Nome Técnico: CURSO CAPACITAÇÃO PRIMEIROS SOCORROS – APLICAÇÃO DA LEI LUCAS
Referência: 21103
Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.
Curso Lei Lucas
O objetivo do Curso de Capacitação em Primeiros Socorros – Aplicação da Lei Lucas é desenvolver a habilidade do participante para identificar rapidamente situações de emergência, avaliar riscos e agir com segurança enquanto o socorro especializado é acionado. O curso promove compreensão clara das prioridades de atendimento, reforça a importância da prevenção e orienta o aluno a aplicar condutas corretas em casos de asfixia, hemorragias, queimaduras, alterações neurológicas, choques e demais ocorrências listadas no Manual de Primeiros Socorros da Fundação Oswaldo Cruz. Sendo assim por meio de linguagem direta e conteúdo estruturado, o aluno aprende a proteger a vítima, reduzir danos e interromper a progressão de agravos até a chegada da equipe profissional.
Além disso, o curso atende rigorosamente os requisitos da Lei nº 13.722/2018 (Lei Lucas), que estabelece a obrigatoriedade da capacitação em primeiros socorros para profissionais de escolas públicas e privadas. Portanto ao alinhar o conteúdo com a legislação vigente, o programa garante conformidade normativa e fortalece a cultura de segurança em ambientes educacionais. Desse modo, os participantes desenvolvem competências essenciais para responder de forma rápida, consciente e tecnicamente fundamentada, elevando a capacidade de prevenção e proteção coletiva.
Quem deve agir primeiro em uma emergência escolar segundo a Lei Lucas?
A pessoa que presencia o acidente deve agir primeiro, desde que tenha realizado treinamento em Primeiros Socorros conforme a Lei nº 13.722/2018 ( Lei Lucas). Isso garante uma resposta inicial rápida, estruturada e segura, respeitando os limites do socorrista leigo e priorizando a proteção da vítima e do próprio atendente. Essa conduta inicial reduz a progressão dos danos e antecipa informações essenciais para a equipe profissional.
Além disso, quando o primeiro interveniente identifica corretamente o tipo de emergência, ele facilita o trabalho da equipe especializada, que receberá dados mais precisos sobre o estado da vítima. Com isso sequência organizada cria uma linha de cuidado coerente com o Manual de Primeiros Socorros da Fundação Oswaldo Cruz, reforçando a prevenção e o fluxo adequado da cadeia de sobrevivência.

Compressões torácicas realizadas em manequim adulto demonstram a técnica correta de Reanimação Cardiopulmonar, destacando profundidade, ritmo e alinhamento das mãos conforme diretrizes da American Heart Association.
Quando a avaliação do cenário torna o atendimento seguro?
A avaliação do cenário torna o atendimento seguro quando o socorrista identifica riscos e estabelece proteção imediata antes de qualquer aproximação. Portanto esse processo inclui observar fios energizados, trânsito, vazamentos, aglomerações, objetos cortantes e qualquer elemento que possa agravar a situação. Ao reconhecer esses fatores, ele evita que uma única emergência produza múltiplas vítimas.
Consequentemente, a avaliação correta reduz falhas no atendimento e elimina intervenções precipitadas que podem colocar vidas em risco. Essa decisão consciente, descrita como etapa fundamental nos protocolos de primeiros socorros, garante que o atendimento seja eficaz e que o socorrista atue dentro de um ambiente minimamente controlado.
Onde a abordagem inicial deve começar para garantir um atendimento seguro?
A abordagem inicial deve começar no reconhecimento do ambiente onde a vítima se encontra seguindo a Lei Lucas. Essa etapa antecede qualquer contato físico e permite identificar perigos visíveis e ocultos que podem comprometer o atendimento e expor o socorrista. Sendo assim a triagem ambiental cria as condições mínimas de segurança e inicia a cadeia de ações que estruturam o atendimento de primeiros socorros.
