Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO EXECUÇÃO DE MONTAGEM, INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE ELEVADOR PARA PASSAGEIRO
Referência: 201262
Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar
Curso Instalação Elevador Passageiro
O Curso Instalação Elevador Passageiro tem como objetivo capacitar profissionais para realizar a instalação de elevadores de passageiros, abordando desde a preparação do local até os testes e ajustes finais, de acordo com normas técnicas e de segurança. O curso, portanto, forma instaladores qualificados para executar todas as etapas com segurança e precisão, garantindo eficiência, segurança e conformidade com os padrões do setor.
Com um mercado em constante expansão e normas técnicas rigorosas, assim, o conhecimento especializado torna-se essencial para quem deseja atuar de forma segura e competente nesta área. Este curso proporciona, assim, uma formação completa, combinando teoria e prática, para capacitar profissionais com habilidades técnicas e consciência de segurança, prontos para enfrentar os desafios da instalação de elevadores de passageiros e contribuir com excelência para o setor.

Técnico de manutenção inspecionando o sistema de um elevador de passageiros. Equipado com capacete e uniforme de segurança, ele realiza uma verificação essencial para garantir o funcionamento seguro e eficiente do elevador. Manutenção regular é fundamental para a segurança dos usuários e a durabilidade dos equipamentos.
O que é o Elevador Passageiro?
O elevador de passageiro, portanto, é um equipamento de transporte vertical projetado especificamente para deslocar pessoas entre os diferentes andares de um edifício. Presente em construções residenciais, comerciais e industriais, o elevador desempenha, assim, um papel essencial na acessibilidade e na mobilidade dentro de edifícios de múltiplos pavimentos.
Esses elevadores podem ser movidos por sistemas de tração, hidráulicos ou MRL (Machine Room-Less, que dispensam casa de máquinas). Além disso, são equipados com mecanismos de segurança, como freios automáticos e dispositivos de emergência, protegendo os usuários em caso de falhas. Os elevadores de passageiros, portanto, possuem sistemas de controle e sinalização que permitem a chamada, o deslocamento entre andares e a indicação da posição.
Projetados para atender às normas de segurança e conforto da ABNT NBR NM 207, esses elevadores são essenciais para garantir acessibilidade e facilitar o fluxo de pessoas em edifícios altos.
Procedimentos de Instalação e Operação
A NBR NM 207 define regras claras para a instalação, prevendo, assim, a realização de testes e ajustes necessários antes de colocar o equipamento em operação. Além disso, ela indica requisitos para o funcionamento e controle do elevador, garantindo, dessa forma, que todos os sistemas de segurança estejam em pleno funcionamento.
Os procedimentos de instalação e operação de elevadores de passageiros, conforme estabelecido pela NBR NM 207, envolvem várias etapas fundamentais para garantir que o equipamento funcione com segurança e eficiência. Aqui está um detalhamento desses procedimentos:

Elevador de passageiros com design simples e funcional, indicando o 14º andar no painel digital. A iluminação discreta e o revestimento das paredes conferem ao espaço uma aparência levemente desgastada, com sinais de uso constante. Um ambiente essencial para transporte vertical seguro e eficiente em edifícios.
Preparação do Local de Instalação
Verificação do Poço: Inspecionar o poço do elevador para garantir que está em conformidade com as especificações dimensionais e estruturais necessárias.
Isolamento de Áreas de Trabalho: Sinalizar e isolar a área de trabalho para segurança dos trabalhadores e de terceiros.
Análise de Estruturas e Suportes: Certificar que o edifício possui estrutura para suportar o peso do elevador, incluindo o peso adicional da cabina, das guias e dos cabos de tração.
Instalação de Trilhos e Guias
Fixação dos Trilhos Guias: Montar e fixar os trilhos guias da cabina e contrapeso, garantindo o movimento vertical e o alinhamento preciso durante a operação.
Alinhamento e Ajuste: Verificar o alinhamento e ajustar os trilhos para minimizar vibrações e desvio durante o movimento.
Montagem da Máquina de Tração
Instalação do Motor e Redutor: Posicionar e fixar a máquina de tração, incluindo o motor, redutor e freio. Garantindo também alinhamento adequado para suportar a carga e minimizar o desgaste.
