Nome Técnico: Elaboração de Relatório Técnico de Resistividade e a Modelagem Geoelétrica de Solos para Aterramento Elétrico – NBR 7117-1
Referência: 174892
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Laudo de Resistividade Geoelétrica Solos
O objetivo do Relatório Técnico de Resistividade e a Modelagem Geoelétrica de Solos para Aterramento Elétrico – Conforme NBR 7117-1 – Parâmetros do Solo para Projetos de Aterramentos Elétricos, que apresenta técnicas de sondagem Geoelétrica e as metodologias de determinação do modelo Geoelétrica correspondente (camadas horizontais, planas e paralelas). Esta Parte da ABNT NBR 7117 não se aplica às estruturas geolétricas complexas, associadas aos modelos 2D ou 3D.
Esta Parte da ABNT NBR 7117 fornece subsídios para aplicação em projetos de aterramento elétrico.
A aplicabilidade desta Parte da ABNT NBR 7117, especialmente para instalações de grande porte, pode requerer suporte especializado na área de geofísica, em virtude da complexidade dos diferentes métodos de sondagem geotécnica e das técnicas de inversão necessárias para a construção de modelos geolétricas equivalentes de grandes áreas.
NOTA: Podem só enquadrar na categoria de sistemas do aterramento de instalações do grande porto os parques eólicos. parques fotovoltaicos. complexos hidroelétricos. plantas industriai e subestações com arca superior a 20 000 m2.
Como executar a inversão da curva de resistividade aparentes?
6.3 Inversão da c -a de resistividades aparentes
6.3.1 Existem programas de computador que fazem a curva de resistividades aparentes e obtém matematicamente os modelos de múltiplas camadas.
6.3.2 Em virtude de interferências e de erros associados as medições, o processo matemático de inversão tem a característica de admitir melhoras soluções em termos de modelos geolétricas para uma mesma curva de resistividades aparentes.
O modelo Geoelétrica calculado pelo programa, apesar de constituir uma solução que atende matematicamente ao problema da inversão, pode não corresponder a estrutura Geoelétrica que efetivamente existe no subsolo da área prospectada.
Diz-se que uma inversão feda sem qualquer informação complementar sobre a estrutura do subsolo (ide se quer modelar é uma inversão cega (bitaff inversion) Portanto. sempre que possível, devem-se procurar informações adicionais sobre a geologia da área prospectada, de modo a poder fazer uma inversão sob restrição, que considere os dados adicionais à curva de resistividades aparentes e que resulte em um modelo Geoelétrica mais compatível com a estrutura do solo local.
6.3.3 Cabe destacar que a maioria dos programas de inversão existentes admite que uma ou mais variáveis selam impostas a solução, seja em termos de espessura ou profundidade de uma determinada camada, ou um valor especifico da resistividade para uma camada do solo, por exemplo:
a) a profundidade do (radico, que marca a Interface entre uma camada superficial seca e de maior resistividade e urna camada inferior, saturada de água e com resistividade mais baixa.
b) o impenetrável, medido por uma ou mais sondagens SPT, caracterizando a camada de solo mais compacta, onde espera que a resistividade tenda a aumentar, devido à redução do volume o da comunicabilidade dos poros das rochas que contém água.
Laudo de Resistividade Geoelétrica Solos
Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas pela nossa Equipe multidisciplinar:
Termos e definições;
Solo;
Conceitos básicos;
Sondagens geolétricas;
Modelagem Geoelétrica;
Conceitos básicos;
Sondagens elétricas verticais (SEV);
Arranjos de medição;
Procedimentos de medição;
Considerações práticas da SEV;
Número e localização das linhas de medição (SEV);
Condições básicas a serem observadas nas sondagens elétricas verticais;
Modelagem Geoelétrica;
Obtenção da curva média de resistividades aparentes do solo;
Número de camadas de um modelo Geoelétrica;
Inversão da curva de resistividades aparentes;
Sondagens geolétricas com técnicas eletromagnéticas;
Equipamentos para sondagem Geoelétrica com o método da eletrorresistividade;
Características dos terrômetros;
Características dos resistivímetros;
Aplicação do terrômetro com arranjo de Wenner;
Estrutura básica de um solo com três camadas e curva de resistividades aparentes correspondente;
Curvas de variação da resistividade do solo com a umidade, salinidade e temperatura;
Solo real (a) e modelo unidimensional (1D) correspondente (b), estratificado em camadas horizontais paralelas, resistividade e a espessura da camada;
Configuração genérica de medição da resistividade do solo (sondagem elétrica) por meio de quatro eletrodos alinhados;
Configuração do arranjo de Schlumberger;
Configuração do arranjo de Wenner;
Croquis para uma campanha de sondagens geolétricas em uma área retangular (SEV A, B. C, D etc. — linhas de medição);
Esquema elétrico simplificado de um terrômetro e do circuito visto por ele no solo, para uma SEV com arranjo de Wenner;
Leitura da resistência aparente (Ri) com arranjo de Wenner;
Faixas de resistividade típicas de materiais que compõem o solo.
Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Quando Aplicável:
Certificado de Calibração;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Registro das Evidências;
Proposta de melhorias corretivas;
Conclusão do PLH;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.
Laudo de Resistividade Geoelétrica Solos



