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  • CURSO MANUTENÇÃO EM TALHAS
Imagem apresenta ganchos e correntes de elevação em ambiente de armazém industrial, com foco no estado superficial e no sistema de engate. Destaca a importância da verificação de deformações, trincas, folgas, pinos de segurança e capacidade de carga nominal, elementos essenciais na manutenção preventiva e na prevenção de falhas por sobrecarga.
terça-feira, 27 janeiro 2026 / Publicado em 00 - Template Cursos, Cursos e Treinamentos, Engenharia de Segurança do Trabalho, Engenharia Elétrica - Cursos e Treinamentos, Engenharia Mecânica, Engenharia Mecânica - Cursos e Treinamentos, Manutenção de Máquinas e Equipamentos, NR01, NR06, NR10, NR11, NR12, NR35, Segurança do Trabalho - Cursos e Treinamentos

CURSO MANUTENÇÃO EM TALHAS

Nome: CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR MANUTENÇÃO EM TALHAS ELÉTRICAS E MANUAIS

Treinamento Profissionalizante Noções Básicas – Referência: 239032

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

CURSO MANUTENÇÃO EM TALHAS

O Curso Manutenção em Talhas tem como objetivo capacitar profissionais para executar manutenção preventiva, corretiva e preditiva, conforme as Normas Regulamentadoras e as boas práticas da engenharia de manutenção. A formação aborda identificação de falhas mecânicas e elétricas, análise de causas raiz, procedimentos de desmontagem e montagem, ajustes, testes funcionais e critérios de aceitação. Também assegura o domínio dos requisitos legais de segurança do trabalho e integridade dos equipamentos, especialmente conforme a NR-11 e a NR-12, promovendo atuação técnica responsável e padronizada.

O curso desenvolve competências específicas para a elaboração de relatórios técnicos focados nas atividades de manutenção, assegurando rastreabilidade, consistência operacional e respaldo jurídico por meio do registro detalhado das intervenções executadas, dos procedimentos aplicados, das medições realizadas, das peças substituídas, das não conformidades tratadas e das ações corretivas implementadas. A formação enfatiza a padronização dos registros de manutenção como ferramenta de controle técnico e prevenção de falhas. Além disso, são estudados os diferentes tipos de talhas, como manuais, elétricas, pneumáticas, de corrente, cabo de aço, alavanca e engrenagem, com foco em seus regimes de uso, pontos críticos de desgaste, necessidades específicas de manutenção e impactos diretos na confiabilidade operacional.

Como a manutenção sistemática em talhas elétricas e manuais impacta a confiabilidade operacional e a segurança do trabalho?

A manutenção sistemática em talhas elétricas e manuais é um fator determinante para a confiabilidade operacional, pois garante que componentes críticos, como cabos de aço, correntes, freios, redutores, motores e sistemas de comando, operem dentro dos parâmetros técnicos especificados. No entanto a ausência de inspeções periódicas favorece o surgimento de falhas ocultas, desgaste acelerado e perda de eficiência mecânica, assim, aumentando o risco de paradas não programadas. Além disso, a manutenção estruturada permite antecipar falhas, planejar intervenções e reduzir custos com corretivas emergenciais.

No entanto, sob o ponto de vista da segurança do trabalho e no Curso Manutenção em Talhas veremos que, a manutenção sistemática reduz drasticamente a probabilidade de acidentes graves, como queda de carga, ruptura de componentes e falhas de frenagem. Esses eventos possuem alto potencial lesivo e implicações civis e criminais. O curso prepara o profissional para correlacionar manutenção, análise de risco e conformidade com NR-11, NR-12 e NR-01, assim, assegurando que o equipamento mantenha sua integridade estrutural e funcional ao longo do ciclo de vida operacional.

Como o Curso estrutura a aplicação integrada da manutenção preventiva, corretiva e controlada/preditiva para garantir a confiabilidade operacional e a conformidade normativa dos equipamentos de elevação?

O curso organiza a aplicação integrada da manutenção preventiva, corretiva e controlada/preditiva por meio de uma abordagem progressiva, técnica e sistematizada. Primeiramente, apresenta os fundamentos operacionais e normativos que orientam a gestão da manutenção em sistemas de elevação. Em seguida, desenvolve procedimentos padronizados para inspeção, lubrificação, ajustes e substituição programada de componentes. Dessa forma, fortalece a confiabilidade mecânica e reduz a probabilidade de falhas. Além disso, orienta o controle periódico de cabos, correntes, freios, engrenagens, sistemas elétricos e dispositivos de segurança. Consequentemente, o profissional mantém a integridade estrutural e funcional do equipamento ao longo do tempo.

