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Treinamento: Trabalho em Altura em Espanhol
segunda-feira, 10 dezembro 2018 / Publicado em 00 - Template Cursos, Cursos e Treinamentos, Cursos Internacionais, NR35, Segurança do Trabalho, Segurança do Trabalho - Cursos e Treinamentos, Serviços Técnicos, SST Espanhol

Curso Trabalho em Altura em Espanhol

Nome Técnico: Curso NR 35 Seguridad en los Trabajos en Altura

Referência: 5365

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

Curso Trabalho em Altura em Espanhol
Curso NR 35 Seguridad en los Trabajos en Altura
El objetivo del curso de trabajo en altura en línea consiste en proporcionar conocimientos conforme a la Norma Reguladora NR-35 sobre los requisitos mínimos y las medidas de protección para el trabajo en altura, involucrando la planificación, la organización y la ejecución, para garantizar la seguridad de los trabajadores.

¿Qué es Trabajo en Altura?
Según el MTE (Ministerio de Trabajo y Empleo), se considera trabajo en altura cualquier actividad ejecutada por encima de 2 metros del piso y con riesgo de caída;
De esta forma, todos los servicios que involucran el uso de escaleras, plataformas o andamios pueden recibir tal denominación;
Sólo los profesionales preparados pueden ejercer ese tipo de trabajo, que debe ser ejecutado con planificación, organización y cuidados especiales, a fin de garantizar la máxima seguridad para todas las personas involucradas (incluso aquellas que se involucra de forma indirecta);
Una norma reguladora trata sobre el asunto, explicando cómo la actividad debe ser hecha y las mejores medidas para evitar accidentes.

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária:

Certificado de conclusão

Pré-Requisitos: Alfabetização OU Nível Técnico

Curso Trabalho em Altura em Espanhol
Curso NR 35 Seguridad en los Trabajos en Altura

Conciertos y prácticas de trabajo en altura;
Conciertos y prácticas en equipos de seguros;
Operación de equipos de seguros;
Inspección de los equipos y elementos de seguridad;
Tipos de recursos utilizados;
Tipos de trabajo en altura Escaleras móviles Escaleras marinero;
andamios;
Plataformas suspendidas;
Plataformas de elevación;
Basculante;
Pasarelas para tejado;
Riesgos asociados al trabajo en altura;
Beneficios de la prevención de accidentes de trabajo en altura;
Acceso local para trabajar en altura;
Tipos de acantilados de acceso al lugar de trabajo en altura;
Responsabilidades por una responsabilidad Responsables de la liberación;
Procedimientos de liberación;
Permiso para la realización de la actividad;
Medidas de control;
Plan de emergencia;
Rescate en Altura;
NR-35 Medidas de protección contra la altura;
Primeros auxilios.
Complementos:
Prevención de accidentes;
Procedimientos y nociones de primeros auxilios;
Ejercicios prácticos;
Percepción de los riesgos y factores que afectan las percepciones de las personas;
Impacto y factores conductuales en la seguridad;
Factor miedo;
Consecuencias de la Habituación del riesgo;
La importancia del conocimiento de la tarea;
Entendimientos sobre Ergonomía;
Análisis del puesto de trabajo;
Riesgos ergonómicos;
Evaluación teórica y práctica;
Certificado de participación;

 

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
Legislación y Normas de Seguridad:

Normas y reglamentos aplicables a los trabajos en altura;
NR 01 – Disposiciones Generales
NR 06 – EPI – Equipos de Protección Individual
NR 07 – PCMSO Programa de Control Médico de Salud Ocupacional
NR 35 – Trabajo en Altura.
NFPA 1983: Norma sobre Línea de Vida e Componentes de Seguridad de Incendio;
NFPA 1006: Norma para Calificación de Técnicos Profesionales de Rescate;
NFPA 1670: Norma para Capacitación e Operaciones Técnicas de Búsqueda e Rescate en Accidentes;
NBR 15.475: Acceso por Cuerdas – Capacitación e certificación de profesionales.
NBR 15.595: Acceso por Cuerda – Procedimientos para Aplicación del método.

