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  • Curso Ensaio de Esclerometria
Aplicação de um medidor de resistência ao concreto em uma superfície inclinada durante o ensaio de esclerometria, destacando a precisão na coleta de dados estruturais. - Curso Ensaio de Esclerometria.
terça-feira, 26 novembro 2024 / Publicado em 00 - Template Cursos, Cursos de Segurança e Saúde do Trabalho Nacional, Cursos e Treinamentos, Engenharia Mecânica - Cursos e Treinamentos

Curso Ensaio de Esclerometria

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR ENSAIO DE ESCLEROMETRIA – CONCRETO ENDURECIDO – AVALIAÇÃO DA DUREZA SUPERFICIAL NBR 7584 E COMO ELABORAR RELATÓRIO TÉCNICO

Referência: 200996

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

Curso Ensaio de Esclerometria

O Curso Ensaio de Esclerometria, conforme a NBR 7584, capacita profissionais a avaliar a dureza superficial do concreto endurecido com o esclerômetro de reflexão. O curso deve abordar tanto a execução correta do ensaio quanto a elaboração de um relatório técnico que documente os resultados obtidos. O curso Ensaio de Esclerometria promove a responsabilidade técnica e ética nos ensaios, destacando a importância da precisão e confiabilidade nos resultados obtidos. Isso permitirá que os participantes se destaquem em suas atividades profissionais e agreguem valor aos seus projetos e organizações.

Principais objetivos do curso:

Compreensão do Método: Ensinar os fundamentos do método esclerométrico, incluindo a operação do esclerômetro e a interpretação dos índices esclerométricos.

Execução do Ensaio: Capacita os participantes a realizar o ensaio corretamente, assegurando a preparação adequada das superfícies de concreto e a aplicação uniforme dos impactos.

Análise de Resultados: Orientar sobre como calcular e interpretar os resultados, incluindo a média dos índices esclerométricos e a aplicação de correções necessárias.

Elaboração de Relatório: Ensinar a compor um relatório técnico com dados do ensaio, incluindo equipamento, índices obtidos e condições do teste.

Qual Público-Alvo do Curso Ensaio de Esclerometria?

O público-alvo do Curso Ensaio de Esclerometria, conforme a NBR 7584, é composto principalmente por profissionais da construção civil, como engenheiros, técnicos e operadores de laboratório que atuam no controle de qualidade de concreto. Esses profissionais buscam aprimorar suas habilidades na avaliação da dureza superficial do concreto endurecido, utilizando o esclerômetro de reflexão. Além disso, o curso é relevante para estudantes de engenharia civil e arquitetura que desejam entender melhor os métodos de ensaio e a importância da dureza do concreto na garantia da qualidade das estruturas. A formação é essencial para que profissionais realizem ensaios precisos e elaborem relatórios técnicos, garantindo a segurança e durabilidade das obras.

O curso também é indicado para estudantes de engenharia e áreas correlatas que buscam aprimorar seus conhecimentos em ensaios não destrutivos, adquirindo habilidades práticas valorizadas no mercado de trabalho. Profissionais que trabalham com diagnóstico estrutural, peritos técnicos e gestores de qualidade em obras, portanto, podem se beneficiar do curso, aprofundando sua capacidade de interpretar resultados e elaborar relatórios técnicos que embasam decisões críticas.

Além disso, consultores e auditores que atuam no controle de qualidade de materiais e no monitoramento do desempenho de estruturas também encontram relevância no conteúdo do curso. Especialmente na parte de interpretação de resultados e conformidade normativa, essenciais para garantir a segurança e durabilidade das construções.

Registro digital do uso de um dispositivo portátil para medições no solo, combinando tecnologia móvel com ensaios de campo. - Curso Ensaio de Esclerometria.

Registro digital do uso de um dispositivo portátil para medições no solo, combinando tecnologia móvel com ensaios de campo.

O que é Ensaio de Esclerometria?

