Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR ENSAIO DE ESCLEROMETRIA – CONCRETO ENDURECIDO – AVALIAÇÃO DA DUREZA SUPERFICIAL NBR 7584 E COMO ELABORAR RELATÓRIO TÉCNICO
Referência: 200996
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Curso Ensaio de Esclerometria
Principais objetivos do curso:
Compreensão do Método: Ensinar os fundamentos do método esclerométrico, incluindo a operação do esclerômetro e a interpretação dos índices esclerométricos.
Execução do Ensaio: Capacita os participantes a realizar o ensaio corretamente, assegurando a preparação adequada das superfícies de concreto e a aplicação uniforme dos impactos.
Análise de Resultados: Orientar sobre como calcular e interpretar os resultados, incluindo a média dos índices esclerométricos e a aplicação de correções necessárias.
Elaboração de Relatório: Ensinar a compor um relatório técnico com dados do ensaio, incluindo equipamento, índices obtidos e condições do teste.
Qual Público-Alvo do Curso Ensaio de Esclerometria?
O curso também é indicado para estudantes de engenharia e áreas correlatas que buscam aprimorar seus conhecimentos em ensaios não destrutivos, adquirindo habilidades práticas valorizadas no mercado de trabalho. Profissionais que trabalham com diagnóstico estrutural, peritos técnicos e gestores de qualidade em obras, portanto, podem se beneficiar do curso, aprofundando sua capacidade de interpretar resultados e elaborar relatórios técnicos que embasam decisões críticas.
Além disso, consultores e auditores que atuam no controle de qualidade de materiais e no monitoramento do desempenho de estruturas também encontram relevância no conteúdo do curso. Especialmente na parte de interpretação de resultados e conformidade normativa, essenciais para garantir a segurança e durabilidade das construções.

Registro digital do uso de um dispositivo portátil para medições no solo, combinando tecnologia móvel com ensaios de campo.
O que é Ensaio de Esclerometria?
O ensaio de esclerometria é um método não destrutivo utilizado para medir a dureza superficial do concreto. Este ensaio fornece elementos que ajudam na avaliação da qualidade do concreto endurecido. O princípio do método consiste, portanto, em determinar a energia de impactos de um martelo sobre a superfície do concreto. A energia de impacto deforma permanentemente a área ensaiada e se conserva elasticamente, permitindo o retorno do martelo após o impacto. Assim, quanto maior a dureza da superfície, menor a energia convertida em deformação permanente, resultando em um maior recuo do martelo.
O ensaio utiliza um esclerômetro de reflexão, que aplica um impacto controlado na superfície do concreto e mede o índice de recuo, indicando a dureza do material.
Como Funciona:
O esclerômetro é um dispositivo com um pino disparado contra a superfície do concreto com certa força. Quando o pino atinge a superfície, gera uma marcação ou reação de retorno, que é medida para determinar a dureza do material.
A partir dessa medição, é possível fazer uma correlação entre o impacto do esclerômetro e a resistência à compressão do concreto, o que ajuda a verificar a qualidade e a integridade de estruturas sem a necessidade de destruir o material.
Aplicações:
Verificação da qualidade do concreto em estruturas já construídas, como pilares, vigas e lajes.
Monitoramento de obras para garantir que o concreto atingiu a resistência desejada durante o processo de cura.
Inspeções em campos de difícil acesso ou em locais onde o corte de amostras seria inviável.
É importante ressaltar que o ensaio de esclerometria fornece uma estimativa da resistência do concreto, mas não substitui outros testes mais completos (como o teste de compressão) para uma análise mais precisa.
Para que serve a Esclerometria?
Avaliação da Qualidade do Concreto: A esclerometria permite verificar a uniformidade da dureza superficial do concreto, o que é crucial para garantir a integridade estrutural das obras.
Comparação de Materiais: O ensaio compara a qualidade de diferentes peças de concreto, ajudando a manter os padrões de qualidade em elementos pré-moldados.
Estimativa da Resistência à Compressão: Embora não substitua métodos diretos de medição da resistência, a esclerometria pode fornecer uma estimativa da resistência à compressão do concreto, desde que haja uma correlação confiável estabelecida para os materiais em questão.
Importância da Esclerometria:
A importância da esclerometria está relacionada à sua capacidade de fornecer uma avaliação rápida e não destrutiva da dureza superficial do concreto, o que é fundamental para garantir a qualidade e a segurança das estruturas de concreto. Aqui estão alguns pontos que destacam essa importância:
Avaliação da Qualidade do Concreto: A esclerometria verifica a uniformidade da dureza do concreto, ajudando a identificar variações que indicam problemas na mistura ou na cura do material.
Controle de Qualidade: O método controla a qualidade de peças pré-moldadas e garante padrões rigorosos em obras de grande porte. Ele fornece um meio de comparação entre diferentes lotes de concreto, assegurando que atendam às especificações exigidas.
Estimativa da Resistência: Embora não substitua métodos diretos de medição da resistência à compressão, a esclerometria pode fornecer uma estimativa útil, especialmente quando há uma correlação estabelecida entre os índices esclerométricos e a resistência do concreto.