Protocolo 2015 Pautas American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atención a las Urgencias;

Advertencia:
EAD Enseñanza a Distancia, Presencial y Semipresencial
Base Legal – Norma Técnica 54 Ministerio de Trabajo
RESPONSABILIDADES – Como la capacitación en SST es obligación laboral a ser suministrada por el empleador a sus trabajadores en razón de los riesgos provenientes de la actividad explotada, es de entera responsabilidad del empleador garantizar su efectiva implementación, sujetándose a las sanciones administrativas cabales en caso de una capacitación no efectiva o por la capacitación de mala calidad que no atienda a los requisitos de la legislación. Es indispensable observar que, aunque se opte por la realización de capacitación en SST por medio de EaD o semipresencial, es saludable que toda capacitación sea adaptada a la realidad de cada establecimiento. Es que el trabajador está siendo capacitado por el empleador para actuar en determinado espacio, luego, una capacitación genérica no atender a las peculiaridades de cualquier actividad económica. Ver en su totalidad Nota Técnica 54 del Ministerio de Trabajo MT Haga Clic aquí

Curso Trabalho em Altura em Espanhol
Curso NR 35 Seguridad en los Trabajos en Altura

Participantes sin experiencia:
Carga horaria mínima = 40 horas / clase

Participantes con experiencia:
Carga horaria mínima = 08 horas / clase

Actualización (Reciclaje):
Carga horaria mínima = 08 horas / classe

Actualización (Reciclaje): BIENAL
NR-35.3.3 El empleador debe realizar un entrenamiento periódico bienal y siempre que ocurra cualquiera de las siguientes situaciones:
a) cambio en los procedimientos, condiciones o operaciones de trabajo;
b) evento que indique la necesidad de un nuevo entrenamiento;
c) retorno de expulsión al trabajo por un período superior a noventa días;
d) cambio de empresa.
35.3.3.1 El entrenamiento periódico bienal debe tener una carga horaria mínima de ocho horas, según el contenido programático definido por el empleador.

 

Certificado: Se expedirá el Certificado para cada participante que alcance el aprovechamiento mínimo del 70% (teórico y práctico) conforme lo preconiza las Normas Reguladoras.

Criterios de Certificados de Capacitación o Actualización:
Nuestros certificados se numeran y se emiten de acuerdo con las normas reglamentarias y los dispositivos aplicables:
Emisión de la A.R.T. (Anotación de responsabilidad técnica);
Nombre completo del funcionario y documento de identidad;
Contenido del programa;
Carga horaria, ciudad, lugar y fecha de realización del entrenamiento;
Nombre, identificación, firma y cualificación del (s) instructor (es);
Nombre, identificación y firma del responsable técnico por la capacitación;
Nombre y cualificación de nuestro profesional habilitado;
Especificación del tipo de trabajo y relación de los tipos de espacios confinados;
Espacio para la firma del entrenador;
Información en el Certificado que los participantes recibieron DVD conteniendo material didáctico (Apostila, Videos, Normas, etc.) presentado en el entrenamiento.
Evidencias del Entrenamiento: Vídeo editado, fotos, documentaciones digitalizadas, mejora continua, opinión del instructor: Consultar valores.

Advertencia:
NR-12.1.16 Los equipos de guindar que reciben cestas acopladas para elevación de personas deben someterse a ensayos e inspecciones periódicas para garantizar su buen funcionamiento y su integridad estructural.
12.1.16.1 Deben realizarse ensayos que comprueben la integridad estructural, tales como ultrasonido y / o emisión acústica, conforme a la norma ABNT NBR 14768: 2015.
12.3.17 Queda prohibido el movimiento de cargas suspendidas en el gancho del equipo de guindar simultáneamente al movimiento de personas dentro del cesto acoplado.