Na sequência, o curso estrutura a manutenção corretiva com foco em diagnóstico técnico, análise de causa raiz e tomada de decisão fundamentada. Assim, o profissional identifica falhas com precisão e executa reparos conforme especificações técnicas. Paralelamente, o conteúdo enfatiza a manutenção controlada/preditiva por meio do monitoramento contínuo de ciclos de carga, vibração, ruído, aquecimento e desgaste. Dessa maneira, o participante antecipa falhas e planeja intervenções com base em dados objetivos. Como resultado, reduz paradas não programadas, amplia a vida útil dos equipamentos e assegura conformidade com auditorias, inspeções e requisitos de responsabilidade técnica.

Imagem retrata um operador utilizando o controle de uma talha para movimentação de carga metálica, equipado com EPI e em ambiente fabril. A imagem representa a integração entre operação, inspeção e segurança, evidenciando a necessidade de treinamento técnico, procedimentos operacionais padronizados e controle de riscos conforme as NRs aplicáveis.

Imagem retrata um operador utilizando o controle de uma talha para movimentação de carga metálica, equipado com EPI e em ambiente fabril. A imagem representa a integração entre operação e segurança, evidenciando a necessidade de treinamento técnico, procedimentos operacionais padronizados e controle de riscos conforme as NRs aplicáveis.

Quais são os principais critérios técnicos para manutenção periódica de talhas e como devem ser feitas?

A manutenção periódica de talhas é uma atividade essencial para garantir a segurança operacional, a confiabilidade dos sistemas de elevação e a conformidade com as Normas Regulamentadoras, especialmente a NR-11 e a NR-12. Essa manutenção deve ser planejada com base no regime de uso do equipamento, nas recomendações do fabricante, no histórico operacional e na análise de riscos do ambiente. O processo envolve inspeções técnicas, intervenções preventivas, ajustes, substituição de componentes e testes funcionais, sempre acompanhados de registros documentais rastreáveis. A seguir, apresentam-se os principais critérios técnicos aplicáveis à manutenção periódica e suas respectivas formas de execução.

Componente / Sistema Critério Técnico de Manutenção Procedimento de Execução Frequência Recomendada Registro Técnico Exigido
Corrente / Cabo de Aço Desgaste, corrosão, alongamento e rupturas Inspeção visual, medição e ensaio funcional Mensal / Trimestral Fotos, medições e parecer técnico
Gancho de Carga Deformação, trincas e trava de segurança Medição dimensional e inspeção visual Mensal Check-list e relatório fotográfico
Sistema de Freio Capacidade de retenção e resposta Teste com carga e simulação de parada Trimestral / Semestral Registro de ensaio e conclusão técnica
Motor Elétrico (elétricas) Aquecimento, ruído e consumo Termografia, análise elétrica e inspeção mecânica Trimestral Laudo técnico com parâmetros medidos
Redutor / Engrenagens Folgas, vazamentos e desgaste Inspeção mecânica e verificação de lubrificação Trimestral Relatório de manutenção
Painel / Comandos Funcionamento e integridade elétrica Testes funcionais e elétricos Mensal Registro de verificação
Estrutura e Fixações Trincas, corrosão e aperto Inspeção estrutural e torqueamento Semestral Relatório fotográfico e checklist
Lubrificação Geral Nível, contaminação e periodicidade Aplicação conforme manual Conforme fabricante Registro de intervenção
Dispositivos de Segurança Limitadores, fim de curso, emergência Teste operacional Mensal Relatório de teste

Como a análise de falhas contribui para o planejamento, a execução e a eficiência da manutenção preditiva em sistemas de elevação?

