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  • Curso Mufla Alta Tensão
Subestação elétrica: Conectores e muflas de alta tensão assegurando a distribuição eficiente da eletricidade. - Curso Mufla Alta Tensão.
quinta-feira, 13 fevereiro 2025 / Publicado em 00 - Template Cursos, ABNT, Cursos de Segurança e Saúde do Trabalho Nacional, Cursos e Treinamentos, Cursos Internacionais, Engenharia de Produção, Engenharia de Segurança do Trabalho, Engenharia Elétrica - Cursos e Treinamentos, ISO, Normas Internacionais, Segurança do Trabalho, Segurança do Trabalho - Cursos e Treinamentos

Curso Mufla Alta Tensão

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE MUFLA ISOLAMENTO ALTA TENSÃO – MANUTENÇÃO PREVENTIVA, CORRETIVA, CONTROLADA/PREDITIVA NÍVEL 01

Referência: 198684

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

Curso Mufla Alta Tensão

O Curso Mufla Alta Tensão tem como objetivo capacitar profissionais para atuar com segurança, precisão técnica e conformidade normativa na instalação, manutenção preventiva, corretiva e preditiva de muflas utilizadas em sistemas elétricos de alta tensão.

O curso proporciona conhecimentos essenciais sobre princípios de isolamento elétrico, resistência dielétrica, procedimentos de montagem e desmontagem, métodos de ensaios elétricos e monitoramento de integridade das muflas. Além disso, desenvolve habilidades para a identificação de falhas, aplicação de técnicas de vedação e conexão, e execução de testes de continuidade e resistência elétrica, garantindo a confiabilidade e a eficiência do sistema elétrico.

Outro aspecto fundamental abordado é a segurança no trabalho em alta tensão, com foco no cumprimento das normas regulamentadoras, uso correto de EPIs e EPCs, mitigação de riscos e aplicação de procedimentos operacionais padronizados. Dessa forma, o curso assegura que os profissionais estejam preparados para atuar em ambientes críticos, reduzindo a probabilidade de falhas operacionais e acidentes elétricos.

Ao final da capacitação, os participantes estarão aptos a executar serviços de instalação e manutenção de muflas com alta performance, eficiência técnica e alinhamento com as melhores práticas do setor elétrico, elevando sua qualificação profissional e ampliando as oportunidades no mercado de trabalho.

Sistema de desconexão de alta tensão: Componentes essenciais para isolamento e segurança operacional em linhas de transmissão. - Curso Mufla Alta Tensão.

Sistema de desconexão de alta tensão: Componentes essenciais para isolamento e segurança operacional em linhas de transmissão.

Qual a Importância do Curso Mufla Alta Tensão?

O Curso Mufla Alta Tensão desempenha um papel fundamental na formação de profissionais qualificados para atuar com segurança, eficiência e conformidade normativa em sistemas elétricos de alta tensão. Primeiramente, ele capacita os participantes a executar corretamente a instalação, manutenção preventiva, corretiva e preditiva de muflas, garantindo a integridade do isolamento e a continuidade operacional da rede elétrica.

Além disso, o curso reforça a importância da aplicação de normas regulamentadoras, como a NR 10 e ABNT NBR IEC 60060-2, assegurando que todas as operações sejam realizadas dentro dos padrões exigidos. Por meio de aulas teóricas e práticas, os participantes aprendem a identificar falhas estruturais, aplicar técnicas de vedação e conexão e executar testes elétricos avançados, incluindo medições de resistência de isolamento e inspeções termográficas. Dessa maneira, a capacitação reduz riscos de falhas elétricas, minimiza o tempo de inatividade dos sistemas e previne acidentes, promovendo um ambiente de trabalho mais seguro e eficiente.

Outro ponto essencial é a qualificação no uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs), garantindo que os profissionais tenham total domínio das medidas de segurança necessárias para trabalhar com muflas em alta tensão. Além disso, o curso permite que os participantes dominem técnicas de monitoramento preditivo, utilizando sensores e ensaios elétricos para detectar possíveis falhas antes que elas comprometam o sistema.

