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  • Curso Como Elaborar Laudo de Desratização e Desinsetização
Aplicação técnica de desinsetização em ambiente interno, com uso de EPI e pulverizador profissional.
segunda-feira, 21 abril 2025 / Publicado em 00 - Template Cursos, Cursos de Segurança e Saúde do Trabalho Nacional, Cursos e Treinamentos, Eng. Ambiental e Sanitária - Laudos e Relatórios Técnicos, Engenharia Ambiental e Sanitária - Cursos e Treinamentos, NR01, Segurança do Trabalho, Segurança do Trabalho - Cursos e Treinamentos, Tradução e Interpretação de Idiomas técnicos

Curso Como Elaborar Laudo de Desratização e Desinsetização

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR INSPEÇÃO  DE DESRATIZAÇÃO E  DESINSETIZAÇÃO COMO ELABORAR  RELATÓRIO TÉCNICO

Referência: 111429

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Interpretações em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Mandarim, Alemão, Hindi, Japonês, Árabe e outros consultar.

O Que é o Curso Como Elaborar Laudo de Desratização e Desinsetização?

O Curso Laudo Desinsetização é uma capacitação técnica voltada a profissionais que atuam na elaboração de laudos, inspeções e relatórios técnicos relacionados aos serviços de controle de pragas urbanas, com foco específico em desratização (controle de roedores) e desinsetização (controle de insetos rasteiros e voadores). O curso tem como principal objetivo preparar o participante para realizar avaliações técnicas completas, com embasamento normativo e emissão de laudos com ART. Durante o curso, o profissional aprende a identificar metodologias de controle aplicadas, produtos químicos autorizados, procedimentos operacionais corretos, bem como avaliar a eficácia e a segurança das ações executadas. O conteúdo inclui a aplicação de normas da ANVISA, resoluções da CONAMA, legislação sanitária local e referências da ABNT relacionadas ao controle de pragas e segurança química.
Além do conteúdo prático, o curso também orienta sobre os aspectos legais exigidos para empresas prestadoras de serviços, os critérios para elaboração de laudos técnicos formais e a atuação com responsabilidade técnica perante fiscalizações sanitárias, auditorias, processos de licenciamento e contratos públicos. Ao concluir a formação, o participante estará apto a elaborar laudos técnicos de desratização e desinsetização, com estrutura adequada, registros fotográficos, conclusões técnicas e emissão de ART. Além disso, a capacitação atende engenheiros agrônomos, químicos, biólogos, tecnólogos, consultores ambientais e responsáveis técnicos de empresas controladoras de pragas. Dessa forma, esses profissionais passam a atuar com segurança, respaldo legal e conformidade sanitária nos serviços de controle ambiental urbano.

Profissional executa serviço de desratização em ambiente corporativo, utilizando EPI completo e pulverizador costal - Curso Laudo Desinsetização

Profissional executa serviço de desratização em ambiente corporativo, utilizando EPI completo e pulverizador costal.

Curso Laudo Desinsetização: O Que é Desinsetização e Desratização?

Desinsetização é o conjunto de procedimentos técnicos aplicados para controlar ou eliminar insetos indesejáveis, como baratas, formigas, mosquitos, moscas e outros vetores de doenças ou contaminação. O objetivo é reduzir a população de insetos a níveis aceitáveis, assegurando condições sanitárias adequadas em ambientes urbanos, industriais, comerciais e residenciais.
As metodologias incluem pulverização, nebulização, aplicação de gel, uso de pó seco e barreiras físicas. Todas são executadas com produtos registrados na Anvisa e técnicas adequadas ao ambiente tratado. A desratização é o processo de controle e erradicação de roedores. Atua principalmente contra ratos de telhado (Rattus rattus), ratazanas (Rattus norvegicus) e camundongos (Mus musculus). O procedimento visa a prevenção de danos estruturais, contaminações e doenças como leptospirose e hantavirose. As principais técnicas envolvem iscagem com raticidas, uso de armadilhas mecânicas, controle ambiental e vedação de acessos (barreiras físicas). Assim como na desinsetização, os produtos utilizados devem ser autorizados pelos órgãos reguladores e aplicados sob responsabilidade técnica.

