Nome Técnico: Treinamento Capacitação Segurança no Trabalho em Espaço Confinado – NR 33
Referência: 13389
Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar
Qual o objetivo do Treinamento Segurança em Espaço Confinado?
O objetivo do treinamento de segurança em espaço confinado é garantir a segurança dos trabalhadores que precisam entrar em espaços confinados durante suas atividades laborais, visando capacitar os trabalhadores para identificar os riscos envolvidos nessas atividades e adotar medidas preventivas para evitar acidentes, abordando questões relacionadas à utilização de equipamentos de proteção individual e coletiva, procedimentos de emergência e primeiros socorros.
Quais são os principais riscos em espaços confinados?
Os principais riscos em espaços confinados incluem a falta de oxigênio, a presença de gases tóxicos, inflamáveis ou explosivos, a possibilidade de incêndios e explosões, além de condições físicas desfavoráveis, como temperaturas extremas, umidade excessiva e falta de iluminação. Esses riscos podem ser agravados pela falta de ventilação e pela dificuldade de acesso ao espaço confinado em caso de emergência. Por isso, é fundamental que os trabalhadores estejam capacitados para identificar esses riscos e adotar medidas preventivas para garantir sua segurança durante as atividades em espaços confinados.
No Gerenciamento de riscos ocupacionais afim de obter a asseguração, como a Organização deve seguir com o cadastro do espaço confinado, segunda a NR 33?
“A organização que possuir espaço confinado deve elaborar e manter o cadastro do espaço confinado, contemplando:
Identificação do espaço confinado, podendo para esse fim, ser utilizado código ou número de rastreio;
Volume do espaço confinado;
Número de aberturas de entrada e “bocas de visita”, e suas dimensões;
Formas de acesso, suas dimensões e geometria;
Condição do espaço confinado (ativo ou inativo);
Croqui do espaço confinado (com previsão de bloqueios e raquetes);
Utilização e/ou produto armazenado e indicação dos possíveis perigos existentes antes da liberação de entrada.”
Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas
Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)Certificado de conclusão
Treinamento Segurança em Espaço Confinado
Conteúdo Programático Normativo:
Reconhecimento, avaliação e controle de riscos;
Funcionamento dos equipamentos utilizados;
Procedimentos e utilização da permissão de entrada e trabalho;
Noções de resgate e primeiros socorros;
Identificação e sinalização;
Permissão de entrada;
Monitoramento de atmosfera;
Ventilação;
Equipamentos de proteção individual (EPIs);
Equipamentos de proteção coletiva (EPCs)
Comunicação;
Procedimentos de bloqueio e etiquetagem:;
Controle de fontes de energia perigosas: eletricidade, gás e água, antes de permitir a entrada no espaço confinado;
Inspeção e manutenção;
Estabelecer um sistema de comunicação eficiente entre a equipe que está dentro do espaço confinado e a equipe que está do lado de fora;
Plano de emergência detalhado e treinado previamente;
Mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
Avalição de evento que indique a necessidade de novo treinamento;
Equipamentos de monitoramento ambiental;
Conjunto para locais confinados com cilindros de ar respiráveis devidamente carregados, entre outros necessários;
Monitor de gás; Sensor para Oxigênio (O2);
Eletroquímico – 0 a 30% vol; Sensor para gás Combustível (LEL); Catalítico – 0 a 100% LEL;
Sensor para gás Monóxido de Carbono (CO); Eletroquímico – o a 100 ppm;
Sensor para gás Sulfídrico (H2S); Eletroquímico – o a 200 ppm;
Alarme visual e sonoro com indicação das concentrações média e máximas a exposição do contaminante;
Alarmes instantâneos selecionáveis, visual e sonoro, pré-alarme para nível baixo de O2, com auto-reconhecimento de alarme com indicação de pico de concentração;
Insuflador de Ar (para atividades em espaço confinado);
Insuflador de ar, com duto de 4,5 ou 7,5 m, diâmetros de saída de 20, 30 ou 40 cm, para auxílio na dispersão de gases tóxicos ou explosivos em espaços confinados;
Equipamentos de Proteção Respiratória com cilindro de fuga;
Sistema de fornecimento de ar comprimido filtrado proveniente de cilindros;
Conjunto formado por carro de transporte tipo carreta, redutor de pressão com manômetro, mangueira, máscara e cilindros de ar respirável de 10 ou 20 l;
Equipamentos de resgate;
Tripé para Espaço Confinado;
Equipamento portátil composto de tripé trava quedas resgatador e guincho, para uso em trabalhos e resgates em ambientes confinados, composto por: Pés telescópicos ajustáveis a cada 7 (sete) cm, através de pinos em cada uma de suas pernas, possibilitando uma altura mínima de 1,4 m e altura máxima de 2,1 m;
Sapatas em aço com tratamento anticorrosivo, móveis, para acompanhar o nivelamento do piso, com borrachas antiderrapantes e correntes para travamento das mesmas, com fechamento através de um mosquetão;
O travamento da parte superior de cada uma das pernas por pino de aço, fixado por um olhal e cupilha, confeccionado em aço fundido, com tratamento anti-corrosivo;
03 (três) pontos de ancoragem, para permitir o uso simultâneo de 03 (três) sistemas de movimentação no local confinado, com 02 (dois) olhais em aço forjado giratórios, a fim de evitar a torção do cabo de aço, posicionados na parte inferior da mesma junção;
Os sistemas de guincho e trava quedas resgatador são instalados externamente ao tripé, possibilitando uma área interna maior para o trabalho e resgate no local confinado.
