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CURSO ENSAIOS CARGA ESTÁTICA
sexta-feira, 05 dezembro 2025 / Publicado em 00 - Template Cursos

Curso Ensaios Carga Estática

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR INSPEÇÃO TÉCNICA E ENSAIOS DE PROVA DE CARGA ESTÁTICA EM ESTRUTURA E ELABORAR RELATÓRIO TÉCNICO

Referência: 237280

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

Curso Ensaios Carga Estática

O Curso Ensaios Carga Estática busca capacitar o participante a interpretar, avaliar e diagnosticar estruturas com segurança e clareza técnica, aplicando metodologias de inspeção que revelam anomalias, padrões de deterioração e evidências de sobrecarga. Logo, ao longo do aprendizado, o aluno desenvolve a habilidade de correlacionar comportamento estrutural, manifestações patológicas e critérios de desempenho, o que fortalece a tomada de decisão e eleva a confiabilidade das análises realizadas em campo.

Além disso, o curso conduz o profissional à compreensão aprofundada dos parâmetros definidos pela ABNT NBR 9607, permitindo que ele execute avaliações estruturais coerentes com os requisitos normativos e redija relatórios técnicos consistentes. Portanto, com essa base, o participante passa a atuar com precisão, organização e responsabilidade técnica, assegurando que cada conclusão apresente respaldo normativo e rigor metodológico.

Quem deve executar a inspeção técnica antes da prova de carga estática?

O profissional executa a inspeção quando domina a leitura das manifestações estruturais e sabe avaliar os riscos associados ao comportamento da estrutura. Assim, esse profissional interpreta fissuras, deformações, corrosão e demais sinais que podem indicar perda de capacidade resistente, garantindo que o elemento esteja em condição segura para receber o carregamento do ensaio.

Além disso, esse especialista organiza as informações de forma estruturada e transforma a inspeção em base técnica para todas as decisões posteriores. Dessa maneira, a prova de carga deixa de ser um ato isolado e integra um processo coerente de avaliação, no qual cada etapa se apoia em evidências visíveis e registradas.

Quando a prova de carga estática se torna necessária em uma estrutura?

A prova de carga estática se torna necessária quando surgem dúvidas sobre o desempenho real da estrutura, seja por sinais de degradação, mudança de uso, reforços executados ou eventos acidentais. Desse modo, nesses cenários, o ensaio valida se o elemento suporta, com segurança, as ações para as quais foi projetado ou passou a ser submetido.

Situações que indicam necessidade de prova de carga

SITUAÇÃO OBSERVADA INDICAÇÃO PARA PROVA DE CARGA
Fissuras atípicas ou deformações excessivas Alta
Mudança de uso ou aumento de carregamento Moderada
Reforço estrutural recém-executado Alta
Estrutura antiga sem documentação Alta
Evento crítico como impacto ou incêndio Alta

Curso Ensaios Carga Estática: A prova de carga estática confirma o comportamento real da estrutura.

A prova de carga estática permite observar diretamente como a estrutura reage ao carregamento aplicado, sem ficar restrito apenas ao cálculo teórico. Assim, ao acompanhar a evolução da resposta durante cada etapa do carregamento, o profissional identifica se o comportamento estável se mantém ou se surgem sinais de instabilidade.

Tópicos da confirmação do comportamento real da estrutura
Confirma a rigidez global do elemento
Revela fragilidades que não aparecem em inspeção visual
Mostra se as deformações seguem um padrão proporcional ao carregamento
Permite comparar desempenho calculado com desempenho observado
Indica se o reforço executado cumpre a função esperada

Por que a análise das deformações é essencial durante o ensaio estático?

A análise das deformações é essencial porque traduz, em números, como a estrutura está reagindo ao esforço aplicado. Ao monitorar os deslocamentos em pontos estratégicos, o profissional identifica se a resposta permanece dentro de limites aceitáveis ou se a estrutura começa a apresentar um comportamento incompatível com o nível de carregamento.