Por fim, ao concluir a capacitação, os profissionais estarão preparados para atuar de forma altamente qualificada em instalações elétricas de alta tensão, reduzindo custos operacionais, otimizando a manutenção e garantindo a confiabilidade dos equipamentos elétricos. Dessa forma, o curso aprimora o nível técnico dos profissionais, amplia suas oportunidades no mercado e reforça a segurança e eficiência das operações elétricas.

Quais Tipos de Mufla?

Os tipos de mufla variam conforme o material e a aplicação no isolamento de alta tensão, garantindo segurança, eficiência e durabilidade no sistema elétrico. Primeiramente, a mufla termocontrátil destaca-se pela facilidade de instalação e alta resistência mecânica, sendo amplamente utilizada em cabos de média e alta tensão. Da mesma forma, a mufla a frio elimina a necessidade de aquecimento no processo de aplicação, proporcionando maior rapidez e reduzindo riscos durante a instalação.

Além disso, a mufla de resina oferece excelente vedação e isolamento elétrico, sendo indicada para ambientes de alta umidade e locais sujeitos a contaminantes. Já a mufla de silicone, por sua vez, se diferencia pela flexibilidade e resistência a temperaturas extremas, garantindo estabilidade dielétrica mesmo em condições adversas.

Por fim, a escolha da mufla deve considerar tensão, ambiente e segurança, garantindo eficiência e confiabilidade do isolamento elétrico em redes de alta tensão.

Infraestrutura elétrica de alta tensão: Muflas e isoladores garantindo a segurança da transmissão de energia. - Curso Mufla Alta Tensão.

Infraestrutura elétrica de alta tensão: Muflas e isoladores garantindo a segurança da transmissão de energia.

Quais São os Materiais Utilizados na Instalação de Mufla?

Os materiais utilizados na instalação de muflas de isolamento em cabos de alta tensão não apenas garantem segurança, resistência dielétrica e durabilidade no sistema elétrico, mas também contribuem para a estabilidade operacional. Além disso, cada componente desempenha um papel fundamental tanto na proteção quanto na eficiência da mufla, assegurando um desempenho confiável ao longo do tempo.

Materiais Isolantes:
Tubos termocontráteis ou de silicone – Proporcionam isolamento elétrico e vedação, garantindo proteção contra descargas elétricas e umidade.
Fita de vedação elétrica (mastique ou semicondutora) – Evita falhas no isolamento e melhora a vedação entre os componentes da mufla.
Tubo isolante interno – Protege os condutores contra sobrecargas térmicas e impactos mecânicos.

Materiais de Vedação e Proteção:
Resina epóxi ou gel isolante – Preenche espaços vazios e reforça a isolação elétrica, prevenindo a penetração de umidade e contaminantes.
Graxa isolante – Reduz o risco de corrosão, melhora a condutividade elétrica e facilita a montagem da mufla.
Anéis de vedação – Garantem estanqueidade e evitam infiltração de agentes externos.

Componentes de Conexão e Fixação:
Terminais de conexão – Permitem a correta fixação dos cabos, garantindo estabilidade elétrica e mecânica.
Luvas de emenda – Asseguram a continuidade elétrica e mecânica entre os cabos, prevenindo falhas na transmissão de energia.
Braçadeiras e suportes – Fixam a mufla de forma segura, evitando deslocamentos e danos mecânicos.

Portanto, o uso adequado desses materiais é essencial para garantir isolamento eficiente, proteção contra descargas elétricas e longevidade dos cabos de alta tensão, assegurando a confiabilidade do sistema elétrico.

Qual a Importância da Manutenção em Muflas Isolamento?

A manutenção de muflas de isolamento é essencial para garantir a segurança, a eficiência e a durabilidade dos sistemas elétricos de alta tensão. Primeiramente, ela previne falhas que podem comprometer a continuidade da transmissão de energia, reduzindo riscos de curtos-circuitos e descargas elétricas. Além disso, ao identificar desgastes, rachaduras ou infiltrações, a manutenção evita deterioração prematura e prolonga a vida útil dos componentes isolantes.

Da mesma forma, a aplicação de técnicas de manutenção preventiva, corretiva e preditiva assegura a integridade da mufla e minimiza custos com reparos emergenciais. Por meio de inspeções visuais, medições elétricas e ensaios termográficos, os profissionais conseguem antecipar possíveis falhas e evitar desligamentos não programados. Assim, manter o isolamento ideal garante a estabilidade do sistema, reduz perdas energéticas e assegura a segurança dos operadores.

