Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR TECNICAS DE BRASAGEM EM TUBULAÇÃO DE COBRE
Referência: 239297
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CURSO DE BRASAGEM
O curso de brasagem tem como objetivo desenvolver competência técnica real em brasagem, portanto capacita o colaborador para executar juntas confiáveis, produtivas e padronizadas. Além disso, estrutura conhecimento sobre materiais, ligas, equipamentos e controle térmico. Dessa forma, o participante passa a compreender o processo completo, desde a preparação até a inspeção final. Consequentemente, reduz retrabalho, falhas operacionais e desperdício de insumos. Ao mesmo tempo, fortalece a cultura de qualidade aplicada à rotina industrial.
Além disso, o curso busca integrar desempenho técnico com segurança prática, garantindo operação estável e previsível. Portanto, ensina uso correto de equipamentos, controle de riscos térmicos e manuseio seguro de gases. Em seguida, promove padronização interna, rastreabilidade e critérios objetivos de aceitação. Dessa maneira, a empresa ganha produtividade, confiabilidade e respaldo técnico. Por fim, transforma o operador em profissional capacitado, alinhado às metas industriais e aos requisitos de qualidade.
Como o controle térmico influencia diretamente a resistência da junta brasada no curso de brasagem?
No curso de brasagem, o controle térmico define a qualidade da junta, portanto o operador ajusta chama, tempo e distribuição de calor. Além disso, temperaturas inadequadas comprometem a capilaridade. Consequentemente, surgem porosidades, trincas e falhas estruturais. Dessa forma, o processo perde confiabilidade operacional. Em seguida, o profissional monitora coloração, fluidez da liga e comportamento do fluxo. Assim, garante fusão homogênea e penetração adequada. Ao mesmo tempo, evita oxidação excessiva. Portanto, controla dilatação e retração dos materiais.
Além disso, no curso de brasagem, o domínio térmico reduz tensões residuais. Logo, aumenta a durabilidade da união. Por consequência, a empresa reduz falhas em campo. Da mesma forma, assegura repetibilidade produtiva. Portanto, o treinamento enfatiza prática supervisionada. Em síntese, o operador interpreta sinais térmicos reais. Assim, transforma conhecimento técnico em performance industrial estável.

O profissional realiza soldagem em estrutura metálica com arco elétrico, utilizando máscara de proteção facial e uniforme adequado. A presença de fumos metálicos e radiação evidencia risco químico, físico e ocular. Além disso, a atividade ocorre em altura relativa e em área produtiva. Cuidados e normas aplicáveis: proteção respiratória e ocular pela NR-06, segurança em máquinas pela NR-12, controle de agentes físicos pela NR-09, limites de exposição conforme NR-15 e segurança em instalações elétricas pela NR-10.
Como selecionar corretamente ligas e fluxos para diferentes materiais?
A seleção correta impacta diretamente resistência, vedação e durabilidade. Portanto, exige análise técnica prévia.
| Material Base | Liga Recomendada | Tipo de Fluxo | Temperatura Média | Aplicação |
|---|---|---|---|---|
| Cobre | Prata-Fósforo | Sem fluxo | 650°C–750°C | Refrigeração |
| Aço Carbono | Prata-Cobre | Borato | 700°C–800°C | Estruturas |
| Inox | Prata-Níquel | Fluoretado | 750°C–850°C | Processos químicos |
| Latão | Prata-Zinco | Universal | 680°C–760°C | Conexões |
Quais fatores determinam a capilaridade eficiente durante a brasagem no curso de brasagem?
No curso de brasagem, a capilaridade depende da folga correta entre peças. Portanto, o operador prepara juntas com precisão dimensional. Além disso, superfícies limpas favorecem molhabilidade. Consequentemente, a liga flui de forma contínua. Em seguida, o aquecimento uniforme ativa o efeito capilar. Assim, evita bolsões vazios. Ao mesmo tempo, o fluxo remove óxidos. Logo, facilita a adesão metálica. Portanto, o processo ganha estabilidade e previsibilidade.
Além disso, no curso de brasagem, a geometria da junta influencia diretamente a penetração. Portanto, o treinamento ensina tolerâncias ideais. Da mesma forma, orienta posicionamento correto das peças. Consequentemente, o profissional reduz defeitos internos. Em síntese, a capilaridade eficiente garante resistência mecânica, vedação segura e desempenho operacional contínuo.
Quais são os principais defeitos em juntas brasadas e suas causas?
A identificação de defeitos permite correção imediata do processo.
| Defeito | Causa Principal | Consequência | Ação Corretiva |
|---|---|---|---|
| Porosidade | Superfície contaminada | Vazamento | Limpeza rigorosa |
| Falta de Penetração | Baixa temperatura | Baixa resistência | Ajustar chama |
| Trinca | Resfriamento rápido | Ruptura precoce | Controle térmico |
| Oxidação | Fluxo inadequado | Fraca adesão | Trocar fluxo |
Como a preparação superficial impacta o desempenho mecânico da junta no curso de brasagem?