Causas del Accidente Trabajo:
Falta de cuidado del empleado;
Falta de alerta del empleador;
Incluso efectuando todos los Entrenamientos y Laudos obligatorios de Seguridad y Salud del Trabajo en caso de accidente de trabajo el empleador estará sujeto a Procesos tipo:
1- Encuesta Policial – Policía Civil;
2- Pericia a través del Instituto Criminalista;
3- Procedimiento de liquidación ante la delegación regional del trabajo;
4- Encuesta Civil Pública ante el Ministerio Público del trabajo para verificación si los demás trabajadores no están en peligro;
5- El INSS cuestionará la causa del accidente que podría ser evitado y se niegue a efectuar el pago del beneficio al empleado;
6- Los familiares pueden ingresar con Proceso en la Justicia del Trabajo pleiteando daños Morales, Materiales, Luxación, etc .;
7- Tsunami Procesos obligando al Empleador a generar Estrategia de Defensa incluso estando seguro;
8 – A pesar de la Ley de la Delegación Laboral no prever que se aplica la culpa en cooper vigilando pero sólo la responsabilidad de entregar el equipo de entrenamiento (responsable en vigilar y en la que tiene que vigilar;
9- No prever que se aplique la culpa en cooper vigilando al empleador pero sólo la responsabilidad de entregar el equipo de entrenar vale resaltar que el empleador también se encarga de vigilar);
10- Cuando ocurre un accidente además de destruir todo el “buen humor” de las relaciones entre los empleados o también el gravísimo problema de defenderse de una serie de procedimiento al mismo tiempo, entonces vale la pena invertir en esta prevención.
Destacamos que el empleado no puede ejercer actividades expuestas a riesgos que puedan comprometer su seguridad y salud.
Siendo así pueden responder en las esferas criminal y civil, aquellos exponen a los trabajadores a tales riesgos.

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;

ABNT NBR ISO 29992 – Avaliação dos Resultados dos Serviços de Aprendizagem – Orientação;
ABNT NBR ISO 29993 – Serviço de Aprendizagem fora da Educação Formal – Requisitos de Serviço;
ABNT NBR ISO 29994 – Serviço de Educação e Aprendizagem – Requisitos para Ensinos à Distância;
ABNT NBR ISO 41015 – Facility Management – Influenciando Comportamentos Organizacionais para Melhores Resultados Finais das Instalações;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;

ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT  NBR 16489 – Sistemas e equipamentos de proteção individual para trabalhos em altura — Recomendações e orientações para seleção, uso e manutenção;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Esclarecimento: O propósito do nosso Curso é aprimorar os conhecimentos do aluno passo a passo de como elaborar o Relatório Técnico; O que habilita o aluno a assinar como Responsável Técnico, são, antes de mais nada, as atribuições que o mesmo possui perante ao seu Conselho de Classe CREA.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Ferramentas Necessárias para Manutenção 
Chave Allen, 5 mm e 6 mm;
Alicate pequeno com ponta redonda;
Alicate para anel elástico interno, 2,3 e 4 mm;
Alicate para anel elástico externo, 2 e3 mm;
Chave de fenda média (1/4” ou 5/16”);
Chave de fenda 1/8” e 3/16”;
Chave de boca 13, 19, 30, 36, e 46 mm;
Chave estrela 41e 46mm;
Calibrador de folga (comprido) 0.4, 0.5 e 0.6 mm;

Ferramentas de Manutenção Preventiva
Verificar o funcionamento de todos os movimentos;
Testar o funcionamento do freio;
Verificar se a corrente de carga não sofreu abrasão nas articulações;
Verificar o nível de óleo. Complementar se necessário;
Verificar as fixações da corrente, limpar e lubrificar com ROCOL;
Revisar os elementos de acionamento, conexões, emendas de soldas e fixação do carro de translação.;
Verificar se os ganchos de carga e de suspensão apresentam trincas ou outros danos;
Trocas o óleo (caixa de engrenagens). Limpar o parafuso de saída do óleo;
Verificar o correto ajuste do acoplamento deslizante (1/3 da carga nominal), se necessário, reajustá-lo;
Verificar o carro de translação, principalmente as rodas e o caminho de rolamento; possibilidade de abrasão;
Trocar a graxa do motoredutor;
Trocar a graxa da engrenagem do carro de translação.