Trava quedas resgatador Retrátil e, em caso de queda, travar automaticamente;
Dispõe de alavanca manual para redução de torque;
Possui fator de redução de 4,5: 1;
Possui dispositivo de ativação mecânica para função trava quedas ou guincho;
Possui cabo inoxidável, com diâmetro de 4,8 mm (3/16”), com sistemas de travamento independentes, sendo a descida do cabo controlada a uma velocidade de 1,4 m/s;
O mosquetão em aço forjado com indicador de queda, com resistência de 2.200 kgf, com dupla trava de segurança;
Fixação no tripé através de um suporte em aço, com tratamento anticorrosivo, de encaixe rápido por 03 (três) pinos em aço, fixado por um olhal e cupilha, a fim de evitar que os mesmos se soltem do sistema.
Guincho Equipado com alavanca redutora de torque, com acionamento mecânico
e dispositivo para acionar a subida e descida do equipamento;
Resistência à tração de 1.360 kg;
Equipado com cabo de aço inoxidável, com diâmetro de 4,8 mm (3/16”);
Fator de redução de 4,5: 1;
Mosquetão em aço forjado, com distorcedor de cabo e dupla trava de segurança com resistência de 2.200 kgf;
Fixação no tripé através de um suporte em aço, com tratamento anticorrosivo, de encaixe rápido por 03 (três) pinos de aço, fixado por um olhal e cupilha, a fim de evitar que os mesmos se soltem do sistema;
Kit de Calibração de monitor de gás;
BW , MSA ou Quest Technologies);
Kit de Calibração composto de cilindro, regulador de pressão, mangueira, conexão em inox e mala para transporte para gás combustível (LEL), CO, H2S e O2;
Cinto de Segurança Tipo Paraquedista Especificação Sabesp – Classe 571 (com data de validade vigente) Tamanho Pequeno – Quantidade: 01 e Tamanho grande;
Cinto: Constituído em tiras de poliamida, lisa;
Linhas: De náilon especial, reforçada;
Fivela: Do tipo automático, confeccionado em aço inox;
Cinto abdominal e perneiras: Constituído em tiras de poliamida, almofadada, com resistência de acordo com a NBR para confecção de cinto de segurança;
Argola: Confeccionado em aço inox;
Mosquetões: Confeccionado em material duralumínio, com dupla trava;
Detalhes: As costuras devem ser de alta resistência, em duplo “W”;
As tiras do cinto deverão ser do tipo liso, a fim de facilitar a limpeza;
O equipamento deverá possuir 06 (seis) pontos de ancoragem, sendo: 01frontal, 01 dorsal, 02 laterais e 02 no suspensório, na altura do ombro;
O cinto deverá permitir regulagens nas perneiras, nos suspensórios frontais, na fivela frontal do cinto abdominal e na tira do suspensório dorsal, através de fivelas em aço inox de regulagem rápido e fácil;
As fivelas do cinto abdominal e das perneiras deverão possuir travamento automático, com dupla trava de segurança, em material duralumínio e aço inoxidável para fechamento do cinto na altura do abdômen e das pernas;
As argolas deverão ser do tipo “D”, dupla base, em aço inoxidável, de angulação aberta para facilitar o engate do talabarte, com resistência de acordo com a NBR; A argola deverá ser em aço inoxidável para fixação do trava-quedas no ponto de ancoragem dorsal;
Deverá possuir uma fita elástica para fechamento das alças do suspensório, com fivela do tipo engate rápido, confeccionada em material de PVC;
As tiras que compõem o cinto deverão ser testadas a 2.300 kg, sem ruptura;
O conjunto de cinto/talabarte com corda deverá ser testado pelo fabricante conforme as normas brasileiras (NBR);
O talabarte de corda deverá ser adquirido em separado do cinto, em razão das combinações de modelos diferentes em conjunto com os mosquetões;
Junto do cinto de segurança deverá vir um acessório tipo trapézio,
confeccionado em tiras de poliamida, com 02 (dois) mosquetões em suas extremidades, para uso em caso de necessidade de suspensão de vítimas em locais confinados.
Tiras do cinto: Largura: 44 mm; e espessura: 0,5 a 1,5 mm
Tamanhos: Pequeno, para manequim de 36 a 42 e Grande, para manequim de 42 a 58.
Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.
Complementos da Atividade – Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PE (Plano de Emergência);
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate – NBR 16710;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios – NBR 14276;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança: Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade a fim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Entendimentos sobre Ergonomia, Análise de Posto de Trabalho e Riscos Ergonômicos.
Noções básicas de:
HAZCOM – Hazard Communication Standard (Padrão de Comunicação de Perigo);
HAZMAT – Hazardous Materials (Materiais Perigosos);
HAZWOPER – Hazardous Waste Operations and Emergency Response (Operações de Resíduos Operações Perigosas e Resposta a Emergências);
Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) – ISO 45001;
FMEA – Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha);
SFMEA – Service Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de serviços);
PFMEA – Process of Failure Mode and Effects Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Processos);
DFMEA – Design Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Design);
Análise de modos, efeitos e criticidade de falha (FMECA);
Ferramenta Bow Tie (Análise do Processo de Gerenciamento de Riscos);
Ferramenta de Análise de Acidentes – Método TRIPOD;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communication Standard) – OSHA;
Escala Hawkins (Escala da Consciência);
Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.



