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  • CURSO DE BRASAGEM
O operador executa brasagem com maçarico portátil, utilizando luvas térmicas, máscara de solda e vestimenta resistente ao calor. A postura indica foco em precisão e controle térmico, fundamentais para evitar defeitos na junta. Entretanto, o ambiente exige organização, proteção contra respingos e isolamento de materiais inflamáveis. Cuidados e normas aplicáveis: uso obrigatório de EPI conforme NR-06, controle de riscos térmicos pela NR-09, prevenção de incêndio conforme NR-23 e gestão de riscos conforme NR-01.
quinta-feira, 05 fevereiro 2026 / Publicado em 00 - Template Cursos

CURSO DE BRASAGEM

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR TECNICAS DE BRASAGEM EM TUBULAÇÃO DE COBRE

Referência: 239297

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

CURSO DE BRASAGEM

O curso de brasagem tem como objetivo desenvolver competência técnica real em brasagem, portanto capacita o colaborador para executar juntas confiáveis, produtivas e padronizadas. Além disso, estrutura conhecimento sobre materiais, ligas, equipamentos e controle térmico. Dessa forma, o participante passa a compreender o processo completo, desde a preparação até a inspeção final. Consequentemente, reduz retrabalho, falhas operacionais e desperdício de insumos. Ao mesmo tempo, fortalece a cultura de qualidade aplicada à rotina industrial.

Além disso, o curso busca integrar desempenho técnico com segurança prática, garantindo operação estável e previsível. Portanto, ensina uso correto de equipamentos, controle de riscos térmicos e manuseio seguro de gases. Em seguida, promove padronização interna, rastreabilidade e critérios objetivos de aceitação. Dessa maneira, a empresa ganha produtividade, confiabilidade e respaldo técnico. Por fim, transforma o operador em profissional capacitado, alinhado às metas industriais e aos requisitos de qualidade.

Como o controle térmico influencia diretamente a resistência da junta brasada no curso de brasagem?

No curso de brasagem, o controle térmico define a qualidade da junta, portanto o operador ajusta chama, tempo e distribuição de calor. Além disso, temperaturas inadequadas comprometem a capilaridade. Consequentemente, surgem porosidades, trincas e falhas estruturais. Dessa forma, o processo perde confiabilidade operacional. Em seguida, o profissional monitora coloração, fluidez da liga e comportamento do fluxo. Assim, garante fusão homogênea e penetração adequada. Ao mesmo tempo, evita oxidação excessiva. Portanto, controla dilatação e retração dos materiais.

Além disso, no curso de brasagem, o domínio térmico reduz tensões residuais. Logo, aumenta a durabilidade da união. Por consequência, a empresa reduz falhas em campo. Da mesma forma, assegura repetibilidade produtiva. Portanto, o treinamento enfatiza prática supervisionada. Em síntese, o operador interpreta sinais térmicos reais. Assim, transforma conhecimento técnico em performance industrial estável.

O profissional realiza soldagem em estrutura metálica com arco elétrico, utilizando máscara de proteção facial e uniforme adequado. A presença de fumos metálicos e radiação evidencia risco químico, físico e ocular. Além disso, a atividade ocorre em altura relativa e em área produtiva. Cuidados e normas aplicáveis: proteção respiratória e ocular pela NR-06, segurança em máquinas pela NR-12, controle de agentes físicos pela NR-09, limites de exposição conforme NR-15 e segurança em instalações elétricas pela NR-10.

O profissional realiza soldagem em estrutura metálica com arco elétrico, utilizando máscara de proteção facial e uniforme adequado. A presença de fumos metálicos e radiação evidencia risco químico, físico e ocular. Além disso, a atividade ocorre em altura relativa e em área produtiva. Cuidados e normas aplicáveis: proteção respiratória e ocular pela NR-06, segurança em máquinas pela NR-12, controle de agentes físicos pela NR-09, limites de exposição conforme NR-15 e segurança em instalações elétricas pela NR-10.

Como selecionar corretamente ligas e fluxos para diferentes materiais?

A seleção correta impacta diretamente resistência, vedação e durabilidade. Portanto, exige análise técnica prévia.