A análise de falhas contribui diretamente para o planejamento da manutenção preditiva em sistemas de elevação ao permitir a identificação antecipada de padrões de desgaste, degradação de componentes e desvios operacionais. A partir da coleta sistemática de dados provenientes de medições, históricos de manutenção e registros de ocorrências, o profissional consegue mapear os pontos críticos do equipamento, como cabos, correntes, freios, redutores, motores e sistemas de comando. Essas informações possibilitam a definição de intervalos técnicos adequados para intervenções, priorização de recursos e programação de paradas, reduzindo a dependência de manutenções corretivas emergenciais. Além disso, a análise estruturada de falhas favorece a identificação de causas raiz, evitando a repetição de problemas e promovendo maior confiabilidade operacional.

Na execução da manutenção preditiva, a análise de falhas orienta a tomada de decisão com base em evidências técnicas, substituindo práticas empíricas por critérios objetivos. O profissional passa a atuar de forma direcionada, realizando intervenções pontuais nos componentes que apresentam sinais reais de degradação, o que aumenta a eficiência dos serviços e otimiza custos. Como resultado, a manutenção torna-se mais precisa, segura e alinhada às normas técnicas, contribuindo para a extensão da vida útil dos equipamentos, a redução de riscos operacionais e o fortalecimento da responsabilidade técnica associada aos sistemas de elevação.

Quais parâmetros devem ser considerados na avaliação da integridade estrutural das talhas?

A avaliação da integridade estrutural deve considerar parâmetros mecânicos, dimensionais e funcionais, alinhados às normas técnicas e às condições reais de operação. Esses parâmetros permitem identificar riscos de colapso estrutural, fadiga e perda de resistência mecânica.

Parâmetro Descrição Técnica Instrumento Utilizado Critério de Aceitação
Deformação Estrutural Empenamentos e torções Régua, paquímetro, laser Dentro da tolerância do fabricante
Trincas e Fissuras Microfissuras em soldas e chapas Líquido penetrante, visual Ausência de descontinuidades
Corrosão Perda de seção resistente Medição e inspeção visual Limite conforme norma técnica
Fixações Aperto e integridade dos parafusos Torquímetro Torque especificado
Alinhamento Posicionamento de eixos e roldanas Relógio comparador Desvio máximo permitido

Qual é a importância da documentação técnica na manutenção de talhas para fins legais e operacionais?

A documentação técnica na manutenção de talhas é essencial para garantir rastreabilidade, conformidade normativa e respaldo jurídico às atividades executadas. Além disso, relatórios bem estruturados comprovam que inspeções, ensaios e intervenções seguiram critérios técnicos reconhecidos, reduzindo a exposição da empresa a passivos trabalhistas, civis e criminais. Além disso, esses documentos subsidiam auditorias, fiscalizações e processos de certificação. Do ponto de vista operacional, a documentação permite o acompanhamento do histórico do equipamento, identificação de recorrências, planejamento de intervenções e tomada de decisão baseada em dados. O curso enfatiza a padronização dos relatórios, a objetividade técnica, o uso de evidências fotográficas, medições registradas e conclusões fundamentadas, assegurando credibilidade profissional e institucional.

Imagem mostra uma talha com polia e gancho de elevação suspenso por cabos de aço em ambiente industrial, evidenciando componentes críticos do sistema de içamento, como roldanas, eixo, carcaça e ponto de fixação. A imagem remete à necessidade de inspeção periódica de desgaste, alinhamento, corrosão e integridade estrutural, fundamentais para a segurança operacional.

Imagem mostra uma talha com polia e gancho de elevação suspenso por cabos de aço em ambiente industrial, evidenciando componentes críticos do sistema de içamento, como roldanas, eixo, carcaça e ponto de fixação. A imagem remete à necessidade de inspeção periódica de desgaste, alinhamento, corrosão e integridade estrutural, fundamentais para a segurança operacional.

Como integrar manutenção e gestão de riscos no contexto das Normas Regulamentadoras?

A integração entre manutenção e gestão de riscos no contexto das Normas Regulamentadoras deve ser estruturada a partir da vinculação direta das atividades de manutenção ao sistema de gerenciamento ocupacional da empresa, especialmente ao Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), previsto na NR-01. Nesse modelo, cada intervenção realizada em máquinas e equipamentos, conforme a NR-11 e a NR-12, deve estar alinhada aos perigos identificados, às medidas de controle existentes e aos procedimentos operacionais padronizados. A manutenção deixa de ser apenas uma atividade corretiva e passa a atuar como ferramenta preventiva, responsável por eliminar ou reduzir riscos na fonte.

