Nome Técnico: Curso Aprimoramento Como Elaborar Laudo de Emissões Atmosféricas de Cabine de Pintura
Referência: 201113
Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar
Qual o objetivo do Curso de Laudo de Emissões Atmosféricas em Cabine de Pintura?
O objetivo do Curso de Laudo de Emissões Atmosféricas em Cabine de Pintura é aprimorar o conhecimento dos profissionais para realizar a avaliação e o monitoramento das emissões atmosféricas geradas por cabines de pintura, garantindo o cumprimento das normas e regulamentações ambientais. O curso aborda temas como legislação ambiental, técnicas de medição, análise de resultados e elaboração de laudos técnicos, visando a conscientização e a atuação responsável na preservação do meio ambiente.
O que é insuflamento?
O insuflamento em uma cabine de pintura refere-se ao processo de introduzir ar ou outro meio filtrado no interior da cabine. Nas cabines de pintura, o insuflamento desempenha um papel crucial para garantir um ambiente controlado durante o processo de pintura. Durante a pintura, é importante manter a cabine livre de poeira, partículas e contaminantes que possam afetar a qualidade do acabamento. O insuflamento contribui para isso ao garantir que o ar introduzido na cabine seja limpo e filtrado. Esse ar fresco ajuda a controlar a temperatura, a umidade e a remover partículas suspensas, proporcionando assim um ambiente mais adequado para a aplicação da tinta.
O que é exaustão de ar?
A exaustão de ar em uma cabine de pintura refere-se ao sistema projetado para remover os vapores e partículas de tinta presentes no ar durante o processo de pintura. Esse sistema tem a função de garantir um ambiente de trabalho seguro, removendo substâncias químicas prejudiciais à saúde dos trabalhadores e evitando a contaminação do ambiente externo. A cabine de pintura utiliza um sistema de exaustão que captura o ar contaminado e o direciona para um filtro ou sistema de purificação antes de ser liberado no ambiente externo. Isso contribui para a prevenção da poluição do ar e para o cumprimento das normas ambientais e de segurança ocupacional.
Enquanto a exaustão remove o ar contaminado, o insuflamento introduz ar fresco. Ambos são cruciais para garantir um ambiente de trabalho seguro e eficiente em cabines de pintura, controlando a qualidade do ar e mantendo as condições adequadas para o processo de pintura.
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Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Certificado de conclusão
Curso Laudo Emissões Atmosféricas
Conteúdo Programático Normativo:
Escopo; Referências normativas; Termos e definições; Generalidades;
Princípios de segurança; Objetivos da classificação de áreas;
Interior de equipamentos contendo substâncias inflamáveis;
Avaliação dos riscos de explosão;
Zonas de extensão desprezível; Falhas catastróficas;
Competências pessoais; Metodologia de classificação de áreas;
Classificação de áreas pelo método de fontes de liberação;
Utilização de códigos industriais ou de normas nacionais;
Instalações com gás combustível; Métodos simplificados;
Combinação de abordagens; Liberação de substâncias inflamáveis;
Fontes de liberação; Formas de liberação;
Liberações em forma de gás; Liberações de gases liquefeitos sob pressão;
Liberações de gases liquefeitos por resfriamento;
Liberação de névoas inflamáveis; Liberação de vapores; Liberações de líquidos;
Ventilação (ou movimento de ar) e diluição; Tipos principais de ventilação; Ventilação natural;
Ventilação artificial; Grau de diluição;
Tipos de zona; Influência do grau das fontes de liberação;
Influência da diluição; Influência da disponibilidade de ventilação;
Extensões das zonas; Documentação; Desenhos, listas de dados e tabelas;
Sugestão de apresentação para a classificação de áreas Áreas classificadas – Símbolos preferenciais para as zonas;
Sugestão de formatos para áreas classificadas;
Estimativa de fontes de liberação; Símbolos; Exemplos de graus de liberação;
Fontes de liberação de grau contínuo; Fontes de grau de liberação primário;
Fontes de liberação de grau secundário; Avaliação dos graus de liberação;
Combinação de fontes de liberações;
Área equivalente a um furo da fonte de liberação;
Formas de liberação; Taxa de liberação; Estimativa da taxa de liberação;
Taxa de liberação de líquidos; Taxa de liberação de gás ou vapor;
Taxas de liberação em evaporação de poças;
Liberação a partir de aberturas em edificações; Aberturas como possíveis fontes de liberação;
Tipos das aberturas; Diretrizes sobre ventilação;
Avaliação da ventilação e da diluição, e sua influência na classificação de áreas;
Efetividade da ventilação; Critérios para a avaliação da diluição; Avaliação da velocidade da ventilação;
Avaliação do grau de diluição; Diluição em edificações;
Concentração preexistente e liberações em um ambiente ventilado Critérios para avaliação da disponibilidade da ventilação;
Critérios para a ventilação natural; Critérios para a ventilação artificial;
Exemplos de arranjos e avaliação da ventilação;
Liberação em forma de jato no interior de uma edificação com grandes dimensões;
Liberação em forma de jato no interior de uma edificação com pequenas dimensões, com ventilação natural;
Liberação em forma de jato em uma edificação com pequenas dimensões, com ventilação artificial;
Liberação com baixa velocidade; Emissões fugitivas;