Material Base Liga Recomendada Tipo de Fluxo Temperatura Média Aplicação
Cobre Prata-Fósforo Sem fluxo 650°C–750°C Refrigeração
Aço Carbono Prata-Cobre Borato 700°C–800°C Estruturas
Inox Prata-Níquel Fluoretado 750°C–850°C Processos químicos
Latão Prata-Zinco Universal 680°C–760°C Conexões

Quais fatores determinam a capilaridade eficiente durante a brasagem no curso de brasagem?

No curso de brasagem, a capilaridade depende da folga correta entre peças. Portanto, o operador prepara juntas com precisão dimensional. Além disso, superfícies limpas favorecem molhabilidade. Consequentemente, a liga flui de forma contínua. Em seguida, o aquecimento uniforme ativa o efeito capilar. Assim, evita bolsões vazios. Ao mesmo tempo, o fluxo remove óxidos. Logo, facilita a adesão metálica. Portanto, o processo ganha estabilidade e previsibilidade.

Além disso, no curso de brasagem, a geometria da junta influencia diretamente a penetração. Portanto, o treinamento ensina tolerâncias ideais. Da mesma forma, orienta posicionamento correto das peças. Consequentemente, o profissional reduz defeitos internos. Em síntese, a capilaridade eficiente garante resistência mecânica, vedação segura e desempenho operacional contínuo.

Quais são os principais defeitos em juntas brasadas e suas causas?

A identificação de defeitos permite correção imediata do processo.

Defeito Causa Principal Consequência Ação Corretiva
Porosidade Superfície contaminada Vazamento Limpeza rigorosa
Falta de Penetração Baixa temperatura Baixa resistência Ajustar chama
Trinca Resfriamento rápido Ruptura precoce Controle térmico
Oxidação Fluxo inadequado Fraca adesão Trocar fluxo

Como a preparação superficial impacta o desempenho mecânico da junta no curso de brasagem?

No curso de brasagem, a preparação superficial remove contaminantes críticos. Portanto, o operador elimina óleos, óxidos e partículas sólidas. Além disso, melhora a aderência metalúrgica. Consequentemente, a liga se espalha de forma uniforme. Em seguida, reduz falhas internas. Assim, aumenta a resistência estrutural. Ao mesmo tempo, evita inclusões sólidas. Logo, protege contra corrosão localizada e degradação precoce.

Além disso, no curso de brasagem, a limpeza padronizada assegura repetibilidade. Portanto, o profissional segue procedimentos definidos. Da mesma forma, valida rugosidade adequada. Consequentemente, o processo ganha previsibilidade. Em síntese, a preparação correta transforma execução artesanal em processo industrial controlado, confiável e orientado à qualidade.

O trabalhador executa soldagem em bancada com máquina inversora, gerando fagulhas intensas e calor concentrado. A ausência visível de máscara automática adequada amplia risco ocular. A proximidade de ferramentas e panos aumenta potencial de incêndio. Cuidados e normas aplicáveis: uso correto de EPI conforme NR-06, prevenção de acidentes pela NR-01, segurança em equipamentos pela NR-12, proteção contra incêndio conforme NR-23 e avaliação ambiental pela NR-09

O trabalhador executa soldagem em bancada com máquina inversora, gerando fagulhas intensas e calor concentrado. A ausência visível de máscara automática adequada amplia risco ocular. A proximidade de ferramentas e panos aumenta potencial de incêndio. Cuidados e normas aplicáveis: uso correto de EPI conforme NR-06, prevenção de acidentes pela NR-01, segurança em equipamentos pela NR-12, proteção contra incêndio conforme NR-23 e avaliação ambiental pela NR-09

Como estruturar inspeção visual e documentação técnica da brasagem?

A inspeção sistemática sustenta rastreabilidade e conformidade.

Etapa Item Avaliado Critério Registro Responsável
Pré-operação Limpeza Isento resíduos Checklist Operador
Execução Penetração Completa Ficha técnica Inspetor
Pós-processo Acabamento Sem trincas Relatório Supervisor
Arquivamento Documentos Completo Sistema interno Qualidade

Como a padronização do processo reduz falhas e aumenta produtividade no curso de brasagem?

No curso de brasagem, a padronização define parâmetros claros de execução. Portanto, elimina variações individuais. Além disso, garante repetibilidade operacional. Consequentemente, reduz retrabalho e desperdícios. Em seguida, facilita o treinamento contínuo. Assim, acelera a curva de aprendizagem. Ao mesmo tempo, fortalece o controle estatístico. Logo, melhora a previsibilidade produtiva e a estabilidade dos resultados.

