Nome Técnico: Elaboração do Plano de Contingência de Resíduos Sólidos Urbanos
Referência: 148603
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Plano de Contingência de Resíduos Sólidos Urbanos
O plano de contingência é elaborado afim de incluir as medidas alternativas para o controle e minimização de danos causados ao meio ambiente e ao patrimônio quando da ocorrência de situações anormais envolvendo quaisquer das etapas do gerenciamento do resíduo.
O que é um Plano de Contingência?
O plano de continência descreve as situações possíveis de anormalidade e indica os procedimentos e medidas de controle para o acondicionamento, tratamento e disposição final dos resíduos nas situações emergenciais. O plano de contingência é o planejamento preventivo e alternativo da organização para atuação durante um evento que afete as atividades normais da organização.
O que são Resíduos Sólidos Urbanos?
Resíduos sólidos urbanos são sobras de produtos gerados a partir de atividades de origem industrial, doméstica, hospitalar, comercial, agrícola e de varrição das atividades de grandes cidades.
PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 274
ANEXO I
PLANO DE CONTINGÊNCIA
Art. 1º É obrigatória a elaboração de Plano de Contingência, visando identificar as respostas para um conjunto de situações de emergência, previamente identificadas, atribuindo tarefas pessoais, equipamentos a serem utilizados e planos de evacuação, caso necessário.
Plano de Contingência de Resíduos Sólidos Urbanos
Sistemas de comunicação e de alarme interno;
Plano de auxílio mútuo;
Equipamentos de controle de fogo e vazamentos;
Procedimentos e equipamentos de descontaminação;
Procedimentos de testes e manutenção de equipamentos de proteção;
Plano de manutenção, paralisação da unidade e disposição dos resíduos;
Plano de remoção de feridos;
Plano de treinamento e simulação;
Procedimentos de recepção, estocagem, manuseio e disposição dos resíduos;
Descrição dos procedimentos e equipamentos de segurança;
Precauções para prevenção de ignição acidental ou reações de resíduos inflamáveis, reativos ou incompatíveis;
Transporte interno de resíduos e indicação em planta das vias de tráfego interno;
Mecanismos de intertravamento dos equipamentos em ocorrências;
Baixa temperatura de combustão e falta de indicação de chama;
Falta de energia elétrica ou queda brusca de tensão;
Baixa concentração de oxigênio na câmara pós combustão ou na chaminé;
Detecção de valores de monóxido de carbono (CO) entre cem e quinhentas partes por milhão por mais de dez minutos corridos ou concentração que represente risco à operação;
Mau funcionamento dos monitores e registradores de oxigênio ou de monóxido de carbono;
Interrupção ou parada do funcionamento do equipamento de controle de poluição;
Queda de suprimento do ar de instrumentação;
Parada do ventilador ou exaustor;
Sobre pressão positiva na câmara de combustão;
Elementos básicos de um aplano de contingência;
Percepção de risco e decisão de construir um plano de contingência;
Constituição de um grupo de trabalho;
Análise do cenário de risco e cadastro de capacidades;
Definição de ações, procedimentos e recursos;
Definição de Atribuições e responsáveis;
Definição de mecanismos de coordenação e operação;
Definição de condições de aprovação, divulgação e revisão do plano;
Aprovação e divulgação do plano de contingência;
Operacionalização e revisão;
Disposições Finais:
Registro fotográfico;
Registro das Evidências;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) – exceto Laudo Pericial;
Plano de Contingência de Resíduos Sólidos Urbanos