Quais os Tipos Desinsetização?

Os tipos de desinsetização variam conforme o ambiente, o tipo de inseto alvo e a estratégia de controle adotada. A pulverização é uma das formas mais comuns de desinsetização, aplicada diretamente em superfícies, frestas e rodapés com o uso de inseticidas líquidos de ação residual. Para sua eficácia, esse método exige cuidados específicos com a diluição, o uso de EPI adequado e o controle do tempo de reentrada no ambiente.
Além da pulverização, outro método amplamente utilizado é a nebulização, que pode ser feita a frio (UBV) ou a quente (FOG). Essa técnica, por sua vez, dispersa o produto em forma de névoa, atingindo áreas de difícil acesso e sendo indicada especialmente em casos de infestações generalizadas. Durante a execução do serviço, o profissional deve registrar no laudo os equipamentos utilizados, a concentração da substância aplicada e as orientações de segurança adotadas.
Em complemento, a equipe técnica recomenda a desinsetização com gel inseticida para locais sensíveis, como cozinhas industriais e áreas com presença constante de pessoas.  O produto apresenta ação prolongada e gera baixo impacto ambiental. Dessa forma, o laudo deve indicar os pontos de aplicação, o tipo de produto e as precauções tomadas. Por fim, o uso de pó seco é indicado para locais de difícil acesso, como conduítes, forros e estruturas ocas, sendo uma alternativa eficaz em espaços onde outros métodos não alcançam.
O produto atua por contato e tem efeito prolongado. O laudo técnico deve informar a composição do pó, os locais tratados e os riscos associados. No caso da desratização, o profissional escolhe os métodos com base no nível de infestação, nas características do ambiente e no risco à saúde humana. A técnica mais comum é a iscagem, que utiliza blocos ou pellets raticidas posicionados em pontos estratégicos.

Qual o Público-Alvo?

Profissionais habilitados que atuam na área de controle de pragas urbanas e saúde ambiental compõem o principal público do Curso Como Elaborar Laudo de Desratização e Desinsetização. Afinal, são esses profissionais que possuem competência legal para emitir laudos técnicos com Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). Em especial, o curso atende engenheiros agrônomos, ambientais, químicos e de segurança do trabalho. São eles, portanto, os que assumem a responsabilidade técnica por empresas prestadoras de serviços de desratização e desinsetização, garantindo conformidade legal e técnica nas operações.
Além disso, o curso também atende biólogos, químicos e tecnólogos ambientais que atuam com produtos saneantes e controle de vetores. Técnicos de nível médio também participam, desde que trabalhem sob supervisão de um profissional legalmente habilitado. Peritos judiciais, assistentes técnicos e consultores que elaboram pareceres ou relatórios técnicos também fazem parte do público-alvo. Esse grupo costuma atuar em processos administrativos, ambientais ou trabalhistas que exigem respaldo normativo. Por fim, o curso orienta e capacita responsáveis técnicos de empresas do setor de controle de pragas. Esses profissionais atuam em contratos públicos e privados, lidando com fiscalizações sanitárias, auditorias, processos de licenciamento e certificações que exigem comprovação técnica da execução e eficácia dos serviços prestados.

Controle químico realizado em área isolada, com aplicação técnica de desinfestação e uso de equipamento costal pressurizado - Curso Laudo Desinsetização

Controle químico realizado em área isolada, com aplicação técnica de desinfestação e uso de equipamento costal pressurizado.

Como é Realizado a Desratização e Desinsetização?