Método Não Destrutivo: A esclerometria avalia o concreto sem danificar a estrutura, preservando sua integridade e oferecendo uma vantagem em ambientes que exigem proteção.
Facilidade de Uso: O ensaio esclerométrico é relativamente simples e rápido de realizar, o que facilita sua aplicação em campo, permitindo que engenheiros e técnicos realizem avaliações em tempo real durante a construção.
Esses fatores tornam a esclerometria uma ferramenta valiosa na engenharia civil, contribuindo para a segurança e a durabilidade das construções de concreto.
Como a Esclorometria se Compara a Outros Métodos de Avaliação de Concreto?
A esclerometria se destaca por ser um ensaio não destrutivo, simples e rápido, em comparação com outros métodos de avaliação de concreto. No entanto, a esclerometria possui limitações que devem ser consideradas conforme a finalidade do teste. Ela é um método de avaliação que não substitui outros ensaios de concreto, mas funciona como um método adicional ou complementar. Aqui estão, portanto, algumas comparações entre a esclerometria e outros métodos de avaliação de concreto:
Métodos Não Destrutivos: A esclerometria é um método não destrutivo, assim como outros métodos como a ultrassonografia e a tomografia. Isso significa que a esclerometria aplica-se sem danificar a estrutura, o que a torna uma vantagem significativa em relação a métodos destrutivos, como a extração de corpos de prova para ensaios de compressão.
Avaliação da Dureza Superficial: Esclerometria mede a dureza superficial do concreto, enquanto métodos como ensaio de compressão avaliam resistência à compressão em corpos de prova. A dureza superficial pode não refletir diretamente a resistência à compressão, mas fornece informações sobre a qualidade do concreto na superfície.
Rapidez e Facilidade de Uso: O ensaio esclerométrico é relativamente rápido e fácil de realizar, permitindo avaliações em campo de forma prática. Em comparação, métodos como a análise de ultrassom podem exigir mais tempo e equipamentos especializados.
Limitações: A esclerometria tem limitações, como a influência de fatores como umidade, carbonatação e idade do concreto, que podem afetar os resultados. Outros métodos podem ser menos suscetíveis a essas variáveis, dependendo das condições de teste.
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Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)Certificado de conclusão
Curso Ensaio de Esclerometria
Conteúdo Programático Normativo:
CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR ENSAIO DE ESCLEROMETRIA – CONCRETO ENDURECIDO – AVALIAÇÃO DA DUREZA SUPERFICIAL NBR 7584 E COMO ELABORAR RELATÓRIO TÉCNICO
Objetivo Geral
Capacitar profissionais a executar o ensaio de esclerometria em concreto endurecido, conforme a norma técnica NBR 7584, para avaliação da dureza superficial, interpretando resultados com precisão e elaborando relatórios técnicos adequados para uso em projetos de engenharia e construção.
Público-Alvo
Engenheiros civis
Técnicos em edificações
Arquitetos
Estudantes de engenharia e arquitetura
Profissionais da construção civil e laboratórios de ensaios
Módulo 1: Introdução ao Ensaio de Esclerometria e à NBR 7584 (4 horas)
Objetivo do Ensaio de Esclerometria:
Definição do ensaio e sua importância para a avaliação da resistência do concreto.
Aplicações do ensaio no controle de qualidade e diagnóstico de obras de concreto.
Fundamentos Teóricos da NBR 7584:
Estrutura da norma NBR 7584: definições, requisitos e métodos de aplicação.
Comparação com outras técnicas de avaliação da dureza do concreto (ex: ensaio de compressão).
Princípios da Esclerometria:
Fundamento do método de medição da dureza superficial.
Relação entre a dureza superficial e a resistência à compressão do concreto.
Módulo 2: Equipamentos e Materiais para o Ensaio de Esclerometria (6 horas)
Esclerômetro: Tipos e Funcionamento:
Características do esclerômetro: digital e mecânico.
Escolha do equipamento adequado conforme as condições da obra e tipo de concreto.
Acessórios e Materiais de Apoio:
Pré-condições do concreto e superfícies adequadas para o ensaio.
Cuidados com a manutenção e calibração dos equipamentos.
Normas e Requisitos Técnicos para a Execução do Ensaio:
Requisitos da NBR 7584 sobre calibração do esclerômetro.
Especificações para a escolha das superfícies de concreto.
Módulo 3: Procedimentos para Execução do Ensaio de Esclerometria (8 horas)
Preparação do Concreto para o Ensaio:
Seleção das superfícies a serem avaliadas.
Cuidados na preparação da superfície: limpeza e nivelamento.
Execução do Ensaio:
Posições corretas para a aplicação do esclerômetro.
Frequência e número de medições para resultados confiáveis.
Leitura e interpretação da dureza superficial registrada.
Erros Comuns e Como Evitá-los:
Erros de execução: uso incorreto do equipamento, ângulos de medição errados, etc.
Ajustes e cuidados durante o ensaio para garantir precisão.
