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  • Laudo de Arames de Aço Redondos Forjamento a Frio
Laudo de Arames de Aço
quarta-feira, 01 janeiro 2025 / Publicado em 00 - Template Laudos, Engenharia de Materiais, Engenharia de Produção, Engenharia de Segurança do Trabalho, Engenharia Industrial, Engenharia Mecânica, Engenharia Mecânica - Laudos e Relatórios Técnicos, Engenharia Mecatrônica, Engenharia Metalúrgica, Engenharia Química, Engenharia Química - Laudos e Relatórios Técnicos, Gestão da Produção, Laudos e Relatórios Técnicos, NR01, NR12, Segurança do Trabalho, Segurança do Trabalho - Laudos e Relatórios Técnicos

Laudo de Arames de Aço Redondos Forjamento a Frio

Nome Técnico: EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA EM ARAMES DE AÇO REDONDOS PARA FORJAMENTO A FRIO DE PARAFUSOS, PORCAS, REBITES E CORRELATOS – NBR 16984, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO COM A EMISSÃO DE ART

Referência: 167885

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Interpretações em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Italiano, Mandarim, Alemão, Francês, Hindi, Japonês e outros consultar.

O Laudo de Arames de Aço Redondos para Forjamento a Frio é um documento técnico que valida a conformidade dos arames. Ele se baseia nos padrões estabelecidos pela NBR 16984. O laudo verifica as especificações químicas e mecânicas dos arames, garantindo que sejam adequados para aplicações em parafusos, porcas e rebites.

Este elogio é fundamental para garantir que os arames tenham resistência suficiente para o processo de forjamento, evitando defeitos e falhas nos produtos finais. Além disso, o laudo também contribui para a segurança operacional. Arames que não atendem aos padrões podem resultar em falhas catastróficas. Portanto, a obtenção desse laudo é um passo crucial na cadeia de produção.

Arames de Aço Redondos Forjados a Frio: Análise detalhada das propriedades mecânicas e dimensionais dos arames de aço submetidos ao processo de forjamento a frio - Laudo de Arames de Aço

Arames de Aço Redondos Forjados a Frio: Análise detalhada das propriedades mecânicas e dimensionais dos arames de aço submetidos ao processo de forjamento a frio

Para que servem os Arames de Aço Redondos no Forjamento a Frio?

Os arames de aço redondos utilizados no forjamento a frio servem como matéria-prima essencial para a fabricação de peças como parafusos, porcas e rebites. O processo de forjamento a frio exige que os arames tenham propriedades mecânicas específicas, garantindo que resistam às forças aplicadas sem deformações ou rupturas.

A conformidade com a NBR 16984 garante que os arames sejam fabricados com a composição química correta. Isso garante alta durabilidade e desempenho no uso final. Assim sendo, a escolha do arame certo é necessária, pois um arame inadequado pode comprometer a integridade do produto final, resultando em custos adicionais e retrabalhos.

Além disso, a utilização de arames de alta qualidade no forjamento a frio assegura a eficiência do processo produtivo, minimizando perdas e aumentando a competitividade das empresas no mercado.

Quais são os tipos de arames de aço para forjamento a frio?

Classificamos os arames de aço para forjamento ao frio com base em sua composição química e propriedades mecânicas. A NBR 16984 define os critérios para fabricarmos esses arames, que podemos produzir a partir de diferentes processos, como forno elétrico a arco ou conversor LD.

Projetamos cada tipo de arame para suportar diferentes níveis de estresse mecânico, dependendo da aplicação final, seja em parafusos, porcas ou rebites. A escolha do tipo correto de arame é importante para garantir o sucesso do processo de forjamento a frio.

Portanto, as empresas devem avaliar cuidadosamente as especificações de cada tipo de arame antes da compra, considerando fatores como resistência à tração e ductilidade.

Exame das especificações e resistência dos arames de aço redondos para garantir a integridade no processo de forjamento a frio - Laudo de Arames de Aço

Exame das especificações e resistência dos arames de aço redondos para garantir a integridade no processo de forjamento a frio

Como ocorre a Inspeção dos Arames de Aço Redondo Segundo a NBR 16984?