Ferramentas Manuais:
Jogo de Chave Allen Polegada e Milímetro.
Chaves Combinada de 07 à 19 e 36mm
Chaves de Fenda e Philips
Chave Canhão 07
Multímetro Digital
Megometro Digital
Saca Rolamento Pequeno.

Peças Sujeitas á Desgastes
Guia interna da corrente
Desengate;
Anéis O-Ring;
Junta de vedação de cobre e retentores;
Guia de entrada da corrente;
Anel do freio Deslizante (não pode ter contato com óleo – espessura min. Adm. 3mm);
Engrenagens de arraste;
Rolamentos;
Corrente (medir com calibrador, sempre entre 11 elos);
Estator (testar com 2.500 volts; entre massa e bobina);

Procedimentos para Desmontagem de Talha
1° Retirar a corrente;
2° Desconectar as partes elétricas;
3° Retirar as tampas (Alta – lado da caixa de engrenagens; e Baixa – lado motor);
4° Retirar Estator;
5° Retirar a Tampa de caixa de Engrenagens, Junto com o Flange de Acoplamento Deslizante. No início desta operação deve-se abrir uma pequena fenda para que seja possível o escorrimento do óleo contido na Tampa;
6° Retirar Rotor;
7° Retirar o Anel Elástico do Eixo do Motor, para poder extraí-lo junto com a Engrenagem Planetária;
8° Desparafusar a Caixa de Engrenagens, da Tampa do Motor;
9° Não retirar os retentores da tampa do Motor e da Tampa da Caixa de Engrenagens se ainda estiverem em bom estado. Caso contrário, substituir todos os retentores;
10° Retirar os rolamentos da tampa do Motor e da Caixa de Engrenagens somente se forem ser substituídos; tomar todos os cuidados necessários para não danificar as sedes dos rolamentos;
11° Os demais rolamentos podem ser retirados para inspeção.

Procedimento para Montagem de Talha
1° Montar a Caixa de Engrenagens, com rolamentos, anéis elásticos e retentor. Montar o conjunto Tampa do Motor, com rolamentos e anéis. Colocar, dentro da Caixa de Engrenagens, o Guia da Corrente e o Desengate. Introduzir a Engrenagem da Corrente, colocar o conjunto Tampa do Motor e aparafusar;
2° Introduzir o conjunto Eixo do Motor montado com a Engrenagem Planetária. Fixar com o Anel Elástico (não esquecer de lubrificar as bordas do retentor);
3° Montar o Flange de Acoplamento Deslizante com a Tampa da Caixa de Engrenagens;
4° Montar o rotor no Eixo do Motor e Introduzir as esferas (36 esferas de Ø 5 mm na R6 e 108 na R20). Não esquecer de lubrificar as ranhuras do Eixo com graxa de silicone (Molykote 44 Grease). Montar as Buchas Distanciadoras, Mola Prato e Porca Castelo. Regular a folga do Rotor 0,5 mm (R6 => 2 Castelos; R20 => 4 Castelos de volta).
5° Montar o Estator, a Corrente e Gancho. Acionar a talha, deslizando a embreagem para aquecer a mesma;
6° Regular a capacidade de carga com 30% a mais da capacidade nominal;
7° Montar as Tampas de Vedação e Identificação.