Principais Riscos da Falta de Manutenção:

Curto-circuito e falhas elétricas:
A degradação do isolamento pode causar descargas elétricas e curtos-circuitos, resultando em falhas na transmissão de energia e danos aos equipamentos.
Queima de componentes e sobrecarga:
O desgaste da mufla pode levar ao superaquecimento dos cabos, aumentando a resistência elétrica e gerando sobrecargas que podem comprometer a instalação.
Descontinuidade na transmissão de energia:
A ausência de manutenção pode ocasionar falhas repentinas na mufla, interrompendo o fornecimento de energia e afetando sistemas críticos.
Risco de descargas elétricas e acidentes fatais:
O isolamento comprometido expõe trabalhadores ao risco de choque elétrico, podendo causar graves lesões ou acidentes fatais.
Infiltração de umidade e degradação do isolamento:
A falta de vedação adequada permite a entrada de água e contaminantes, acelerando a deterioração do material isolante e reduzindo sua eficiência.
Aumento dos custos operacionais e de reparo:
A ausência de inspeções e manutenções regulares resulta em reparos emergenciais mais caros, além da necessidade de substituições frequentes.
Redução da vida útil da mufla e do sistema elétrico:
O desgaste acelerado do isolamento e dos componentes elétricos diminui a durabilidade da mufla, exigindo trocas prematuras e elevando os custos operacionais.

Portanto, a manutenção preventiva e corretiva é essencial para garantir a confiabilidade, a segurança e a eficiência dos sistemas elétricos de alta tensão, evitando falhas inesperadas e preservando a integridade da instalação.

Curso Mufla Alta Tensão: Tipos de Manutenção

N-01: Manutenção Preventiva; Manutenção Corretiva; Manutenção Controlada/Preditiva.
N-02: Manutenção Programada; Manutenção Não-Programada; Manutenção em Campo: Manutenção fora de Campo.
N-03: Manutenção Corretiva planejada; Manutenção Corretiva não planejada; Manutenção Preventiva Sistemática; Manutenção Preventiva Periódica; Manutenção Detectiva “Pró-Ativa”; Manutenção Autônoma, Manutenção Produtiva Total (TPM) e Gestão de Engenharia de Manutenção.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 40 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisitos: Nível Técnico

Curso Mufla Alta Tensão

CURSO APRIMORAMENTO INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE MUFLA ISOLAMENTO ALTA TENSÃO – MANUTENÇÃO PREVENTIVA, CORRETIVA, CONTROLADA/PREDITIVA NÍVEL 01

Carga Horária Total: 40 horas

Módulo 1: Fundamentos De Muflas E Isolamento Elétrico (6 Horas)
Definição e função das muflas em sistemas de alta tensão
Tipos de muflas: termocontrátil, frio, resina e silicone
Composição e materiais isolantes utilizados
Classificação dos níveis de isolamento conforme tensão aplicada
Normas e regulamentações aplicáveis (NR 10, NBR 14039, IEC 60840)

Módulo 2: Processos De Instalação De Muflas (8 Horas)
Seleção da mufla adequada ao tipo de instalação
Procedimentos de montagem e conexão em cabos de alta tensão
Técnicas de aplicação de isolação térmica e mecânica
Uso de ferramentas e equipamentos para instalação segura
Inspeção e testes de vedação e estanqueidade

Módulo 3: Manutenção Preventiva Em Muflas (8 Horas)
Diagnóstico de falhas comuns em muflas isolantes
Métodos de inspeção visual e termográfica
Medição de resistência de isolamento
Monitoramento de temperatura e umidade
Aplicação de revestimentos protetores para prolongamento da vida útil

Módulo 4: Manutenção Corretiva Em Sistemas De Isolamento (8 Horas)
Identificação e correção de falhas em muflas de alta tensão
Procedimentos de reparo em muflas danificadas
Substituição de componentes isolantes desgastados
Técnicas de restauração do isolamento elétrico
Aplicação de resinas e termocontráteis para reconstituição da mufla