A inspeção dos arames de aço redondos deve ser realizada de acordo com as diretrizes da NBR 16984. Isso garante que os produtos estejam em conformidade com os requisitos técnicos estabelecidos. Todos os ensaios e inspeções deverão ser realizados pelo fornecedor antes do embarque dos materiais.

Caso o comprador opte por acompanhar o processo de inspeção, ele deverá ter acesso total às instalações. Esse acompanhamento é fundamental para assegurar que os padrões de qualidade sejam rigorosamente seguidos.

Como é o Processo de Fabricação dos Arames de Aço?

O processo de fabricação influencia diretamente as características do arame, como resistência à tração e ductilidade, impactando seu desempenho no forjamento. A qualidade do aço utilizado no processo de fabricação também é fundamental. Isso garante que os arames cumpram todas as exigências técnicas permitidas.

Além disso, o controle de qualidade durante a fabricação é crucial. As empresas devem implementar medidas rigorosas de controle para garantir que cada lote de arames atenda aos padrões exigidos. Isso minimiza o risco de falhas no produto final e assegura a satisfação do cliente.

O que acontece em caso de Aprovação e Reprovação de Arames de Aço Redondos?

Se uma primeira amostra não atender aos requisitos dimensionais ou apresentar defeitos de superfície, o lote passa por uma segunda amostra. Em situações de reprovação, o fornecedor tem o direito de realizar novos testes. Essa flexibilidade no processo de verificação é essencial para manter a qualidade e a confiabilidade dos arames fornecidos.

Esteja em conformidade com as diretrizes da NBR 16984 e transforme o arame para o formato desejado, garantindo segurança para as estruturas - Laudo de Arames de Aço

Esteja em conformidade com as diretrizes da NBR 16984 e transforme o arame para o formato desejado, garantindo segurança para as estruturas

Qual a Importância do Laudo?

Além dos benefícios técnicos que o Laudo de Arames de Aço Redondos proporciona, ele também oferece vantagens comerciais. Empresas que seguem rigorosamente a NBR 16984 e garantem a qualidade de seus produtos fortalecem sua confiança no mercado. O laudo técnico, portanto, se torna um diferencial competitivo.

Ele demonstra compromisso com excelência e segurança. Para assuntos que buscam certificações de qualidade e desejam evitar retrabalhos ou falhas em seus processos, a obtenção de um laudo técnico adequado é essencial, por exemplo.

Esse elogio não apenas garante a conformidade, mas também reforça a confiança do cliente nos produtos oferecidos. Isso amplia a renovação e os resultados da empresa. Portanto, investir na obtenção de um laudo técnico é um passo estratégico, pois promove a credibilidade e a reputação da empresa no setor.

Quais são os Exemplos de Aplicações dos Arames de Aço no Forjamento a Frio?

Eles são essenciais na fabricação de componentes automotivos, como parafusos e portas. Além disso, são utilizados na construção civil, onde a resistência e a durabilidade são fundamentais. Portanto, a qualidade dos arames impacta diretamente a segurança e a eficiência dos produtos finais.

Em setores como a indústria eletroeletrônica, a precisão e a resistência desses arames são igualmente cruciais, demonstrando a versatilidade e a importância dos arames de aço redondos em diversas aplicações industriais.

Conclusão

Em resumo, o Laudo de Arames de Aço Redondos para Forjamento a Frio é um documento técnico fundamental, visto que ele valida a conformidade dos arames com as normas da NBR 16984. Além de garantir a qualidade dos arames usados ​​na fabricação de produtos essenciais, ele garanta que o processo de forjamento ocorra de forma eficiente e segura.

A inspeção rigorosa que visa a segurança e o processo de fabricação garante que os arames atendam a todas as especificações técnicas necessárias. Ao procurar arames de aço redondos, é essencial que as empresas priorizem a entrega do laudo técnico.

