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  • Laudo de Condutividade Eletrostática
domingo, 16 março 2025 / Publicado em 00 - Template Laudos, Engenharia Elétrica - Laudos e Relatórios Técnicos, NR10, Sem categoria

Laudo de Condutividade Eletrostática

Nome Técnico:  EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA E ENSAIOS DE CONDUTIVIDADE ELETROSTÁTICA, ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO TÉCNICO, COM A EMISSÃO DA ART

Referência : 223665

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

O Laudo de Condutividade Eletrostática é um documento técnico que avalia a capacidade de um material ou ambiente em condução de cargas elétricas. A condutividade eletrostática está diretamente relacionada à segurança no ambiente de trabalho, especialmente em locais com riscos de explosão ou incêndio devido ao acúmulo de cargas eletrostáticas.

Realizamos o laudo de condutividade eletrostática principalmente em locais e materiais com risco de acúmulo de cargas estáticas, que podem causar incêndios, explosões ou danos a equipamentos eletrônicos sensíveis.

Esse elogio é essencial para garantir que as instalações e os materiais em uso atendam aos padrões de segurança, bem como prevenir incidentes como incêndios e danos em equipamentos sensíveis. Além disso, recomendamos identificar pontos críticos assim como adotar medidas corretivas, como instalar sistemas de aterramento ou, se necessário, usar materiais antiestáticos, posteriormente à realização do laudo.

Avaliação de cargas eletrostáticas para prevenção de descargas e riscos operacionais.

Avaliação de cargas eletrostáticas para prevenção de descargas e riscos operacionais.

Para que serve o Laudo de Condutividade Eletrostática?

O laudo de condutividade eletrostática serve para medir e controlar a segurança em ambientes onde há risco de acúmulo de eletricidade estática , como indústrias químicas, petroquímicas e ambientes com inflamáveis. Ele fornece um diagnóstico sobre a adequação dos materiais ou instalações para evitar acidentes, como incêndios ou explosões.

Por que deve ser feito Laudo de Condutividade Eletrostática?

Esse elogio é fundamental principalmente para garantir que os materiais e ambientes estejam dentro das normas de segurança. Além disso, a presença de cargas eletrostáticas pode causar falhas e, em alguns casos, detonar substâncias inflamáveis ​​ou, analogamente, explosivas. Por conseguinte, o laudo garante que o local seja seguro, a fim de prevenir riscos de acidentes graves.

Quando é realizado Laudo de Condutividade Eletrostática?

Em novos ambientes ou instalações: Assim sendo, quando uma empresa está inaugurando um novo setor, a verificação da condutividade eletrostática é importante para que o ambiente seja seguro desde o início.
Em ambientes já operacionais: Analogamente, periodicamente, é necessário fazer o laudo com o propósito de verificar as condições de segurança, principalmente após alterações no layout, uso de novos materiais ou, ainda, mudanças nos processos.

Controle de eletricidade estática: um passo essencial para a segurança em ambientes industriais. - Laudo de Condutividade Eletrostática

Controle de eletricidade estática: um passo essencial para a segurança em ambientes industriais.

Por que fazer?

Esse tipo de avaliação é parte fundamental da gestão de riscos em ambientes industriais, especialmente quando lidam com substâncias sensíveis à eletricidade estática.
Segurança
: Evitar acidentes e proteger a saúde dos trabalhadores.
Conformidade : Garantir que a empresa atenda às regulamentações de segurança no trabalho, como as obrigatórias pela NR-10 (Segurança em Instalações e Serviços com Eletricidade).
Prevenção de riscos : Minimizar o risco de incêndios ou explosões causadas pelo acúmulo de eletricidade estática.
Validação do ambiente : Certifique-se de que os ambientes e materiais utilizados em áreas de risco são adequados para evitar danos e perdas.

Quais são os tipos de condutividade eletrostática?

Condutividade Eletrostática Alta (condutores) : Materiais que conduzem bem a eletricidade, como metais. Esses materiais permitem a dissipação rápida das cargas eletrostáticas.
Condutividade Eletrostática Baixa (isolantes) : Materiais que não conduzem eletricidade, como plásticos e borrachas. Eles tendem a acumular cargas eletrostáticas.
Condutividade Eletrostática Moderada (antestática) : Materiais que possuem alguma capacidade de dissipar cargas, mas não de maneira tão eficaz quanto os condutores. Usados, por exemplo, em embalagens de proteção.