Ajuste do Freio de Emergência: Configurar o sistema de frenagem, fundamental para a segurança, ajustando-o para atuar em situações de emergência, como quedas ou superaquecimento.
Montagem da Cabina e do Contrapeso
Instalação da Cabina: Colocar a cabina no poço e fixá-la ao sistema de guias. Em seguida, deve-se verificar a instalação de portas automáticas e mecanismos de travamento, garantindo, assim, que as portas não abram fora dos andares.
Instalação do Contrapeso: Montar o contrapeso, que ajuda a equilibrar o peso da cabina, reduzindo o esforço sobre o motor e economizando energia.
Instalação do Sistema Elétrico e do Quadro de Comando
Cabeamento e Conexão: Realizar o cabeamento de força e de controle entre a máquina de tração, o quadro de comando e os painéis do elevador, garantindo proteção contra sobrecarga e curto-circuito.
Instalação do Quadro de Comando: Configurar o painel de controle para monitorar e gerenciar as funções do elevador, incluindo velocidade, frenagem, e resposta a comandos de chamada.
Instalação e Teste de Dispositivos de Segurança
Instalação de Paraquedas: Instalar o sistema de paraquedas, dispositivo que impede a queda livre da cabina em caso de falha.
Instalação dos Amortecedores: Posicionar amortecedores no fundo do poço para amortecer possíveis descidas abruptas.
Teste de Sistemas de Segurança: Realizar testes em todos os dispositivos de segurança, incluindo paraquedas, freios automáticos e sistemas de intertravamento das portas.
Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas
Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)Certificado de conclusão
Curso Instalação Elevador Passageiro
Conteúdo Programático Normativo:
Conteúdo Programático
Módulo 1: Conceitos Fundamentais e Normas Técnicas
Introdução aos sistemas de elevadores de passageiros
Tipos de elevadores e suas aplicações
Normas e regulamentações para instalação e manutenção (ABNT NBR 15597 e NBR 12892, entre outras)
Legislação trabalhista e segurança do trabalho no setor de elevadores
Certificação e inspeção obrigatória
Módulo 2: Componentes e Funcionamento de Elevadores
Estrutura básica do elevador de passageiros
Cabine, contrapeso e guias
Sistemas de tração e contrapeso
Sistema elétrico e de controle
Painéis de controle, relés, disjuntores
Sistemas de frenagem e segurança
Sistema hidráulico (para elevadores hidráulicos)
Motores e sistemas de tração (frequência variável e controle vetorial)
Módulo 3: Montagem e Instalação
Preparação do local de instalação (poço e casa de máquinas)
Procedimentos e técnicas de montagem
Alinhamento de guias e trilhos
Instalação de cabos e polias
Configuração dos sistemas de controle e automação
Ensaios iniciais e ajustes finos
Módulo 4: Manutenção Preventiva e Corretiva
Tipos de manutenção: preventiva, preditiva e corretiva
Rotinas de inspeção e verificação de componentes
Lubrificação e ajuste de peças móveis
Inspeção e substituição de cabos e polias
Diagnóstico de falhas e técnicas de reparo
Práticas de manutenção para aumento da durabilidade e eficiência
Módulo 5: Segurança Operacional e Gestão de Risco
Análise de riscos na operação e manutenção
Equipamentos de proteção individual (EPI) e coletiva (EPC)
Procedimentos de resgate e evacuação em emergências
Testes de segurança: frenagem de emergência, sistema de alarme e bloqueio
Módulo 6: Prática Supervisionada
Execução prática de montagem e desmontagem de componentes
Simulação de manutenção preventiva e corretiva
Procedimentos de teste e inspeção final
Avaliação prática e correção de falhas
Avaliação:
Prova teórica sobre conceitos abordados
Quando contratado Avaliação prática com execução de montagem, instalação ou manutenção de um elevador de passageiros
Certificação:
Certificado de conclusão com desempenho satisfatório em avaliações teórica e prática.