O ensaio de esclerometria é um método não destrutivo utilizado para medir a dureza superficial do concreto. Este ensaio fornece elementos que ajudam na avaliação da qualidade do concreto endurecido. O princípio do método consiste, portanto, em determinar a energia de impactos de um martelo sobre a superfície do concreto. A energia de impacto deforma permanentemente a área ensaiada e se conserva elasticamente, permitindo o retorno do martelo após o impacto. Assim, quanto maior a dureza da superfície, menor a energia convertida em deformação permanente, resultando em um maior recuo do martelo.

O ensaio utiliza um esclerômetro de reflexão, que aplica um impacto controlado na superfície do concreto e mede o índice de recuo, indicando a dureza do material.

Como Funciona:
O esclerômetro é um dispositivo com um pino disparado contra a superfície do concreto com certa força. Quando o pino atinge a superfície, gera uma marcação ou reação de retorno, que é medida para determinar a dureza do material.
A partir dessa medição, é possível fazer uma correlação entre o impacto do esclerômetro e a resistência à compressão do concreto, o que ajuda a verificar a qualidade e a integridade de estruturas sem a necessidade de destruir o material.

Aplicações:
Verificação da qualidade do concreto em estruturas já construídas, como pilares, vigas e lajes.
Monitoramento de obras para garantir que o concreto atingiu a resistência desejada durante o processo de cura.
Inspeções em campos de difícil acesso ou em locais onde o corte de amostras seria inviável.

É importante ressaltar que o ensaio de esclerometria fornece uma estimativa da resistência do concreto, mas não substitui outros testes mais completos (como o teste de compressão) para uma análise mais precisa.

Para que serve a Esclerometria?

A esclerometria serve para medir a dureza e estimar a resistência à compressão de materiais, especialmente o concreto, por meio de um ensaio não destrutivo. Esse tipo de ensaio utiliza um esclerômetro, um dispositivo que aplica um impacto na superfície do material e mede a reação desse impacto, permitindo determinar a resistência à compressão. Assim, este método é essencial para:

Avaliação da Qualidade do Concreto: A esclerometria permite verificar a uniformidade da dureza superficial do concreto, o que é crucial para garantir a integridade estrutural das obras.

Comparação de Materiais: O ensaio compara a qualidade de diferentes peças de concreto, ajudando a manter os padrões de qualidade em elementos pré-moldados.

Estimativa da Resistência à Compressão: Embora não substitua métodos diretos de medição da resistência, a esclerometria pode fornecer uma estimativa da resistência à compressão do concreto, desde que haja uma correlação confiável estabelecida para os materiais em questão.

Importância da Esclerometria:

A importância da esclerometria está relacionada à sua capacidade de fornecer uma avaliação rápida e não destrutiva da dureza superficial do concreto, o que é fundamental para garantir a qualidade e a segurança das estruturas de concreto. Aqui estão alguns pontos que destacam essa importância:

Avaliação da Qualidade do Concreto: A esclerometria verifica a uniformidade da dureza do concreto, ajudando a identificar variações que indicam problemas na mistura ou na cura do material.

Controle de Qualidade: O método controla a qualidade de peças pré-moldadas e garante padrões rigorosos em obras de grande porte. Ele fornece um meio de comparação entre diferentes lotes de concreto, assegurando que atendam às especificações exigidas.

Estimativa da Resistência: Embora não substitua métodos diretos de medição da resistência à compressão, a esclerometria pode fornecer uma estimativa útil, especialmente quando há uma correlação estabelecida entre os índices esclerométricos e a resistência do concreto.

Método Não Destrutivo: A esclerometria avalia o concreto sem danificar a estrutura, preservando sua integridade e oferecendo uma vantagem em ambientes que exigem proteção.

Facilidade de Uso: O ensaio esclerométrico é relativamente simples e rápido de realizar, o que facilita sua aplicação em campo, permitindo que engenheiros e técnicos realizem avaliações em tempo real durante a construção.