No curso de brasagem, a preparação superficial remove contaminantes críticos. Portanto, o operador elimina óleos, óxidos e partículas sólidas. Além disso, melhora a aderência metalúrgica. Consequentemente, a liga se espalha de forma uniforme. Em seguida, reduz falhas internas. Assim, aumenta a resistência estrutural. Ao mesmo tempo, evita inclusões sólidas. Logo, protege contra corrosão localizada e degradação precoce.
Além disso, no curso de brasagem, a limpeza padronizada assegura repetibilidade. Portanto, o profissional segue procedimentos definidos. Da mesma forma, valida rugosidade adequada. Consequentemente, o processo ganha previsibilidade. Em síntese, a preparação correta transforma execução artesanal em processo industrial controlado, confiável e orientado à qualidade.
O trabalhador executa soldagem em bancada com máquina inversora, gerando fagulhas intensas e calor concentrado. A ausência visível de máscara automática adequada amplia risco ocular. A proximidade de ferramentas e panos aumenta potencial de incêndio. Cuidados e normas aplicáveis: uso correto de EPI conforme NR-06, prevenção de acidentes pela NR-01, segurança em equipamentos pela NR-12, proteção contra incêndio conforme NR-23 e avaliação ambiental pela NR-09
Como estruturar inspeção visual e documentação técnica da brasagem?
A inspeção sistemática sustenta rastreabilidade e conformidade.
| Etapa | Item Avaliado | Critério | Registro | Responsável |
|---|---|---|---|---|
| Pré-operação | Limpeza | Isento resíduos | Checklist | Operador |
| Execução | Penetração | Completa | Ficha técnica | Inspetor |
| Pós-processo | Acabamento | Sem trincas | Relatório | Supervisor |
| Arquivamento | Documentos | Completo | Sistema interno | Qualidade |
Como a padronização do processo reduz falhas e aumenta produtividade no curso de brasagem?
No curso de brasagem, a padronização define parâmetros claros de execução. Portanto, elimina variações individuais. Além disso, garante repetibilidade operacional. Consequentemente, reduz retrabalho e desperdícios. Em seguida, facilita o treinamento contínuo. Assim, acelera a curva de aprendizagem. Ao mesmo tempo, fortalece o controle estatístico. Logo, melhora a previsibilidade produtiva e a estabilidade dos resultados.
Além disso, no curso de brasagem, processos padronizados permitem auditoria interna. Portanto, reforçam a governança técnica. Da mesma forma, sustentam a melhoria contínua. Consequentemente, elevam a competitividade industrial. Em síntese, a padronização transforma habilidade individual em desempenho organizacional escalável, mensurável e orientado à eficiência.
Certificado de conclusão
CURSO DE BRASAGEM
CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR TECNICAS DE BRASAGEM EM TUBULAÇÃO DE COBRE
Carga Horária Total: 40 Horas
MÓDULO 1 – Fundamentos Técnicos e Conceitos da Brasagem (4 Horas)
Conceito de brasagem, soldagem e solda forte
Aplicações industriais da brasagem
Terminologia técnica essencial
Materiais base e ligas de adição
Princípios de capilaridade
Função dos fluxos
Fundamentos metalúrgicos básicos
MÓDULO 2 – Equipamentos, Ferramentas e Preparação de Juntas (6 Horas)
Tipos de maçaricos e regulagem de chama
Reguladores, mangueiras, válvulas e bicos
Sistemas de aquecimento
Seleção de ligas e fluxos
Preparação e limpeza de superfícies
Montagem e fixação de juntas
Inspeção pré-operacional
MÓDULO 3 – Técnicas Operacionais de Brasagem (8 Horas)
Controle térmico aplicado
Distribuição uniforme de calor
Execução em cobre, aço e inox
Geometria das juntas
Aplicação correta do fluxo
Deposição da liga
Técnicas de resfriamento
Exercícios práticos supervisionados
MÓDULO 4 – Controle de Qualidade e Avaliação de Juntas (6 Horas)
Critérios técnicos de aceitação
Análise de defeitos
Porosidade, trincas e falta de penetração
Inspeção visual sistematizada
Verificação dimensional
Testes básicos de estanqueidade
Registro e rastreabilidade
MÓDULO 5 – Segurança Operacional Aplicada à Brasagem (6 Horas)
Riscos térmicos e físicos
Controle de fontes de ignição
Manuseio seguro de gases
Organização do posto de trabalho
Prevenção de incêndios
Procedimentos de emergência
Condutas seguras na operação
MÓDULO 6 – Simulações Industriais e Estudos de Caso (5 Horas)
Análise de falhas reais
Avaliação de boas práticas
Simulações produtivas
Correção de não conformidades
Tomada de decisão técnica
Discussão coletiva
Avaliação crítica dos processos
MÓDULO 7 – Avaliação Técnica e Certificação (5 Horas)
Avaliação teórica aplicada
Avaliação prática individual
Execução completa de junta
Análise de conformidade
Relatório técnico individual
Feedback técnico orientado
Critérios de aprovação
CURSO DE BRASAGEM