Módulo 5: Manutenção Controlada E Preditiva (6 Horas)
Conceitos e benefícios da manutenção preditiva
Uso de sensores para monitoramento remoto de muflas
Ensaios elétricos e termográficos avançados
Análise de dados para antecipação de falhas
Estratégias para otimização da confiabilidade do sistema elétrico

Módulo 6: Segurança E Procedimentos Normativos (4 Horas)
Aplicação da NR 10 – Segurança em Instalações Elétricas
Identificação e mitigação de riscos elétricos
Uso de EPI’s e EPC’s em trabalhos com muflas de alta tensão
Procedimentos de desligamento e religação segura
Simulação de situações de emergência e primeiros socorros em choques elétricos

NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Curso Mufla Alta Tensão

Curso Mufla Alta Tensão

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Curso Mufla Alta Tensão

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
ABNT NBR 14039 – Instalações elétricas de média tensão, de 1,0 kV a 36,2 kV;
ABNT NBR 15751 – Métodos de ensaios mecânicos e térmicos em muflas para cabos de alta tensão;
ABNT NBR 16274 – Cabos de potência isolados com extrudado e seus acessórios para tensões de 69 kV a 500 kV;
ABNT NBR IEC 60060-2 – Técnicas de ensaios elétricos de alta-tensão – Parte 2: Sistemas de medição;
ABNT NBR IEC 60270 – Técnicas de ensaios elétricos de alta-tensão – Medição de descargas parciais;
ABNT NBR IEC 62271-102 – Manobra e comando de alta tensão Parte 102: Seccionadoras e seccionadoras de aterramento em corrente alternada;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Curso Mufla Alta Tensão

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O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Ferramentas Necessárias para Manutenção 
Chave Allen, 5 mm e 6 mm;
Alicate pequeno com ponta redonda;
Alicate para anel elástico interno, 2,3 e 4 mm;
Alicate para anel elástico externo, 2 e3 mm;
Chave de fenda média (1/4” ou 5/16”);
Chave de fenda 1/8” e 3/16”;
Chave de boca 13, 19, 30, 36, e 46 mm;
Chave estrela 41e 46mm;
Calibrador de folga (comprido) 0.4, 0.5 e 0.6 mm;

Ferramentas de Manutenção Preventiva
Verificar o funcionamento de todos os movimentos;
Testar o funcionamento do freio;
Verificar se a corrente de carga não sofreu abrasão nas articulações;
Verificar o nível de óleo. Complementar se necessário;
Verificar as fixações da corrente, limpar e lubrificar com ROCOL;
Revisar os elementos de acionamento, conexões, emendas de soldas e fixação do carro de translação.;
Verificar se os ganchos de carga e de suspensão apresentam trincas ou outros danos;
Trocas o óleo (caixa de engrenagens). Limpar o parafuso de saída do óleo;
Verificar o correto ajuste do acoplamento deslizante (1/3 da carga nominal), se necessário, reajustá-lo;
Verificar o carro de translação, principalmente as rodas e o caminho de rolamento; possibilidade de abrasão;
Trocar a graxa do motoredutor;
Trocar a graxa da engrenagem do carro de translação.

Ferramentas Manuais:
Jogo de Chave Allen Polegada e Milímetro.
Chaves Combinada de 07 à 19 e 36mm
Chaves de Fenda e Philips
Chave Canhão 07
Multímetro Digital
Megometro Digital
Saca Rolamento Pequeno.

Peças Sujeitas á Desgastes
Guia interna da corrente
Desengate;
Anéis O-Ring;
Junta de vedação de cobre e retentores;
Guia de entrada da corrente;
Anel do freio Deslizante (não pode ter contato com óleo – espessura min. Adm. 3mm);
Engrenagens de arraste;
Rolamentos;
Corrente (medir com calibrador, sempre entre 11 elos);
Estator (testar com 2.500 volts; entre massa e bobina);

Sobressalentes para Manutenção Preventiva
Lubrificante (ROCOL);
Jogo de esferas para Rotor – 5 mm;
Jogo de Roletes para Rotor – 5 mm;
Anéis eláticos para eixos;
Arruelas de pressão para parafussos;
Contrapinos 5×45, 16,5×32 e 4×40;
Anéis de Vedação de cobre 12×36;
Anel do Aclopamento Deslizante;
Retentores;
Anéis O- ring (145×2=> R20 – OR 121 x 2 => R60.

Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act)
A abordagem do sistema de gestão de SSO aplicada neste documento é baseada no conceito Plan-Do-Check-Act (Planejar-Fazer- Checar-Agir) (PDCA).
O conceito PDCA é um processo iterativo, utilizado pelas organizações para alcançar uma melhoria contínua. Pode ser aplicado a um sistema de gestão e a cada um de seus elementos individuais, como a seguir:
a) Plan (Planejar): determinar e avaliar os riscos de SSO, as oportunidades de SSO, outros riscos e outras oportunidades, estabelecer os objetivos e os processos de SSO necessários para assegurar resultados de acordo com a política de SSO da organização;
b) Do (Fazer): implementar os processos conforme planejado;
c) Check (Checar): monitorar e mensurar atividades e processos em relação à política de SSO e objetivos de SSO e relatar os resultados;
d) Act (Agir): tomar medidas para melhoria contínua do desempenho de SSO, para alcançar os resultados pretendidos.

Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso
Parte Interessada;

Stakeholder – Pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou se perceber afetada por uma decisão ou atividade.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

Requisitos para ministrar parte prática Treinamentos de manutenção de máquina ou Equipamento
Máquina ou Equipamento totalmente desmontado mecanicamente;
Motor na bancada totalmente desmontado incluindo sistema de embreagem;
Ferramentas para montagem e desmontagem de motores e peças mecânicas, de arrefecimento e da embreagem;
Conhecimentos mínimos de mecânica e elétrica;
Óleo lubrificante para motor e fluído hidráulico para embreagem bem como fluído para sistema de arrefecimento;
Manual de Instruções Técnica do motor da máquina ou equipamento;
Manual de Instrução Técnica de Manutenção da Máquina ou Equipamento;
O Equipamento deverá estar sem as rodas, ou material rotante (esteira) apoiado em cavalete;
O Teste final será aplicado no momento do encerramento do treinamento;
Será aplicado no final dos estudos teóricos pela Plataforma EAD a Avaliação Teórica.

Procedimentos: Somente quando Contratado Treinamento Prático de Manutenções:
O treinamento deverá obrigatoriamente ser acompanhado pelo Supervisor da área de manutenção como aluno cortesia, incluindo seu teste final assim como os demais.

Não será permitido o aluno sair do momento do treinamento em hipótese alguma.
O tempo de treinamento prático será após as revisões do treinamento teórico e testes finais.

OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:

Normas Regulamentadoras
NR 10 – Segurança em instalações e serviços em eletricidade.
NBR 14039 – Instalações elétricas de alta tensão.
IEC 60840 – Cabos de potência e seus acessórios para tensões de 30 kV a 150 kV.
Sistemas Elétricos de Alta Potência
Princípios de funcionamento das redes de alta tensão.
Importância do isolamento elétrico eficiente.
Impacto das muflas na segurança e continuidade operacional.
Principais Características de uma Mufla para Isolamento de Alta Tensão
Capacidade de suportar altas tensões elétricas, geralmente acima de 100 kV.
Isolamento elétrico eficiente, evitando descargas elétricas indesejadas.
Resistência a altas temperaturas devido ao aquecimento da instalação.
Durabilidade e resistência mecânica para suportar tensões mecânicas dos cabos elétricos.
Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)
Luvas isolantes para trabalhos com alta tensão.
Capacetes de segurança com proteção dielétrica.
Óculos de proteção para evitar partículas durante a manutenção.
Botas isolantes e vestimentas antichama para proteção adicional.
Procedimentos de Instalação de Muflas
Realizar a instalação com a energia desligada.
Verificação da integridade dos cabos e conexões antes da instalação.
Aplicação correta dos componentes isolantes e de vedação.
Testes de continuidade e isolamento para garantir ausência de falhas ou curtos-circuitos.
Principais Materiais Utilizados na Fabricação de Muflas para Isolamento de Alta Tensão
Porcelana: Alta resistência mecânica e elétrica, além de suportar altas temperaturas.
Silicone: Isolante elétrico com alta resistência dielétrica e baixa perda elétrica.
Borracha EPDM: Isolante elétrico com excelente resistência ao envelhecimento e variações térmicas.
Manutenção Preventiva de Muflas para Isolamento de Alta Tensão
Verificação da integridade física da mufla.
Limpeza e remoção de resíduos que possam comprometer o isolamento.
Inspeção da conexão dos cabos e terminais.
Medição da resistência de isolamento.
Avaliação do estado das peças de fixação e vedação.
Manutenção Corretiva e Controlada/Preditiva
Diagnóstico de falhas estruturais em muflas isolantes.
Técnicas de restauração do isolamento elétrico.
Ensaios termográficos para identificação de pontos de aquecimento.
Substituição de componentes desgastados ou comprometidos.
Uso de sensores para monitoramento remoto e antecipação de falhas.
Segurança no Trabalho com Muflas de Alta Tensão
Identificação e mitigação de riscos elétricos.
Procedimentos de desligamento e aterramento para trabalhos seguros.
Uso de EPIs e EPCs obrigatórios.
Simulações de emergência e primeiros socorros em casos de choque elétrico.