Quais são os materiais sensíveis às cargas elétricas?

O laudo garante que esses materiais estejam em conformidade com as normas de segurança para evitar riscos de incêndio, explosão ou danos a equipamentos. Realizamos o laudo de condutividade eletrostática em diversos materiais relacionados à segurança em ambientes de risco, como indústrias químicas, eletrônicas ou áreas com produtos inflamáveis. Entre os materiais mais comuns avaliados, estão:
Plásticos e Borrachas : Materiais isolantes que podem acumular cargas perigosas, especialmente em ambientes com substâncias inflamáveis.
Têxteis e Fibras Sintéticas : Tecidos que podem gerar eletricidade estática, com riscos em áreas de fabricação de sensíveis.
Embalagens : Materiais plásticos ou metálicos usados ​​para embalar produtos sensíveis a descargas eletrostáticas.
Pisos : Avaliação da capacidade do piso em dissipar cargas eletrostáticas, como pisos condutivos e antiestáticos.
Equipamentos Eletrônicos : Avaliação de componentes e áreas sensíveis a descargas, como em fábricas de semicondutores e dispositivos eletrônicos.

Inspeção de superfícies e materiais para mitigação de riscos eletrostáticos. - Laudo de Condutividade Eletrostática

Inspeção de superfícies e materiais para mitigação de riscos eletrostáticos.

Em quais de locais podem ser realizados este laudo?

Realizamos o laudo de condutividade eletrostática principalmente em locais com risco de acúmulo de cargas estáticas, que podem causar incêndios, explosões ou danos a equipamentos eletrônicos sensíveis. A seguir, alguns exemplos de locais onde esse laudo é essencial:
Indústrias Químicas e Petroquímicas: Ambientes que envolvem o manuseio de produtos inflamáveis ou explosivos, como solventes, combustíveis, gases e líquidos voláteis.
Ambientes com Produtos Inflamáveis ou Explosivos: Armazéns, fábricas e áreas de processamento que lidam com substâncias perigosas, como tintas, vernizes, produtos farmacêuticos e alimentos em pó.
Laboratórios: Especialmente aqueles que lidam com substâncias químicas e compostos que podem ser sensíveis a descargas eletrostáticas.
Ambientes com Equipamentos Eletrônicos Sensíveis: Fábricas de semicondutores, salas limpas e outros locais onde descargas eletrostáticas podem danificar componentes eletrônicos, como placas de circuito impresso e chips.
Depósitos de Produtos Inflamáveis: Ambientes de armazenamento de produtos como gás, óleo, gasolina e outros materiais combustíveis.
Ambientes de Produção de Plásticos: Indústrias que produzem ou manipulam plásticos, materiais sintéticos ou borrachas, que têm alta propensão ao acúmulo de eletricidade estática.

A Elaboração do Relatório Técnico, obrigatoriamente, é o primeiro procedimento a ser realizado, porque determinará, juntamente com o Plano de Manutenção e Inspeção, os procedimentos de manutenção preventiva, preditiva, corretiva e detectiva, que deverão ser executados conforme determinam as normas técnicas e legislações pertinentes.

Confira também: Laudo de espectrometria

Levantamento de Diagnóstico
Análise Qualitativa e Quantitativa
Registro de Evidências
Conclusão e Proposta de Melhorias
Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Laudo de Condutividade Eletrostática

Escopo dos Serviços:
Verificação e Inspeções pertinentes:

EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA E ENSAIOS DE CONDUTIVIDADE ELETROSTÁTICA, ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO TÉCNICO, COM A EMISSÃO DA ART

OBJETIVO
Realizar a inspeção técnica da condutividade eletrostática em materiais, superfícies ou equipamentos, garantindo conformidade com as normas de segurança aplicáveis. A inspeção visa identificar possíveis riscos de acumulação de eletricidade estática, prevenindo descargas perigosas que possam causar incêndios, explosões ou danos a equipamentos sensíveis.

ATIVIDADES A SEREM EXECUTADAS
Planejamento da Inspeção
Levantamento de informações sobre os materiais e ambientes a serem avaliados.
Definição dos pontos estratégicos de medição.
Verificação das normas regulamentares.

Execução das Medições
Medição da resistência elétrica de superfícies, pisos, embalagens, plásticos, borrachas e equipamentos eletrônicos.
Avaliação da dissipação de cargas eletrostáticas conforme normas técnicas.
Registro dos valores medidos e comparados com os limites estabelecidos.