A equipe técnica realiza a desratização a partir de uma inspeção detalhada do ambiente, identificando focos de infestação, trilhas, ninhos, fezes e pontos de entrada dos roedores. A partir dessa avaliação, os profissionais elaboram um plano de ação e definem os métodos mais adequados para o controle. Entre as principais técnicas, destacam-se a aplicação de iscas raticidas, posicionadas em porta-iscas devidamente sinalizados e protegidos, bem como a instalação de armadilhas mecânicas em locais estratégicos. Além disso, em ambientes sensíveis, como hospitais e indústrias alimentícias, os técnicos também implementam barreiras físicas e, sempre que necessário, realizam ações de vedação para impedir o acesso dos roedores.
No caso da desinsetização, os profissionais iniciam o processo com uma avaliação técnica do local, considerando o tipo de infestação e os riscos envolvidos. Em seguida, aplicam diferentes técnicas de controle, como pulverização de inseticidas líquidos, nebulização (UBV/FOG), aplicação de gel inseticida em pontos estratégicos e uso de pó seco em áreas de difícil acesso. Todos os produtos utilizados possuem registro na Anvisa, e os aplicadores executam o serviço com uso adequado de EPI, conforme as normas de segurança. A responsabilidade técnica é garantida por meio da emissão da ART correspondente.

Por Que Deve Ser Realizado o Curso Laudo Desinsetização?

Os profissionais devem realizar o Curso Laudo Desinsetização e Desratização  porque a emissão de laudos técnicos exige domínio normativo. Também exige responsabilidade técnica e respaldo legal. Essa capacitação se torna ainda mais necessária em contextos que exigem comprovação formal.
Em muitos casos, leis, contratos e auditorias exigem laudos que comprovem a eficácia e a segurança das ações de controle de pragas. Além disso, as empresas que prestam serviços de desratização e desinsetização frequentemente atuam em ambientes sensíveis, como indústrias alimentícias, hospitais, escolas, condomínios, obras civis e estabelecimentos comerciais. Nesses casos, órgãos fiscalizadores, clientes e auditorias sanitárias costumam exigir um laudo técnico formal. O documento deve descrever os produtos utilizados e os métodos aplicados.
Também deve incluir as medidas preventivas e a ART assinada por profissional habilitado. Além disso, o curso prepara o profissional para atuar com segurança e embasamento técnico. Isso ajuda a evitar autuações, interdições e riscos jurídicos causados por falhas na execução dos serviços ou pela ausência de documentação técnica adequada. Também é fundamental para participar de licitações públicas, processos de licenciamento ambiental, certificações ISO/HACCP e fiscalizações da vigilância sanitária. Portanto, realizar esse curso é essencial para quem deseja atuar ou expandir sua atuação no setor de controle de pragas com credibilidade, competência técnica e conformidade legal.

Clique no Link:  Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Veja Também:

Laudo das Condições Sanitárias NR 24
Curso Desinsetização e Desratização
Curso Animais Peçonhentos N2

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 16 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisito: Alfabetização

Curso Como Elaborar Laudo de Desratização e Desinsetização

CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR INSPEÇÃO  DE DESRATIZAÇÃO E  DESINSETIZAÇÃO  E COMO ELABORAR  RELATÓRIO TÉCNICO
Carga Horária Total: 40 Horas

Módulo 1: Fundamentos de Controle de Pragas Urbanas (6 Horas)
Conceitos fundamentais de desratização e desinsetização
Classificação das pragas urbanas: roedores, insetos rasteiros e voadores
Importância do controle de vetores para saúde pública e segurança sanitária
Riscos associados à infestação de pragas
Impactos ambientais do controle químico

Módulo 2: Legislação e Normas Regulamentadoras (6 Horas)
Legislação sanitária aplicável (ANVISA – RDC 52/2009, RDC 622/2022)
Resoluções do CONAMA relacionadas ao meio ambiente
Requisitos para empresas controladoras de pragas (estrutura legal, registro na VISA)
Papel do Responsável Técnico e exigência de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica)
Normas técnicas e orientações da ABNT, Ministério da Saúde e CREA

Módulo 3: Produtos e Substâncias Utilizadas (5 Horas)
Classificação dos produtos químicos: rodenticidas e inseticidas
Grupos químicos, modos de ação e princípios ativos mais utilizados
Rótulos, fichas de segurança (FISPQ) e registro no Ministério da Saúde
Critérios de seleção de produtos e restrições legais
Toxicologia e medidas de prevenção

