Nome: CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR MANUTENÇÃO EM TALHAS ELÉTRICAS E MANUAIS
Treinamento Profissionalizante Noções Básicas – Referência: 239032
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CURSO MANUTENÇÃO EM TALHAS
O Curso Manutenção em Talhas tem como objetivo capacitar profissionais para executar manutenção preventiva, corretiva e preditiva, conforme as Normas Regulamentadoras e as boas práticas da engenharia de manutenção. A formação aborda identificação de falhas mecânicas e elétricas, análise de causas raiz, procedimentos de desmontagem e montagem, ajustes, testes funcionais e critérios de aceitação. Também assegura o domínio dos requisitos legais de segurança do trabalho e integridade dos equipamentos, especialmente conforme a NR-11 e a NR-12, promovendo atuação técnica responsável e padronizada.
O curso desenvolve competências específicas para a elaboração de relatórios técnicos focados nas atividades de manutenção, assegurando rastreabilidade, consistência operacional e respaldo jurídico por meio do registro detalhado das intervenções executadas, dos procedimentos aplicados, das medições realizadas, das peças substituídas, das não conformidades tratadas e das ações corretivas implementadas. A formação enfatiza a padronização dos registros de manutenção como ferramenta de controle técnico e prevenção de falhas. Além disso, são estudados os diferentes tipos de talhas, como manuais, elétricas, pneumáticas, de corrente, cabo de aço, alavanca e engrenagem, com foco em seus regimes de uso, pontos críticos de desgaste, necessidades específicas de manutenção e impactos diretos na confiabilidade operacional.
Como a manutenção sistemática em talhas elétricas e manuais impacta a confiabilidade operacional e a segurança do trabalho?
A manutenção sistemática em talhas elétricas e manuais é um fator determinante para a confiabilidade operacional, pois garante que componentes críticos, como cabos de aço, correntes, freios, redutores, motores e sistemas de comando, operem dentro dos parâmetros técnicos especificados. No entanto a ausência de inspeções periódicas favorece o surgimento de falhas ocultas, desgaste acelerado e perda de eficiência mecânica, assim, aumentando o risco de paradas não programadas. Além disso, a manutenção estruturada permite antecipar falhas, planejar intervenções e reduzir custos com corretivas emergenciais.
No entanto, sob o ponto de vista da segurança do trabalho e no Curso Manutenção em Talhas veremos que, a manutenção sistemática reduz drasticamente a probabilidade de acidentes graves, como queda de carga, ruptura de componentes e falhas de frenagem. Esses eventos possuem alto potencial lesivo e implicações civis e criminais. O curso prepara o profissional para correlacionar manutenção, análise de risco e conformidade com NR-11, NR-12 e NR-01, assim, assegurando que o equipamento mantenha sua integridade estrutural e funcional ao longo do ciclo de vida operacional.
Como o Curso estrutura a aplicação integrada da manutenção preventiva, corretiva e controlada/preditiva para garantir a confiabilidade operacional e a conformidade normativa dos equipamentos de elevação?
O curso organiza a aplicação integrada da manutenção preventiva, corretiva e controlada/preditiva por meio de uma abordagem progressiva, técnica e sistematizada. Primeiramente, apresenta os fundamentos operacionais e normativos que orientam a gestão da manutenção em sistemas de elevação. Em seguida, desenvolve procedimentos padronizados para inspeção, lubrificação, ajustes e substituição programada de componentes. Dessa forma, fortalece a confiabilidade mecânica e reduz a probabilidade de falhas. Além disso, orienta o controle periódico de cabos, correntes, freios, engrenagens, sistemas elétricos e dispositivos de segurança. Consequentemente, o profissional mantém a integridade estrutural e funcional do equipamento ao longo do tempo.
Na sequência, o curso estrutura a manutenção corretiva com foco em diagnóstico técnico, análise de causa raiz e tomada de decisão fundamentada. Assim, o profissional identifica falhas com precisão e executa reparos conforme especificações técnicas. Paralelamente, o conteúdo enfatiza a manutenção controlada/preditiva por meio do monitoramento contínuo de ciclos de carga, vibração, ruído, aquecimento e desgaste. Dessa maneira, o participante antecipa falhas e planeja intervenções com base em dados objetivos. Como resultado, reduz paradas não programadas, amplia a vida útil dos equipamentos e assegura conformidade com auditorias, inspeções e requisitos de responsabilidade técnica.

Imagem retrata um operador utilizando o controle de uma talha para movimentação de carga metálica, equipado com EPI e em ambiente fabril. A imagem representa a integração entre operação e segurança, evidenciando a necessidade de treinamento técnico, procedimentos operacionais padronizados e controle de riscos conforme as NRs aplicáveis.
