Nome Técnico: Curso Aprimoramento Como Elaborar Relatório Técnico de Dissipatividade Eletrostática de Piso
Referência: 201685
Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar
Qual o objetivo do Curso de Como Elaborar Relatório Técnico de Dissipatividade Eletrostática de Piso?
O objetivo do Curso de Como Elaborar Relatório Técnico de Dissipatividade Eletrostática de Piso é aprimorar o conhecimento técnico dos profissionais de forma a entender os requisitos técnicos de avaliação da dissipatividade eletrostática de pisos, bem como a elaborar relatórios técnicos detalhados sobre as condições encontradas, de forma a garantir a conformidade com as normas e regulamentos pertinentes.
Quais são os Principais Testes e Medições Realizados durante a Inspeção Técnica de Dissipatividade Eletrostática de Piso?
Durante a inspeção técnica de dissipatividade eletrostática de piso, alguns dos principais testes e medições realizados incluem:
Medição da Resistência Elétrica: Este teste envolve a medição da resistência elétrica do piso para determinar sua capacidade de dissipar a carga estática de forma eficaz.
Avaliação da Condutividade Superficial: Este teste visa avaliar a condutividade superficial do piso, que é crucial para garantir a dissipação adequada da eletricidade estática.
Verificação da Descarga Eletrostática (ESD): Testes para verificar a presença de descargas eletrostáticas no ambiente, a fim de avaliar a eficácia do piso em prevenir tais ocorrências.
Inspeção Visual e Análise de Danos: Além dos testes elétricos, uma inspeção visual e análise de danos na superfície do piso também são realizadas para identificar possíveis áreas de preocupação.
Que medidas podem ser adotadas para melhorar a dissipatividade eletrostática de um piso que não atende aos padrões requeridos?
Para melhorar a dissipatividade eletrostática de um piso que não atende aos padrões requeridos, algumas medidas podem ser adotadas, tais como:
Tratamento de Superfície: Aplicação de revestimentos condutivos ou dissipativos para melhorar a dissipação de cargas eletrostáticas.
Instalação de Revestimentos Específicos: Utilização de materiais de piso projetados para atender aos requisitos de dissipatividade eletrostática.
Aterramento Adequado: Garantir que o piso esteja corretamente aterrado para permitir a dissipaçãoo eficaz de cargas estáticas.
Controle de Umidade: Manter níveis adequados de umidade no ambiente, pois a umidade pode afetar a dissipação de cargas eletrostáticas.
Manutenção Regular: Realizar manutenção preventiva para garantir a integridade do piso e dos revestimentos, mantendo assim suas propriedades dissipativas.
Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas
Certificado de conclusão
Curso Dissipatividade Eletrostática Piso
Conteúdo Programático Normativo:
Introdução à dissipatividade eletrostática de piso;
Normas e regulamentos relevantes;
Conceitos básicos de eletricidade estática;
Propriedades dos materiais dissipativos;
Importância da dissipatividade eletrostática em ambientes controlados;
Métodos de medição de resistência elétrica em pisos;
Instrumentação para medição de dissipatividade eletrostática;
Procedimentos de inspeção técnica;
Identificação de problemas com dissipatividade eletrostática;
Análise de riscos relacionados à dissipação eletrostática;
Técnicas de mapeamento de dissipatividade eletrostática;
Avaliação de requisitos de dissipatividade em diferentes ambientes;
Interpretação de resultados de testes de dissipatividade;
Elaboração de relatórios técnicos;
Requisitos para emissão de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART);
Boas práticas de documentação e registro;
Casos de estudo e exemplos práticos;
Aplicações específicas em diferentes setores industriais;
Aplicação de revestimentos condutivos e dissipativos;
Aterramento e sua influência na dissipação eletrostática;
Controle de umidade e sua relação com a dissipatividade;
Manutenção preventiva para preservar a dissipatividade;
Segurança e saúde ocupacional relacionadas à dissipação eletrostática;
Gestão de riscos e planos de contingência;
Aspectos legais e responsabilidades profissionais;
Atualizações e tendências em tecnologias de dissipatividade;
Interação com outros sistemas de controle de eletricidade estática;
Auditoria e verificação de conformidade;
Comunicação eficaz com partes interessadas;
Considerações finais e perspectivas futuras.
Complementos da Atividade – Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PE (Plano de Emergência);
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate – NBR 16710;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios – NBR 14276;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança: Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade a fim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Entendimentos sobre Ergonomia, Análise de Posto de Trabalho e Riscos Ergonômicos.
Noções básicas de:
HAZCOM – Hazard Communication Standard (Padrão de Comunicação de Perigo);
HAZMAT – Hazardous Materials (Materiais Perigosos);
HAZWOPER – Hazardous Waste Operations and Emergency Response (Operações de Resíduos Operações Perigosas e Resposta a Emergências);
Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) – ISO 45001;
FMEA – Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha);
SFMEA – Service Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de serviços);
PFMEA – Process of Failure Mode and Effects Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Processos);
DFMEA – Design Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Design);
Análise de modos, efeitos e criticidade de falha (FMECA);
Ferramenta Bow Tie (Análise do Processo de Gerenciamento de Riscos);
Ferramenta de Análise de Acidentes – Método TRIPOD;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communication Standard) – OSHA;
Escala Hawkins (Escala da Consciência);
Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.