Análise e Diagnóstico
Interpretação dos dados coletados.
Identificação de áreas com risco de acúmulo eletrostático.
Recomendação de soluções corretivas, se necessário.

Elaboração do Relatório Técnico
Descrição das conclusões realizadas.
Apresentação dos resultados e conclusões.
Sugestões para adequações, caso necessário.

Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica)
Registro da responsabilidade técnica junto ao CREA.
Garantia da rastreabilidade e validade legal do serviço prestado.

CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO
Atendimento aos requisitos normativos e de segurança.
Validação dos resultados conforme padrões técnicos reconhecidos.
Conformidade dos materiais e superfícies avaliadas dentro das parâmetros de condutividade exigidas.

PRAZOS E ENTREGA
O cronograma será definido de acordo com a complexidade do serviço e as condições identificadas durante a inspeção. O prazo para entrega do relatório técnico e da ART será acordado com o contratante, levando em conta o tempo necessário para a análise técnica e elaboração detalhada do documento final.

RESPONSABILIDADES
A execução dos serviços será realizada por profissionais especializados, com experiência em inspeção de condutividade eletrostática e devidamente registradas no CREA.

TESTES, ENSAIOS E AVALIAÇÃO QUANTITATIVA QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:

Testes, ensaios e avaliação quantitativa são fundamentais para a proteção de condutividade eletrostática , pois garantem precisão na análise e conformidade com normas técnicas. A seguir, especificamos os principais métodos aplicáveis:

Testes e Ensaios Aplicáveis
Medição da Resistência Superficial e Volumêtrica
Objetivo : Determinar a capacidade do material de condução ou dissipar cargas eletrostáticas.
Método : Utilização de megohmímetros ou eletrômetros para medir a resistência entre pontos pré-determinados.

Teste de Tempo de Dissipação de Carga
Objetivo : Avaliar quanto tempo o material leva para dissipar uma carga eletrostática acumulada.
Método : Aplicar uma carga ao material e medir o tempo para que a tensão caia a um nível seguro (ex.: de 1.000V para 100V).

Teste de Potencial Eletrostático (Medição de Tensão)
Objetivo : identificar o potencial eletrostático gerado por um material ou superfície em condições normais de uso.
Método : Use um medidor de campo eletrostático para verificar a carga acumulada antes e depois de uma interação.

Medição de Resistência de Aterramento
Objetivo : Garantir que pisos condutivos, bancadas e superfícies dissipativas estejam devidamente conectadas ao sistema de aterramento.
Método : Realize a medição com um terrômetro ou megôhmetro, verificando se a resistência do sistema está dentro dos limites aceitáveis.

Avaliação Quantitativa
Todos os ensaios citados geram valores numéricos precisos que permitem uma análise detalhada da condutividade eletrostática. Esses valores são comparados com parâmetros normativos , garantindo que o material ou ambiente avaliado atenda aos requisitos de segurança.

Conclusão
Os testes e ensaios são essenciais para um laudo técnico confiável, garantindo que pisos, plásticos, borrachas, equipamentos eletrônicos e outros materiais atendam aos requisitos exigidos para controle da eletricidade estática , prevenindo riscos de explosões, incêndios e falhas operacionais.

Disposições Finais (quando aplicável):
Registro fotográfico e documentação das avaliações realizadas;
Registro das evidências técnicas coletadas durante os ensaios;
Identificação dos profissionais responsáveis (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do laudo técnico com análise dos resultados obtidos;
Proposta de melhorias e recomendações corretivas, se necessárias;
Certificados de calibração dos equipamentos utilizados nos ensaios (quando aplicável);
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) pelo CREA-SP;
Quando exigido, emissão de TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) pelo CFT e CRT (Certificado de Responsabilidade Técnica) pelo CNDP Brasil.

