Nome Técnico: CURSO CAPACITAÇÃO NR 18 – SEGURANÇA NA OPERAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE CADEIRA SUSPENSA (BALANCIM ELÉTRICO)
Referência: 171050
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Curso Cadeira Suspensa NR 18
O Curso Cadeira Suspensa NR 18 tem como objetivo principal preparar o trabalhador para executar atividades em altura com o uso de cadeiras suspensas motorizadas de forma segura, conforme os requisitos da NR 18 e da NR 35. A formação aborda aspectos técnicos da montagem, inspeção, operação e manutenção preventiva do equipamento, além do correto uso de EPIs, ancoragens e travas de segurança. O foco é eliminar improvisações e práticas inseguras que colocam vidas em risco durante trabalhos verticais.
Além disso, o Curso Cadeira Suspensa NR 18 desenvolve a capacidade do profissional em reconhecer riscos, agir preventivamente e adotar medidas eficazes em situações de emergência. Com base em normas técnicas atualizadas (ABNT, NR 18, NR 35), o conteúdo proporciona entendimento prático e crítico para garantir a integridade do trabalhador, a conformidade legal da operação e a responsabilidade técnica envolvida em cada etapa do uso do balancim elétrico.

Técnico capacitado realiza atividade em altura com cadeira suspensa, utilizando sistema de ancoragem independente, trava de segurança e EPIs adequados conforme NR 18.
Quando a utilização da cadeira suspensa se torna obrigatória em uma obra?
A cadeira suspensa motorizada é exigida quando a atividade vertical não pode ser realizada com plataformas fixas ou andaimes, ou quando a área exige acesso pontual em altura, como na pintura, limpeza técnica, impermeabilização ou manutenção de fachadas.
O uso do balancim é comum a partir de 2 metros de altura, conforme NR 35, desde que haja projeto técnico, ponto de ancoragem seguro e equipe capacitada. Portanto, sua adoção deve considerar a viabilidade de montagem, carga admissível, tipo de estrutura e as condições do entorno, assim como vento, energia elétrica, risco de queda e geometria da edificação.
Onde deve ser feita a ancoragem da linha de vida no uso da cadeira suspensa?
A ancoragem da linha de vida nunca deve estar conectada à própria estrutura da cadeira ou aos cabos de movimentação. Ela deve ser instalada de forma independente, em ponto fixo resistente à carga de impacto exigida pelas normas (mínimo 15 kN, segundo a ABNT NBR 16325-1).
O ponto de ancoragem pode ser estrutural (viga metálica, pilar, laje) ou constituído por sistema de contrapeso aprovado. Essa separação é crucial: garante que, mesmo com a ruptura da cadeira, o trabalhador esteja protegido. Sem essa prática, a ilusão de segurança se desfaz no primeiro acidente.
Como deve ser feita a inspeção diária do balancim elétrico antes da operação?
A inspeção pré-operacional deve seguir checklist técnico rigoroso. O operador deve verificar:
| Item | O que observar? |
|---|---|
| Cabos de aço | Fios partidos, corrosão, amassamento |
| Trava de segurança | Funcionamento com simulação de queda |
| Painel elétrico | Integridade dos comandos e ausência de falhas |
| Ancoragens | Fixação e resistência estrutural |
Além disso, deve-se simular subida e descida sem carga para verificar o acionamento dos freios e a resposta do motor. Esse procedimento é mandatário antes do início de qualquer atividade vertical e deve ser documentado conforme política de segurança da empresa.

Operador certificado realiza inspeção externa com sistema de acesso por corda, utilizando talabarte de posicionamento, trava-quedas guiado e capacete com jugular.
Riscos são mais frequentes no uso da cadeira suspensa e como preveni-los
Os riscos mais críticos são:
Queda por falha de cabo ou ancoragem
Choque elétrico por contato com fiação aérea
Colapso estrutural por montagem incorreta
Erro humano na operação dos comandos
A prevenção passa por três pilares: capacitação do trabalhador, inspeção técnica diária e manutenção preventiva do equipamento. Além disso, jamais se deve improvisar ou adaptar o sistema sem parecer técnico ou ART de profissional habilitado.
Por que o uso de cadeira suspensa exige capacitação específica com base na NR 18?
Porque o balancim elétrico envolve risco real de queda fatal, choque elétrico, falha mecânica e erro humano. A NR 18 estabelece que apenas profissionais capacitados e autorizados podem operar o equipamento, e isso inclui conhecimento técnico, domínio de EPIs e noções de emergência.
A capacitação conforme NR 18, combinada à NR 35 e às normas da ABNT, permite ao trabalhador atuar com segurança, interpretar os riscos do ambiente e tomar decisões corretas sob pressão. Portanto, não basta saber subir e descer: é preciso compreender a lógica da prevenção, os limites do equipamento e os sinais de alerta.
Como agir em caso de pane elétrica com o operador suspenso a mais de 10 metros?
Em caso de falha elétrica, o operador não deve tentar descer manualmente sem autorização técnica. Sendo assim, os procedimentos incluem:
Acionar o sistema de emergência ou freio manual;
Solicitar apoio externo imediato;
Avaliar possibilidade de autorresgate com linha de vida e descensor (se treinado).
A equipe de segurança deve estar pronta com procedimento de resposta rápida, conforme previsto na NR 35 e na ABNT NBR 16710-1 (resgate técnico). A improvisação, nesse cenário, é fatal.