Além disso, no curso de brasagem, processos padronizados permitem auditoria interna. Portanto, reforçam a governança técnica. Da mesma forma, sustentam a melhoria contínua. Consequentemente, elevam a competitividade industrial. Em síntese, a padronização transforma habilidade individual em desempenho organizacional escalável, mensurável e orientado à eficiência.

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)

Certificado de conclusão

CURSO DE BRASAGEM

CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR TECNICAS DE BRASAGEM EM TUBULAÇÃO DE COBRE
Carga Horária Total: 40 Horas

MÓDULO 1 – Fundamentos Técnicos e Conceitos da Brasagem (4 Horas)
Conceito de brasagem, soldagem e solda forte
Aplicações industriais da brasagem
Terminologia técnica essencial
Materiais base e ligas de adição
Princípios de capilaridade
Função dos fluxos
Fundamentos metalúrgicos básicos

MÓDULO 2 – Equipamentos, Ferramentas e Preparação de Juntas (6 Horas)
Tipos de maçaricos e regulagem de chama
Reguladores, mangueiras, válvulas e bicos
Sistemas de aquecimento
Seleção de ligas e fluxos
Preparação e limpeza de superfícies
Montagem e fixação de juntas
Inspeção pré-operacional

MÓDULO 3 – Técnicas Operacionais de Brasagem (8 Horas)
Controle térmico aplicado
Distribuição uniforme de calor
Execução em cobre, aço e inox
Geometria das juntas
Aplicação correta do fluxo
Deposição da liga
Técnicas de resfriamento
Exercícios práticos supervisionados

MÓDULO 4 – Controle de Qualidade e Avaliação de Juntas (6 Horas)
Critérios técnicos de aceitação
Análise de defeitos
Porosidade, trincas e falta de penetração
Inspeção visual sistematizada
Verificação dimensional
Testes básicos de estanqueidade
Registro e rastreabilidade

MÓDULO 5 – Segurança Operacional Aplicada à Brasagem (6 Horas)
Riscos térmicos e físicos
Controle de fontes de ignição
Manuseio seguro de gases
Organização do posto de trabalho
Prevenção de incêndios
Procedimentos de emergência
Condutas seguras na operação

MÓDULO 6 – Simulações Industriais e Estudos de Caso (5 Horas)
Análise de falhas reais
Avaliação de boas práticas
Simulações produtivas
Correção de não conformidades
Tomada de decisão técnica
Discussão coletiva
Avaliação crítica dos processos

MÓDULO 7 – Avaliação Técnica e Certificação (5 Horas)
Avaliação teórica aplicada
Avaliação prática individual
Execução completa de junta
Análise de conformidade
Relatório técnico individual
Feedback técnico orientado
Critérios de aprovação

CURSO DE BRASAGEM

CURSO DE BRASAGEM

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 20 horas/aula

Atualização (Reciclagem): LEI Nº 13.722 do Senado Federal:
“§ 1º O curso deverá ser ofertado anualmente e destinar-se à capacitação e/ou à reciclagem de parte dos professores e funcionários dos estabelecimentos de ensino e recreação a que se refere o caput deste artigo, sem prejuízo de suas atividades ordinárias”.

CURSO DE BRASAGEM

CURSO DE BRASAGEM

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR-01 – Gerenciamento de Riscos Ocupacionais
NR-06 – Equipamentos de Proteção Individual
NR-09 – Avaliação e Controle de Exposições Ocupacionais
NR-12 – Segurança em Máquinas e Equipamentos
NR-23 – Proteção Contra Incêndios
ABNT NBR ISO 4063 – Classificação dos processos de brasagem
ABNT NBR 14842 – Qualificação de procedimentos de brasagem
ABNT NBR 14871 – Inspeção de juntas brasadas
ABNT NBR 15990 – Requisitos técnicos para brasagem
ISO 13585 – Qualificação de brasadores
ISO 17672 – Materiais de adição para brasagem
ISO 3834 – Qualidade em processos térmicos
ISO 9001 – Gestão da Qualidade
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

CURSO DE BRASAGEM

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CURIOSIDADES TÉCNICAS

A Cor da Chama Indica a Qualidade da Junta

Durante a brasagem, a coloração da chama revela o equilíbrio entre oxigênio e combustível. Chamas oxidantes fragilizam a junta, enquanto chamas redutoras favorecem a adesão. Reconhecer esse detalhe evita falhas estruturais e retrabalho.