Outros elementos quando pertinentes e contratado:
Introdução; Generalidades; Princípios; Premissas;
Objetivo; Referências normativas; Definições; Unidades e símbolos;
Caixa; Disposições Gerais; Fechamento da caixa;
Portas de Inspeção e de Emergência – Portinholas de Inspeção;
Ventilação da caixa; Paredes, piso e teto da caixa;
Construção das paredes da caixa e fechamento das entradas de pavimento faceando a entrada da cabina;
Proteção de quaisquer espaços localizados debaixo do carro ou do contrapeso;
Caixa contendo carros e contrapesos pertencentes a diversos elevadores;
Última parada e poço; Folgas Superiores; Poço;
Proibição de instalar caixa material estranho ao serviço do elevador;
Iluminação da caixa; Casas de máquinas e de polias;
Acesso; Construção e equipamento da casa de máquinas;
Resistência mecânica, superfície do piso, isolamento acústico;
Dimensões; Portas de acesso e alçapões; Outras aberturas; Ventilação e temperatura;
Iluminação e tomadas elétricas; Movimentação de equipamento pesado;
Equipamento e construção da casa de polias; Resistência mecânica, superfície do piso;
Interruptor da parada; Portas de pavimento; Resistência de portas e suas armações;
Comportamento sob condições de fogo; Resistência Mecânica; Altura e Largura de portas;
Soleiras e guias; Proteção com relação a operação de porta; Portas corrediças horizontais;
Portas em que o fechamento é realizado sob o controle permanente do usuário (por exemplo, por meio de botão de pressão constante);
Outros tipos de portas; Iluminação no pavimento; Confirmação de porta de pavimento fechada e travada;
Proteção contra o risco de queda; Proteção contra o corte; Travamento e destravamento de emergência;
Dispositivo elétrico de verificação de porta de pavimento fechada;
Requisitos comuns aos dispositivos de confirmação da condição travada e condição fechada da porta;
Portas corrediças horizontais multi-folhas unidas mecanicamente entre si;
Fechamento automático das portas; Cabine e contrapeso;
Altura interna da cabina; Área útil da cabina, carga nominal e número de passageiros;
Paredes, piso e teto da cabina; Protetores da soleira;
Fechamento da entrada da cabina; Portas da cabina;
Soleiras, guias e suspensão das portas; Resistência mecânica;
Proteção durante a operação de portas; Portas corrediças horizontais;
Portas onde o fechamento é feito sob o controle contínuo do usuário (por exemplo, pressão constante em um botão);
Dispositivo elétrico de portas da cabina fechadas;
Portas com várias folhas interligadas mecanicamente;
Abertura da porta de cabina; Alçapões e portas de emergência; Teto cabina;
Protetor do teto da cabina; Equipamento no topo da cabina;
Contrapeso; Suspensão, compensação, freio de segurança e limitador de velocidade;
Tipos de suspensão e número de cabos;
Relação entre o diâmetro de polias e o diâmetro de cabos, coeficiente de segurança de cabos;
Razão de tração para elevadores acionados por tração; Pressão específica;
Pressão específica dos cabos de tração nas ranhuras de polia motriz;
Distribuição da carga entre os cabos; Compensação;
Proteção de polias; Freio de Segurança;
Condições para uso de diferentes tipos de freios de segurança;
Método de acionamento; Retardamento; Rearme;
Condições construtivas; Inclinação do piso da cabina no caso de operação de freio de segurança;
Verificação elétrica; Limitador de Velocidade;
Escolha da velocidade de desarme; Cabos do limitador de velocidade;
Tempo de resposta; Acessibilidade; Possibilidade de desarme do limitador de velocidade;
Guias, pára-choques e limitadores de percurso final;
Guiamento do carro e do contrapeso; Pára-choques do arro e do contrapeso;
Percuuso dos para-choques do carro e do contrapeso;
Pára-choques do tipo de acumulação de energia;
Pára-choques com caraterísticas lineares; Pára-choques com características não lineares;
Pára-choques do tipo de acumulação de energia com movimento de retorno amortecido;
Pára-choques do tipo de dissipação de energia; Limitadores de percurso final;
Controle dos limitadores de percurso final;
Modo de atuação dos limitadores de percurso final;
Dispositivos de segurança para casos em que o carro ou o contrapeso encontre um obstáculo durante a descida;
Folgas entre o carro e a parede da caixa e entre o carro e o contrapeso;
Folgas entre o carro e a parede defronte à entrada da cabina;
Distância horizontal entre carro e contrapeso às paredes da caixa;
Folga entre carro e contrapeso; Máquinas;
Acionamento do carro e do contrapeso; Uso de polias em balanço;
Sistema de freada; Freio Eletromecânico;
Operação de emergência; Parada de máquina e verificação de sua condição de parada;