Além disso, a observação contínua das deformações ajuda a antecipar situações de risco, permitindo interromper o ensaio antes que a integridade estrutural seja comprometida. Dessa forma, a decisão de prosseguir, reduzir ou suspender o carregamento passa a ser baseada em evidências técnicas claras, e não em impressões subjetivas.

Onde os registros e resultados da prova de carga estática devem ser organizados para garantir rastreabilidade?

O profissional organiza os registros e resultados da prova de carga em um conjunto documental que permite rastrear cada etapa do processo, desde o planejamento até a conclusão do ensaio. Isso inclui plantas com pontos de medição, planilhas de leitura, registros fotográficos e conclusões técnicas consolidadas em relatório.

Organização dos registros e resultados do ensaio

TIPO DE REGISTRO LOCAL DE ORGANIZAÇÃO
Leituras de deformações e deslocamentos Planilhas técnicas do ensaio
Registros fotográficos da estrutura Anexos do relatório técnico
Croquis e identificação de pontos de medição Pranchas ou esquemas anexos
Descrição das etapas de carregamento Corpo do relatório técnico
Conclusões e recomendações finais Seção conclusiva do relatório

Curso Ensaios Carga Estática: A análise das deformações orienta as decisões durante o ensaio estático.

A análise das deformações fornece, em tempo real, a indicação mais direta de como a estrutura está se comportando sob o carregamento aplicado. Portanto, à medida que o profissional acompanha a evolução dos deslocamentos, ele decide se o ensaio pode avançar para novos patamares de carga ou se é necessário interromper o processo.

Tópicos da influência da análise de deformações nas decisões
Define se o carregamento pode ser mantido ou reduzido
Indica a necessidade de interromper o ensaio em caso de comportamento anormal
Auxilia na identificação de pontos críticos da estrutura
Contribui para validar ou revisar os critérios adotados no planejamento
Fortalece a fundamentação técnica das conclusões do relatório

Qual é o impacto de um relatório técnico bem elaborado após a prova de carga estática?

Um relatório técnico bem elaborado consolida todas as informações obtidas na inspeção e na prova de carga, transformando medições, registros e observações em conclusões claras. Esse documento orienta o responsável pela estrutura sobre condições de uso, necessidade de reforço, restrições operacionais e prazos adequados para novas avaliações.

Além disso, o relatório se torna referência formal para decisões de engenharia, auditorias, perícias e futuras intervenções. Quando está bem estruturado, com descrição objetiva, registros organizados e conclusões coerentes, o relatório reduz conflitos, evita interpretações equivocadas e demonstra rigor técnico e responsabilidade em todo o processo.

Qual a importância do Curso Ensaios Carga Estática?

O Curso Ensaios Carga Estáticaé importante porque desenvolve a capacidade do profissional de interpretar o comportamento real das estruturas e identificar riscos antes que eles evoluam para falhas críticas. A partir dessa formação, o aluno compreende como avaliar anomalias, planejar ensaios estáticos e correlacionar deformações com o desempenho esperado, fortalecendo decisões técnicas que impactam diretamente a segurança e a durabilidade das edificações. Essa visão integrada reduz incertezas e eleva a confiabilidade dos diagnósticos estruturais.

Além disso, o curso alinha o participante aos critérios estabelecidos pela ABNT NBR 9607, norma central que orienta a execução, o monitoramento e a interpretação dos resultados do ensaio. O profissional aplica os requisitos, conduz a avaliação com método, garante a rastreabilidade e exerce responsabilidade técnica com desempenho seguro e conforme normas.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 40 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisito: Alfabetização

Curso Ensaios Carga Estática

CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR INSPEÇÃO TÉCNICA E ENSAIOS DE PROVA DE CARGA ESTÁTICA EM ESTRUTURA E ELABORAR RELATÓRIO TÉCNICO
Carga Horária: 40 Horas

MÓDULO 1 – Fundamentos de Engenharia Estrutural Aplicada à Inspeção (4 Horas)
Conceito de desempenho estrutural
Elementos estruturais e seus modos de falha
Classificação das ações atuantes nas estruturas
Comportamento mecânico dos materiais utilizados
Estados limites e critérios de segurança
Processos de degradação e deterioração
Interpretação de projetos, plantas e memoriais descritivos