A Capilaridade Depende Mais da Preparação do que da Liga

Mesmo com material correto, superfícies contaminadas impedem a penetração da liga. A limpeza inadequada bloqueia a capilaridade. O domínio desse fator aumenta a resistência e a vedação da união.

Excesso de Calor Pode Enfraquecer a Estrutura Metálica

Temperaturas elevadas alteram a microestrutura do metal base. Esse fenômeno reduz a resistência mecânica. Controlar o aquecimento preserva a integridade do conjunto.

Diretriz Pedagógica

O projeto pedagógico segue as diretrizes da NR-01 – Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, integrando capacitação técnica, controle operacional e prevenção de falhas produtivas.

Liberação de Material Didático

Após confirmação contratual, pagamento ou pedido de compra, o material será liberado em até 72 horas úteis, podendo se estender conforme:
Adequação ao processo produtivo do contratante
Personalização técnica
Ajuste às normas aplicáveis
Tradução técnica especializada
Integração aos manuais operacionais
Todo o conteúdo é validado por equipe multidisciplinar.

OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS
Fundamentos metalúrgicos aplicados
Avaliação do ambiente de trabalho
Preparação e montagem de juntas
Seleção de ligas e fluxos
Controle térmico operacional
Capilaridade e penetração
Análise de defeitos
Inspeção visual
Ensaios básicos
Documentação técnica
Padronização de processo
Rastreabilidade
Estudos de falhas
Simulações industriais
Otimização produtiva

COMPLEMENTOS DA ATIVIDADE

Conscientização Técnica e Organizacional
Importância da padronização
Controle de riscos térmicos
Prevenção de incêndios
Organização do posto de trabalho
Gestão do tempo operacional
PGR – Plano de Gerenciamento de Riscos
APR – Análise Preliminar de Riscos
Ergonomia aplicada
Comunicação de perigos
Cultura de qualidade
Redução da habituação ao risco
Gestão comportamental
Tomada de decisão técnica
Análise de falhas
Melhoria contínua

BASE LEGAL E RESPONSABILIDADE TÉCNICA

Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966 – CONFEA

Seção III – Exercício Ilegal da Profissão

Art. 6º – Exerce ilegalmente a profissão:
a) Quem executa serviços técnicos sem registro profissional;
b) Quem atua fora das atribuições legais;
c) Quem empresta nome sem participação real;
d) Quem atua com registro suspenso;
e) Pessoa jurídica que descumpre atribuições técnicas legais.

Enquadramento do Curso

O Curso de Brasagem:
Não habilita exercício profissional regulamentado
Não substitui responsabilidade técnica
Não gera atribuição legal de engenharia
Capacita para operação supervisionada
Fortalece conformidade produtiva
Reduz riscos jurídicos e operacionais

CURSO DE BRASAGEM

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BASE LEGAL E ENQUADRAMENTO NORMATIVO – CURSO DE BRASAGEM

ENQUADRAMENTO LEGAL DA CAPACITAÇÃO EM BRASAGEM
A capacitação em brasagem caracteriza-se como treinamento técnico-operacional essencial à prevenção de riscos, ao controle de qualidade e à estabilidade dos processos industriais. Toda atividade que envolva fontes térmicas, gases combustíveis e materiais metálicos exige formação documentada, alinhada às obrigações legais do empregador.
A empresa possui responsabilidade direta pela qualificação de seus operadores, devendo garantir que a atividade seja executada por profissionais capacitados, avaliados e supervisionados, reduzindo falhas técnicas e passivos jurídicos.

FUNDAMENTO NA NORMA REGULAMENTADORA Nº 01
A Norma Regulamentadora nº 01 estabelece que o empregador deve identificar perigos, avaliar riscos, implementar medidas preventivas e capacitar seus trabalhadores. A brasagem, por envolver riscos físicos, térmicos e químicos, enquadra-se como atividade que exige treinamento formal, com registro e rastreabilidade.
A ausência de capacitação adequada caracteriza descumprimento das diretrizes do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais e fragiliza a defesa da empresa em caso de auditorias ou acidentes.

