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Curso Como Executar Manutenção em Equipamentos Hospitalares
segunda-feira, 20 outubro 2025 / Publicado em 00 - Template Cursos, Cursos e Treinamentos, Engenharia Elétrica, Engenharia Elétrica - Cursos e Treinamentos, Engenharia Mecânica, Engenharia Mecânica - Cursos e Treinamentos, Medicina do Trabalho - Cursos e Treinamentos, NR07, Segurança do Trabalho, Segurança do Trabalho - Cursos e Treinamentos, Serviços Técnicos

Curso Como Executar Manutenção em Equipamentos Hospitalares

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR MANUTENÇÃO PREVENTIVA, CORRETIVA, PREDITIVA E DETECTIVA EM EQUIPAMENTOS HOSPITALARES – NÍVEL 01

 Referência: 80022

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

Curso Manutenção Equipamentos Hospitalares

O Curso Manutenção Equipamentos Hospitalares tem como objetivo desenvolver no profissional a capacidade de compreender, planejar e executar procedimentos de manutenção em equipamentos médico-hospitalares, integrando as práticas de engenharia clínica às exigências normativas e de biossegurança. Desse modo, o participante aprende a identificar falhas, interpretar sinais de degradação e aplicar metodologias de diagnóstico técnico com base em normas como ABNT NBR IEC 60601, NR 32, RDC 665/2022 e ISO 14971, garantindo segurança operacional e rastreabilidade dos processos.

Além do domínio técnico, o curso visa consolidar uma visão estratégica e responsável sobre o papel da manutenção na preservação da vida e na eficiência hospitalar. O aprimorando compreende que cada calibragem, inspeção e análise preventiva representa não apenas conformidade legal, mas também um ato de proteção à integridade do paciente e da equipe médica, fortalecendo a cultura de segurança e qualidade nas unidades de saúde.

Técnico ajustando sistema médico sob protocolos da NBR IEC 60601.

Técnico ajustando sistema médico sob protocolos da NBR IEC 60601.

Qual é a importância da manutenção preventiva no ambiente hospitalar?

A manutenção preventiva é o pilar da confiabilidade operacional em unidades de saúde. Ela garante que equipamentos críticos, como por exemplo, os ventiladores pulmonares, funcionem dentro de padrões de segurança e precisão. Essa prática reduz paradas inesperadas, prolonga a vida útil dos dispositivos e assegura a continuidade dos atendimentos.

Além disso, a manutenção preventiva está diretamente ligada à segurança do paciente e à credibilidade da instituição. Ao antecipar falhas e substituir componentes antes que apresentem defeitos, o hospital evita incidentes clínicos e não conformidades junto à ANVISA e às auditorias de qualidade.

Curso Manutenção em Equipamentos Hospitalares: Diferenças fundamentais entre manutenção preventiva, corretiva, preditiva e detectiva?

Antes de apresentar a comparação direta, é importante compreender que cada tipo de manutenção possui objetivos e tempos de aplicação distintos. A integração equilibrada entre eles é o que forma o plano diretor de manutenção hospitalar (PDMH).

Tipo de Manutenção Objetivo Principal Momento de Aplicação Benefício Primário
Preventiva Evitar falhas futuras Em intervalos programados Aumenta a confiabilidade
Corretiva Corrigir falhas já ocorridas Após a parada do equipamento Retoma a operação
Preditiva Detectar falhas potenciais Com base em dados e medições Reduz custos e imprevistos
Detectiva Revelar falhas ocultas Em sistemas redundantes Evita falhas de segurança

Portanto, a correta aplicação de cada modalidade garante equilíbrio entre custo, tempo e segurança técnica.

Como o plano de manutenção detectiva fortalece a segurança operacional hospitalar?

A manutenção detectiva foca na identificação de falhas ocultas que não afetam o desempenho imediato, mas comprometem a segurança do sistema. Antes de observar os principais pontos, é essencial entender que essa abordagem é essencial em equipamentos que possuem funções redundantes, como alarmes por exemplo, circuitos de proteção e sistemas de emergência.

Principais práticas e benefícios:
Verificação de dispositivos de segurança, sensores e alarmes.
Testes de redundância em ventiladores e monitores.
Identificação de falhas não visíveis ao operador.
Aumento da segurança em ambientes críticos (UTI, centro cirúrgico).
Conformidade com normas ABNT NBR IEC 60601-1 e NR 32.

O que caracteriza a manutenção corretiva e por que ela deve ser controlada?