Equipe executa manutenção em superfície cilíndrica utilizando técnicas de acesso por corda com redundância de sistemas.
Importância da ART para operação com cadeira suspensa motorizada
A Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) comprova que a montagem e utilização da cadeira suspensa está sob responsabilidade de um profissional habilitado, normalmente engenheiro ou técnico em segurança do trabalho.
Além disso, ela respalda juridicamente o empregador, o operador e a contratante, garantindo que os critérios técnicos, normativos e estruturais foram avaliados e aprovados. Operar sem ART é assumir risco civil, trabalhista e criminal em caso de acidente.
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Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)Certificado de conclusão
Curso Cadeira Suspensa NR 18
CURSO CAPACITAÇÃO NR 18 – SEGURANÇA NA OPERAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE CADEIRA SUSPENSA (BALANCIM ELÉTRICO)
Carga Horária Total: 16 Horas
MÓDULO 1 – INTRODUÇÃO AO SISTEMA DE CADEIRA SUSPENSA (2 Horas)
Definição e aplicações da cadeira suspensa motorizada
Cenários críticos: fachadas, shafts, silos e estruturas verticais
Comparação entre cadeira motorizada e manual
Requisitos básicos de operação segura segundo a NR 18
MÓDULO 2 – FUNDAMENTAÇÃO LEGAL E RESPONSABILIDADES (2 Horas)
Aplicações da NR 18 e sua interface com NR 35 e NR 12
Obrigações do empregador e do trabalhador
Documentação exigida: ART, laudos, manuais e instruções técnicas
Penalidades e consequências de não conformidade
MÓDULO 3 – IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS E CONTROLES OPERACIONAIS (2 Horas)
Principais riscos: quedas, choque elétrico, falha estrutural
Análise de risco prévia à montagem
Planejamento de proteção coletiva e individual
Definição dos limites operacionais
MÓDULO 4 – COMPONENTES, MONTAGEM E INSPEÇÃO PRÉ-USO (2 Horas)
Partes do balancim: motor, base, trava de segurança, cabos
Técnicas de montagem segura
Requisitos do ponto de ancoragem
Checklist de verificação e liberação operacional
MÓDULO 5 – FUNCIONAMENTO, SUBIDA, DESCIDA E PARADAS DE EMERGÊNCIA (2 Horas)
Comandos de operação e manuseio do painel
Mecanismos de subida e descida com dupla trava
Estratégias de parada segura
Comportamento em condições climáticas adversas
MÓDULO 6 – USO ADEQUADO DE EPIs E DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA (2 Horas)
Cinto de segurança tipo paraquedista com talabarte Y
Linha de vida vertical com trava quedas guiado
Proteções contra contato com redes elétricas
Exigências técnicas dos EPIs conforme NR 6 e NR 18
MÓDULO 7 – MANUTENÇÃO, CONSERVAÇÃO E ARMAZENAMENTO DO EQUIPAMENTO (2 Horas)
Plano de manutenção preventiva e preditiva
Identificação de falhas visuais e operacionais
Vida útil e substituição de componentes
Cuidados no armazenamento, transporte e acondicionamento
MÓDULO 8 – PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA E RESPOSTA RÁPIDA (2 Horas)
Simulação de falha de energia e acionamento do sistema de emergência
Técnicas de autorresgate e apoio externo
Comunicação e sinalização de socorro
Rotina de evacuação vertical e isolamento da área
Finalização e Certificação:
Exercícios Práticos (quando contratado);
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);
Certificado de Participação.
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
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