Módulo 4: Estrutura e Elementos do Relatório Técnico (8 Horas)
Conceito de relatório técnico e sua função documental
Elementos obrigatórios e recomendados:
Identificação do cliente e da empresa
Objeto do serviço e justificativas técnicas
Produtos utilizados com número de registro
Ambientes e superfícies tratadas
Medidas preventivas e observações importantes
Assinatura do responsável técnico e ART (se aplicável)
Formato textual, linguagem técnica e terminologia apropriada
Diretrizes para padronização e clareza do conteúdo

Módulo 5: Avaliação Técnica da Área e Fundamentação Teórica (6 Horas)
Parâmetros teóricos para avaliação de risco de infestação
Fatores que justificam a escolha de técnicas e produtos
Importância da vistoria e da caracterização ambiental na composição do relatório
Fundamentos da tomada de decisão técnica em controle de pragas

Módulo 6: Ética, Responsabilidade Técnica e Comunicação Escrita (5 Horas)
Princípios éticos na elaboração de documentos técnicos
Responsabilidade civil e penal do responsável técnico
Relação entre clareza do relatório e segurança jurídica
Boas práticas de redação técnica: objetividade, coerência e precisão terminológica
Comunicação transparente com o contratante

Módulo 7: Análise Crítica de Modelos Teóricos de Relatórios (4 Horas)
Estudo teórico de diferentes estruturas de relatório
Pontos fortes e deficiências em modelos simulados
Conformidade com os requisitos legais e normativos
Correlações entre relatório técnico e auditorias sanitárias

Exercícios Práticos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Curso Como Elaborar Laudo de Desratização e Desinsetização

Curso Como Elaborar Laudo de Desratização e Desinsetização

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 20 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.
NR 18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de dezesseis horas e atualização anual com carga horária mínima de quatro horas.

Curso Como Elaborar Laudo de Desratização e Desinsetização

Curso Como Elaborar Laudo de Desratização e Desinsetização

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;

FUNASA – Fundação Nacional de Saúde;
Manual de Vigilância, Prevenção e Controle de Zoonoses (Normas Técnicas e Operacionais);
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Curso Como Elaborar Laudo de Desratização e Desinsetização

Curso Como Elaborar Laudo de Desratização e Desinsetização

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção específicos das atividades que serão exercidas.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:

A importância do Controle de pragas;
Principais normas e termos relativos ao tema;
Processos de execução de desinsetização;
Processos de execução de desratização;
Análise e métodos de preliminares para a desinfecção;
Utilização e segurança e métodos químicos;
Tipos de medidas de controle a serem implantadas;
Identificação das metologias utilizadas na higienização;
Avaliação da presença de insetos e pragas;
Vestígios da presença de animais sinantrópicos;
Verificação e identificação do fluxo de animais presentes no ambiente;
Avaliação de medidas de controle de acordo com a praga;
Verificação de medidas de controle de animais peçonhentos;
Estratégias de controle;
Medidas corretivas e técnicas específicas;
Especificações e identificação de produtos químicos de controle de pragas;
Impacto do uso de produtos químicos na saúde humana;
Possíveis danos à saúde da fauna remanescente.

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;

Exercícios Práticos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Curso Como Elaborar Laudo de Desratização e Desinsetização

Saiba Mais:  Curso Como Elaborar Laudo de Desratização e Desintetização

O Manual de Vigilância, Prevenção e Controle de Zoonoses – Normas Técnicas e Operacionais, disponibilizado pelo Ministério da Saúde, aborda informações importantes para os processos de higienização de ambientes.