Na prática, essa integração exige que o profissional de manutenção participe ativamente dos processos de avaliação, monitoramento e revisão dos riscos, fornecendo dados técnicos sobre falhas, desgastes, não conformidades e condições reais de operação. Esses dados subsidiam a atualização contínua do PGR, dos procedimentos de trabalho e dos treinamentos. Ao integrar manutenção e gestão de riscos, a empresa promove maior previsibilidade operacional, reduz acidentes, otimiza recursos e consolida uma cultura de prevenção baseada em normas, engenharia e responsabilidade técnica.

De que forma capacitamos profissional para planejar, executar e documentar intervenções de manutenção preventiva, corretiva e controlada/preditiva em talhas elétricas e manuais, assegurando segurança operacional e respaldo técnico-legal?

O curso manutenção em talhas capacita o profissional para estruturar planos de manutenção alinhados a critérios técnicos, normativos e operacionais. Inicialmente, apresenta metodologias para definição de rotinas, periodicidades e padrões de inspeção. Em seguida, orienta a aplicação de checklists, ensaios funcionais e verificações dimensionais. Dessa forma, o participante identifica desvios operacionais com antecedência. Além disso, desenvolve competências para avaliar componentes críticos, validar sistemas de segurança e registrar evidências técnicas. Assim, fortalece o controle de risco e a confiabilidade operacional.

Posteriormente, o curso direciona o profissional para a execução estruturada da manutenção corretiva e controlada/preditiva. Nesse contexto, ensina técnicas de diagnóstico, seleção de peças, validação pós-reparo e testes de desempenho. Ao mesmo tempo, enfatiza a elaboração de relatórios técnicos, ordens de serviço, registros fotográficos e históricos de intervenção. Consequentemente, garante rastreabilidade, transparência e conformidade normativa. Como resultado, o profissional reduz passivos jurídicos, fortalece a governança da manutenção e assegura respaldo técnico-legal para auditorias, fiscalizações e processos periciais.

Responsabilidade técnica das decisões.

A responsabilidade técnica das decisões no Curso Manutenção em Talhas está diretamente relacionada à formação de profissionais capazes de atuar com base em critérios normativos, evidências técnicas e fundamentos da engenharia de manutenção. O profissional formado compreende que decisões como liberação de equipamentos, substituição de componentes, definição de intervalos de manutenção e emissão de relatórios exigem embasamento em normas, manuais, medições e histórico operacional, eliminando práticas empíricas e improvisações que geram passivos jurídicos.

Além disso, o curso reforça que toda decisão técnica deve ser rastreável, documentada e sustentada por evidências objetivas, pois constitui elemento central da governança operacional. Relatórios, registros fotográficos, medições, checklists e pareceres passam a integrar o sistema de controle da empresa, garantindo transparência e defesa técnica em auditorias, fiscalizações e perícias. O profissional passa a compreender que sua assinatura e suas recomendações representam compromisso legal e ético, vinculando sua atuação à prevenção de acidentes e à preservação da vida. Dessa forma, o curso Manutenção em talhas forma especialistas conscientes de que responsabilidade técnica não é apenas uma atribuição formal, mas um processo contínuo de validação, controle e melhoria dos sistemas de elevação.

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 60 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisito: Alfabetização

CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR MANUTENÇÃO NÍVEL 1 EM TALHAS ELÉTRICAS E MANUAIS
Carga Horária Total:
60 Horas

MÓDULO 1: FUNDAMENTOS TÉCNICOS, NORMATIVOS E RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL (7 horas)
Introdução aos sistemas de elevação e aos regimes de manutenção
Classificação das talhas e aplicações industriais
Fundamentos da manutenção preventiva, corretiva e controlada/preditiva
Normas Regulamentadoras aplicáveis
NR-01, NR-11, NR-12
Integração da manutenção ao PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos)
Gestão de riscos operacionais e mecânicos
Responsabilidade técnica e dever profissional
Responsabilidade civil, criminal e administrativa
Análise de passivos jurídicos relacionados à falha de manutenção
Documentação básica de manutenção
Registros operacionais
Checklists técnicos
Planos de inspeção e controle periódico