Esses fatores tornam a esclerometria uma ferramenta valiosa na engenharia civil, contribuindo para a segurança e a durabilidade das construções de concreto.

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Como a Esclorometria se Compara a Outros Métodos de Avaliação de Concreto?

A esclerometria se destaca por ser um ensaio não destrutivo, simples e rápido, em comparação com outros métodos de avaliação de concreto. No entanto, a esclerometria possui limitações que devem ser consideradas conforme a finalidade do teste. Ela é um método de avaliação que não substitui outros ensaios de concreto, mas funciona como um método adicional ou complementar. Aqui estão, portanto, algumas comparações entre a esclerometria e outros métodos de avaliação de concreto:

Métodos Não Destrutivos: A esclerometria é um método não destrutivo, assim como outros métodos como a ultrassonografia e a tomografia. Isso significa que a esclerometria aplica-se sem danificar a  estrutura, o que a torna uma vantagem significativa em relação a métodos destrutivos, como a extração de corpos de prova para ensaios de compressão.

Avaliação da Dureza Superficial: Esclerometria mede a dureza superficial do concreto, enquanto métodos como ensaio de compressão avaliam resistência à compressão em corpos de prova. A dureza superficial pode não refletir diretamente a resistência à compressão, mas fornece informações sobre a qualidade do concreto na superfície.

Rapidez e Facilidade de Uso: O ensaio esclerométrico é relativamente rápido e fácil de realizar, permitindo avaliações em campo de forma prática. Em comparação, métodos como a análise de ultrassom podem exigir mais tempo e equipamentos especializados.

Limitações: A esclerometria tem limitações, como a influência de fatores como umidade, carbonatação e idade do concreto, que podem afetar os resultados. Outros métodos podem ser menos suscetíveis a essas variáveis, dependendo das condições de teste.

A esclerometria avalia rapidamente a qualidade do concreto de forma econômica, tornando-se, assim, uma ferramenta valiosa em análises iniciais e métodos não destrutivos. No entanto, ela deve ser complementada por outros métodos para uma análise mais completa das propriedades do concreto.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 40 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisitos: Nível Técnico

Curso Ensaio de Esclerometria

Conteúdo Programático Normativo:

CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR ENSAIO DE ESCLEROMETRIA – CONCRETO ENDURECIDO – AVALIAÇÃO DA DUREZA SUPERFICIAL NBR 7584 E COMO ELABORAR RELATÓRIO TÉCNICO

Objetivo Geral
Capacitar profissionais a executar o ensaio de esclerometria em concreto endurecido, conforme a norma técnica NBR 7584, para avaliação da dureza superficial, interpretando resultados com precisão e elaborando relatórios técnicos adequados para uso em projetos de engenharia e construção.

Público-Alvo
Engenheiros civis
Técnicos em edificações
Arquitetos
Estudantes de engenharia e arquitetura
Profissionais da construção civil e laboratórios de ensaios

Módulo 1: Introdução ao Ensaio de Esclerometria e à NBR 7584 (4 horas)
Objetivo do Ensaio de Esclerometria:
Definição do ensaio e sua importância para a avaliação da resistência do concreto.
Aplicações do ensaio no controle de qualidade e diagnóstico de obras de concreto.

Fundamentos Teóricos da NBR 7584:
Estrutura da norma NBR 7584: definições, requisitos e métodos de aplicação.
Comparação com outras técnicas de avaliação da dureza do concreto (ex: ensaio de compressão).

Princípios da Esclerometria:
Fundamento do método de medição da dureza superficial.
Relação entre a dureza superficial e a resistência à compressão do concreto.

Módulo 2: Equipamentos e Materiais para o Ensaio de Esclerometria (6 horas)
Esclerômetro: Tipos e Funcionamento:
Características do esclerômetro: digital e mecânico.
Escolha do equipamento adequado conforme as condições da obra e tipo de concreto.