Módulo 4: Interpretação dos Resultados do Ensaio de Esclerometria (8 horas)
Análise dos Valores Obtidos:
Correlação entre os valores de dureza superficial e a resistência à compressão do concreto.
Considerações sobre variações nos resultados devido à heterogeneidade do concreto.
Indicadores de Qualidade do Concreto:
Como interpretar os resultados de dureza superficial e suas implicações no controle de qualidade.
Limites aceitáveis de dureza e possíveis falhas no concreto.
Influência de Fatores Externos:
Como fatores como temperatura, idade do concreto e umidade afetam os resultados do ensaio.
Ajustes e interpretações em casos específicos.
Módulo 5: Elaboração do Relatório Técnico (8 horas)
Estrutura do Relatório Técnico:
Introdução, objetivos, metodologia e conclusões.
Como incluir os dados de medição, gráficos e tabelas para uma análise clara.
Documentação dos Resultados e Conclusões:
Como detalhar os resultados do ensaio, incluindo comparações com requisitos normativos.
Identificação de não conformidades e recomendações técnicas.
Análise Crítica e Sugestões de Melhoria:
Como fazer uma análise crítica dos resultados e sugerir soluções para problemas identificados no concreto.
Caso prático de elaboração de relatório técnico a partir de resultados reais.
Módulo 6: Práticas e Estudos de Caso (6 horas)
Estudos de Casos Reais:
Análise de relatórios técnicos reais sobre ensaios de esclerometria realizados em diferentes tipos de obras.
Discussão sobre o impacto dos resultados na qualidade do concreto e no projeto.
Simulações Práticas do Ensaio de Esclerometria:
Realização de ensaios práticos com a interpretação dos resultados em tempo real.
Elaboração de relatórios técnicos com base em dados simulados.
Discussão e Feedback sobre Relatórios Técnicos:
Apresentação de relatórios elaborados pelos alunos.
Correções e melhorias sugeridas pelos instrutores para garantir a clareza e a conformidade com as normas.
Módulo 7: Normas Complementares e Atualizações Tecnológicas (4 horas)
Normas e Tecnologias Relacionadas:
Atualizações em normas nacionais e internacionais sobre ensaios de concreto.
Comparação com outras técnicas não destrutivas (ultrassom, método de absorção, etc.).
Novas Tecnologias no Ensaio de Concreto:
Avanços no esclerômetro e métodos complementares.
Tendências no mercado e como incorporar novas tecnologias para otimização dos ensaios.
Metodologia
Aulas expositivas com uso de slides, vídeos e materiais técnicos.
Demonstrações práticas do ensaio com equipamentos reais.
Exercícios práticos supervisionados para fixação do conteúdo.
Discussão de casos reais e exemplos de relatórios técnicos.
Material Didático
Apostila com os conteúdos teóricos.
Exemplos de relatórios técnicos de esclerometria.
Certificado de participação ao final do curso.
Pré-requisitos
Conhecimentos básicos em tecnologia do concreto e materiais de construção.
OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES:
Aparelhagem;
Aplicação do esclerômetro;
Área de ensaio e Impactos;
Área de ensaio e contos de impacto;
Esbeltez dos elementos de concreto;
Esclerômetro de reflexão;
Execução do ensaio;
Fatores que influenciam os resultados do ensaio;
Influência do tipo de cimento;
Ferramentas necessárias;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.
Influência da carbonatarão;
Influência da idade;
Influência da operação do esclerômetro;
Influência das condições de umidade da superfície;
Influência de outros fatores;
Influência do tipo de agregado;
Influência do tipo de superfície;
Instruções de operação
Resultados do Relatório de ensaio;
Locais recomendáveis para aplicação do Esclerômetro
Superfície do concreto;
Tipo de esclerômetro aplicável;
Verificação do esclerômetro;
Cálculos;
Aparelhagem;
Relatório do Ensaio.
Fonte: NBR 7584 e NM 78:96
Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.
Complementos da Atividade – Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PE (Plano de Emergência);
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate – NBR 16710;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios – NBR 14276;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança: Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade a fim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Entendimentos sobre Ergonomia, Análise de Posto de Trabalho e Riscos Ergonômicos.
Noções básicas de:
HAZCOM – Hazard Communication Standard (Padrão de Comunicação de Perigo);
HAZMAT – Hazardous Materials (Materiais Perigosos);
HAZWOPER – Hazardous Waste Operations and Emergency Response (Operações de Resíduos Operações Perigosas e Resposta a Emergências);
Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) – ISO 45001;
FMEA – Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha);
SFMEA – Service Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de serviços);
PFMEA – Process of Failure Mode and Effects Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Processos);
DFMEA – Design Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Design);
Análise de modos, efeitos e criticidade de falha (FMECA);
Ferramenta Bow Tie (Análise do Processo de Gerenciamento de Riscos);
Ferramenta de Análise de Acidentes – Método TRIPOD;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communication Standard) – OSHA;
Escala Hawkins (Escala da Consciência);
Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.