MÓDULO 2: COMPONENTES MECÂNICOS E ESTRUTURAIS DAS TALHAS (8 horas)
Ganchos, correntes e cabos de aço
Critérios de inspeção preventiva e preditiva
Polias, carcaça e sistemas de ancoragem
Redutores e sistemas de transmissão
Freios mecânicos e eletromecânicos
Análise técnica de desgaste progressivo
Fadiga estrutural
Corrosão e oxidação
Deformações permanentes
Falhas por desalinhamento
Avaliação de integridade para manutenção corretiva
Controle dimensional e estrutural
Critérios de substituição programada

MÓDULO 3: SISTEMAS ELÉTRICOS, PNEUMÁTICOS E COMANDOS (8 horas)
Motores elétricos e regimes de operação
Manutenção preventiva em sistemas elétricos
Painéis de comando e dispositivos de controle
Sensores, fins de curso e sistemas de intertravamento
Sistemas pneumáticos aplicados
Válvulas, filtros e unidades de preparação de ar
Lubrificação técnica de componentes móveis
Proteções elétricas
Aterramento funcional e de proteção
Disjuntores, relés e sistemas de segurança
Diagnóstico elétrico básico e preditivo
Identificação de falhas intermitentes
Análise de aquecimento e sobrecarga

MÓDULO 4: FUNCIONAMENTO OPERACIONAL E LIMITES DE SERVIÇO (6 horas)
Capacidade nominal e margem de segurança
Fator de serviço e classificação operacional
Ciclos de trabalho e vida útil projetada
Curvas de carga e esforço mecânico
Distribuição de esforços estruturais
Influência no planejamento preventivo e preditivo
Condições ambientais de operação
Temperatura, umidade e poeiras
Atmosferas corrosivas e agressivas
Impactos na degradação dos componentes
Erros operacionais críticos
Consequências para manutenção corretiva

MÓDULO 5: MANUTENÇÃO PREVENTIVA, CONTROLADA/PREDITIVA E PLANEJAMENTO TÉCNICO (9 horas)
Estruturação de planos de manutenção integrados
Manutenção preventiva sistemática
Manutenção controlada/preditiva baseada em dados
Cronogramas técnicos por criticidade
Critérios por risco operacional
Lubrificação técnica programada
Ajustes mecânicos e elétricos
Procedimentos de limpeza industrial
Inspeções programadas e monitoradas
Análise de tendências de falha
Gestão de peças e componentes críticos
Estoque técnico estratégico
Boas práticas de confiabilidade

MÓDULO 6: MANUTENÇÃO CORRETIVA, REPAROS E TESTES OPERACIONAIS (9 horas)
Planejamento da manutenção corretiva
Diagnóstico técnico de falhas
Análise de causa raiz
Substituição técnica de componentes
Reparo estrutural e mecânico
Correções elétricas e pneumáticas
Ajuste e calibração de freios
Recuperação funcional do sistema
Testes operacionais sem carga
Testes operacionais com carga
Ensaios de segurança
Validação pós-manutenção
Controle de qualidade técnica
Registro das intervenções corretivas

MÓDULO 7: INSPEÇÃO TÉCNICA, RASTREABILIDADE E RELATÓRIOS (7 horas)
Inspeção visual, dimensional e funcional
Integração com manutenção preventiva e preditiva
Ensaios básicos de verificação
Testes de funcionamento e desempenho
Registro de evidências técnicas
Fotografias técnicas
Medições instrumentais
Indicadores de degradação
Elaboração de relatórios técnicos padronizados
Rastreabilidade documental
Histórico de manutenção
Organização de prontuários técnicos
Defesa técnica em auditorias, perícias e fiscalizações

MÓDULO 8: PRÁTICA APLICADA, ESTUDOS DE CASO E AVALIAÇÃO FINAL (6 horas)
Aplicação prática dos regimes de manutenção
Execução de manutenção preventiva em campo
Simulação de manutenção corretiva
Análise de dados para manutenção preditiva
Procedimentos reais supervisionados
Estudos de casos técnicos
Acidentes por falha de manutenção
Falhas críticas operacionais
Análise de relatórios reais
Elaboração de relatório final integrado
Avaliação técnica individual
Encerramento profissional
Diretrizes para atuação responsável no mercado

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 120 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 60 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 30 horas/aula

Atualização (Reciclagem): LEI Nº 13.722 do Senado Federal:
“§ 1º O curso deverá ser ofertado anualmente e destinar-se à capacitação e/ou à reciclagem de parte dos professores e funcionários dos estabelecimentos de ensino e recreação a que se refere o caput deste artigo, sem prejuízo de suas atividades ordinárias”.