Esse laudo não apenas garante a qualidade do produto final, mas também protege a integridade das peças fabricadas. Ele garante durabilidade e segurança. A conformidade com normas técnicas é um diferencial competitivo que agrega valor e fortalece a confiança da empresa no mercado.

Além disso, as empresas devem estar cientes das atualizações nas normas e regulamentos. Isso garante que seus processos e produtos permaneçam em conformidade. Portanto, a busca contínua pela melhoria e pela qualidade deve ser uma prioridade.

Assim, o Laudo de Arames de Aço Redondos para Forjamento a Frio é um elemento essencial para o sucesso das operações industriais. Ele não só garante a qualidade, mas também promove a confiança e a satisfação do cliente.

Levantamento de Diagnóstico
Análise Qualitativa e Quantitativa
Registro de Evidências
Conclusão e Proposta de Melhorias
Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Laudo de Arames de Aço Redondos Forjamento a Frio

Escopo dos Serviços:
Verificação e Inspeções pertinentes:

EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA EM ARAMES DE AÇO REDONDOS PARA FORJAMENTO A FRIO DE PARAFUSOS, PORCAS, REBITES E CORRELATOS – NBR 16984, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO COM A EMISSÃO DE ART

OBJETIVO
Realizar a inspeção técnica de arames de aço redondos utilizados no forjamento a frio de fixadores metálicos, com base nos requisitos da NBR 16984, garantindo a conformidade técnica, a rastreabilidade e a emissão de relatório detalhado e ART (Anotação de Responsabilidade Técnica).

ATIVIDADES A SEREM EXECUTADAS

Planejamento e Preparaçã
Revisão de documentos técnicos e especificações dos materiais a serem inspecionados.
Definição de critérios de aceitação com base na norma NBR 16984.
Elaboração do plano de inspeção, incluindo amostragem, métodos de teste e cronograma.

Inspeção Técnica
Verificação dimensional:
Medição de diâmetros e tolerâncias conforme especificações da norma.
Avaliação de uniformidade e circularidade do arame.

Análise visual:
Identificação de defeitos superficiais, como trincas, fissuras, corrosão ou rebarbas.
Verificação de condições de acabamento superficial, como limpeza e presença de revestimentos.

Ensaios mecânicos:
Testes de resistência à tração, alongamento e limite elástico.
Avaliação de ductilidade e conformabilidade para forjamento a frio.

Ensaios metalúrgicos:
Verificação da microestrutura do material por meio de análise metalográfica.
Testes de dureza e análise química para confirmar a composição do aço.

Documentação dos Resultados
Registro das medições, resultados de testes e inspeções realizadas.
Tabulação e organização dos dados para facilitar a análise e interpretação.

Elaboração do Relatório Técnico
Descrição detalhada das atividades realizadas e dos métodos utilizados.
Apresentação dos resultados das inspeções e ensaios.
Identificação de não conformidades e emissão de recomendações corretivas, se necessário.
Conclusões com base na conformidade com a NBR 16984.

Emissão da ART
Registro da ART no sistema do CREA, abrangendo todas as atividades realizadas:
Planejamento e execução da inspeção.
Elaboração do relatório técnico.

RESPONSABILIDADES
Garantir que a inspeção seja conduzida por profissionais habilitados e registrados no CREA.
Cumprir rigorosamente os requisitos da NBR 16984 e normas complementares aplicáveis.
Assegurar a confidencialidade e a rastreabilidade durante todas as etapas do processo.

DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA
NBR 16984 – Arames de aço redondos para forjamento a frio de parafusos, porcas, rebites e correlatos.
Manuais e especificações técnicas dos fabricantes de materiais.
Normas complementares aplicáveis, como aquelas relacionadas a ensaios mecânicos e metalúrgicos.

ENTREGA FINAL
Relatório técnico completo contendo:
Métodos adotados, registros de inspeção e ensaios realizados.
Evidências documentais (fotografias, tabelas e gráficos).
Conclusões e recomendações.
ART emitida e registrada no CREA, garantindo rastreabilidade e responsabilidade técnica.

Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

Laudo de Arames de Aço Redondos Forjamento a Frio

Laudo de Arames de Aço Redondos Forjamento a Frio

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
ABNT NBR 16984 – Arames de aço redondos para forjamento a frio de parafusos, porcas, rebites e correlatos;
ABNT NBR 6331 – Arame de aço de baixo teor de carbono, zincado, para uso geral – Especificação;
ABNT NBR 13366 – Arame redondo de aço inoxidável para molas – Especificação;
ABNT NBR 6005 – Arames de aço revestidos e não revestidos – Verificação da ductilidade e da aderência do revestimento;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Laudo de Arames de Aço Redondos Forjamento a Frio

Laudo de Arames de Aço Redondos Forjamento a Frio

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Laudo de Arames de Aço Redondos Forjamento a Frio

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Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor).

OUTROS ELEMENTOS SE PERTINENTES E CONTRATADOS:

Referências normativas;
Termos e definições;
Requisitos gerais;
Fabricação;
Composição química;
Temperabilidade;
Tamanho de grão;
Inclusões;
Descarbonetação de superfície;
Esferoidização;
Tolerâncias dimensionais;
Defeitos de superfície;
Propriedades mecânicas;
Características especificas ;
Pedido de compra;
Massa de fornecimento;
Certificado;
Amostragem;
Marcação, rotulagem e embalagem;
Inspeção;
Aprovação e reprovação  A (informativo);
Temperabilidade  B (informativo) Propriedades mecânicas de referência;
Teores de inclusões admissíveis no arame;
Diâmetros nominais e tolerâncias de arame;
Dureza mínima de núcleo e temperatura de austenitização para avaliação da temperabilidade do arame;
Propriedades mecânicas do arame, sem tratamento térmico, com diâmetros 5,00 mm;
Propriedades mecânicas do arame com tratamento térmico.
Fonte: NBR 16984.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas;

END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco).