A tabela abaixo apresenta os principais elementos que devem ser avaliados no ambiente antes da aproximação.
| Elemento Avaliado | Finalidade |
|---|---|
| Riscos imediatos | Evitar novas vítimas e garantir acesso seguro |
| Iluminação e visibilidade | Facilitar a identificação dos sinais da vítima |
| Acesso ao local | Definir rota segura e rápida para socorro especializado |
| Condições climáticas | Ajustar condutas e evitar agravamentos |
| Presença de contaminantes | Prevenir contato e exposição desnecessária |
Qual é o papel da identificação dos sinais vitais no atendimento inicial?
A identificação dos sinais vitais permite reconhecer a gravidade da situação e direcionar a sequência das ações de socorro. Ao avaliar respiração, pulso, nível de consciência e coloração da pele, o socorrista entende rapidamente se a vítima está estável, em deterioração ou em risco iminente de parada cardiorrespiratória. Assim essa leitura imediata fundamenta decisões técnicas de alto impacto.
Leitura Imediata segundo a Lei Lucas :
Respiração
Pulso
Nível de consciência
Coloração e perfusão periférica
Temperatura da pele
Resposta verbal ou motora

A prática supervisionada reforça a sequência correta de avaliação e intervenção na obstrução completa das vias aéreas em lactentes, conforme protocolos de primeiros socorros reconhecidos nacional e internacionalmente.
Por que o reconhecimento precoce do choque previne agravamento?
O reconhecimento precoce do choque previne agravamentos porque permite ao socorrista identificar os primeiros sinais de queda circulatória antes que a vítima evolua para colapso. Sudorese fria, palidez, taquicardia e tontura são indicadores que precisam de resposta imediata. Quando o interveniente entende essas alterações fisiológicas, ele consegue manter estabilidade até a chegada do atendimento especializado.
Além disso, a detecção rápida evita que o organismo entre em estágios mais graves, como falência orgânica ou parada cardiorrespiratória. O tempo é um fator decisivo em quadros de choque, e compreender isso é fundamental para aplicar condutas corretas dentro dos limites do socorrista leigo previstos na Lei Lucas.

Alunos praticam a abordagem inicial em emergências infantis durante atividades orientadas segundo a lei lucas, fortalecendo trabalho em equipe, coordenação e comunicação segura no atendimento pré-hospitalar básico.
Qual a importância do Curso Lei Lucas ?
A importância do Curso de Capacitação em Primeiros Socorros – Aplicação da Lei Lucas está diretamente ligada à capacidade de resposta imediata em situações de emergência. Quando alguém sofre um mal súbito, trauma, engasgamento ou qualquer outra intercorrência, os primeiros minutos definem o desfecho. Portanto o curso prepara o participante para agir com segurança, reconhecer sinais de gravidade, priorizar ações corretas e reduzir danos até a chegada do atendimento especializado. Com isso fortalece a cultura de prevenção, amplia a proteção coletiva e diminui o tempo de resposta em ambientes como escolas, empresas e instituições públicas.
Além disso, a capacitação cumpre rigorosamente a Lei nº 13.722/2018 (Lei Lucas), que exige formação técnica em primeiros socorros para profissionais que atuam em estabelecimentos de ensino. Ao atender essa obrigatoriedade legal, o curso garante conformidade normativa, padroniza procedimentos e eleva o nível de segurança institucional. Dessa forma, o participante desenvolve competências essenciais para atuar nos limites do socorrista leigo, aplicando condutas claras, responsáveis e fundamentadas nas melhores práticas.
Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas
Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)Certificado de conclusão
Curso Lei Lucas Primeiros Socorros
CURSO CAPACITAÇÃO PRIMEIROS SOCORROS – APLICAÇÃO DA LEI LUCAS
Carga Horária Total: 16 Horas
MÓDULO 1 – Fundamentos Normativos e Considerações Gerais (1 Hora)
Definição de primeiros socorros
Obrigatoriedade da capacitação segundo a Lei Lucas
Responsabilidades legais e éticas do socorrista leigo
Limites de atuação e ativação do serviço especializado
Princípios universais de biossegurança
Riscos, prevenção e cadeia de sobrevivência
MÓDULO 2 – Avaliação do Local e Proteção à Vítima (1 Hora)
Análise do cenário
Sinais de perigo e autoproteção
Uso correto do mecanismo de acionamento especializado
Isolamento do local
Priorização das vítimas e triagem inicial
MÓDULO 3 – Avaliação do Acidentado e Sinais Vitais (1 Hora)
Exame primário
Exame secundário
Funções vitais e parâmetros de normalidade
Sinais de deterioração clínica
Identificação de risco iminente
MÓDULO 4 – Asfixias e Suporte Básico de Vida – Teoria (1 Hora)
Conceito de asfixia
Obstrução parcial e total das vias aéreas
Manobras teóricas de desobstrução
Fundamentos teóricos da RCP
Identificação da parada cardiorrespiratória
Sequência da cadeia de sobrevivência
MÓDULO 5 – Choque e Estados Críticos (1 Hora)
Definição e tipos de choque
Sinais e sintomas
Complicações fisiológicas
Intervenções imediatas permitidas ao socorrista leigo
MÓDULO 6 – Hemorragias e Corpos Estranhos (1 Hora)
Classificação das hemorragias
Riscos sistêmicos
Pressão direta e imobilização teórica
Corpos estranhos em vias aéreas, olhos, pele e cavidades
MÓDULO 7 – Emergências Cardiovasculares (1 Hora)
Edema agudo de pulmão
Infarto agudo do miocárdio
Crise hipertensiva
Reconhecimento precoce e acionamento rápido dos serviços médicos
MÓDULO 8 – Emergências Renais, Metabólicas e Endócrinas (1 Hora)
Cólica renal
Coma diabético
Hipoglicemia e hiperglicemia
Sinais clínicos e condutas permitidas
MÓDULO 9 – Emergências Térmicas e Exposição Ambiental (1 Hora)
Hipertermia
Insolação
Exaustão pelo calor
Cãibras de calor
Hipotermia e lesões por frio
Fatores de risco e prevenção
MÓDULO 10 – Distúrbios Neurológicos e Psicológicos (1 Hora)
Desmaio
Convulsões
Alterações mentais agudas
Neurose histérica
Alcoolismo agudo
Riscos e limites de intervenção
MÓDULO 11 – Lesões Traumáticas de Cabeça, Olhos, Tórax e Abdômen (1 Hora)
Ferimentos cranianos
Lesões oculares
Traumatismos torácicos
Traumatismos abdominais
Complicações associadas
MÓDULO 12 – Lesões de Tecidos Moles e Contusões (1 Hora)
Escoriações
Esmagamentos
Amputações
Riscos associados e estabilização teórica
MÓDULO 13 – Queimaduras Térmicas, Químicas e Elétricas (1 Hora)
Classificação das queimaduras
Queimaduras por eletricidade
Queimaduras químicas
Lesões por frio
Reconhecimento da gravidade e limites de atuação
MÓDULO 14 – Bandagens, Imobilizações e Lesões Traumato-Ortopédicas – Teoria (1 Hora)
Conceitos de bandagens
Imobilização teórica
Entorses
Luxações
Fraturas
Sinais e medidas iniciais
MÓDULO 15 – Mordeduras, Picadas e Venenos (1 Hora)
Mordeduras de animais domésticos
Acidentes por plantas venenosas
Intoxicações medicamentosas
Animais peçonhentos e venenosos
Sinais de gravidade
MÓDULO 16 – Acidentes Especiais e Parto de Emergência – Teoria (1 Hora)
Acidentes radioativos
Exposição a contaminantes
Noções teóricas de parto de emergência
Reconhecimento de riscos e procedimento seguro para o socorrista leigo
Curso Lei Lucas Primeiros Socorros