NR-01 — Disposições Gerais e Gestão de Riscos
NR-11 — Transporte, Movimentação e Manuseio de Materiais
NR-12 — Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos
NR-10 — Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade
NR-06 — Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
NR-35 — Trabalho em Altura
NBR 12100 (Segurança de Máquinas)

CURIOSIDADES TÉCNICAS

O QUE SIGNIFICA “MANUTENÇÃO SEM EVIDÊNCIA TÉCNICA” E POR QUE ISSO PODE INVALIDAR TODO O SERVIÇO?
Significa realizar manutenção apenas de forma declaratória, sem comprovação objetiva por meio de registros fotográficos, medições, identificação de componentes, checklists assinados, número de série, TAG, histórico de intervenções e testes funcionais documentados. Portanto, mesmo que a talha esteja operando, sem evidência técnica a manutenção vira relato subjetivo. Em auditorias, perícias ou acidentes, isso compromete toda a credibilidade do serviço, porque não há prova de que os procedimentos foram realmente executados no equipamento correto e dentro dos critérios normativos.

POR QUE “MANUTENÇÃO SEM TESTE DE CARGA” É CONSIDERADA MANUTENÇÃO INCOMPLETA?
Porque a manutenção não existe apenas para substituir peças ou ajustar componentes, mas para comprovar que o sistema suporta carga real com segurança. Assim, quando não são realizados testes estáticos, dinâmicos e de retenção após a intervenção, não há validação do freio, da transmissão nem da estabilidade estrutural. O equipamento pode aparentar normalidade em vazio, mas falhar sob esforço. Resultado: o relatório parece correto, porém não garante confiabilidade operacional nem reduz risco de acidentes graves.

O QUE SIGNIFICA “RELATÓRIO SEM RASTREABILIDADE” E POR QUE ISSO EXPÕE O RESPONSÁVEL TÉCNICO?
Relatório sem rastreabilidade é aquele que não relaciona claramente equipamento, data, responsáveis, medições, evidências, peças substituídas e critérios de aceitação. Em outras palavras, é um documento genérico, sem vínculo direto com a intervenção realizada. Portanto, em caso de fiscalização, acidente ou ação judicial, o profissional não consegue provar sua diligência técnica. Consequentemente, a responsabilidade recai integralmente sobre quem assinou, pois não há lastro documental que sustente as decisões tomadas.

Saiba mais: Curso Aprimoramento Como Executar Manutenção Nível 1 em Talhas Elétricas e Manuais (60h)

13.1 Objetivo

13.1.1 Este curso estabelece os requisitos técnicos, operacionais, normativos e metodológicos para a execução segura, rastreável, padronizada e baseada em evidências da manutenção preventiva, corretiva e controlada/preditiva em talhas elétricas e manuais, aplicando critérios de integridade mecânica, confiabilidade funcional, monitoramento de degradação, conformidade legal, controle documental e validação operacional, em alinhamento com a lógica de prevenção, antecipação de falhas e gerenciamento de riscos ocupacionais prevista nas Normas Regulamentadoras, especialmente a NR 01 (GRO/PGR), NR 11 e NR 12.

13.1.2 O treinamento visa capacitar o participante a interpretar manuais técnicos, planos de manutenção, históricos operacionais e requisitos internos, convertendo essas informações em procedimentos executáveis, rotinas preventivas estruturadas, análises preditivas básicas, intervenções corretivas controladas, registros auditáveis, testes funcionais documentados e decisões técnicas defensáveis, fortalecendo a confiabilidade operacional, a rastreabilidade das intervenções e a gestão sistemática do ciclo de vida dos sistemas de elevação.