Sobressalentes para Manutenção Preventiva
Lubrificante (ROCOL);
Jogo de esferas para Rotor – 5 mm;
Jogo de Roletes para Rotor – 5 mm;
Anéis eláticos para eixos;
Arruelas de pressão para parafussos;
Contrapinos 5×45, 16,5×32 e 4×40;
Anéis de Vedação de cobre 12×36;
Anel do Aclopamento Deslizante;
Retentores;
Anéis O- ring (145×2=> R20 – OR 121 x 2 => R60.

Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act)
A abordagem do sistema de gestão de SSO aplicada neste documento é baseada no conceito Plan-Do-Check-Act (Planejar-Fazer- Checar-Agir) (PDCA).
O conceito PDCA é um processo iterativo, utilizado pelas organizações para alcançar uma melhoria contínua. Pode ser aplicado a um sistema de gestão e a cada um de seus elementos individuais, como a seguir:
a) Plan (Planejar): determinar e avaliar os riscos de SSO, as oportunidades de SSO, outros riscos e outras oportunidades, estabelecer os objetivos e os processos de SSO necessários para assegurar resultados de acordo com a política de SSO da organização;
b) Do (Fazer): implementar os processos conforme planejado;
c) Check (Checar): monitorar e mensurar atividades e processos em relação à política de SSO e objetivos de SSO e relatar os resultados;
d) Act (Agir): tomar medidas para melhoria contínua do desempenho de SSO, para alcançar os resultados pretendidos.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

OBS: ESTE CURSO NÃO É CREDENCIADO NFPA.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso
Parte Interessada;

Stakeholder – Pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou se perceber afetada por uma decisão ou atividade.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Atenção:
NR-12.1.16 Os equipamentos de guindar que receberem cestos acoplados para elevação de pessoas devem ser submetidos a ensaios e inspeções periódicas de forma a garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural.
12.1.16.1 Devem ser realizados ensaios que comprovem a integridade estrutural, tais como ultrassom e/ou emissão acústica, conforme norma ABNT NBR 14768:2015.
12.3.17 É proibida a movimentação de cargas suspensas no gancho do equipamento de guindar simultaneamente à movimentação de pessoas dentro do cesto acoplado.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é OBRIGATÓRIO, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da APR (Análise Preliminar de Risco)
02 – Permissão de Trabalho (PT);
03 – Checar EPIs e EPCs;
04 – Verificar o Manual de Instrução Operacional e de Manutenção da Máquina ou Equipamento;
05 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART;
06 – Manter Equipe de Resgate Equipada;
07 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
08 – A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
d) Outros específicos associados com o içamento.