A manutenção corretiva ocorre quando o equipamento já apresenta falhas ou perda de desempenho. Embora necessária em situações emergenciais, seu uso excessivo indica ausência de planejamento ou falhas na execução da preventiva. No contexto hospitalar, onde o tempo de resposta é vital, esse tipo de manutenção deve ser executado sob protocolos rígidos e rastreáveis.

O controle é essencial para evitar improvisos técnicos e riscos clínicos. Cada intervenção corretiva precisa gerar um histórico técnico, ART e relatório de causa raiz. Assim, essa rastreabilidade permite que o ciclo de falhas seja compreendido e prevenido futuramente, alinhando-se às normas ABNT NBR ISO 13485 e RDC 665/2022.

Manutenção hospitalar com precisão e biossegurança em equipamentos críticos.

Manutenção hospitalar com precisão e biossegurança em equipamentos críticos.

Curso Manutenção em Equipamentos Hospitalares: Parâmetros a serem analisados durante o gerenciamento da manutenção hospitalar.

O gerenciamento da manutenção deve equilibrar desempenho técnico e custo operacional. Assim, abaixo segue uma visão comparativa entre indicadores essenciais que orientam a tomada de decisão.

Indicador Descrição Relevância
MTBF Tempo médio entre falhas Mede a confiabilidade dos equipamentos
MTTR Tempo médio para reparo Avalia a eficiência da equipe técnica
Disponibilidade (%) Relação entre tempo ativo e tempo total Mostra a efetividade operacional
Custo de Manutenção Total investido em manutenção e peças Indica a sustentabilidade financeira

Desse modo, esses parâmetros são base para auditorias internas e conformidade com ISO 9001 e ISO 45001.

Quais fatores ambientais afetam diretamente a durabilidade dos equipamentos hospitalares?

Antes de listar os fatores críticos, é importante considerar que o ambiente hospitalar é um local sensível, onde a interação entre eletrônica, temperatura e biossegurança é constante. Sendo assim, a durabilidade dos equipamentos depende de um controle ambiental rigoroso.

Fatores que impactam a vida útil dos equipamentos:
Umidade excessiva e variações térmicas.
Poeira e partículas em suspensão.
Tensão elétrica instável ou sem aterramento médico.
Uso de produtos de limpeza inadequados.
Falta de calibração periódica e manutenção preventiva.

Assim, esses elementos, quando não controlados, aceleram o desgaste e comprometem a segurança operacional.

Como a manutenção preditiva contribui para a confiabilidade dos equipamentos hospitalares?

A manutenção preditiva utiliza medições, sensores e dados estatísticos para identificar sinais de falha antes que o equipamento apresente qualquer defeito perceptível. Essa abordagem se baseia em análise de vibração, temperatura, corrente elétrica e outros parâmetros que revelam o comportamento real do sistema.

Nos hospitais, isso representa a transição da manutenção reativa para a inteligência técnica. Um ventilador pulmonar, por exemplo, pode ser monitorado remotamente quanto à performance dos sensores de fluxo e válvulas de pressão, permitindo ajustes sem interrupção do atendimento.

Verificação técnica e calibração de componentes hospitalares sensíveis.

Verificação técnica e calibração de componentes hospitalares sensíveis.

Qual a importância do curso?

O Curso Manutenção Equipamentos Hospitalares é essencial para consolidar a segurança e a confiabilidade tecnológica dentro de unidades de saúde. Ele capacita o profissional a compreender e aplicar práticas de manutenção que asseguram a precisão, a continuidade e o desempenho de equipamentos vitais como ventiladores, monitores cardíacos e sistemas de anestesia. Portanto, essa formação técnica eleva o padrão operacional hospitalar e reduz drasticamente riscos de falhas que poderiam comprometer diagnósticos, procedimentos e até vidas.

Além da dimensão técnica, o curso reforça o compromisso ético e normativo do engenheiro ou técnico responsável pela manutenção hospitalar. Ao alinhar procedimentos às normas NR 32, ABNT NBR IEC 60601, ISO 13485 e RDC 665/2022, o profissional atua com respaldo legal, qualidade rastreável e consciência de que cada ajuste, calibração ou inspeção não representa apenas manutenção de máquinas, mas sim da manutenção da vida, da confiança e da eficiência do sistema de saúde como um todo.