13.2 Campo de Aplicação

13.2.1 Aplica-se a toda atividade de planejamento, execução, monitoramento, validação e formalização documental da manutenção preventiva, corretiva e controlada/preditiva em talhas elétricas e manuais, com foco em segurança operacional, controle de riscos, prevenção de falhas recorrentes e comprovação por evidências técnicas, incluindo:

a) identificação, TAG, cadastro técnico e rastreamento de equipamentos;
b) elaboração, implementação e revisão de planos de manutenção preventiva e preditiva;
c) monitoramento de ciclos, cargas, desgastes e tendências de falha;
d) execução de manutenção corretiva e substituição controlada de componentes críticos;
e) inspeção técnica visual, funcional e dimensional;
f) realização de testes operacionais com e sem carga, com critérios de aceitação;
g) registro fotográfico, medições, históricos e evidências de intervenção;
h) elaboração de relatórios técnicos integrados de manutenção;
i) gestão formal de não conformidades, reincidências e ações corretivas;
j) verificação de instrumentos, ferramentas, EPIs e condições seguras de trabalho.

13.2.2 O curso aplica-se a ambientes industriais, logísticos, portuários, metalúrgicos, de manutenção pesada, centros de distribuição e demais setores que utilizem sistemas de elevação e movimentação de cargas, nos quais se exige confiabilidade técnica, monitoramento contínuo, rastreabilidade documental e conformidade legal permanente.

13.3 Responsabilidades

13.3.1 Cabe à organização:

a) garantir a implementação de método formal de manutenção preventiva, corretiva e preditiva conforme sua estratégia de gestão de riscos;
b) assegurar que os equipamentos estejam cadastrados, identificados, documentados e rastreáveis;
c) estabelecer procedimentos operacionais padrão (POP) para inspeção, manutenção, monitoramento e testes;
d) assegurar controle de versão, arquivamento seguro e rastreabilidade dos registros;
e) manter estrutura formal para análise de falhas, tendências, desvios e ações corretivas;
f) garantir que ferramentas, instrumentos e dispositivos de medição estejam adequados e, quando aplicável, calibrados;
g) assegurar que a manutenção seja tratada como atividade técnica crítica, integrada ao PGR;
h) suspender liberações operacionais diante de falhas, degradações ou lacunas documentais relevantes.

13.3.2 Cabe ao participante/trabalhador:

a) aplicar rigorosamente os procedimentos técnicos, preventivos, corretivos e preditivos definidos;
b) registrar evidências completas, datadas, identificadas e validadas;
c) não liberar equipamentos sem testes funcionais e critérios formais de aceitação;
d) não omitir falhas, desgastes, desvios ou tendências de degradação;
e) manter coerência entre inspeção, intervenção executada, análise técnica e conclusão;
f) comunicar reincidências e riscos sistêmicos à gestão.

13.4 Autorização, Capacitação e Aptidão

13.4.1 Toda execução, validação e liberação operacional de manutenção em talhas deve estar vinculada a trabalhadores formalmente capacitados, conforme matriz de competências da organização, requisitos do GRO/PGR e critérios de confiabilidade operacional.

13.4.1.1 Considera-se capacitado o participante aprovado em processo formativo que envolva:

a) fundamentos técnicos e normativos de sistemas de elevação;
b) procedimentos estruturados de manutenção preventiva;
c) execução e controle de manutenção corretiva;
d) aplicação de técnicas básicas de monitoramento preditivo;
e) leitura, interpretação e aplicação de manuais técnicos;
f) execução de testes operacionais e validações funcionais;
g) elaboração de registros, históricos e relatórios;
h) análise básica de falhas e reincidências.

13.4.1.2 A capacitação deve contemplar:

a) domínio dos tipos de talhas, regimes de serviço e limites operacionais;
b) aplicação de critérios técnicos de aceitação e rejeição;
c) rastreabilidade integral das intervenções;
d) integridade, consistência e confiabilidade dos registros;
e) gestão de riscos operacionais e mecânicos;
f) conformidade permanente com NR 01, NR 11 e NR 12.

13.4.2 Considera-se trabalhador autorizado aquele formalmente designado pela organização para executar manutenção, monitoramento, registro de evidências, validação funcional e elaboração de relatórios sob governança documental definida.

13.4.3 Este treinamento caracteriza-se como curso livre de aperfeiçoamento profissional, não habilitando o participante à emissão de ART, laudos periciais ou documentos com responsabilidade legal. A responsabilidade técnica permanece atribuída a profissional legalmente habilitado e registrado no conselho competente, quando aplicável.

F: NR 01 (GRO/PGR), NR 11, NR 12 e procedimentos internos aplicáveis.

Curso Aprimoramento Como Executar Manutenção Nível 1 em Talhas Elétricas e Manuais (60h): Consulte-nos

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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