Saiba Mais: Curso Trabalho em Altura Em Espanhol:
Más información: Curso Trabajo en altura:
¿Cuáles son las principales causas de accidentes por caídas?
Los mecanismos creados por la NR-35 definieron los requisitos y las medidas de protección de los trabajadores que ganan la vida en altura;
La actividad requiere 3 factores básicos al profesional;
Son ellos: condicionamiento físico, condicionamiento psicológico y conocimiento técnico;
El hecho es que cuanto mayor sea la altura, consecuentemente mayor será el riesgo de accidentes;
En este escenario, las principales causas de incidentes por caídas son:
Ausencia de planificación:
El principio básico de la actividad consiste en el análisis previo del lugar de trabajo, así como de las actividades que allí se ejercer;
Cuando no se observan estos puntos, se pone en inminente riesgo la seguridad del profesional y de toda la estructura;
Carencia de entrenamiento adecuado:
Aún hoy, en el país, existen trabajadores que ejercen ilegalmente la profesión, sin la capacitación obligatoria exigida por la NR-35;
De acuerdo con la NR 35.3.2, “se considera trabajador capacitado para trabajo en altura aquel que fue sometido y aprobado en entrenamiento, teórico y práctico, con carga horaria mínima de ocho horas”;
Una vez calificado por alguna empresa reconocida por el MTE, el profesional puede perfeccionar aún más sus habilidades al realizar los entrenamientos de reciclaje;
Falta o uso inadecuado de equipos de seguridad:
Sea para protección individual o colectiva, el uso de equipos es una exigencia de la legislación para cualquier actividad en altura;
La falta o el uso inadecuado de tales utensilios representan un grave riesgo para la salud del trabajador;
Es importante resaltar que los materiales deben estar certificados y presentarse en buen estado;
Exceso de trabajo:
La carga excesiva de trabajo sigue siendo una realidad en el país – y el servicio en altura exige un gran condicionamiento físico por parte del trabajador;
Para estar apto para ejercer sus actividades, el empleado necesita tener su tiempo de descanso respetado;
Exceso de confianza:
De la misma forma que el miedo puede ser un limitador para la actividad, es posible que el exceso de confianza signifique peligro al propio profesional ya los compañeros de trabajo;
La relajación natural después de una falsa sensación de control en la ejecución de ese tipo de servicio puede hacer que ocurran accidentes;
Falta de retroalimentación o poca orientación:
Es común que los colaboradores sean reprendidos por tareas mal ejecutadas en operaciones o funciones de rutina;
Pero es importante reconocer cuando el empleado cumple las rutinas de la forma correcta;
Ser reconocido al acertar no sólo es bueno para la motivación del equipo, pero refuerza los comportamientos que se desean dentro de la organización;
Cuando no hay retroalimentación sobre el cumplimiento de tareas -sobre todo las más recientes- y una orientación adecuada para el empleo correcto de los equipos de seguridad (o las mejores formas de hacer determinados servicios), se pueden aumentar las posibilidades de que se produzcan accidentes, con el número más grande de retrabajos y la pérdida de tiempo;
Saber lo que el líder de la empresa pretende ayudar a entender mejor los puntos en los que cada colaborador está acertando o errando;
Este conocimiento también permite extraer lo mejor de las personas que trabajan en la empresa;
Las caídas están entre los accidentes de trabajo más comunes;
Si la organización tiene una buena preparación para evitarlas, mostrará celo por la integridad de su equipo y tendrá una mayor productividad de su fuerza de trabajo.

Importante:
Si es necesario el uso de Máquinas y Equipos de Elevación es obligatorio, inmediatamente antes del movimiento, la realización de:
01 – Elaboración del Análisis Preliminar y Riesgo -APR
02 – Permiso de trabajo (PT)
03 – Cheque de EPIs y EPC
04 – Verificar el Manual de Instrucción del equipo;
04 – Verificar el Laudo de Inspección Técnica del equipo y de los puntos de anclaje con ART
05 – Mantener Equipo de Rescate equipado;
– Reunión de seguridad sobre la operación con los involucrados, contemplando las actividades que serán desarrolladas, el proceso de trabajo, los riesgos y las medidas de protección, conforme análisis de riesgo, consignado en un documento a ser archivado conteniendo el nombre legible y firma de los documentos. los participantes;
a) inspección visual;
b) chequeo del funcionamiento de la radio;
c) Confirmación de que las señales son conocidas por todos los implicados en la operación.
07- La reunión de seguridad debe instruir a todo el equipo de trabajo, entre otros involucrados en la operación, como mínimo, sobre los siguientes peligros:
a) Impacto con estructuras externas;
b) Movimiento inesperado;
c) Caída de altura;
i) Otros específicos asociados con el izamiento.
08 – El equipo de trabajo está formado por el (los) ocupante (s) de la cesta, operador del equipo, señalizador designado y supervisor de la operación.
09 – El equipo de rescate equipado debe permanecer a tiempo de respuesta dentro de los patrones de cero a 10 minutos.

Curso Trabalho em Altura em Espanhol: Consulte-nos.
Curso NR 35 Seguridad en los Trabajos en Altura: Contáctenos.

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
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  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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