Tipos de Manutenção:
Nível 01: Manutenção Preventiva; Manutenção Corretiva; Manutenção Controlada/Preditiva.
Nível 02: Manutenção Programada; Manutenção Não-Programada; Manutenção em Campo: Manutenção fora de Campo.
Nível 03: Manutenção Corretiva planejada; Manutenção Corretiva não planejada; Manutenção Preventiva Sistemática; Manutenção Preventiva Periódica; Manutenção Detectiva “Pró-Ativa”; Manutenção Autônoma, Manutenção Produtiva Total (TPM) e Gestão de Engenharia de Manutenção.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 120 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisito: Alfabetização e Conhecimentos Técnicos de Manutenção

Curso Como Executar Manutenção em Equipamentos Hospitalares

CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR MANUTENÇÃO PREVENTIVA, CORRETIVA, PREDITIVA E DETECTIVA EM EQUIPAMENTOS HOSPITALARES – NÍVEL 01
Carga Horária: 40 Horas

MÓDULO 1 – Fundamentos da Engenharia de Manutenção Hospitalar (8 Horas)
Conceitos de manutenção preventiva, corretiva, preditiva e detectiva.
Estrutura e papel da engenharia clínica dentro do hospital.
Ciclo de vida dos equipamentos médico-hospitalares.
Rastreabilidade técnica e prontuário de manutenção.

 MÓDULO 2 – Gerenciamento da Manutenção Hospitalar (8 Horas)
Planejamento e elaboração do plano diretor de manutenção hospitalar.
Definição de prioridades por criticidade e risco clínico.
Indicadores de desempenho (MTBF, MTTR, disponibilidade).
Gestão de equipes, contratos e serviços terceirizados.
Controle de custos, relatórios e rastreabilidade eletrônica.

 MÓDULO 3 – Segurança, Calibração e Confiabilidade Operacional (8 Horas)
Segurança elétrica hospitalar, aterramento médico e zonas críticas.
Testes de isolação, fuga de corrente e continuidade de terra.
Calibração e verificação metrológica rastreável (RBC / INMETRO).
Controle de biossegurança e limpeza técnica de equipamentos.

 MÓDULO 4 – Análise Técnica de Equipamentos Hospitalares (12 Horas)
Características construtivas e princípios de funcionamento.
Identificação de falhas típicas e interpretação de sinais de anomalia.
Análise técnica normativa de até cinco equipamentos definidos na contratação (ex.: berço aquecido, ventilador pulmonar, desfibrilador, sistema de anestesia, monitor cardíaco).
Aplicação das normas específicas da série ABNT NBR IEC 60601.
Integração entre manutenção e gestão de riscos clínicos (ISO 14971).

 MÓDULO 5 – Legislação, Ética e Responsabilidade Técnica (4 Horas)
Responsabilidade técnica e emissão de ART.
Obrigações legais perante o CREA e a ANVISA.
Documentação, rastreabilidade e auditoria interna.
Ética profissional e segurança do paciente.

Finalização e Certificação:
Exercícios Práticos (quando contratado);
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);
Certificado de Participação.

NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Curso Como Executar Manutenção em Equipamentos Hospitalares

Curso Como Executar Manutenção em Equipamentos Hospitalares

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 20 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Curso Como Executar Manutenção em Equipamentos Hospitalares

Curso Como Executar Manutenção em Equipamentos Hospitalares

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 07 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional;
NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NBR ISO 20417 – Dispositivos médicos – Informações a serem fornecidas pelo fabricante;
ABNT NBR ISO 80601-2-79 – Equipamento eletromédico – Parte 2-79: Requisitos particulares para a segurança básica e desempenho essencial de equipamento de suporte ventilatório para deficiência ventilatória
ABNT NBR 10335: Conectores Para Tubo Traqueal — Especificação;
ABNT NBR 12809: Resíduos de serviços de saúde — Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde Intraestabelecimento;
ABNT NBR 13546: Roupas hospitalares;
ABNT NBR IEC 60601-2-10: Equipamento Eletromédico;

Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Curso Como Executar Manutenção em Equipamentos Hospitalares

Curso Como Executar Manutenção em Equipamentos Hospitalares

CURIOSIDADES TÉCNICAS – CURSO COMO EXECUTAR MANUTENÇÃO EM EQUIPAMENTOS HOSPITALARES:

Um hospital é um ecossistema eletromecânico vivo.
Cada equipamento hospitalar opera dentro de um ecossistema integrado. Um simples desvio de tensão em um quadro elétrico pode alterar o desempenho de monitores, ventiladores e incubadoras ao mesmo tempo, por isso, a NR-12 e a NBR IEC 60601 exigem inspeções periódicas de isolação, fuga de corrente e aterramento médico independente.

A manutenção preventiva custa 10 vezes menos que a corretiva.
Segundo estudos de engenharia clínica, cada R$ 1 investido em manutenção preventiva evita até R$ 10 em reparos corretivos ou substituições emergenciais. Em equipamentos críticos, como desfibriladores e bombas de infusão, essa diferença pode significar vidas salvas e leitos mantidos em operação contínua.