Acessórios e Materiais de Apoio:
Pré-condições do concreto e superfícies adequadas para o ensaio.
Cuidados com a manutenção e calibração dos equipamentos.

Normas e Requisitos Técnicos para a Execução do Ensaio:
Requisitos da NBR 7584 sobre calibração do esclerômetro.
Especificações para a escolha das superfícies de concreto.

Módulo 3: Procedimentos para Execução do Ensaio de Esclerometria (8 horas)
Preparação do Concreto para o Ensaio:
Seleção das superfícies a serem avaliadas.
Cuidados na preparação da superfície: limpeza e nivelamento.

Execução do Ensaio:
Posições corretas para a aplicação do esclerômetro.
Frequência e número de medições para resultados confiáveis.
Leitura e interpretação da dureza superficial registrada.

Erros Comuns e Como Evitá-los:
Erros de execução: uso incorreto do equipamento, ângulos de medição errados, etc.
Ajustes e cuidados durante o ensaio para garantir precisão.

Módulo 4: Interpretação dos Resultados do Ensaio de Esclerometria (8 horas)
Análise dos Valores Obtidos:
Correlação entre os valores de dureza superficial e a resistência à compressão do concreto.
Considerações sobre variações nos resultados devido à heterogeneidade do concreto.

Indicadores de Qualidade do Concreto:
Como interpretar os resultados de dureza superficial e suas implicações no controle de qualidade.
Limites aceitáveis de dureza e possíveis falhas no concreto.

Influência de Fatores Externos:
Como fatores como temperatura, idade do concreto e umidade afetam os resultados do ensaio.
Ajustes e interpretações em casos específicos.

Módulo 5: Elaboração do Relatório Técnico (8 horas)
Estrutura do Relatório Técnico:
Introdução, objetivos, metodologia e conclusões.
Como incluir os dados de medição, gráficos e tabelas para uma análise clara.

Documentação dos Resultados e Conclusões:
Como detalhar os resultados do ensaio, incluindo comparações com requisitos normativos.
Identificação de não conformidades e recomendações técnicas.

Análise Crítica e Sugestões de Melhoria:
Como fazer uma análise crítica dos resultados e sugerir soluções para problemas identificados no concreto.
Caso prático de elaboração de relatório técnico a partir de resultados reais.

Módulo 6: Práticas e Estudos de Caso (6 horas)
Estudos de Casos Reais:
Análise de relatórios técnicos reais sobre ensaios de esclerometria realizados em diferentes tipos de obras.
Discussão sobre o impacto dos resultados na qualidade do concreto e no projeto.

Simulações Práticas do Ensaio de Esclerometria:
Realização de ensaios práticos com a interpretação dos resultados em tempo real.
Elaboração de relatórios técnicos com base em dados simulados.

Discussão e Feedback sobre Relatórios Técnicos:
Apresentação de relatórios elaborados pelos alunos.
Correções e melhorias sugeridas pelos instrutores para garantir a clareza e a conformidade com as normas.

Módulo 7: Normas Complementares e Atualizações Tecnológicas (4 horas)
Normas e Tecnologias Relacionadas:
Atualizações em normas nacionais e internacionais sobre ensaios de concreto.
Comparação com outras técnicas não destrutivas (ultrassom, método de absorção, etc.).

Novas Tecnologias no Ensaio de Concreto:

Avanços no esclerômetro e métodos complementares.
Tendências no mercado e como incorporar novas tecnologias para otimização dos ensaios.

Metodologia
Aulas expositivas com uso de slides, vídeos e materiais técnicos.
Demonstrações práticas do ensaio com equipamentos reais.
Exercícios práticos supervisionados para fixação do conteúdo.
Discussão de casos reais e exemplos de relatórios técnicos.

Material Didático
Apostila com os conteúdos teóricos.
Exemplos de relatórios técnicos de esclerometria.
Certificado de participação ao final do curso.