Exercícios Práticos
Aplicação de procedimentos de instalação de muflas.

Execução de testes de isolamento e continuidade elétrica.
Simulações de diagnóstico e reparo de falhas em muflas isolantes.
Registro de evidências das atividades realizadas.

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;

Curso Mufla Alta Tensão

Saiba Mais: Curso Mufla Alta Tensão

Qual é a importância da instalação de mufla de isolamento em cabos de alta tensão?
A instalação de muflas de isolamento em cabos de alta tensão é de extrema importância para garantir a segurança e o bom funcionamento do sistema elétrico. As muflas são dispositivos que protegem os cabos contra descargas elétricas, evitando curtos-circuitos e danos aos equipamentos. Além disso, elas também ajudam a evitar interrupções no fornecimento de energia elétrica, garantindo uma maior confiabilidade do sistema. É importante ressaltar que a instalação das muflas deve ser realizada por profissionais capacitados e seguindo as normas técnicas específicas para cada tipo de cabo e ambiente de instalação.
Quais são os principais tipos de mufla de isolamento disponíveis no mercado?
Existem diversos tipos de mufla de isolamento disponíveis no mercado, cada um com características específicas para atender às necessidades de diferentes aplicações. Alguns dos principais tipos são:
Mufla termocontrátil: é composta por um tubo termoplástico que encolhe quando aquecido, formando uma camada isolante ao redor do cabo.
Mufla de resina: utiliza-se uma resina epóxi para criar uma camada isolante ao redor do cabo.
Mufla de porcelana: utiliza-se um corpo de porcelana para isolar o cabo.
Mufla de borracha: utiliza-se uma camada de borracha para isolar o cabo.
Mufla de silicone: utiliza-se uma camada de silicone para isolar o cabo.
Cada tipo de mufla tem suas próprias vantagens e desvantagens, e a escolha do tipo mais adequado dependerá das condições específicas da aplicação em questão.
Como escolher a mufla de isolamento adequada para cada tipo de cabo de alta tensão?
A escolha da mufla de isolamento adequada para cada tipo de cabo de alta tensão deve levar em consideração diversos fatores, tais como a tensão nominal do cabo, o diâmetro externo do condutor, a temperatura de operação e a configuração do sistema de alta tensão.
As muflas de isolamento são dispositivos utilizados para conectar cabos de alta tensão, permitindo a passagem da corrente elétrica sem perdas significativas e garantindo a segurança do sistema elétrico. Existem diversos tipos de muflas de isolamento disponíveis no mercado, cada uma projetada para atender às necessidades específicas de cada aplicação.
Para escolher a mufla de isolamento adequada para o seu cabo de alta tensão, é importante consultar as especificações técnicas do fabricante do cabo e da mufla, levando em consideração as características elétricas e mecânicas de ambos os componentes. Além disso, é importante seguir as normas técnicas aplicáveis e contar com a orientação de profissionais especializados na área de instalação e manutenção de sistemas elétricos de alta tensão.
Lembre-se sempre de priorizar a segurança e a eficiência do sistema elétrico ao escolher a mufla de isolamento adequada para cada tipo de cabo de alta tensão.

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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