Manutenção é sinônimo de segurança do paciente.
Cada item mantido dentro das tolerâncias técnicas representa um elo de confiança entre a equipe clínica e o engenheiro. Um hospital com manutenção bem estruturada reduz em até 40 % os eventos adversos relacionados a falhas tecnológicas.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção específicos das atividades que serão exercidas.

OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:
Gerenciamento de Manutenção em equipamentos hospitalares:
Com ênfase em até 05 Equipamentos a escolher na contratação do curso como segue:

Berço Aquecido; Desfibriladores; Cardioversores; Diálise Renal; Sistema de Anestesia;
Eletrocardiógrafo; Monitor Cardíaco; Equipamentos de Auxílio ao Diagnóstico por Ultrassom;
Incubadora; Instalação de Gases; Dispositivo de Infusão; Lavanderia Hospitalar;
Oxímetro de Pulso; Ventiladores Pulmonares;
Tomografia Computadorizada; Unidades Eletrocirurgicas; Unidades Radiográficas para Mamografia;
Introdução; Implantação;
Elaboração da proposta inicial de trabalho; Gerenciamento de manutenção;
Manutenção corretiva; Manutenção preventiva;
Considerações finais;
Gerenciamentode serviços externos:
Tipos de contratos de serviços;
Contrato de serviço por período determinado;
Contrato de serviço sob demanda;
Avaliação dos custos de manutenção;
Monitoração de serviços externos;
Aquisição de equipamentos médicos:
Definição das necessidades clínicas;
Avaliação das condições ambientais;
Levantamentos dos equipamentos disponíveis no mercado;
Especificação de equipamentos médicos;
Solicitação de propostas;
Avaliação das propostas e orçamentos;
Seleção do fornecedor;
Recebimento do equipamento;
Instalação do equipamento;
Fundamentos de segurança para unidades de saúde:
Conceitos de segurança elétrica;
Proposta de metodologia;
Metodologia de investigação;
De acidentes em ambiente médico-hospitalar;
Normas da série NBR IEC 601 publicadas;
Berço aquecido:
O recém-nascido e a perda de calor;
Berço aquecido;
Riscos associados ao uso do berço aquecido;
Considerações sobre manutenção;
Desfibriladores e cardioversores:
Histórico;
Desfibriladores e cardioversores;
Aspectos de manutenção;
Diálise renal:
Princípios da diálise;
Dialisadores;
Equipamentos para hemodiálise;
Equipamentos para diálise peritoneal;
Tratamento da água;
Aspectos de manutenção;
Dispositivos de infusão:
Breve histórico;
Dos dispositivos de infusão;
Aplicações dos dispositivos de infusão;
Sistemas de infusão;
Classificação das bombas de infusão;
Controle em malha fechada;
Acidentes com bombas de infusão;
Considerações de compra/manutenção;
Rotinas de teste e calibração;
Eletrocardiógrafo e monitor cardíaco:
Funcionamento do coração;
O eletrocardiograma (ecg);
Derivações;
Aplicações clínicas;
Eletrocardiógrafo e monitor cardíaco;
Interferências no sinal de ecg;
Aspectos de segurança;
Aspectos de manutenção;
Equipamentos de auxílio ao diagnóstico por ultrassom:
Teoria básica;
Princípios de funcionamento dos equipamentos de ultra-som;
Principais falhas, aspectos de manutenção, operação e;
Calibração dos equipamentos de ultra-som;
Incubadoras:
O recém-nascido e a perda de calor;
Características das incubadoras;
Aspectos de segurança;
Problemas relacionados ao uso indevido de incubadoras;
Aspectos de manutenção;
Árvore de defeitos (troubleshooting);
Instalações de gases:
Tipos de gases;
Fornecimento e distribuição;
Vácuo;
Tubulação e conectores;
Vapor;
Aspectos de manutenção;
Lavanderia hospitalar:
Funcionamento de lavanderias hospitalares;
Equipamentos de lavanderias hospitalares;
Instalações nas lavanderias;
Legislação;
Aspectos de manutenção;
Oxímetro de pulso:
Introdução;
Princípio de funcionamento;
Necessidades de instalação e treinamento de pessoal;
Principais problemas encontrados;
Rotinas e instrumentos de testes e calibração;
Sistema de anestesia:
Fundamentos da anestesia inalatória;
Sistema de anestesia;
Segurança e manutenção de sistemas de anestesia;
Tomografia computadorizada:
Princípio de funcionamento;
Necessidades especiais de instalação;
Cuidados especiais na operação;
Aspectos de manutenção;
Unidades eletrocirúrgicas:
Princípio de funcionamento;
Efeitos da corrente no corpo humano;
Tipos de operação;
Diagrama de blocos;
Cuidados especiais na operação;
Aspectos de manutenção;
Unidades radiográficas:
Princípio de funcionamento;
Necessidades especiais de instalação;
Cuidados especiais na operação;
Aspectos de manutenção;
Unidades radiográficas para mamografia:
Princípio de funcionamento;
Necessidades especiais de instalação;
Cuidados especiais na operação;
Aspectos de manutenção;
Ventiladores pulmonares:
Anatomia e fisiologia do sistema respiratório;
Ventiladores;
Características relevantes de um ventilador mecânico;
Patologias associadas à ventilação mecânica;
Testes mínimos de segurança;
Manutenção.