Pré-requisitos
Conhecimentos básicos em tecnologia do concreto e materiais de construção.

OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES:
Aparelhagem;
Aplicação do esclerômetro;
Área de ensaio e Impactos;
Área de ensaio e contos de impacto;
Esbeltez dos elementos de concreto;
Esclerômetro de reflexão;
Execução do ensaio;
Fatores que influenciam os resultados do ensaio;
Influência do tipo de cimento;
Ferramentas necessárias;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.
Influência da carbonatarão;
Influência da idade;
Influência da operação do esclerômetro;
Influência das condições de umidade da superfície;
Influência de outros fatores;
Influência do tipo de agregado;
Influência do tipo de superfície;
Instruções de operação
Resultados do Relatório de ensaio;
Locais recomendáveis para aplicação do Esclerômetro
Superfície do concreto;
Tipo de esclerômetro aplicável;
Verificação do esclerômetro;
Cálculos;
Aparelhagem;
Relatório do Ensaio.
Fonte: NBR 7584 e NM 78:96

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Complementos da Atividade – Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PE (Plano de Emergência);
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate – NBR 16710;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios – NBR 14276;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança: Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade a fim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Entendimentos sobre Ergonomia, Análise de Posto de Trabalho e Riscos Ergonômicos.

Noções básicas de:
HAZCOM – Hazard Communication Standard (Padrão de Comunicação de Perigo);
HAZMAT – Hazardous Materials (Materiais Perigosos);
HAZWOPER – Hazardous Waste Operations and Emergency Response (Operações de Resíduos Operações Perigosas e Resposta a Emergências);
Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) – ISO 45001;
FMEA – Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha);
SFMEA – Service Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de serviços);
PFMEA – Process of Failure Mode and Effects Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Processos);
DFMEA – Design Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Design);
Análise de modos, efeitos e criticidade de falha (FMECA);

Ferramenta Bow Tie (Análise do Processo de Gerenciamento de Riscos);
Ferramenta de Análise de Acidentes – Método TRIPOD;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communication Standard) – OSHA;
Escala Hawkins (Escala da Consciência);

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
 

Curso Ensaio de Esclerometria

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 20 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;

NBR 7584 – Concreto endurecido — Avaliação da dureza superficial pelo esclerômetro de reflexão — Método de ensaio;
NBR 5738 – Concreto — Procedimento para moldagem e cura de corpos de prova;
NBR 6118 – Projeto de estruturas de concreto — Procedimento;
NBR ISO 9001 – Sistemas de gestão da qualidade — Requisitos;
NBR7680-2 – Concreto – Extração, preparo, ensaio e análise de testemunhos de estruturas de concreto – Parte 2: Resistência à tração na flexão;
NBR7680-1 – Concreto – Extração, preparo, ensaio e análise de testemunhos de estruturas de concreto – Parte 1: Resistência à compressão axial;
NBR16230 – Inspeção de estruturas de concreto — Qualificação e certificação de pessoal — Requisitos;
NBR15146-3 – Controle tecnológico de concreto — Qualificação de pessoal – Parte 3: Pré-moldado de concreto;
NBR15146-1 – Controle tecnológico de concreto — Qualificação de pessoal – Parte 1: Requisitos gerais;
NBR15146 – Controle tecnológico de concreto – Qualificação de pessoal – Requisitos;
NBR14050 – Sistemas de revestimentos de alto desempenho, à base de resinas epoxídicas e agregados minerais – Projeto, execução e avaliação do desempenho – Procedimento;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Esclarecimento: O propósito do nosso Curso é aprimorar os conhecimentos do aluno passo a passo de como elaborar o Relatório Técnico; O que habilita o aluno a assinar como Responsável Técnico, são, antes de mais nada, as atribuições que o mesmo possui perante ao seu Conselho de Classe CREA.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act)
A abordagem do sistema de gestão de SSO aplicada neste documento é baseada no conceito Plan-Do-Check-Act (Planejar-Fazer- Checar-Agir) (PDCA).
O conceito PDCA é um processo iterativo, utilizado pelas organizações para alcançar uma melhoria contínua. Pode ser aplicado a um sistema de gestão e a cada um de seus elementos individuais, como a seguir:
a) Plan (Planejar): determinar e avaliar os riscos de SSO, as oportunidades de SSO, outros riscos e outras oportunidades, estabelecer os objetivos e os processos de SSO necessários para assegurar resultados de acordo com a política de SSO da organização;
b) Do (Fazer): implementar os processos conforme planejado;
c) Check (Checar): monitorar e mensurar atividades e processos em relação à política de SSO e objetivos de SSO e relatar os resultados;
d) Act (Agir): tomar medidas para melhoria contínua do desempenho de SSO, para alcançar os resultados pretendidos.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso
Parte Interessada;