Quais são os principais critérios técnicos para manutenção periódica de talhas e como devem ser feitas?
A manutenção periódica de talhas é uma atividade essencial para garantir a segurança operacional, a confiabilidade dos sistemas de elevação e a conformidade com as Normas Regulamentadoras, especialmente a NR-11 e a NR-12. Essa manutenção deve ser planejada com base no regime de uso do equipamento, nas recomendações do fabricante, no histórico operacional e na análise de riscos do ambiente. O processo envolve inspeções técnicas, intervenções preventivas, ajustes, substituição de componentes e testes funcionais, sempre acompanhados de registros documentais rastreáveis. A seguir, apresentam-se os principais critérios técnicos aplicáveis à manutenção periódica e suas respectivas formas de execução.
| Componente / Sistema | Critério Técnico de Manutenção | Procedimento de Execução | Frequência Recomendada | Registro Técnico Exigido |
|---|---|---|---|---|
| Corrente / Cabo de Aço | Desgaste, corrosão, alongamento e rupturas | Inspeção visual, medição e ensaio funcional | Mensal / Trimestral | Fotos, medições e parecer técnico |
| Gancho de Carga | Deformação, trincas e trava de segurança | Medição dimensional e inspeção visual | Mensal | Check-list e relatório fotográfico |
| Sistema de Freio | Capacidade de retenção e resposta | Teste com carga e simulação de parada | Trimestral / Semestral | Registro de ensaio e conclusão técnica |
| Motor Elétrico (elétricas) | Aquecimento, ruído e consumo | Termografia, análise elétrica e inspeção mecânica | Trimestral | Laudo técnico com parâmetros medidos |
| Redutor / Engrenagens | Folgas, vazamentos e desgaste | Inspeção mecânica e verificação de lubrificação | Trimestral | Relatório de manutenção |
| Painel / Comandos | Funcionamento e integridade elétrica | Testes funcionais e elétricos | Mensal | Registro de verificação |
| Estrutura e Fixações | Trincas, corrosão e aperto | Inspeção estrutural e torqueamento | Semestral | Relatório fotográfico e checklist |
| Lubrificação Geral | Nível, contaminação e periodicidade | Aplicação conforme manual | Conforme fabricante | Registro de intervenção |
| Dispositivos de Segurança | Limitadores, fim de curso, emergência | Teste operacional | Mensal | Relatório de teste |
Como a análise de falhas contribui para o planejamento, a execução e a eficiência da manutenção preditiva em sistemas de elevação?
A análise de falhas contribui diretamente para o planejamento da manutenção preditiva em sistemas de elevação ao permitir a identificação antecipada de padrões de desgaste, degradação de componentes e desvios operacionais. A partir da coleta sistemática de dados provenientes de medições, históricos de manutenção e registros de ocorrências, o profissional consegue mapear os pontos críticos do equipamento, como cabos, correntes, freios, redutores, motores e sistemas de comando. Essas informações possibilitam a definição de intervalos técnicos adequados para intervenções, priorização de recursos e programação de paradas, reduzindo a dependência de manutenções corretivas emergenciais. Além disso, a análise estruturada de falhas favorece a identificação de causas raiz, evitando a repetição de problemas e promovendo maior confiabilidade operacional.
Na execução da manutenção preditiva, a análise de falhas orienta a tomada de decisão com base em evidências técnicas, substituindo práticas empíricas por critérios objetivos. O profissional passa a atuar de forma direcionada, realizando intervenções pontuais nos componentes que apresentam sinais reais de degradação, o que aumenta a eficiência dos serviços e otimiza custos. Como resultado, a manutenção torna-se mais precisa, segura e alinhada às normas técnicas, contribuindo para a extensão da vida útil dos equipamentos, a redução de riscos operacionais e o fortalecimento da responsabilidade técnica associada aos sistemas de elevação.
Quais parâmetros devem ser considerados na avaliação da integridade estrutural das talhas?
A avaliação da integridade estrutural deve considerar parâmetros mecânicos, dimensionais e funcionais, alinhados às normas técnicas e às condições reais de operação. Esses parâmetros permitem identificar riscos de colapso estrutural, fadiga e perda de resistência mecânica.
| Parâmetro | Descrição Técnica | Instrumento Utilizado | Critério de Aceitação |
|---|---|---|---|
| Deformação Estrutural | Empenamentos e torções | Régua, paquímetro, laser | Dentro da tolerância do fabricante |
| Trincas e Fissuras | Microfissuras em soldas e chapas | Líquido penetrante, visual | Ausência de descontinuidades |
| Corrosão | Perda de seção resistente | Medição e inspeção visual | Limite conforme norma técnica |
| Fixações | Aperto e integridade dos parafusos | Torquímetro | Torque especificado |
| Alinhamento | Posicionamento de eixos e roldanas | Relógio comparador | Desvio máximo permitido |
Qual é a importância da documentação técnica na manutenção de talhas para fins legais e operacionais?