Laudo de Arames de Aço Redondos Forjamento a Frio

Saiba Mais: Laudo de Arames de Aço Redondos Forjamento a Frio

4 Requisitos
4.1 Requisitos gerais
4.1.1 Os arames abrangidos por esta Norma são classificados e designados de acordo com a sua composição química.
4.1.2 Os arames de aço fabricados conforme esta Norma devem ter características adequadas para o atendimento às exigências do processo de forjamento a frio e às exigências de aplicação do produto final.
4.2 Fabricação
4.2.1 Os aços fornecidos de acordo com esta Norma podem ser fabricados em forno elétrico a arco, em convertedor LD ou em qualquer outro processo de aciaria, desde que atendam às exigências desta Norma. O processo de fabricação do aço deve ser informado ao cliente. caso este solicite no pedido de compra.
4.2.2 Para os arames de aço fabricados conforme esta Norma. devem-se utilizar fios-máquina fabricados conforme a ABNT NBR 6325.
4.3 Composição química
4.3.1 Os arames devem ser fabricados em aços com composição química conforme as NM 87, SAE J403 e SAE J404. Outros aços, quando solicitados no pedido de compra, também podem ser utilizados na fabricação de arames conforme esta Norma.
4.3.2 Os aços para essa aplicação devem ser acalmados ao alumínio e/ou devem conter elementos refinadores de grãos. como nióbio. vanádio e/ou titânio.
4.4 Temperabilidade
4.4.1 Quando solicitada. a temperabilidade no núcleo do arame deve ser conforme indicado na Tabela A.1.
4.4.2 A temperabilidade no núcleo deve ser obtida por meio de têmpera direta em óleo, com agitação, e o núcleo deve ser aquecido a 55 °C ± 15 °C, com tempo equivalente a 2 min por milímetro de diâmetro na temperatura de austenitizaçâo, conforme indicado na Tabela A.1. O comprimento do corpo de prova deve ser de no mínimo 3 vezes o seu diâmetro.
4.4.3 Admite-se, nos aços-carbono não ligados, a adição dos elementos de liga Mn até no máximo 1,0 % e de liga Cr até no máximo 0,35 %, de forma a garantir a temperabilidade desejada.
4.5 Tamanho de grão
O material deve apresentar grão austenftico 6 ou mais fino, determinado de acordo com a ABNT NBR 11568 ou a ASTM E112.
4.7 Descarbonetação de superfície
4.7.1 A avaliação da descarbonetação de superfície deve ser feita de acordo com a ABNT NBR 11299 ou a SAE J419.
4.7.2 Os arames de aço devem ser livres de descarbonetaçâo total (Tipo 1). em todas as condições de fornecimento.
4.7.3 O somatório das profundidades de descarbonetação parcial (Tipo 2 e Tipo 3) não pode exceder 0,30 mm.
4.7.4 Qualquer outro valor de profundidade máxima de descarbonetação deve ser motivo de acordo prévio entre o fornecedor e o comprador.
4.7.5 Não é necessário controlar a descarbonetação nas ligas com teores de carbono menores ou iguais aos do aço 1020.
4.8 Esferoidização
Os arames de aço fornecidos no estado esferoidizado devem ter o grau de esferoidização dos carbonetos 70 % para os aços de designação 5 ao 1020 e 80% para os aços de designação 1020. quando avaliados conforme a ABNT NBR 14677.
4.9 Tolerâncias dimensionais 4.9.1 O diâmetro nominal dos arames e as suas respectivas tolerâncias estão indicados na Tabela 2. 4.9.2 O diâmetro nominal dos arames deve ser medido a partir de 20 mm da extremidade do rolo. 4.9.3 A ovalização dos arames não pode exceder 50 % da tolerância dimensional admissível.
4.10 Defeitos de superfície
4.10.1 A profundidade máxima admissível de defeitos de superfície remanescentes, determinados conforme a ABNT NBR 6928, é dada pelas equações a seguir, onde Dn é o diâmetro nominal, em milímetros. A largura máxima admissível é de 1,5 vez a profundidade máxima admissível. Os defeitos devem ser avaliados por ensaio metalográfico. conforme a NM 117.
Grau 1: 0.07 + 0,006 Dn Grau 2: 0.03 + 0,005 Dn 4.10.2 Quando não for especificado o grau de superfície no pedido de compra, o material deve atender ao Grau 1.
4.10.3 Qualquer outro valor de profundidade máxima de defeito admissível deve ser motivo de acordo prévio entre o fornecedor e o comprador.
4.11 Propriedades mecânicas
4.11.1 As propriedades mecânicas para os aços sem e com tratamento térmico são apresentadas, respectivamente, nas Tabelas B.1 e B.2. As propriedades apresentadas são apenas orientativas, devendo ser objeto de acordo prévio entre o fornecedor e o comprador.
4.11.2 Para os aços não constantes no Anexo B, fornecidos sem e com tratamento térmico, as propriedades mecânicas devem ser acordadas entre o fornecedor e o comprador, e especificadas no pedido de compra.
4.12 Características específicas
Exigências de características especificas. como faixas de propriedades mecânicas. microestruturas resultantes de tratamentos térmicos ou outras exigências especiais, devem ser especificadas no pedido de compra.
5 Pedido de compra No pedido de compra de arames de aço. o comprador deve indicar pelo menos o seguinte:
a) nome do produto:
b) número desta Norma e ano de publicação;
c) quantidade, em massa, em quilogramas (kg);
d) designação do aço;
e) diâmetro nominal, em milímetros (mm);
f) massa individual da embalagem, em quilogramas (kg), e, se necessário, diâmetros interno e externo do rolo, em milímetros (mm);
g) condição de fornecimento e propriedades mecânicas, se necessários;
h) tratamento de superfície;
i) aplicação final;
j) outros requisitos, se necessários.
F: NBR 16984.

Laudo de Arames de Aço Redondos Forjamento a Frio: Consulte-nos.

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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