Motores alimentados diretamente por uma fonte de corrente alternada ou corrente contínua;
Acionamento pelo sistema “Ward-Leonard”; Excitação o gerador fornecido por elementos clássicos;
Excitação do gerador alimentada e controlada por elementos estáticos;
Motor de correte alternada ou contínua alimentado e controlado por elementos estáticos;
Verificação do retardamento da máquina quando forem usados para-choques de percurso reduzido;
Proteção da maquinaria; Instalação elétrica; Limites de aplicação;
Contactores, contactores auxiliares e componentes dos circuitos de segurança;
Proteção de motores; Interruptores; Fiação elétrica;
Área da seção transversal de condutores; Método de instalação;
Conectores; Aterramento; Iluminação e tomadas elétricas;
Controle dos circuitos de iluminação e de alimentação das tomadas elétricas;
Proteção contra falhas elétricas; controles; prioridades;
Dispositivos elétricos de segurança; Contatos de segurança;
Circuitos de segurança; Operação dos dispositivos elétricos de segurança;
Controle dos dispositivos elétricos de segurança; Controle das operações do elevador;
Operação Normal; Nivelamento e renivelamento com as portas abertas;
Controle da operação de inspeção; Operação elétrica de emergência;
Dispositivos de parada; Outros dispositivos de parada; Alarme de emergência;
Prioridades e Sinalizações; Avisos e instruções de operação;
Dentro da cabina; Outras informações dentro da cabina;
Topo da cabina; Casas de máquinas e casas de polias; Inspeções, ensaios, registros, manutenção;
Informação do fabricante/instalador; Informação para uso normal;
Informação para manutenção; Inspeções e ensaios; Periódicos;
Inspeção e ensaios depois de modificações relevantes ou depois de um acidente.
F: NM 207
Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.
Complementos da Atividade – Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PE (Plano de Emergência);
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate – NBR 16710;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios – NBR 14276;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança: Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade a fim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Entendimentos sobre Ergonomia, Análise de Posto de Trabalho e Riscos Ergonômicos.
Noções básicas de:
HAZCOM – Hazard Communication Standard (Padrão de Comunicação de Perigo);
HAZMAT – Hazardous Materials (Materiais Perigosos);
HAZWOPER – Hazardous Waste Operations and Emergency Response (Operações de Resíduos Operações Perigosas e Resposta a Emergências);
Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) – ISO 45001;
FMEA – Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha);
SFMEA – Service Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de serviços);
PFMEA – Process of Failure Mode and Effects Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Processos);
DFMEA – Design Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Design);
Análise de modos, efeitos e criticidade de falha (FMECA);
Ferramenta Bow Tie (Análise do Processo de Gerenciamento de Riscos);
Ferramenta de Análise de Acidentes – Método TRIPOD;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communication Standard) – OSHA;
Escala Hawkins (Escala da Consciência);
Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.
Requisitos para ministrar parte prática Treinamentos de manutenção de máquina ou Equipamento
Máquina ou Equipamento totalmente desmontado mecanicamente;
Motor na bancada totalmente desmontado incluindo sistema de embreagem;
Ferramentas para montagem e desmontagem de motores e peças mecânicas, de arrefecimento e da embreagem;
Conhecimentos mínimos de mecânica e elétrica;
Óleo lubrificante para motor e fluído hidráulico para embreagem bem como fluído para sistema de arrefecimento;
Manual de Instruções Técnica do motor da máquina ou equipamento;
Manual de Instrução Técnica de Manutenção da Máquina ou Equipamento;
O Equipamento deverá estar sem as rodas, ou material rotante (esteira) apoiado em cavalete;
O Teste final será aplicado no momento do encerramento do treinamento;
Será aplicado no final dos estudos teóricos pela Plataforma EAD a Avaliação Teórica.
Procedimentos: Somente quando Contratado Treinamento Prático de Manutenções:
O treinamento deverá obrigatoriamente ser acompanhado pelo Supervisor da área de manutenção como aluno cortesia, incluindo seu teste final assim como os demais.
O tempo de treinamento prático será após as revisões do treinamento teórico e testes finais.
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
Curso Instalação Elevador Passageiro