MÓDULO 2 – Ações, Comportamento Estrutural e Prova de Carga Estática (6 Horas)
Tipos de carregamentos aplicáveis
Resposta de estruturas submetidas a cargas estáticas
Comportamento de elementos estruturais sob tensões e deformações
Critérios para definição da carga de ensaio
Condições que influenciam a resposta estrutural
Riscos associados ao carregamento inadequado
Limitações e cuidados essenciais no ensaio

MÓDULO 3 – Inspeção Técnica Estrutural: Conceitos, Objetivos e Métodos (6 Horas)
Níveis de inspeção: preliminar, detalhada e especial
Reconhecimento de anomalias e manifestações patológicas
Classificação de severidade e relevância estrutural
Métodos visuais e instrumentais
Identificação de inconsistências de projeto ou execução
Interpretação de sinais de sobrecarga e instabilidade
Critérios de priorização de intervenção

MÓDULO 4 – Ensaios Estáticos: Procedimentos Teóricos e Interpretação de Resultados (6 Horas)
Sequência lógica do ensaio de prova de carga
Planejamento do ensaio
Definição de pontos de medição
Tipos de instrumentos utilizados em provas estáticas
Análise de deslocamentos, flechas e deformações
Reconhecimento de comportamento atípico durante o carregamento
Parâmetros comparativos para validação do desempenho

MÓDULO 5 – Avaliação de Riscos, Segurança e Conduta Técnica (4 Horas)
Riscos associados ao ambiente e às condições estruturais
Identificação de cenários críticos
Medidas preventivas antes e durante o ensaio
Sinalização e controle de acesso
Condutas éticas do profissional durante as etapas de inspeção
Pontos de atenção para evitar colapso ou instabilidade
Registro técnico seguro e rastreável

MÓDULO 6 – Análise Crítica e Diagnóstico Estrutural (6 Horas)
Correlação entre inspeção e comportamento estrutural observado
Determinação de causas prováveis das anomalias
Interpretação técnica de deformações e reações
Construção de diagnóstico preliminar e conclusivo
Classificação de risco estrutural
Definição de recomendações e ações corretivas
Elaboração de parecer estruturado

MÓDULO 7 – Estruturação e Redação de Relatório Técnico (8 Horas)
Elementos obrigatórios de um relatório de inspeção
Organização lógica e coerente das informações
Descrição detalhada das etapas do ensaio de carga
Registro fotográfico e interpretação das imagens
Análise dos resultados obtidos
Construção do diagnóstico final
Recomendações técnicas e escopo de intervenções
Boas práticas de escrita técnica e clareza comunicativa

Finalização e Certificação:
Exercícios Práticos (quando contratado);
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);
Certificado de Participação.

NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Curso Ensaios Carga Estática

Curso Ensaios Carga Estática

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 20 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Curso Ensaios Carga Estática

Curso Ensaios Carga Estática

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais
NR 18 – Condições de Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da ConstruçãoABNT NBR 6118 – Projeto de estruturas de concreto – Procedimento
ABNT NBR 8681 – Ações e segurança nas estruturas – Procedimento
ABNT NBR 6120 – Cargas para o cálculo de estruturas de edificações
ABNT NBR 9607 – Prova de carga estática em elementos estruturais – Procedimento
ABNT NBR 9452 – Inspeção de estruturas de concreto – Procedimento
ABNT NBR 13752 – Perícias de engenharia na construção civil
ISO 13822 – Bases for design of structures – Assessment of existing structures
ISO 2394 – General principles on reliability of structures
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Curso Ensaios Carga Estática

Curso Ensaios Carga Estática

CURIOSIDADES TÉCNICAS – CURSO ENSAIOS CARGA ESTÁTICA:

A prova de carga enxerga o que o projeto não conta
O ensaio estático valida o comportamento real da estrutura diante de um carregamento controlado, permitindo comparar o desempenho teórico previsto no cálculo com o desempenho físico observado. A prova expõe erros de execução, concretagem deficiente e reforços mal posicionados.