Tipos de Equipamentos  abrangidos (Quando Contratados):
Equipamentos de Limpeza Hospitalar:
Autoclaves de Grande e Pequeno porte;
Endoscópios;

Estufa de Esterilização;
Autoclaves analógicas;
Autoclaves Horizontais e Verticais;
Seladores;
Equipamentos Cardiovasculares:
Monitores de Batimentos Cardíacos;
Oxímetro de Pulso.
Equipamentos Pulmonares:
Ventiladores Elétricos;
Espirômetro;
Ressucitadores;
Ventilador Pulmonar;
Ventilador Mecânico Pulmonar;
Máscara de Oxigênio;
Equipamentos de Anestesia Inalatória;
Equipamentos Radiológicos:
Chassis Radiológicos;
Divisores Radiográficos.
Demais Equipamentos:
Kits Diagnósticos;
Carros de Emergência;
Oxímetros;
Otoscópios;
Guinchos Hospitalares;
Tricotomizador;
Carro de Anestesia;
Balanças;
Equipamentos calibradores.
(Cabe ao Contratante escolher ênfase em um dos equipamentos hospitalares relacionados acima).

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Curso Como Executar Manutenção em Equipamentos Hospitalares

Saiba Mais: Curso Como Executar Manutenção em Equipamentos Hospitalares

Os equipamentos hospitalares devem estar sempre em perfeitas condições de uso, afinal, com o avanço tecnológico o paciente fica basicamente a mercê do funcionamento perfeitos dos equipamentos.
O uso duradouro de qualquer que seja o equipamento implica em sua degradação contínua no decorrer do tempo, assim, se faz de suam necessidade que a manutenção de todos equipamentos sejam feita de forma precisa respeitando suas periodicidades.
Segundo a Norma Regulamentadora NR 07:
7.4.6.1 O relatório anual deverá discriminar, por setores da empresa, o número e a natureza dos exames médicos, incluindo avaliações clínicas e exames complementares, estatísticas de resultados considerados anormais, assim como o planejamento para o próximo ano, tomando como base o modelo proposto no Quadro III desta NR.
As últimas décadas foram marcadas por avanços na área da saúde, que ganhou uma série de novos aparelhos e possibilidades.
É verdade que grande parte deles surgiu do aprimoramento de tecnologias já inventadas, como os dispositivos digitais utilizados em exames de diagnóstico por imagem.
Um exemplo bem conhecido é o mamógrafo digital, que confere maior acurácia às mamografias, detectando pequenos nódulos e microcalcificações – sinais precoces de câncer de mama.
Graças a essas e outras vantagens, serviços de saúde adquirem cada vez mais equipamentos médicos.
Hoje em dia, não dá para imaginar uma unidade de saúde sem incubadoras, ventiladores pulmonares, equipamentos para a realização de raio-X, entre outros aparelhos.
No entanto, mesmo os dispositivos modernos perdem em qualidade quando não recebem a manutenção necessária.
Mais do que isso, alguns deles podem agravar problemas de saúde, implicando em graves riscos à integridade e até à vida do paciente.
Manutenção preventiva dos equipamentos hospitalares
A manutenção preventiva pode ser definida como aquela realizada periodicamente, a fim de garantir o melhor desempenho do aparelho.
O ideal é que a unidade de saúde conte com um Programa de Manutenção Preventiva, com ações contínuas nesse sentido.
Manutenção corretiva dos equipamentos hospitalares
Como o nome sugere, a manutenção corretiva serve para reparar danos nos aparelhos, a fim de corrigir seu funcionamento.
Assim como tecnologias de outros setores, é comum que os equipamentos hospitalares apresentem algumas falhas esporadicamente, exigindo a manutenção corretiva.
F: NR 07.

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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