A documentação técnica na manutenção de talhas é essencial para garantir rastreabilidade, conformidade normativa e respaldo jurídico às atividades executadas. Além disso, relatórios bem estruturados comprovam que inspeções, ensaios e intervenções seguiram critérios técnicos reconhecidos, reduzindo a exposição da empresa a passivos trabalhistas, civis e criminais. Além disso, esses documentos subsidiam auditorias, fiscalizações e processos de certificação. Do ponto de vista operacional, a documentação permite o acompanhamento do histórico do equipamento, identificação de recorrências, planejamento de intervenções e tomada de decisão baseada em dados. O curso enfatiza a padronização dos relatórios, a objetividade técnica, o uso de evidências fotográficas, medições registradas e conclusões fundamentadas, assegurando credibilidade profissional e institucional.

Imagem mostra uma talha com polia e gancho de elevação suspenso por cabos de aço em ambiente industrial, evidenciando componentes críticos do sistema de içamento, como roldanas, eixo, carcaça e ponto de fixação. A imagem remete à necessidade de inspeção periódica de desgaste, alinhamento, corrosão e integridade estrutural, fundamentais para a segurança operacional.
Como integrar manutenção e gestão de riscos no contexto das Normas Regulamentadoras?
A integração entre manutenção e gestão de riscos no contexto das Normas Regulamentadoras deve ser estruturada a partir da vinculação direta das atividades de manutenção ao sistema de gerenciamento ocupacional da empresa, especialmente ao Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), previsto na NR-01. Nesse modelo, cada intervenção realizada em máquinas e equipamentos, conforme a NR-11 e a NR-12, deve estar alinhada aos perigos identificados, às medidas de controle existentes e aos procedimentos operacionais padronizados. A manutenção deixa de ser apenas uma atividade corretiva e passa a atuar como ferramenta preventiva, responsável por eliminar ou reduzir riscos na fonte.
Na prática, essa integração exige que o profissional de manutenção participe ativamente dos processos de avaliação, monitoramento e revisão dos riscos, fornecendo dados técnicos sobre falhas, desgastes, não conformidades e condições reais de operação. Esses dados subsidiam a atualização contínua do PGR, dos procedimentos de trabalho e dos treinamentos. Ao integrar manutenção e gestão de riscos, a empresa promove maior previsibilidade operacional, reduz acidentes, otimiza recursos e consolida uma cultura de prevenção baseada em normas, engenharia e responsabilidade técnica.
De que forma capacitamos profissional para planejar, executar e documentar intervenções de manutenção preventiva, corretiva e controlada/preditiva em talhas elétricas e manuais, assegurando segurança operacional e respaldo técnico-legal?
Responsabilidade técnica das decisões.
A responsabilidade técnica das decisões no Curso Manutenção em Talhas está diretamente relacionada à formação de profissionais capazes de atuar com base em critérios normativos, evidências técnicas e fundamentos da engenharia de manutenção. O profissional formado compreende que decisões como liberação de equipamentos, substituição de componentes, definição de intervalos de manutenção e emissão de relatórios exigem embasamento em normas, manuais, medições e histórico operacional, eliminando práticas empíricas e improvisações que geram passivos jurídicos.
Além disso, o curso reforça que toda decisão técnica deve ser rastreável, documentada e sustentada por evidências objetivas, pois constitui elemento central da governança operacional. Relatórios, registros fotográficos, medições, checklists e pareceres passam a integrar o sistema de controle da empresa, garantindo transparência e defesa técnica em auditorias, fiscalizações e perícias. O profissional passa a compreender que sua assinatura e suas recomendações representam compromisso legal e ético, vinculando sua atuação à prevenção de acidentes e à preservação da vida. Dessa forma, o curso Manutenção em talhas forma especialistas conscientes de que responsabilidade técnica não é apenas uma atribuição formal, mas um processo contínuo de validação, controle e melhoria dos sistemas de elevação.
Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)Certificado de conclusão
CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR MANUTENÇÃO NÍVEL 1 EM TALHAS ELÉTRICAS E MANUAIS
Carga Horária Total: 60 Horas
MÓDULO 1: FUNDAMENTOS TÉCNICOS, NORMATIVOS E RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL (7 horas)
Introdução aos sistemas de elevação e aos regimes de manutenção
Classificação das talhas e aplicações industriais
Fundamentos da manutenção preventiva, corretiva e controlada/preditiva
Normas Regulamentadoras aplicáveis
NR-01, NR-11, NR-12
Integração da manutenção ao PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos)
Gestão de riscos operacionais e mecânicos
Responsabilidade técnica e dever profissional
Responsabilidade civil, criminal e administrativa
Análise de passivos jurídicos relacionados à falha de manutenção
Documentação básica de manutenção
Registros operacionais
Checklists técnicos
Planos de inspeção e controle periódico
MÓDULO 2: COMPONENTES MECÂNICOS E ESTRUTURAIS DAS TALHAS (8 horas)
Ganchos, correntes e cabos de aço
Critérios de inspeção preventiva e preditiva
Polias, carcaça e sistemas de ancoragem
Redutores e sistemas de transmissão
Freios mecânicos e eletromecânicos
Análise técnica de desgaste progressivo
Fadiga estrutural
Corrosão e oxidação
Deformações permanentes
Falhas por desalinhamento
Avaliação de integridade para manutenção corretiva
Controle dimensional e estrutural
Critérios de substituição programada
MÓDULO 3: SISTEMAS ELÉTRICOS, PNEUMÁTICOS E COMANDOS (8 horas)
Motores elétricos e regimes de operação
Manutenção preventiva em sistemas elétricos
Painéis de comando e dispositivos de controle
Sensores, fins de curso e sistemas de intertravamento
Sistemas pneumáticos aplicados
Válvulas, filtros e unidades de preparação de ar
Lubrificação técnica de componentes móveis
Proteções elétricas
Aterramento funcional e de proteção
Disjuntores, relés e sistemas de segurança
Diagnóstico elétrico básico e preditivo
Identificação de falhas intermitentes
Análise de aquecimento e sobrecarga
MÓDULO 4: FUNCIONAMENTO OPERACIONAL E LIMITES DE SERVIÇO (6 horas)
Capacidade nominal e margem de segurança
Fator de serviço e classificação operacional
Ciclos de trabalho e vida útil projetada
Curvas de carga e esforço mecânico
Distribuição de esforços estruturais
Influência no planejamento preventivo e preditivo
Condições ambientais de operação
Temperatura, umidade e poeiras
Atmosferas corrosivas e agressivas
Impactos na degradação dos componentes
Erros operacionais críticos
Consequências para manutenção corretiva
MÓDULO 5: MANUTENÇÃO PREVENTIVA, CONTROLADA/PREDITIVA E PLANEJAMENTO TÉCNICO (9 horas)
Estruturação de planos de manutenção integrados
Manutenção preventiva sistemática
Manutenção controlada/preditiva baseada em dados
Cronogramas técnicos por criticidade
Critérios por risco operacional
Lubrificação técnica programada
Ajustes mecânicos e elétricos
Procedimentos de limpeza industrial
Inspeções programadas e monitoradas
Análise de tendências de falha
Gestão de peças e componentes críticos
Estoque técnico estratégico
Boas práticas de confiabilidade
MÓDULO 6: MANUTENÇÃO CORRETIVA, REPAROS E TESTES OPERACIONAIS (9 horas)
Planejamento da manutenção corretiva
Diagnóstico técnico de falhas
Análise de causa raiz
Substituição técnica de componentes
Reparo estrutural e mecânico
Correções elétricas e pneumáticas
Ajuste e calibração de freios
Recuperação funcional do sistema
Testes operacionais sem carga
Testes operacionais com carga
Ensaios de segurança
Validação pós-manutenção
Controle de qualidade técnica
Registro das intervenções corretivas
MÓDULO 7: INSPEÇÃO TÉCNICA, RASTREABILIDADE E RELATÓRIOS (7 horas)
Inspeção visual, dimensional e funcional
Integração com manutenção preventiva e preditiva
Ensaios básicos de verificação
Testes de funcionamento e desempenho
Registro de evidências técnicas
Fotografias técnicas
Medições instrumentais
Indicadores de degradação
Elaboração de relatórios técnicos padronizados
Rastreabilidade documental
Histórico de manutenção
Organização de prontuários técnicos
Defesa técnica em auditorias, perícias e fiscalizações
MÓDULO 8: PRÁTICA APLICADA, ESTUDOS DE CASO E AVALIAÇÃO FINAL (6 horas)
Aplicação prática dos regimes de manutenção
Execução de manutenção preventiva em campo
Simulação de manutenção corretiva
Análise de dados para manutenção preditiva
Procedimentos reais supervisionados
Estudos de casos técnicos
Acidentes por falha de manutenção
Falhas críticas operacionais
Análise de relatórios reais
Elaboração de relatório final integrado
Avaliação técnica individual
Encerramento profissional
Diretrizes para atuação responsável no mercado