Ações diretas de controle
Nas áreas definidas como de risco para a transmissão de doenças de relevância para a saúde pública, relacionadas aos roedores, as ações de controle realizadas pelos profissionais de vigilância e o controle das doenças transmitidas por roedores têm de ocorrer em caráter permanente, sem sofrer interrupções, não se recomendando trabalhos de caráter temporário ou pontual, que podem acarretar um efeito bumerangue (aumento do número de roedores infestantes em determinada área onde foi praticada a desratização de maneira errada).
Em áreas de ocorrência esporádica, as ações devem ser realizadas por tempo determinado, visando prevenir a ocorrência de novos casos. Os locais de ocorrência endêmica e epidêmica de leptospirose ao longo do tempo devem ser tratados como áreas-programa e receber ações periódicas permanentes
de controle de roedores, até que ações de manejo ambiental ou de infraestrutura urbana reduzam significativamente o risco de infecção da população humana residente ou flutuante.
Para se obter resultados satisfatórios e duradouros no controle de roedores, é necessário empregar o manejo integrado de pragas. Esse termo compreende um conjunto de ações voltadas direta e indiretamente à praga-alvo a ser combatida (nesse caso, os roedores) e ao meio que a cerca, praticadas de forma concomitante, permitindo a obtenção do efeito do controle ou até mesmo a erradicação desses animais.
As ações devem ser estudadas e conduzidas de maneira tal que minimizem os custos e os riscos envolvidos, para o homem ou para os demais componentes da biodiversidade. Dentro dessas ações, a manipulação adequada dos fatores que limitam a instalação, a proliferação e o potencial de sobrevivência da praga-alvo é fundamental para um manejo integrado eficaz.
São componentes do manejo integrado de roedores urbanos:
• Inspeção do local infestado.
• Identificação da espécie(s) infestante(s).
• Medidas preventivas e corretivas (antirratização) – educação em saúde.
• Adoção de medidas de controle (desratização): de posse das informações preliminares, pode prosseguir-se com a proposta de controle, que consiste em reduzir, a níveis toleráveis, a infestação por roedores.
O controle de roedores é feito, basicamente, aplicando-se iscas ou substâncias tóxicas em suas tocas ou nos ambientes infestados. A esses produtos dá-se o nome de raticidas ou rodenticidas. Atualmente, no Brasil, os únicos rodenticidas permitidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) são os anticoagulantes à base de hidroxicumarina, nas apresentações em forma de pó de contato (usado exclusivamente no interior das tocas), isca granulada e isca ou bloco impermeável (parafinado ou extrusado). Quando ocorrer o uso de iscas, sejam elas granulada ou impermeável, a técnica de eleição é a iscagem por pulso, que consiste em três aplicações sucessivas de rodenticidas, com intervalo de sete a dez dias entre elas. Em cada aplicação, devem-se oferecer rodenticidas em quantidade e em número de locais suficientes para que todos os roedores da população-alvo tenham acesso. Em geral, aplicam-se diversos pontos de isca, com 20 gramas a 100 gramas de isca em cada um deles. O adequado número de pontos de isca e da quantidade de rodenticidas a ser aplicado depende da dimensão da área e do nível de infestação. A experiência do técnico de controle de roedores norteará a tomada de decisão para a adequada aplicação de rodenticidas, que podem ser utilizados tanto em áreas urbanas, quanto em áreas rurais. Rodenticidas na formulação de pó de contato devem ser aplicados diretamente no interior das tocas de ratazanas, usando-se, para isso, o próprio frasco aplicador em que vem envasado o produto. Nunca se deve aplicar pó de contato em trilhas ou locais de passagem de roedores, com o risco de dispersar o produto e contaminar pessoas e animais não alvo.
Os rodenticidas hidroxicumarínicos apresentam como vantagens o efeito crônico e a segurança de uso. Deve-se atentar para as medidas de segurança do trabalhador, da população em geral e dos animais não alvo. Em caso de acidente, a vítima deve ser encaminhada a atendimento médico
com urgência.
Estratégias de controle segundo espécie de roedor urbano.
• Controle de ratazanas: a forma mais eficiente de controlar ratazanas é por meio da aplicação de pó de contato no interior de suas tocas. O equipamento mais adequado para isso é o próprio frasco aplicador em que o produto vem envasado. Outra estratégia interessante é a aplicação de blocos impermeáveis, por meio do emprego da técnica de iscagem por pulso, em pontos de iscagem próximos aos abrigos e às tocas inacessíveis, dentro das bocas de lobo, das caixas de inspeção e de gordura e dos postos de visita (PV).