NOTA: É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Normativo ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Laudo de Condutividade Eletrostática

Laudo de Condutividade Eletrostática

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
NBR 5426 – Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos;
NBR 10719 – Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – Apresentação;
IEC 60749-26: Dispositivos semicondutores – Métodos de ensaios mecânicos e climáticos – Parte 26: Descarga eletrostática (ESD) – Modelo do corpo corpo humano (HBM);
IEC 60749-27, Dispositivos semicondutores — Métodos de ensaios mecânicos e climáticos — Parte 27: Descarga eletrostática (ESD) — Modelo máquina (MM);
IEC 61340-3-1: Electrostatics — Part 3-1: Methods for simulation of electrostatic effects — Human body model (HBM) electrostatic discharge test waveforms;
IEC 61340-2-3, Eletrostática – Parte 2-3: Métodos de teste para determinar a resistência e resistividade de materiais planos sólidos usados para evitar o acúmulo de carga eletrostática;
IEC 61340-4-1, Eletrostática – Parte 4-1: Métodos de teste padrão para aplicações específicas – Resistência elétrica de revestimentos de pisos e pisos instalados;
IEC 61340-4-3, Eletrostática – Parte 4-3: Métodos de teste padrão para aplicações específicas – Calçados;
IEC 61340-4-5, Eletrostática – Parte 4-5: Métodos de teste padrão para aplicações específicas – Métodos para caracterizar a proteção eletrostática de calçados e pisos em combinação com uma pessoa;
IEC 61340-4-6, Eletrostática – Parte 4-6: Métodos de teste padrão para aplicações específicas – Pulseiras;
IEC 61340-4-7, Eletrostática – Parte 4-7: Métodos de teste padrão para aplicações específicas – Ionizacao;
IEC 61340-4-9, Eletrostática – Parte 4-9: Métodos de teste padrão para aplicações específicas – Vestuário;
IEC 61340-5-3, Eletrostática – Parte 5-3: Proteção de dispositivos eletrônicos contra fenômenos eletrostáticos – Classificação de propriedades e requisitos para embalagens destinadas a dispositivos sensíveis a descargas eletrostáticas;

ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Laudo de Condutividade Eletrostática

Laudo de Condutividade Eletrostática:

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Laudo de Condutividade Eletrostática

Laudo de Condutividade Eletrostática:

Cabe à Contratante fornecer, quando aplicável:
Projetos arquitetônicos em arquivo DWG ou PDF;
Projeto arquitetônico da empresa responsável pela instalação, bem como contato com a mesma;
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos presentes nas áreas, incluindo marca, potência, modelo, tipo e temperatura;
Caso haja armazenamento de inflamáveis e/ou combustíveis acima de 200 litros, será obrigatória a elaboração do Prontuário da NR-20;
Demais documentos e procedimentos necessários antes ou após a inspeção técnica.

Não estão inclusos no escopo do serviço:
Elaboração de projeto arquitetônico*;
Elaboração de projeto de instalação*;
Elaboração de memorial de cálculo*;
Elaboração de memorial de cálculo de suporte*;
Elaboração de manual de instrução técnica operacional e de manutenção*.
*Serviços sujeitos a orçamento adicional.

Verificações aplicáveis, quando pertinentes:
Manual de operação do equipamento, com informações sobre descarte e controle de cargas eletrostáticas;
Plano de inspeção e manutenção do sistema de aterramento e dissipação eletrostática;
Relatório técnico com ART referente aos ensaios de condutividade eletrostática;
Testes de continuidade e resistência de aterramento (com emissão de ART);
Ensaios específicos de condutividade eletrostática em superfícies, revestimentos e equipamentos;
Avaliação preliminar de riscos relacionados a descargas eletrostáticas.

Laudo de Condutividade Eletrostática

Saiba Mais: Laudo de Condutividade Eletrostática:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

10.1 – OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO
10.1.1 Esta Norma Regulamentadora – NR estabelece os requisitos e condições mínimas objetivando a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade.
10.1.2 Esta NR se aplica às fases de geração, transmissão, distribuição e consumo, incluindo as etapas de projeto, construção, montagem, operação, manutenção das instalações elétricas e quaisquer trabalhos realizados nas suas proximidades, observando-se as normas técnicas oficiais estabelecidas pelos órgãos competentes e, na ausência ou omissão destas, as normas internacionais cabíveis.
10.2 – MEDIDAS DE CONTROLE
10.2.1 Em todas as intervenções em instalações elétricas devem ser adotadas medidas preventivas de controle do risco elétrico e de outros riscos adicionais, mediante técnicas de análise de risco, de forma a garantir a segurança e a saúde no trabalho.
F: NR 10

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Laudo de Condutividade Eletrostática: Consulte-nos.

O que você pode ler a seguir

Laudo de Combustível
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Readequação e Elaboração de Projeto e Memorial para AVCB
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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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