Ventilação e exaustão artificial local; Ventilação natural em edificações;
Ventilação induzida por ventos; Ventilação induzida por flutuabilidade;
Combinação de ventilação natural induzida por ventos e flutuabilidade informativo) Estimativa da extensão de zonas na classificação de áreas;
Estimativa do tipo de zona; Estimativa da extensão da área classificada;
Exemplos de classificação de áreas; Exemplo de estudo de caso de classificação de áreas;
Fluxograma para elaboração de classificação de áreas;
Fluxograma geral para elaboração de classificação de áreas;
Fluxograma para elaboração de classificação de áreas – Grau de liberação contínuo;
Fluxograma para elaboração de classificação de áreas – Grau de liberação primário;
Fluxograma para elaboração de classificação de áreas – Grau de liberação secundário;
Névoas inflamáveis; Hidrogênio; Misturas híbridas; Utilização da ventilação para a classificação de áreas;
Limites da concentração; Reações químicas; Limites de energia e de temperatura;
Requisitos para a determinação das zonas; Equações úteis para auxiliar a classificação de áreas;
Diluição com ar de uma liberação de uma substância inflamável;
Estimativa do tempo necessário para a diluição de uma substância inflamável em uma liberação;
Códigos industriais e normas estrangeiras; Volume de diluição;
Símbolos preferenciais para as zonas de áreas classificadas;
Gás ou vapor a baixa pressão (ou a alta pressão, em caso de direção de liberação não previsível);
Gás ou vapor em alta pressão; Gás liquefeito;
Líquido inflamável (poça evaporativa abaixo do ponto de ebulição);
Tipos de liberação; Taxa de evaporação volumétrica de líquidos;
Gráfico para avaliação do grau de diluição;
Autodifusão de uma liberação em forma de jato em alta velocidade e não obstruída;
Ventilação artificial somente com insuflamento de ar;
Ventilação artificial com insuflamento e exaustão de ar; Ventilação e exaustão artificial local;
Vazão volumétrica de entrada de ar da área de abertura efetiva equivalente;
Exemplo de origem das forças resultantes de ventilação;
Gráfico para estimativa das extensões das áreas classificadas;
Grau de diluição (Exemplo n° 1); Extensão da área classificada (Exemplo nº 1);
Definição das zonas (Exemplo n° 1); – Grau de diluição (Exemplo n° 2);
Grau de diluição (Exemplo n° 3); Extensão da área classificada (Exemplo n° 3);
Classificação de áreas (Exemplo n° 3); Grau de diluição (Exemplo n° 4);
Extensão da área classificada (Exemplo n° 4);
Grau de diluição (Exemplo nº 5); Extensão da área classificada (Exemplo nº 5);
Instalação abrigada de compressão de gás natural;
Exemplo de classificação de áreas de estação de compressão de gás natural (elevação);
Exemplo de classificação de áreas de estação de compressão de gás natural (planta);
Fluxograma para elaboração da classificação de áreas;
Fluxograma para elaboração de classificação de áreas para fontes de liberação com grau contínuo;
Fluxograma para elaboração de classificação de áreas para fontes de liberação com grau secundário;
Lista de dados para a classificação de áreas – Parte 1: Lista e caracteristicas das substâncias inflamáveis;
Lista de dados para a classificação de áreas – Parte 2: Lista das fontes de liberação;
Sugestão de áreas equivalentes a um furo para fontes de liberações de grau secundário;
Efeito das zonas de áreas classificadas nas aberturas como possíveis fontes de liberação;
Velocidades orientativas de ventilação externa (uw);
Zonas em função do grau de liberação e da efetividade da ventilação;
Instalação para compressão de gás natural;
Lista de dados de processo para classificação de áreas – Parte 2 – Lista das fontes de liberação;
Exemplos de códigos industriais e normas estrangeiras aplicáveis.
F: NBR IEC 60079-10-1
Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.
Complementos da Atividade – Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PE (Plano de Emergência);
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate – NBR 16710;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios – NBR 14276;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança: Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade a fim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Entendimentos sobre Ergonomia, Análise de Posto de Trabalho e Riscos Ergonômicos.
Noções básicas de:
HAZCOM – Hazard Communication Standard (Padrão de Comunicação de Perigo);
HAZMAT – Hazardous Materials (Materiais Perigosos);
HAZWOPER – Hazardous Waste Operations and Emergency Response (Operações de Resíduos Operações Perigosas e Resposta a Emergências);
Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) – ISO 45001;
FMEA – Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha);
SFMEA – Service Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de serviços);
PFMEA – Process of Failure Mode and Effects Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Processos);
DFMEA – Design Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Design);
Análise de modos, efeitos e criticidade de falha (FMECA);
Ferramenta Bow Tie (Análise do Processo de Gerenciamento de Riscos);
Ferramenta de Análise de Acidentes – Método TRIPOD;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communication Standard) – OSHA;
Escala Hawkins (Escala da Consciência);
Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.