• Controle de rato de telhado: para o controle de rato de telhado a formulação mais indicada é a isca granulada, sempre que possível acondicionada em caixas porta-iscas. Blocos impermeáveis também podem ser usados, mas, para isso, faz-se necessária a eliminação das fontes de alimento existentes no local a ser tratado. Quando usados, os blocos devem ser amarrados com arame ao madeiramento dos telhados e de outras estruturas que estejam acima do nível do solo. As iscas sempre devem ser aplicadas nas rotas de passagem dos ratos ou próximas a seus abrigos. Quando se usam caixas porta-iscas, pode ser necessário mais tempo, entre uma e duas semanas, até que os ratos comecem a alimentar-se das iscas em seu interior. Durante esse período, não se deve remover a caixa de local. Esse período é o tempo necessário para os ratos vencerem a neofobia.
• Controle de camundongos: em virtude do hábito intradomiciliar dessa espécie, o controle químico envolve riscos adicionais, especialmente às crianças. Como os camundongos são neofílicos, o uso de iscas rodenticidas em caixas porta-isca é muito eficiente para o controle de altas infestações, além de serem técnicas seguras. Entre as iscas rodenticidas, as granuladas são mais efetivas, dada sua maior atratividade e palatabilidade.
Monitoramento da infestação e avaliação dos resultados.
É de suma importância que se estabeleçam critérios bem claros e precisos para se monitorar as ações de controle de roedores nos momentos pré e pós-tratamentos, de forma a avaliar a efetividade das medidas adotadas. A escolha do método depende do seu objetivo, da sua aplicabilidade, das ferramentas necessárias, dos recursos humanos e do tempo disponível e, muitas vezes, são requeridos mais de um método de monitoramento. Um método eficiente é comparar os índices de infestação pré e pós-controle usando-se a equação de efetividade.
Procedimento e organização da estratégia de trabalho
O trabalho de controle de roedores deve ser realizado em quatro frentes de trabalho diferentes: imóvel, rio/córrego, bocas de lobo e áreas públicas.
Imóveis: o foco principal é a orientação quanto às medidas de antirratização e de prevenção à leptospirose. A responsabilidade pela manutenção da higiene e da estrutura dos imóveis particulares, de modo a impedir a instalação, a manutenção e a reprodução de animais sinantrópicos de relevância para a saúde pública, cabe, integralmente, ao seu proprietário ou responsável. Assim, apenas em situações específicas e mediante avaliação de risco prévia da autoridade sanitária competente, a desratização, ou outra intervenção, em um ou mais imóveis, pode ser necessária e determinada.
Rio/córrego: o foco principal é o controle de ratazanas mediante o polvilhamento de pó de contato no interior das tocas.
Boca de lobo/bueiro: o foco principal é o controle pela aplicação de blocos impermeáveis, mediante a técnica de iscagem por pulsos, no interior das galerias pluviais.
Área pública: o foco principal é o controle de ratazanas mediante o polvilhamento de pó de contato no interior das tocas. Essas áreas compreendem praças, canteiros centrais, jardins, terrenos etc.
Organização da equipe de trabalho.
Uma equipe deve ser composta por, no mínimo, dois e, no máximo, quatro profissionais; e cada equipe deve atuar, exclusivamente, em uma frente de trabalho por vez. As equipes devem ser coordenadas por técnico de nível superior da área de saúde, com devido registro em conselho de classe que regulamente a atuação na área de controle de pragas urbanas. Conforme a dimensão da área-alvo a ser trabalhada, da frequência que serão realizados os ciclos de controle e da situação
epidemiológica do local, pode ser necessária mais de uma equipe de controle. Cada município deve calcular o número total de profissionais que farão parte das equipes de controle, tomando por base os indicadores epidemiológicos, socioeconômicos e demográficos das áreas-alvo. Deve-se, também, levar em consideração a produtividade por agente/dia para cada frente.

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Como Elaborar Laudo de Desratização e Desintetização: Consulte-nos.

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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