Nome Técnico: Curso/Treinamento Capacitação Inicial ou Periódico para Artigos Perigosos ANAC – Apêndice C – Instrução Suplementar – IS 175-002 – Revisão G
Referência: 192987
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Treinamento Artigos Perigosos Apêndice C:
O Treinamento Capacitação Artigos Perigosos ANAC – Apêndice C – Instrução Suplementar – IS 175-002 – Revisão G,
A aplicação bem-sucedida das regulamentações relativas ao transporte aéreo de artigos perigosos e a realização dos seus objetivos dependem, em grande parte, de que todas as pessoas envolvidas compreendam devidamente os riscos relacionados a esse transporte e da compreensão detalhada dos regulamentos. Isso só pode ser alcançado se forem mantidos treinamentos iniciais e periódicos de artigos perigosos para todos os envolvidos.
Como deve ser a Emissão de Certificados?
7.7.1. Cada aluno aprovado no treinamento de artigos perigosos deve receber um certificado.
7.7.2. É vedada a emissão de qualquer tipo de certificado a alunos que não tenham sido aprovados.
7.7.3. Todo certificado de treinamento de artigos perigosos emitido por instrutor credenciado pela ANAC deverá conter, no mínimo, as seguintes informações:
a) nome do participante;
b) data inicial e final do treinamento;
c) categoria, carga horária do treinamento (em horas) e indicação de treinamento inicial ou periódico;
d) indicação do tipo de treinamento (presencial, não presencial síncrono, não presencial assíncrono ou misto);
e) nota do participante;
f) data de validade do certificado emitido;
g) nome e assinatura do instrutor.
Quais são os Níveis dos Treinamentos Artigos Perigosos?
A) Apêndice A – Currículo Sugerido Treinamento De Artigos Perigosos;
B) Apêndice B – Currículo Sugerido para Treinamentos de Operadores Aéreos Não Autorizados a Transportar Artigos Perigosos Como Carga ou Mala Postal;
C) Apêndice C – Currículo Sugerido para Treinamentos do Operador Postal Designado;
Quais são os Tipos de Treinamentos de artigos perigosos?
7.1.1. Os treinamentos de artigos perigosos podem ser divididos em quatro tipos distintos:
a) Treinamento presencial – quando os alunos e instrutores encontram-se no mesmo local físico e o conteúdo da grade curricular é repassado pelo instrutor pessoalmente;
b) Treinamento não presencial síncrono – quando os alunos e instrutores não se encontram no mesmo local físico e interagem em tempo real (exemplo: aulas ao vivo transmitidas pela internet);
c) Treinamento não presencial assíncrono – quando os alunos e instrutores não se encontram no mesmo local físico e não interagem em tempo real (exemplos: aulas pré-gravadas ou treinamento por meio de plataforma de ensino à distância); e
d) Treinamento misto – quando há uma combinação entre um ou mais tipos elencados anteriormente.
Como deve ser treinamento de artigos perigosos? O Processo de capacitação no qual um conteúdo teórico sobre transporte aéreo de artigos perigosos é apresentado em consonância com a respectiva categoria, adequada à função e competência esperadas de cada indivíduo, juntamente com o conteúdo procedimental, em conformidade com as políticas e instruções de trabalho adotadas pela organização em nome da qual o indivíduo exerce suas funções.
Os treinamentos de artigos perigosos devem estar orientados ao público-alvo a que se referem, levando-se em consideração sua atribuição e responsabilidade.
A Elaboração do Relatório Técnico, obrigatoriamente, é o primeiro procedimento a ser realizado, porque determinará, juntamente com o Plano de Manutenção e Inspeção, os procedimentos de manutenção preventiva, preditiva, corretiva e detectiva, que deverão ser executados conforme determinam as normas técnicas e legislações pertinentes.
Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas
Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)Certificado de conclusão
Artigos Perigosos Apêndice C
Treinamento Inicial: Treinamento de artigos perigosos ministrado para indivíduos que nunca tenham realizado o treinamento de artigos perigosos, que não tenham o treinamento na categoria correspondente à sua função, ou que possuam certificado vencido há mais de 30 (trinta) dias.
Apêndice C – Currículo Sugerido para Treinamentos do Operador Postal Designado;
Filosofia geral;
Limitações;
Requisitos gerais para expedidores;
Classificação;
Lista de Artigos Perigosos;
Requisitos de embalagem;
Etiquetagem e marcação;
Documentação;
Procedimentos de aceitação de artigos perigosos listados em Erro! Fonte de referência não encontrada;
Reconhecimento de artigo perigoso não declarado;
Procedimentos de armazenagem e carregamento;
Provisões para passageiros e tripulantes;
Procedimentos de emergência;
CATEGORIAS:
A – Funcionários de operadores postais designados envolvidos na aceitação de mala postal contendo artigos perigosos;
B – Funcionários de operadores postais designados envolvidos no processamento de mala postal (exceto artigos perigosos);
C – Funcionários de operadores postais designados envolvidos no manuseio, armazenagem e carregamento de mala postal;
Complementos da Atividade – Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PE (Plano de Emergência);
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate – NBR 16710;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios – NBR 14276;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança: Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade a fim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Entendimentos sobre Ergonomia, Análise de Posto de Trabalho e Riscos Ergonômicos;
Noções básicas de:
HAZCOM – Hazard Communication Standard (Padrão de Comunicação de Perigo);
HAZMAT – Hazardous Materials (Materiais Perigosos);
HAZWOPER – Hazardous Waste Operations and Emergency Response (Operações de Resíduos Operações Perigosas e Resposta a Emergências);
Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) – ISO 45001;
FMEA – Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha);
SFMEA – Service Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de serviços);
PFMEA – Process of Failure Mode and Effects Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Processos);
DFMEA – Design Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Design);
Análise de modos, efeitos e criticidade de falha (FMECA);
Ferramenta Bow Tie (Análise do Processo de Gerenciamento de Riscos);
Ferramenta de Análise de Acidentes – Método TRIPOD;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communication Standard) – OSHA;
Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do CREA SP,
TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) do CFT, e
CRT (Certificado de Responsabilidade Técnica) do CNDP BRASIL
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
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