RESPONSABILIDADE PELA CAPACITAÇÃO
A responsabilidade pela formação técnica dos operadores de brasagem recai sobre a empresa contratante, sobre a instituição formadora e sobre o responsável técnico pelo programa. A capacitação deve ser planejada, estruturada, avaliada, registrada e atualizada periodicamente.
O treinamento não pode ser informal, improvisado ou baseado apenas na experiência empírica dos trabalhadores.

REQUISITOS DO TREINAMENTO
O Curso de Brasagem deve ser compatível com o processo produtivo real da empresa, considerando materiais, equipamentos, ambientes e níveis de risco. O conteúdo precisa incluir fundamentos técnicos, prática supervisionada, avaliação de desempenho e critérios objetivos de aprovação.
A formação deve atender às exigências operacionais, sem caráter meramente teórico ou ilustrativo.

QUALIFICAÇÃO DOS INSTRUTORES
A capacitação deve ser ministrada por profissionais com formação técnica comprovada, experiência industrial e domínio dos processos térmicos. O instrutor precisa demonstrar competência operacional, metodológica e normativa.
A atuação de profissionais sem qualificação caracteriza fragilidade institucional e risco jurídico.

OBRIGAÇÃO DE REGISTRO E COMPROVAÇÃO
A empresa deve manter registros formais do treinamento, contendo certificados individuais, listas de presença, conteúdo programático, carga horária, avaliações, relatórios técnicos e evidências práticas.
Esses documentos constituem prova de conformidade em fiscalizações, perícias e auditorias.

PENALIDADES PELO DESCUMPRIMENTO
A ausência de capacitação adequada pode resultar em notificações administrativas, multas trabalhistas, interdição de atividades, responsabilização civil por danos, responsabilização criminal em caso de acidente e enquadramento por negligência organizacional.
A omissão formativa é considerada falha grave na gestão de riscos.

INTEGRAÇÃO AO SISTEMA DE SEGURANÇA DA EMPRESA
O curso deve estar integrado ao Programa de Gerenciamento de Riscos, às Análises Preliminares de Risco, aos Procedimentos Operacionais, ao Plano de Emergência e ao Sistema de Qualidade da organização.

A capacitação não pode existir de forma isolada, devendo compor o sistema de governança técnica.

LIBERAÇÃO DO MATERIAL DIDÁTICO
Após formalização contratual, o material didático será disponibilizado em até setenta e duas horas úteis, considerando a necessidade de adequação ao processo produtivo, personalização técnica, ajustes normativos, tradução especializada e integração aos manuais internos.
Todo o conteúdo passa por validação multidisciplinar antes da liberação.

BASE LEGAL COMPLEMENTAR – LEI Nº 5.194/1966
A legislação profissional estabelece que atividades técnicas devem ser executadas sob responsabilidade de profissional habilitado. O curso não concede atribuição legal, não substitui ART e não autoriza exercício de engenharia, limitando-se à capacitação operacional supervisionada.

ENQUADRAMENTO FINAL DO CURSO
O Curso de Brasagem configura-se como capacitação técnica profissional, treinamento operacional especializado, instrumento de prevenção de riscos, mecanismo de padronização produtiva e ferramenta de fortalecimento institucional.

Sua aplicação correta assegura conformidade legal, estabilidade operacional, proteção jurídica e competitividade industrial.

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O que você pode ler a seguir

Plataforma de petróleo em operação no mar durante o pôr do sol, evidenciando ambiente de alto risco que exige gestão rigorosa de segurança e capacitação contínua.
CURSO NR-37 NÍVEL EVENTUAL
Profissional realiza inspeção funcional de talha elétrica por meio de comando pendente, verificando resposta dos controles, funcionamento dos botões de emergência e comportamento do sistema de elevação conforme critérios de segurança.
CURSO INSPEÇÃO EM TALHAS
Imagem apresenta ganchos e correntes de elevação em ambiente de armazém industrial, com foco no estado superficial e no sistema de engate. Destaca a importância da verificação de deformações, trincas, folgas, pinos de segurança e capacidade de carga nominal, elementos essenciais na manutenção preventiva e na prevenção de falhas por sobrecarga.
CURSO MANUTENÇÃO EM TALHAS

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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