exige resposta rápida e comunicação técnica imediata entre os membros da equipe de resgate?
O trauma de suspensão é uma condição fisiológica grave que pode evoluir rapidamente para colapso, exigindo reação sincronizada e comunicação eficiente entre todos os resgatistas.
A interrupção do retorno venoso causa perda de consciência em minutos.
A vítima pode sofrer parada cardiorrespiratória sem sinais prévios.
Mudanças de posição devem ser feitas com técnica específica para evitar choque circulatório.
A equipe precisa receber o alerta instantaneamente para ajustar o plano de abordagem.
A comunicação técnica evita comandos ambíguos que atrasam a estabilização.
Curso Resgatista Coordenador de Equipe: Onde se aplicam as diretrizes da NBR 16710-1 no processo de qualificação e tomada de decisão do coordenador?
A NBR 16710-1 estabelece requisitos formais de competência, habilidades e responsabilidades para o profissional que coordena operações de resgate.
| Aspecto | Aplicação da NBR 16710-1 | Impacto na Operação |
|---|---|---|
| Qualificação | Define competências mínimas exigidas | Garante capacidade técnica do coordenador |
| Tomada de decisão | Estabelece critérios de risco e limites operacionais | Reduz decisões improvisadas |
| Comunicação | Especifica linguagem e protocolos | Evita erros em emergências |
| Responsabilidades | Determina funções e deveres | Mantém estrutura e comando claros |
| Documentação | Requisitos de registros e rastreabilidade | Facilita auditorias e conformidade |
Como o coordenador define as responsabilidades e papéis operacionais da equipe durante um resgate em ambiente de alto risco?
O coordenador define papéis com base na habilidade técnica de cada membro, nos limites normativos e na complexidade do cenário. Nesse sentido, ele avalia a qualificação formal e o desempenho prático anterior e atribui cada função à pessoa mais competente. Isso evita sobreposições e falhas de responsabilidade durante a operação.
Além disso, ele estrutura as funções de acordo com o plano de resgate, assegurando que todos estejam alinhados aos protocolos e ao sistema de comando. A equipe ajusta a comunicação conforme o ambiente, garantindo clareza, velocidade e ausência de ambiguidades. Assim, cada membro sabe exatamente o que fazer, como fazer e quando agir, mantendo a operação coesa e segura do início ao fim.

Resgate industrial aplicado em estrutura elevada.
Qual a importância do Curso Resgatista Coordenador de Equipe?
A importância do Curso Resgatista Coordenador e Equipe está em formar um coordenador de resgate capaz de comandar vidas com segurança real, sustentado por técnica, norma e tomada de decisão estratégica. Nesse sentido, operações em altura e em espaços confinados são ambientes de altíssimo risco, onde qualquer erro pode resultar em fatalidade imediata. Logo, esse curso entrega o domínio necessário para interpretar cenários hostis, validar condições de acesso, estruturar pré-planos e liderar equipes sob protocolos rígidos, garantindo que cada ação aconteça com controle e consciência situacional.
Além disso, a capacitação assegura que o profissional compreenda profundamente a NR 33, NR 35 e a NBR 16710-1, aplicando esses requisitos na definição de responsabilidades, na organização da equipe e na certificação dos equipamentos utilizados. O coordenador sai preparado para prever falhas, reconhecer limites operacionais e tomar decisões que equilibram risco e benefício de forma madura e técnica.
Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas
Certificado de conclusão
Curso Resgatista Coordenador de Equipe
CURSO CAPACITAÇÃO NÍVEL DE RESGATISTA COORDENADOR DE EQUIPE EM ALTURA E/OU ESPAÇO CONFINADO NR 33 E NR 35 – NÍVEL AVANÇADO NBR 16710-1
Carga Horária: 32 Horas
Módulo 1 — Fundamentos Normativos do Resgate Técnico (4 Horas)
Estrutura normativa da NR 33, NR 35 e da NBR 16710-1 aplicada ao resgate.
Princípios doutrinários de segurança e gestão de risco em operações críticas.
Responsabilidades legais, técnicas e operacionais do Coordenador de Resgate.
Vocabulário técnico essencial: terminologia universal padronizada para emergências.
Integração com o Sistema de Comando de Incidentes (ICS).
Módulo 2 — Identificação e Avaliação de Riscos em Altura e Espaços Confinados (4 Horas)
Perigos característicos: atmosfera, energia perigosa, confinamento geométrico, altura e projeções.
Avaliação risco-benefício sob condições dinâmicas.
Fatores críticos que alteram a viabilidade do resgate.
Análise das condições limitantes do ambiente e da vítima.
Critérios técnicos para tomada de decisão segura.
Módulo 3 — Planejamento Estratégico e Pré-Planos de Resgate (4 Horas)
Estrutura de pré-plano de resgate conforme NBR 16710-1.
Organização de equipes: funções, responsabilidades e protocolos operacionais.
Indicadores de prontidão operacional e requisitos mínimos de equipe.
Comunicação padronizada para emergências: códigos, protocolos e terminologia.
Barreiras críticas que garantem continuidade e segurança da operação.
Módulo 4 — Certificação, Seleção e Inspeção de Equipamentos de Resgate (4 Horas)
Certificação e rastreabilidade de EPI e EPC para resgate técnico.
Critérios de seleção: cinto paraquedista, luvas, eslingas, talabartes, trava-quedas, capacetes.
Equipamentos coletivos: cordas, fitas, anéis, polias, bloqueadores, macas e tripé.
Identificação de danos, desgaste, deformação e critérios normativos de recusa.
Métodos teóricos de manutenção, limpeza e acondicionamento.
Módulo 5 — Sistemas de Ancoragens e Distribuição de Cargas (4 Horas)
Classificação técnica das ancoragens: simples, equalizadas e semiequalizadas. Fatores geométricos que influenciam a carga nos pontos de ancoragem.
Critérios de compatibilidade entre dispositivos têxteis e metálicos.
Conceito de redundância e análise de pontos de falha.
Fracionamentos, desvios e linhas de redirecionamento.
Módulo 6 — Nós Técnicos e Vantagens Mecânicas (4 Horas)
Conceitos normativos dos principais nós utilizados em resgate.
Classificação: arremate, emenda, ancoragem e nós asseguradores.
Estrutura teórica das vantagens mecânicas: simples, compostas e combinadas.
Limites de desempenho dos sistemas conforme geometrias e cargas aplicadas.
Análise de riscos associados a erros de encordoamento.
Módulo 7 — Técnicas de Progressão Teórica em Cordas (4 Horas)
Conceitos de progressão vertical: ascensão, descensão e transposição.
Passagem de fracionamentos, desvios e nós sob perspectiva teórica.
Operação conceitual de cordas tensionadas e tirolesas horizontais e inclinadas.
Fatores técnicos que influenciam alcance, duração e velocidade da operação.
Compatibilidade entre dispositivos, cordas e conexões na progressão.
Módulo 8 — Gestão da Vítima, Imobilização e Movimentação (4 Horas)
Tipos de macas e suas aplicações em resgates verticais e confinados.
Imobilização teórica: coluna, membros e estabilização primária.
Conceitos de movimentação vertical, horizontal e terrestre da vítima.
Princípios de trauma de suspensão, fator de queda e força de choque.
Critérios para movimentação segura em ambientes restritos.
Finalização e Certificação:
Exercícios Práticos (quando contratado);
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);
Certificado de Participação.
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
Curso Resgatista Coordenador de Equipe