Stakeholder – Pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou se perceber afetada por uma decisão ou atividade.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

Saiba Mais:Curso Ensaio de Esclerometria
A.1 O método esclerométrico não pode ser considerado substituto de outros métodos, mas um método adicional ou um ensaio complementar
A.2 O princípio do método consiste basicamente em determinar a energia de impactos da massa- martelo (ver 3.1) sobre uma superfície de concreto. A energia de impacto é, em parte, utilizada na deformação permanente provocada na área de ensaio e, em parte conservada elasticamente, propiciando, ao fim do impacto, o retorno do martelo. Quanto maior a dureza da superfície ensaiada, menor a parcela de energia que se converte em deformação permanente e, por conseguinte, maior deve ser o recuo ou reflexão do martelo.
A.3 O método esclerométrico fornece informações a respeito da dureza superficial do concreto, a cerca de 20 mm de profundidade, no caso de se operar com esclerômetros de energia de percussão em torno de 2,25 Nm.
A.4 Este método fornece apenas uma boa medida da dureza relativa da superfície do concreto. As correlações com as demais propriedades do concreto são determinadas empiricamente ou verificadas através de outros ensaios específicos
A.5 Os métodos esclerométricos devem ser empregados principalmente nas circunstâncias de A.5.1 a 4.5.3.
A.5.1 Averiguação da uniformidade da dureza superficial do concreto.
A.5.2 Comparação de concretos com um referencial:
a) casos onde se deseja comparar a qualidade de peças de concreto;
b) como um recurso a mais no controle de qualidade de peças pré-moldadas, onde um padrão preestabelecido deve ser mantido.
A.5.3 Estimativa da resistência à compressão do concreto. Para a avaliação direta da resistência à compressão do concreto, deve-se dispor de uma correlação confiável, efetuada com materiais locais, e atentar para a influência dos fatores citados no Anexo C.
Fonte: NBR 7584.

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Curso Ensaio de Esclerometria: Consulte-nos.

O que você pode ler a seguir

Plataforma de petróleo em operação no mar durante o pôr do sol, evidenciando ambiente de alto risco que exige gestão rigorosa de segurança e capacitação contínua.
CURSO NR-37 NÍVEL EVENTUAL
O operador executa brasagem com maçarico portátil, utilizando luvas térmicas, máscara de solda e vestimenta resistente ao calor. A postura indica foco em precisão e controle térmico, fundamentais para evitar defeitos na junta. Entretanto, o ambiente exige organização, proteção contra respingos e isolamento de materiais inflamáveis. Cuidados e normas aplicáveis: uso obrigatório de EPI conforme NR-06, controle de riscos térmicos pela NR-09, prevenção de incêndio conforme NR-23 e gestão de riscos conforme NR-01.
CURSO DE BRASAGEM
Profissional realiza inspeção funcional de talha elétrica por meio de comando pendente, verificando resposta dos controles, funcionamento dos botões de emergência e comportamento do sistema de elevação conforme critérios de segurança.
CURSO INSPEÇÃO EM TALHAS

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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