O carregamento estático revela zonas ocultas de fragilidade
Quando a estrutura é submetida à carga de ensaio, regiões que pareciam estáveis começam a expressar comportamento diferencial. Isso ajuda a localizar pontos críticos que não seriam visíveis em inspeções convencionais.

A interpretação da flecha exige mais que números
Dois elementos com a mesma deformação podem ter comportamentos completamente distintos. O que importa é a relação entre flecha observada, rigidez esperada e evolução ao longo do carregamento. A leitura errada desses dados leva a diagnósticos desastrosos.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção específicos das atividades que serão exercidas.

Curso Ensaios Carga Estática

Saiba Mais: Curso Ensaios Carga Estática:

3 Termos e definições
Para os efeitos deste documento, aplicam-se os seguintes termos e definições. 3.1 carregamento de prova
conjunto de ações externas especificado de acordo com critérios preestabelecidos que, aplicados à estrutura, a submetem a esforços solicitantes de intensidades compatíveis ou representativas da finalidade prevista para a sua utilização
3.2 deslocamento
afastamento linear ou angular, ocorrido na estrutura em relação à sua posição inicial.
3.3 prova de carga
conjunto de atividades destinadas a analisar o desempenho de uma estrutura por meio de medição e controle de efeitos causados pela aplicação de ações externas com intensidade e natureza previamente estabelecidas
3.4 seção crítica
seção que apresenta a menor capacidade resistente em relação às solicitações atuantes, sendo que o carregamento de ensaio é limitado em função da capacidade estrutural desta seção
3.5 seções de controle
conjunto de seções da estrutura a serem instrumentadas
4 Requisitos gerais
4.1 Atribuições e competências
Por abranger, na maioria das vezes, especialidades e trabalhos diversos, a execução da prova de carga deve envolver profissionais relacionados ao projeto estrutural, à execução da obra, ao controle dos materiais e aos laboratórios. Todas as provas de carga devem ser supervisionadas por um engenheiro especialista em estruturas de concreto, com experiência comprovada na realização destas atividades.
A coordenação, tanto nos trabalhos preliminares como nas atividades de campo, deve ser desenvolvida por um profissional com experiência na execução de provas de carga. De cada especialidade, devem ser fornecidos os dados necessários e indispensáveis à segurança do ensaio, conforme discriminado nas Seções 6 e 7.
4.2 Finalidade do ensaio
A execução de prova de carga em uma estrutura deve estar associada a uma finalidade específica, da qual devem decorrer os critérios de carregamento e de aceitação a serem observados. Para tanto, devem ser estabelecidas, em princípio, as seguintes condições:
a) utilização prevista para a estrutura, relativamente à intensidade, natureza e frequência das ações externas;
b) estado-limite de utilização (ELS) relativo a deformações e fissuração. NOTA Outros ensaios podem ser requeridos, conforme acordo entre as partes.
F: ABNT NBR 9607

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O que você pode ler a seguir

Plataforma de petróleo em operação no mar durante o pôr do sol, evidenciando ambiente de alto risco que exige gestão rigorosa de segurança e capacitação contínua.
CURSO NR-37 NÍVEL EVENTUAL
O operador executa brasagem com maçarico portátil, utilizando luvas térmicas, máscara de solda e vestimenta resistente ao calor. A postura indica foco em precisão e controle térmico, fundamentais para evitar defeitos na junta. Entretanto, o ambiente exige organização, proteção contra respingos e isolamento de materiais inflamáveis. Cuidados e normas aplicáveis: uso obrigatório de EPI conforme NR-06, controle de riscos térmicos pela NR-09, prevenção de incêndio conforme NR-23 e gestão de riscos conforme NR-01.
CURSO DE BRASAGEM
Profissional realiza inspeção funcional de talha elétrica por meio de comando pendente, verificando resposta dos controles, funcionamento dos botões de emergência e comportamento do sistema de elevação conforme critérios de segurança.
CURSO INSPEÇÃO EM TALHAS

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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